Domingo, 2 de Novembro de 2008

Sessao A 3


Eu sou o Kenishi, e este conto é de quando fui a casa da M. A M. convidou me para ir a casa dela beber um café e para me apresentar o novo namorado dela, a M. é uma mulher lindíssima, morena, baixa, com um corpo fantástico, e sempre me captou muito a atenção os decotes que ela usava, deixavam me louco de desejo, mas claro como amigo, não o podia admitir não é, enfim regressemos aos acontecimentos.

Cheguei a casa dela e ao abrir me a porta deparo me com a M. com mais um daqueles decotes deliciosos para a vista, e com uma saia, sempre linda, e da me dois beijos bem perto dos meus lábios, o que acendeu logo a chama em mim, deixando me minimamente excitado, isso juntando ao perfume sublime que ela usava! Entro casa dentro e vejo o namorado da M., um rapaz alto, moreno, de ombros largos, com uma boa aparência, e cumprimento-o, e digo: - Olá, eu sou o Kenishi (nome fictício) muito prazer! Ao que ele responde: - Olá, eu sou o A. o prazer é meu! Então ficamos um bom bocado da tarde a falarmos os três e a conhecermo-nos melhor, e claro enquanto falamos muito vinho vem a mistura e consequentemente ficamos todos mais desinibidos, e as conversas começam a cair inevitavelmente sobre sexo e experiências e fantasias por realizar, quando chega a vez da M. dizer a sua apenas diz: - a minha fantasia era fazer sexo com dois homens, assim lindos como vocês.

Escusado será dizer que tanto eu como o A. ficamos ambos sem saber o que dizer, ao que a M. se levanta e diz que vai ao WC e assim o faz, e pouco segundo s depois o A. vai atrás dela e fico eu na sala sozinho e beber mais um pouco de vinho, a pensar em tudo aquilo que adorava fazer a M. Passado algum tempo estranho a ausência da M. e do A. e começo a procurar por eles, e chegando a WC vejo que a porta esta um pouco aberta e ouço sons abafados de prazer, e curioso espreito e vejo a M. sentada na sanita, de pernas abertas e o A. de joelhos com a cabeça entre as pernas dela, e as pernas dela apoiadas nos seus ombros, e vejo a mestria do A. a fazer sexo oral na M. tocando – a, lambendo a, saboreando todo o clítoris da M. que se contorce de prazer agarrado a cabeça do A., e ele sempre sem parar, brincando com a língua dele, colocando dois dentro da M. entrando e saindo, ritmado com a língua dele, e a M. cada a gemer mais alto e mais alto até que se vem num grito de prazer, anunciando assim um delicioso orgasmo, aí A. levanta se e beija a, e senta se ele na sanita, ficando desta vez M. de joelhos começando por acariciar todo o pau de A. e eu com muita tesão espreitando pela porta agarrado ao pénis, tocando e saboreando todo aquele espectáculo, cada vez mais excitado e com vontade de me juntar a festa, então a M. enquanto toca todo o pau do A. começa a dar beijos leves na ponta, brincando como um Calipo tocando e beijando ao mesmo tempo, e aos pouco começa a introduzir mais e mais todo o pau de A. subindo e descendo, tocando ao mesmo tempo, e com a ponta da língua percorre todo o pau, e sobe ao que A. se agarra a cabeça de M. e começa a agarrar lhe os cabelos e a respirar cada vez mais rápido e M. a tocar e chupar cada vez mais rápido e A. diz que é agora e enquanto ele se vem a M. não para de chupar e tocar, e A. contorce se de prazer, e ao mesmo tempo que ele se vem, eu venho me também mesmo ali na porta e quando acabo fico sem saber o que fazer por não ter nada para limpar e disfarçar quando ouço de dentro da WC a M. a dizer:

- Então gostaste do nosso pequeno espectáculo? E eu aproveitando a dica não me faço de rogado e digo: -Gostei só é pena eu não me poder juntar a festa! Então a M. e o A levantam se e passam por mim de mãos dadas e pegam na minha mão e vamos todos para a sala, e ai a M. ainda bastante excitada beija me enquanto o A. apenas vê, sorrindo e eu como sempre a quis beijar, beijo a com intensidade, com desejo, e agarro a pelas nádegas e puxo a para mim roçando a bem no meu corpo, e roçando me bem nela, e deito a no chão, levanto lhe a saia e coloco a minha mão bem entre as pernas, tocando com tesão ao que ela se agarra as minhas costas e sempre sem deixar de a beijar, e começo a baixar os meus beijos pelo pescoço abaixo, aproveitando para lhe tirar a blusa, e descendo mais, começo por tocar ao de leve com a ponta da minha língua nos mamilos, deixando os bem erectos e excitados, e com a outra mão livre, toco a nos seios e aperto ao de leve enquanto saboreio o outro seio, e ela mexe se, arranha me as costas enquanto diz: -Ai não pares, por favor não pares isso, não pares, mas que delicia, hum tão bom, não pares não pares, não pares, não, isso naaaaaaaaooooooo.

Eu, entusiasmado por já ter dado um orgasmo a M. continuo a descer e pela barriga abaixo, vou passando a minha língua, e rapidamente chego onde quero, ao que lhe afasto as pernas, com muito cuidado, afasto cada um daqueles lábios molhadinhos, e começo por lambe los, ao mesmo tempo que aproveito para colocar um dedo bem dentro dela, e ao fim de pouco tempo já lá esta outro, preparando o mindinho para penetra la analmente, e quando coloco o dedo mindinho ela da um grito de susto e prazer ao mesmo tempo, enquanto eu continuo nesta cadencia de língua de dedos, arrancando alguns orgasmos, quando reparo no A. nu sentado no sofá de pernas abertas a masturbar se fortemente, apreciando e a gostar de ver a namorada a ser comida por outro tipo, e claro eu sendo abusado como sou, não vou de modas e digo lhe: -Anda, vamos realizar a fantasia da tua namorada! Aquilo pareceu apanhar a M. de surpresa porque quando ela ia para dizer qualquer coisa o A. colocou de joelho ao lado da cabeça dela com todo o seu pau bem apontado a boca dela, roçando com a ponta nos lábios dela, e não sei se foi o facto de eu lhe fazer sexo oral se do vinho, a verdade é que ela rapidamente o colocou dentro da boca, enquanto gemia de prazer, comigo la em baixo.

Aproveitando que ela se divertia com o pau do namorado na boca, eu levanto de e sem dizer nada pego no meu pau, e coloco bem na entrada dela, e sem grandes gentilezas penetro a bem fundo num estocada que ela acusou num gemido abafado pelo pau do A. dentro da boquinha dela e assim começas num vai e vem o três, ritmados, excitados, com muita tesão pelo meio. O A. como estava com muita vontade de penetrar a M. também, pede para a M. ficar de 4 e diz para eu ficar de joelhos que ele fica por baixo, obedeci prontamente na possibilidade de vir a fazer sexo anal pela 1 vez. Quando o A. se coloca por debaixo da M. pega no pau dele e rapidamente a penetra, dando investidas bem fortes, fundas e rápidas e eu claro como não ia ficar apenas a ver, pego no meu pau e muito lentamente começo a penetrar a M. ao que ela geme sem parar, sentindo dois homens bem dentro dela, como sempre desejou, e os três começamos ali a cadenciarmos as nossas investidas, num entra e sai frenético, e a M. a vir vezes e vezes sem conta, com dois paus bem dentro dela, penetrando a, entra e sai, entra e sai, ao mesmo tempo, hora um hora outro, e eu agarro bem a cintura de M. puxando do a bem para mim a cada investida, dando lhe pequenas palmadas nas nádegas, e chegando a uma altura em que os três já não aguentávamos mais, começamos a ter os nossos orgasmos ao mesmo tempo, fazendo a M. ter um orgasmo demasiado grande, pelo facto de sentir o meu orgasmo bem dentro do cuzinho dela e o orgasmo do namorado ao mesmo tempo, fazendo a perder todas as forças do corpo, caindo para cima do corpo do namorado, e no fim quando ambos nos retiramos de dentro dela, ela coloca se de joelhos e começa por agarrar cada um dos paus e a mete los na boca, saboreando cada um, vendo as diferenças de sabores.

Ficamos depois nus a falar sobre o que tinha acontecido e combinamos repetir mais vezes a dose! Se gostaram desta então digam me

samuraii69@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:41
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

1º Vez a Tres


A nossa Primeira vez a Três


Tudo começou a já bastante tempo, comecei por ter pensamentos em ver a minha mulher fazer amor com outro homen .Quando fazíamos amor imaginava ela dando para outro, e dizia no ouvido, a primeira vez ela ficou pasma e no final da transa ficamos calados e um pouco envergonhados até ao dia seguinte.Com o passar do tempo isso foi se tornado um habito apesar dela não querer, mas notava que cada vez que falava em ela ser comida por outro homen ela se vinha com mais abundância e a cona dela fica mais aberta e húmida. A partir de uma certa altura ela começou também a opinar dizendo que o dia que isso acontece-se só ia dar para outro, e que não queria usar preservativo, pois quer sentir ao natural e ficar com a cona cheia de espora de outro homen pois como nunca fez sexo com outro queria saborear a 100%.

Então nessa altura disse que tudo bem logo que ele apresenta-se um exame que é imune de qualquer doença, quanto á questão de engravidar não haveria problema pois ela já fez a laqueação, então vou imaginado ela a cavalgar em cima de outra piça como ela bem sabe fazer, e depois ia por trás e foder o cu, pois ainda era virgem, ela dizia que não pois quando fodesse com outro iria deixar tirar os três ao cuzinho dela, tudo isto era o que falávamos ao longo dos tempos durante as nossas transas, até que á uns dias atrás ela viu uma piça enorme na Internet e ficou admirada, e até comentou que aonde aquela piça entra-se até saia pelo cu, respondi que não, então fomos foder e durante a transa disse-lhe para fechar os olhos e pensar que estava a foder com outro homen, prontamente ela se deixou embalar pela imaginação pela primeira ao longo deste tempo e fodemos até ela se ter vindo três vezes e ficar com a cona toda aberta e vermelha, foi fenomenal.

No dia seguinte disse-lhe que estava na hora de passar á pratica á noite vestiu uma blusa de alça, e uma mini saia de ganga que lhe dava pouco abaixo do cu, e como ela tem um bubum tipo melancia, umas coxas grossas e uns seios xxl bem constituída nos seus 1,75cm cabelos pretos, fomos sair até a uma esplanada, estávamos sentados e as suas pernas ficavam á mostra quase que se via a calcinha. Em frente estava um rapaz com os seus 27 anos que não parava de olhar por baixo da mesa, e eu notei que ela reparou nisso nada escondia, no momento fiquei com ciúmes e ao mesmo tempo tesão e o meu coração começou a bater com mais força. Levantamos e fomos embora para o carro, e falei-lhe que ela tinha dado cinema para o rapaz, ela disse que não tinha reparado que ele estava a ver, mentira a dela entretanto entramos no carro e o rapaz vinha no passeio, e eu disse-lhe a ela chegou a oportunidade, eu abri a porta e disse-lhe a ele se queria vir ele prontamente entrou para o banco de traz, e arrancamos, ela ficou abismada e nada disse, quando já íamos a caminho de procurar um motel, disse-lhe para passar para o banco de traz ela não negou e sentou-se ao lado do rapaz, que logo em seguida ele lhe colocou a mão esquerda nas coxas dela, e ela nada fez, o tempo foi passando e reparei pelo retrovisor que ele colocava a mão para debaixo da mini saia talvez a esfrega-lhe aquela cona carnuda e depilada, e notei que ela mexia os seus lábios e cerrava os olhos. A mão direita dele começou acariciar os seus lindos seios volumosos, por debaixo da camisa, a um dado momento ele começou a beija-la na boca, e como ela é demasiado quente e sei que se derrete toda, e entrega-se estavam num grande amasso, foi quando vi que ele lhe estava a tirar as cuequinhas, e continuou a beijar, e a meter talvez os dedos na coninha dela. Entertanto ela já suspirava e começava a dar gemidos, foi quando fico surpreso ao vela a desapertar o ziper das calça dele e a tirar a piça dele para fora e começa a punhetar, coisa que ela nada gosta de fazer, pois quando lhe peço é um castigo para que ela o faça. Como o ambiente ali já ia muito quente e aquele cheiro a sexo no ar reparei que ele com os dedos enfiados na cona dela fazia tantos movimentos que ela se veio ao gritar com um ar de satisfeita, entretanto ela continuava a punhetar a piça dele com muita força até que um jato de esperma saltou para a parte da frente do carro e caiu na alavanca das velocidades. Isto ao fim de uns vinte e cinco minutos, já achegar ao motel, parei pedi o quarto e entramos. Saímos do carro e subimos as escadas ela na frente com a mini saia e sem calcinha eu atrás dela e a meter-lhe a mão debaixo da saia acariciar-lhe o cu e a vagina dela todas molhada e pegajosa, entramos no quarto e dei-lhe os dedos a lamber juntamente com a minha boca. Demos um beijo profundo de língua e o rapaz começou a colocar a mão na cona dela e a esfregar com volúpia, ele baixa-se e começa a lamber-lhe a cona, enquanto nós nos beijavamos, depois ele levantou-se ela largou-me e começou a despir-lhe as calças e a tirar-lhe os boxer e começa a lamber-lhe a piça como se estivesse a saborear um gelado, coisa que ao longo destes quinze anos se fez isso umas cinco vezes foi muito, visto ela dizer que lhe da nojo lamber a piça, mas naquele momento ela fazia-o e dava a entender que estava possuída por alguma coisa, lambia tilintava-lhe com a ponta da língua e tornava a engolir, até que ele tirou a saia dela camiseta e soutien e deitou-a na cama, deu-lhe mais uma lambidela na cona abriu-lhe as pernas e ia começar a colocar o preservativo, mas ela disse-lhe que não valia a pena e pediu que ele lhe enterrasse aquela piça toda na cona dela até se esporar dentro dela, dizendo que era para eu ver como ela ia realizar o meu desejo de a ver a foder com outro.

Ele começou a bombar com força até desaparecer a piça dentro da cona dela ela gemia, ela abria as pernas para o lado para poder receber profundamente aquela piça, até que começa a gemer com mais força, a berrar baixinho e vejo que ela se esta a vir e ele também começa a grunhir e espora-se dentro dela, tira a piça e começa a escorrer pela cona e pernas a espora, para minha surpresa coisa que ela nunca fez começa com os dedos a apanhar a espora e começa a lamber para dentro da boca, e faz sinal para mim e aproximei-me e beijou-me com a boca cheia de espora e vai com os dedos á cona traz mais espora e lambe os dedos e da a lamber e beija-me, e diz! Era isso que tu querias, pois durante estes anos tu falavas e eu não queria, mas fui também imaginando, e adorei ser puta por uma vez, não és tu que dizes, que tenho um bom corpo, umas boas mamas e uma boa cona que chega para outros comer.

E assim vai ser, e agora ainda vais ver mais, chama o rapaz começa a acariciar a piça dele e a lamber ate que ela fica dura manda-o deitar na cama e sobe para cima dele de costas para a cara dele e começa a cavalgar naquela piça, os seios dela balançam para o ar, ela contorce-se toda ele apalpa-lhe os seios, ela faz um sinal para eu ir, coloco-me a frente dela, ela abocanha-me a piça e ao mesmo tempo que cavalga a piça dele quando começa a fazer com mais força e a gemer vai-me esfregando os tomates e começa a vir e com a boca começa a querer morder a piça e aperta com tanta força que me venho dentro dela, saio da frente, ela sai de cima dele baixa a boca até ao rapaz e beija-lhe na boca e divide o meu esperma com ele. Depois volta a subir para cima dele já virada para a cara dele e começa e cavalgar nele e a beijar, chama-me novamente e pede que eu lhe coloque um dedo e depois dois dedos nu cu dela, e diz nunca dei o cu mas tinhas dito quando eu fodesse com outro que tinha que te dar o cu enquanto eu estivesse a foder em cima dele, pois bem chegou a hora, mete lá os dedos e vai alargando esse cuzinho virgem, então eu comecei a minha tarefa ate que ao fim de uns dez minutos já depois ela já estar bem montada em cima dele, e já bem alterada fui encostando a minha piça na porta do cu dela e meti para dentro, devagar até que entrou tudo dentro, parei um bocado e ela disse começa a foder com mais força, fui entroncando dentro dela ele debaixo dela também fui mexendo ate que chegamos a um momento estávamos todos em sintonia nas movimentações, ela berrava de prazer, gemia contorcia-se toda até que o rapaz começa a vir novamente dentro dela, e ela também começou a escorrer a seiva dela, eu começo também a ejacular dentro daquele cuzinho que ate então era virgem. Sai de cima dela ele saiu de baixo ela deitou-se na cama virada para cima a descasar e com os olhos fechados a recordar eu coloco-me de um lado e o rapaz do outro e começamos a lamber-lhe as pernas, e aquela cona maravilhosa cheia de dois espermas lambemos e engolimos o que podemos parecia um doce de vários aromas.

Ela já estava mais composta e sentei-me na cama, ela começou a lamber-me a piça acariciar, e a meter dentro da boca, nisto quando já estava erecta encostou a cona dela na minha piça e sentou-se até desaparecer por completo abraçando-me e beijando-me e ia cavalgando cada vez com mais força até que se veio e eu também, e dizendo que adorou esta experiencia, e que só espera de que isto não se vá tornar um vicio. Sai de cima coloca-se de quatro em cima da cama e pede ao rapaz que a coma de quatro, ele chega-se por trás e enfia aquela piça na cona dela toda lambuzada de espora e toda aberta, eu coloco-me a frente dela deitado com a piça para cima ela começa a lamber a chupar, ele fode-a cada vez com mais força ela contorce-se e recebe aquela piça e movimenta com o rabo contra a piça dele para ajudar a foda até que eu me começo a vir novamente ela vem-se também e ele acaba por esporar-se na cona dela, e começa a cair pelas pernas abaixo, ela vira-se e abocanha-lhe a piça toda na boca, ate parece que é uma chupeta para a menina não chorar. Depois ela diz-lhe que só o deixou esporar dentro dela, porque ela já fez a laqueação e como tal já não engravida, e queria sentir outra piça a esporar dentro dela que não a do marido, adorou por uma primeira vez foder com outro homen, ainda por cima mais novo dez anos, é como se estivesse a recuperar o tempo perdido, de até então se só ter entregue a um homen e não ter experimentado outras piças naquela cona rexoxuda e sumarenta como diz o marido, que ela tem cona que chega para partilhar com outros homens. Em seguida fomos tomar um duche e eu e o rapaz esfregamos-lhe o corpo todo como se tivéssemos a dar banho a uma deusa do amor, e beijamos novamente aquela cona toda aberta, vermelha de tanto ter fodido, em seguida fomos embora ela sem calcinha e sem soutien, pois quis dar de presente para o rapaz recordar, que tinha fodido com uma mulher casada, e que tinha sido o segundo homen a comer aquela cona maravilhosa.

Foi uma experiência única e gozamos todos como uns loucos, e a partir desse dia penso que nunca mais seremos os mesmos, e só o tempo o dirá.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:16
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