Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

Praia


Numa 5ª feira de tarde de Junho e com o imenso calor que estava, resolvemos ir à praia. Esta estava, quase deserta apenas com 3 amigas e um casal que estavam um pouco afastados, uma senhora sozinha mais acima e um outro casal mais abaixo de nós.
Costumamos levar uma tenda de praia e um pára-vento e na posição que ficaram somente o casal mais abaixo, via-nos.
A Marlene resolveu fazer topless e pediu-me para lhe colocar o bronzeador pelas costas, que foi retribuído da parte dela a mim, que fez o casal repararem, que afinal a Marlene só estava de tanga.
Quando esta se deita a meu lado comenta que eles os dois, ficaram a olhar para nós.
Eu nem dei importância e ficamos ali deitados um pouco mais até que me sentei e deparo com o tal casal de certa forma a imitar-nos sorrindo um para o outro e quando reparam que eu estava já olhando para eles, a moça tapa o seu peito com as mãos e deita-se de imediato dando um gritinho. O namorado, fica sem saber o que fazer e eu começo a rir-me à gargalhada sem parar, neste momento a Marlene levanta-se e pergunta-me: “O que se passa? O que é que foi?” e olhando para o casal apercebe-se de tudo que se tinha passado e começa logo a rir-se também.
Neste instante o rapaz vendo-nos a rir fica contagiado e acompanha-nos a rir estando a olhar já para a sua namorada que já se levantava tirando as mãos do peito e rindo com a reacção tomada por ela naquele impulso.
Deitamo-nos novamente mais um pouco e passada mais ou menos uma meia hora a Marlene levanta-se e espreita e vê que as 3 amigas e o casal que estava com elas preparavam-se para irem embora, a outra senhora mais a cima continuava por lá, e então vira-se para mim e diz-me para irmos jogar voleibol, que foi correspondido por mim.
Mal começamos a jogar, tanto a senhora como o tal casal, ficaram a olhar para nós.
Foi então que a Marlene ao passar a bola para mim, o fez tão bem que a bola foi parar junto da tal senhora.
Ao chegar lá, já tinha-se levantado e dava-me a bola à mão, aceno-lhe com a cabeça, como cumprimentando-a, e agradeço-lhe dando-lhe um sorriso, que me é retribuído dos mesmos modos e diz-me: “Podemos jogar noutro dia, hoje vocês já tem companhia e também tenho que me ir embora, ok?” respondo-lhe eu: “ok, tudo bem, fica para uma próxima.”
Não percebi muito bem mas voltei para jogar com a Marlene. Até que ela manda-me novamente a bola para o meio de nós e aproveitei aquele momento para me chegar junto dela e contar-lhe o sucedido e quando olhamos para a tal senhora já estava ela a subir as escadas de acesso à praia e acena para nós. A Marlene não perde tempo e faz o mesmo que me leva a retribuir da mesma forma. Rimo-nos com a situação e voltamos a jogar, naquela praia que neste momento só partilhávamos com o tal casal mais abaixo de nós.
Estes, apercebendo-se que estávamos só nós, apresentam-se (Nuno e Catarina) e perguntam-nos se poderiam jogar connosco, proposta que foi aceite da nossa parte e assim começamos a trocar a bola entre os quatro em que as duas mulheres estavam só de tanga e com aquelas maminhas aos saltos. Eu estava a ficar completamente motivado com aquilo tudo como da mesma forma o Nuno.
Até que a bola foi mesmo para o meio entre mim e a Catarina e fomos ambos a ela com tanto fulgor que acabamos por nos tocar. O choque foi de tal forma que acabamos por deixar cair a bola e alem de lhe tocar nos peitos dela, ficamos de joelhos a agarrarmo-nos pelos braços e a perguntar um ao outro se estávamos bem e se tínhamos aleijado um ao outro e no fim de isto tudo ficamos a rir, os quatro.
Resolvemos então parar com aquele jogo e convidamos o Nuno e a Catarina irem buscar as coisas deles e virem para junto de nós e quando chegaram acomodaram-se e como eles tinham trazido umas cartas assim começamos outro jogo.
Mas, só que este jogo iria dar um resultado diferente. Jogamos “à bisca”, “à pesca” e quando já estávamos a ficar cansados de jogos então resolvemos esquentar e animar os ânimos por ali, íamos jogar ao “kaimess” em que tínhamos que juntar a mesma carta dos quatro naipes e então tínhamos que fazer um sinal previamente combinado para o nosso parceiro e ele tinha que dizer: “kaimess”, e quando o conseguissem sem os outros notarem e darem o corte, estes tinham um castigo à escolha dos outros.
As equipas eram os homens contra as mulheres e assim começamos e os 1º a perder fomos mesmo nós, então elas combinaram que tínhamos que dar beijinhos desde os pés até ás coxas e assim lá fizemos. Eu à Marlene e o Nuno à Catarina.
Na 2ª partida voltamos a perder e desta vez teríamos que dar beijinhos desde a ponta dos dedos das mãos até aos ombros, e lá fomos nós novamente.
A 3ª, já foi diferente, nós ganhamos e elas teriam de dar agora a nós beijinhos à volta do nosso pescoço até às orelhas.
4ª Partida, e elas tornaram a ganhar só que desta vez elas iam tornar as coisas mais interessantes, pois teríamos que beija-las desde o umbigo até aos peitos sem lhes tocar nos mamilos, e quando nós íamos executar a tarefa elas disseram-nos: “Não, desta vez vamos trocar de parceiros.” E riram-se.
A Catarina deita-se e abre-me as pernas e eu comecei mesmo junto da tanga e fui subindo lentamente até chegar-lhe aos peitos e com a língua lambia-lhe e beijava todo o seio sem lhe tocar no mamilo, de tal forma que ela chegou a forçar com a sua mão na minha cabeça para com que fizesse o mesmo no seu mamilo, coisa que eu próprio não permiti e que a deixou ainda mais louca de tesão.
O Nuno já com menos experiência chegou aos peitos da Marlene e só lhe dava beijinhos à volta dos mamilos e parou a olhar para nós.
As duas cúmplices satisfaziam-se de prazer, a Marlene de me ver a dar prazer à Catarina e esta, como já se deliciava com a minha língua e os meus lábios a rondar os seus mamilos.
Aí o Nuno para não querer ficar atrás, vira-se para mim, e diz: “Não é assim, …” avança para a Catarina “…, ela gosta é mesmo que lhe mordisquem os mamilos e que lhe toquem em baixo.” E enquanto dizia isto já lhe metia a mão direita por dentro da tanga e já se deitava para mordiscar-lhe os mamilos e como esta, já estava contagiada de tesão, nem perdeu tempo e agarrava o cabelo do Nuno e com a outra mão por cima da tanga, ajudava o acariciar do seu clítoris.
Eu fui para junto da Marlene e coloquei-me por de trás dela e com a minha mão direita, massajava o seu mamilo direito, e observávamos aquele espectáculo proporcionado por dois jovens cheios de tesão.
Ele, já estava agora do outro lado e já tinha desapertado um dos lados da tanga, facilitando os movimentos de sua mão, que desta forma nós também já víamos tudo que estava tapado, e ele já se roçava na perna dela de tal forma que o fez atingir o orgasmo muito rapidamente.
Aí a Catarina virasse para o Nuno e diz-lhe: “Então, já? “
Eu a Marlene, queríamos rir, mas não nos pareceu bem, enquanto a Catarina olhava para nós e perguntou: “E vocês, querem ajuda?”
E a Marlene apercebendo-se que ela ainda estava completamente insatisfeita e para dar uma lição ao Nuno como se fazia, responde-lhe: “Não, mas se fazes questão, anda para aqui que te arranjo um espaço para ti.”E ela não se fez de rogada e começou logo a beijar-me e a por a mão no meu pénis, que se ia erguendo cada vez mais.
Até que a Marlene chegou mesmo a afastar-se e contentou-se em ver somente a Catarina a dar-me prazer.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:07
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