Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

EU Mais minha Mulher e Outro...


Apesar de já nos encontrarmos na casa dos 40 podemos dizer que a nossa vida sexual tem sido bastante interessante e nada aborrecida, isto porque procuramos a excitação com coisas que ás vezes até são absurdas e outras nem tanto assim. O que vos conto nasceu numa das nossas loucuras no decurso do acto sexual.

Eu não escondo que uma das minhas grandes fantasias era ver a minha mulher a ser possuída por outro, mais dotado que eu, uma vez que sou pobre nesse aspecto. Esta fantasia surgiu quando uma ocasião nos encontrávamos de férias no Algarve. Tínhamos por hábito ir á Ilha de Tavira e apreciar as pessoas que ali praticam nudismo. Comecei a reparar no interesse com que a minha mulher olhava e admirava os belos exemplares que por ali apareciam e o interesse como comentava o seu tamanho. Admirava-se e dizia que em repouso eram assim o que seriam quando entesados.

Eu alimentava-lhe a fantasia e perguntava-lhe se não gostaria de sentir uma coisa daquelas dentro de si ao que ela replicava, invariavelmente que não pois o que tinha lhe era suficiente. O que ela não conseguia esconder era alguma excitação quer pelo que via, quer pelas provocações que lhe lançava. E se dúvidas havia elas dissipavam-se quando lhe metia a mão dentro do calção do bikini e verificava que se encontrava com a sua greta cheia de suco, sinal de que tinha excitado. Invariávelmente, acabávamos nas dunas a satisfazer-nos tendo eu a sensação que quando estava dentro dela era naqueles bacamartes em que pensava e com os quais fantasiava. Todos os dias era obrigatória a nossa romagem á praia dos nudistas assim como muito gostosa o modo como nos possuíamos nas dunas.

Então, quando a possuía, provocava-a, perguntando-lhe se aquela cona ainda não tinha conhecido outro caralho. Ela, doida de tesão, entrava no jogo e dizia que sim e que já tinha fodido com outro, com uma picha com o dobro da minha que a tinha deixado muito consolada e inundada de leite. Isto acontecia quando ela estava de quatro e eu a penetrava por trás. Então em batia-lhe nas nádegas para a castigar, chamava-lhe puta reles e ela quanto mais lhe batia mais insistia na sua descrição e completamente loucos de tesão, vinhamo-nos abundantemente. Depois do acto, era normal ela perguntar-me se eu gostaria de ser corno e eu nunca ganhava coragem de lhe declarar a verdade e dizia-lhe que era uma fantasia que me dava gozo. Mas que não passava disso. Isto começou a fazer parte das nossas vidas e então já nem era eu mas sim ela que provocava, contando altas fodas no pinhal que já não metiam só um mas dois a até três indivíduos, sempre muito bem apetrechados, que a possuíam das mais variadas formas fazendo-a ter sucessivos orgasmos. Eu adorava aquela ousadia, imaginava a realidade da situação e gozava loucamente. Durante muito tempo deixou de perguntar, como antes o fizera bastas vezes, se eu gostaria que ela fosse possuída por outro. Há algum tempo atrás, numa conversa normal e fora do acto sexual, chamou novamente o assunto á fala e disse-me que gostaria que lhe explicasse a razão pela qual eu me excitava tanto com a ideia de ele ser possuida por outro.

Enchi-me de coragem e declarei-lhe toda a verdade confessando-lhe que quando estávamos naquela fantasia eu a imaginava como na realidade e isso deixa-me doido, porque efectivamente eu vivia com a ideia de a ver a ser comida por outro e isso excitava-me muito. Surpreendentemente, não se mostrou indignada com a minha declaração. Disse-me apenas que eu era completamente louco e se imaginava que ela era capaz de se meter debaixo de outro. Aproveitei a oportunidade para lhe lembrar que também ela gozava com a situação e que ultimamente até era ela que a provocava pelo que não colocava de parte a possibilidade de ela ver com agrado que tal acontecesse. Dava para constatar que minha análise era correcta. Ela não se mostrava irritada e ia dizendo que eu não era normal por ter um desejo desses. Eu contrapunha com o facto de não considerar isso nada de anormal desde que fosse com o consentimento mútuo e que ambos tirássemos partido da situação gozando ambos com isso. Eu já me sentia excitado com o decurso da conversa e também dava para constatar, que ela estava a sentir o mesmo. E se dúvidas tinha elas desfizeram-se quando me perguntou se, caso levássemos isso para diante quem é que arranjaria para a comer. Se alguém conhecido ou não. Não tinha dúvidas que ela também tinha pensado na concretização da fantasia e ao fazer aquela pergunta estava a conduzi-la para a sua concretização. Là lhe expliquei que isso era o mais fácil e que gente conhecida nunca. A Internet oferece essa possibilidade apesar dos perigos que também acarreta. Mas, eu sempre lhe disse que até chegar aí, todas as propostas eram devidamente analisadas e só concretizadas depois de eu avaliar o pretendente sozinho. Uma certeza haveria que só depois dessa avaliação é que avançaríamos e ela, até lá, estaria sempre protegida. Esta explicação parece tê-la deixada satisfeita e, logo ali iniciámos o nosso ritual de excitação, com o hipotético terceiro indivíduo, e fodemo-nos intensamente como sempre fazíamos. A partir daí este assunto era tema diário de conversa e a preparação para a sua concretização começou com a publicação de um a anuncio na Internet, acompanhado de foto da minha mulher, sem roupa mas de costas. Como calculam as propostas foram mais que muitas. As ordinárias, em maior número, foram logo colocadas de parte e, daquela panóplia, havia cinco que considerámos interessantes e com pernas para andar, pela idade dos candidatos, pela forma de apresentação e principalmente pela morada. Queríamos alguém que residisse suficientemente longe para, caso fosse necessário, nunca mais nos encontrarmos. Dos cinco, três eram casados, um divorciados e um solteiro. Para completar a nossa informação, pedimos que nos fosse enviadas fotografias as quais teriam que mostrar o membro, se possível em erecção.

Este processo de selecção deu origem a grandes fodas com cada um de nós a imaginar as cenas que aquelas candidatos e seus membros proporcionariam. Dos cinco acabámos por seleccionar por sinal o divorciado, residente na zona de Barcelos mas possuidor de casa de férias na Póvoa do Varzim. Estabelecido o contacto lá marcámos encontro, apenas eu e ele, para poder avaliar pessoalmente o candidato. O encontro aconteceu precisamente na casa da Póvoa do Varzim e não fiquei com dúvidas quanto á escolha. Entusiasmei-o com as descrições, pormenorizadas da nossa fantasia e o ansioso candidato acabou de pau feito e cheio de água no boca. Finalmente, aprazámos o encontro para Sábado do final daquele mês de Setembro. Ele não podia esperar e eu também não. Nesse dia, antes de partirmos, notei na minha mulher alguma ansiedade e receio do que iria encontrar. Estava naquela fase da fantasia passar á realidade e já não se mostrava tão disposta como antes pelo que foi preciso convencê-la a descontrair e transmitir-lhe a certeza de que nada aconteceria se ela não quizesse. Se não rolasse viríamos embora e nada mudaria nas nossas vidas. Com esta convicção lá partimos na nossa aventura. O nosso anfitrião recebeu-nos com a maior atenção comigo a lembrar-lhe os receios que a minha mulher apresentava, pelo que tudo deveria acontecer com naturalidade. Afinal tínhamos todo o tempo do mundo. Na sua sala de estar ficámos sentados eu e a minha mulher lado a lado enquanto ele ocupava um outro frente a nós. Fomos conversando, bebendo um copo e eu não podia de deixar de reparar no modo guloso do indivíduo que apesar de ansioso não avançou para a minha mulher. Serviu-a e atendeu-a como se se tratasse de uma visita normal e não como alguém que ele estaria prestes a comer. A conversa, como não podia deixar de ser abordou a nossa fantasia, a maneira como tinha começado e modo erótico como a tínhamos vivido. O relato, com todos os pormenores que envolveu, deixou-me cheio de tesão. Virei-me então para a minha mulher acariciei-a, beijei-lhe o pescoço e perguntei-lhe ao ouvido se estava preparada. Ela olhou-me e suavemente disse-me que sim. Não pude deixar de reparar no brilho dos seus olhos que deixavam transparecer o desejo que eu tão bem conhecia. Os seus lábios foram naquele momento uma tentação e beijei-a sofregamente a que ela correspondeu de modo muito intenso. Encaminhei então a minha mão para as suas coxas que acariciei. Este movimento fez-lhe subir a roupa e mostrou as suas generosas e brancas coxas. Passei depois a acariciar-lhe o interior das coxas, acção que ela facilitou abrindo suavemente as suas pernas. Neste momento, o nosso anfitrião, que continuava sentado frente a nós, já tinha a visão das coxas abertas da minha mulher e da sua cuequinha, o que diga-se deveria ser bastante excitante. Não tardou que déssemos por ele de joelhos junto a nós a acariaciar a par comigo as coxas da minha mulher a quem eu continuava beijando na boca, no pescoço, nas orelhas, em tudo quanto era sítio que eu sabia que a excitava. A mão do nosso anfitrião encontrava-se com a minha entre as coxas da minha mulher. Eu então afastei ligeiramente a sua cueca e acariciei a sua greta. Meu Deus como estava encharcada. A mão do nosso amigo logo me acompanhou e, á vez, íamos percorrendo com os nosso dedos o seu clitóris e o buraco da sua gruta. Estas massagens e a introdução dos dedos no seu buraco estavam a deixá-la louca. Desapertei-lhe o resto das blusa e libertei as sua belas maminhas. Fui mamando numa e e acariciando a outra enquanto o nosso amigo se mantinha de volta da sua greta. Reparei então que estava a querer tirar as cuecas a minha mulher, acção que ela facilitou. Tirou-lhe de seguida a saia e puxou-a bem para a beira do sofá o que a deixou quase deitada, com a sua coninha bem exposta pois a suas pernas já se encontravam bem abertas para se entregar. Ele pegou nas suas pernas e começou por beijar as coxas e tudo quanto era sítio junto á “minha” coninha, o que deixou a minha mulher muito ansiosa bem expressa na maneira como arfava e se mexia, desejando aquela boca na sua greta, daí que com as suas mãos tenha afastado os seus grandes lábios deixando exposta todo o interior da sua greta, encharcado e vermelho de tesão. Como o nosso amigo tardava em colocar ali sua boca, com uma mão puxou-lhe para lá a cabeça ao que ele também não resistiu, começando a mamar sofregamente todo aquele suco, percorrendo a greta desde o ânus até ao clitóris, uma vezes com intensidade outras vezes languidamente, ou fixando-se a mamar o clitóris ou a tentar introduzir a sua língua no buraco.

A minha mulher estava completamente louca e eu não estava melhor. Estava a viver o meu sonho e quase não aguentava tanta tesão Eu já me tinha despido, a minha mulher permanecia com as mamas de fora do soutien e com a blusa vestida mas totalmente despertada. O nosso amigo permanecia ainda vestido o que não aconteceu por muito tempo. Rapidamente se desfez das calças e das cuecas, expondo pela primeira vez a imponência do seu membro, grande e bem grosso como na fotografia que nos tinha enviado. Eu, entretanto, peguei na câmara de filmar para guardar os momentos que se iriam seguir. O nosso amigo, depois de acariciar algumas vezes o seu membro, arregaçando a glande e mostrar a sua imponência, passou-o suavemente na greta da minha mulher. Percorria-a desde o ânus até ao clitóris. Quando passava no buraco, ela agitava-se com a ansiedade de o sentir dentro de si. Ele castigava-a e aumentava o seu desejo continuando a passar nas suas bordas. É então quando ela perde a paciência, deita-lhe a mão e encaminha-o para o seu buraco. Ela assim que o sentiu á entrada atirou a sua cona contra aquela verga que rapidamente desapareceu na totalidade dentro daquele buraco e debaixo dos seus os ais de gozo. Aquele avantajado pedaço de carne entrava e saía e arrastava consigo o muco produzido pelo tesão da minha mulher. E ela estava de facto cheia de tesão, coisa que não era capaz de esconder pelos ais de prazer que emitia. Desta vez tinha dentro de si um pedaço que a satisfazia e assim parecia ser pelo gozo que demonstrava. Mesmo assim, as suas mãos, colocadas nas nádegas do seu amante, puxavam-no contra si, obrigando a penetração a ir ao seu máximo dando-lhe grande gozo senti-lo bem lá no fundo de si. Eu estava surpreendido com a prestação da minha mulher e do modo atrevido como conduzia o acto, procurando tirar daí o maior partido. Eu sabia que era louca mas confesso que nunca imaginei que no primeiro contacto, mostrasse o á vontade que revelava. Eu ia filmando o melhor que podia aquela cena. Coloquei a minha cabeça por baixo do cu da minha mulher, que estava suspenso no sofá e via ali, junto ao meu nariz, o membro vigoroso do nosso amigo a vergastar a cona da minha mulher. De quando em vez, com todo lá dentro, parava o movimento continuando a minha mulher inquieta com aquela paragens a mexer o cu até que desesperada lhe pedia que a fodesse. Com a tesão que tinha não permitia qualquer paragem que interrompesse o gozo que lhe provocava a fricção daquele rolo de carne bem no seu interior. Nestes momentos apenas via o par de tomates do nosso amigo parecendo também querer entrar. A pressão que exerce no interior daquela coninha é enorme.O ritmo recomeçava e era excitante ver aquele par de colhões a bater no seu cu da minha mulher. Era aquela cena com que eu fantasiva e que de tão excitante que não aguentei e senti que me ia vir todo. Como estava de barriga para o ar, fiquei com o meu membro e barriga cheio de esperma. Isto não me impediu, no entanto, de continuar a filmagem. Quase de imediato senti, pelo arfar e pelos movimentos que a minha mulher se iria vir também o que não tardou nada a acontecer. De maneira muito intensa gritou que ia morrer e debaixo de grande agitação começou um orgasmo muito intenso, pedindo, como sempre fazia, “leitinho”. É claro que o nosso amigo também não resistiu e o movimento do seu membro era agora mais intenso e vigoroso que nunca e vergastava furiosamente a coninha da minha mulher. Com gritos de prazer, continuava a pedir que lhe desse o seu leite, e ele correspondia com fortes vergastadas no interior da sua cona que a enchiam de prazer. Não resistindo acabou por ser vir abundantemente. A minha mulher que já há algum tempo gritava de prazer, parece ter iniciado um novo orgasmo ao sentir aquela descarga quente e intensa dentro de si pelo que, aqueles segundos dos orgasmo daqueles dois, a gritaria de gozo que fizeram, é algo que nunca mais vou esquecer. Algo que eu presenciei e filmei em local priveligiado. Quando o nosso amigo se retirou de dentro da minha mulher, algum do esperma que ali tinha depositado caiu do seu buraco para a carpete mesmo junto a minha cara. O seu buraco, ainda sob o efeito da excitação que acabava de passar, abria e fechava, expelindo pequenas quantidades de esperma que lhe escorria pelo rego cu, revelando que a descarga havia sido bastante intensa. Quando recuperou, o nosso amigo não se cansava de afirmar que tinha sido excelente, que já há muito que não tinha tanto prazer e que eu não lhe tinha mentido quanto á qualidade da gruta da minha mulher. Esta pelo seu lado mostrava-se como que envergonhada pelo espalhafato que tinha feito e, corada, ria-se com ar nervoso e dizia repetidamente: que disparate. Após as higienes, por ali nos mantivemos conversando, nus e gozando o momento passado, com opiniões muito positivas, particularmente da minha mulher, que já recuperada e de modo provocador, gabava a prestação do nosso amigo, e acariciando-lhe o membro, afirmava que desta vez tinha tido algo que lhe preenchido por completo a sua coninha, não dando qualquer razão aqueles que dizem que o tamanho não cona. Liguei a câmara ao televisor e, entusiasmados, revemos os excitantes momentos que havíamos passado. Havia planos muito bons, muito excitantes em particular, pela sua proximidade e definição, aqueles que foram colhidos sob o cu da minha mulher onde se via, em pormenor, o vai vem do membro do nosso amigo. Desta vez estavam o nosso anfitrião e a minha mulher lado a lado enquanto eu ocupava o sofá da frente. Ele ia-lha acariciando as mamas. Agarrava-lhe os mamilos e apertava-os suavemente com os seus dedos. Acariciava-lha também as coxas, operação que ela facilitava, colocando a sua perna direita sobre as dele, expondo o seu sexo à sua exploração. Ela já gozava mas o nosso amigo mantinha o seu membro em descanso. Então a minha mulher deitou-se sobre as suas pernas e começou a acariaciar-lhe o membro, primeiro com as mãos e depois com a boca, beijando-o primeiro e levando-o á boca. Rapidamente começou a sentir o seu volume a aumentar. Ele continuava a acariciar-lhe as mamas, a barriga e a coninha. A minha mulher colocou-se então de joelhos entre as suas pernas e começou a mamar, com grande gozo, aquele vara que já se apresentava com todo o seu vigor. Eu estava a delirar com aquele quadro e como tinha a minha coninha ali exposta, percorria toda com a minha língua. Ainda dava para sentir o sabor do esperma ali deixado anteriormente o que não deixava de ser também excitante. Não resisti e, colocando-me de joelhos por trás de si, introduzi-lhe o meu membro. Ela agitou-se para o receber e percebi que a sua gruta já se encontrava bastante alagada pela excitação, apesar de conter ainda dentro de si algum do esperma das relação anterior. Permaneci ali por alguns momentos fodendo aquela doce ratinha mas fui obrigado a retirar-me sob pena de me vir antecipadamente, o que de todo não queria. Logo que saí de dentro dela, a minha mulher que se estava a portar como uma verdadeira cabra, abriu as pernas e saltou, positivamente para cima do nosso amigo que se mantinha sentado, agarrou-lhe o membro erecto e encaminhou-o para o seu buraco onde eu rapidamente o vi desaparecer. Agora era a minha mulher que comandava as operações e que bem o fazia pois eu já bastas vezes tinha passado por aquilo e sei o quanto era de bom. Primeiro muito devagar, permitindo que a verga percorresse toda sua cona. Levantava o cu e o membro do nosso amigo deslisava até se ver a sua cabeça. Depois, lentamente, baixava o cu e aquele rolo de carne, húmido e com as veias bem dilatadas, ia desaparecendo dentro de si. Outras vezes, com ele todo enterrado, esfregava os seus pintelhos nos deles o que provocava um ligeiro movimento do membro dentro de si. Eu sei por experiência que a sensação que isto provoca é unica. Eu, por trás dela, gozava o momento e guardava-o com a câmara de filmar. O nosso amigo gritava de prazer. Aquele ritmo lento estava a parecer-lhe uma tortura. Então agarrava a minha mulher pelas ancas e agitava o seu corpo para que o movimento fosse mais rápido. Ela, porém, impedia que isso acontecesse e via-se que gozava quer com o ritmo imposto, quer com a ansiedade do companheiro. Após alguns momentos naquela luta, o ritmo aumentou assim como os ais de prazer e de volúpia. Novo orgasmo os aguardava o que não tardou a acontecer. Uma vez mais, debaixo de ais de “eu não posso mais” “vou-me vir” “fode-me agora” “Dá-me leitinho” atingiram os dois mais um orgasmo também este muito intenso pela duração que teve. Depois disso a minha mulher permaneceu algum tempo inclinada sobre o nosso companheiro, com a cabeça no seu peito como que a retemperar forças. O membro do nosso amigo permanecia dentro dela, cheio de esperma que corria por ele abaixo. Quando se levantou foi como que tirassem a tampa ao recipiente e uma grande quantidade de esperma caíu sobre o membro e a barriga do nosso companheiro. Quem ainda não se tinha vindo era eu que permanecia entesado com tudo o que tinha presenciado. A minha mulher percebeu isso e disse-me que a deixasse lavar que me daria prazer o que eu recusei, pedindo-lhe antes que se colocasse de quatro sobre a carpete ao que ela acedeu. Ajoelhei-me entre as suas pernas e introduzi o meu membro.

A sensação de foder a minha ratinha alagada de leite de outro era algo que também constava das minhas fantasias e era mais uma que eu ia satisfazer. A sensação sentida é excitante por se sentir todo o calor e humidade da leitada do nosso amigo. Só que, dilatada por ter tido um membro bastante mais grosso que o meu e inundada com todo aquele esperma, quase que não sentia o seu interior, Apesar disso e debaixo de toda aquela excitação tive um orgasmo muito intenso. Estávamos arrasados pelo que nos entregámos ao descanso beberricando umas cervejas acompanhadas com marisco que o nosso anfitrião tinha preparado para nós. O nosso primeiro dia estava a chegar ao fim. Não terminaria, porém, sem uma nova sessão que começou com o nosso amigo a presentear-nos com uns filmes e algumas fotos intimas da sua ex-mulher, que diga-se era um belo pedaço e também bastante ousada como deu para ver.

Excitados pela exibição e pela brincadeira habitual com os sexos, que passou por comer banana que antes era introduzida na coninha da minha mulher ou comer amendoins descascados, envolvidos no seu suco e colocados sobre o seu clitóris onde se iam buscar com a boca ou morangos colocados á entrada da sua gruta húmida obrigando-nos a saborear o seu gustoso suco. Tudo muito excitante para mais um orgasmo muito intenso para cada um de nós. Despedimo-nos esgotados mas muito satisfeitos, com a promessa firme de novos encontros. Apesar disso na viagem, conversando sobre o nosso dia, ainda nos excitámos. Ele não iria acabar sem que ambos tivéssemos um novo orgasmo, isto já em nossa casa, facilmente conseguido após o visionamento das imagens que havia colhido e da excitação que nos causaram. Sentia-me debilitado e arrasado, quase não me tendo nas pernas, quando adormeci. Nos dias subsequentes fodemo-nos intensamente á custa daquele dia, das recordações e das imagens que frequentemente visionávamos e concluímos que esta aventura foi muito salutar para a nossa relação e que assim sendo só haveria que lhe dar continuidade. Espero que tenham gostado. Também gosto de conhecer as opiniões:

naonda@aeiou.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:13
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Bom Menage


Este namoro já tinha umas boas horas perdidas na net.
Ontem como combinado o Rui e a Isa, chegaram a minha casa ao meio da tarde, uma tarde de Outono fria e chuvosa.
Entrámos em casa, com o ambiente bem quente, eles recompuseram-se da viagem e em menos de nada eu estava a chupar os biquinhos das mamas da Isa, o Rui ia entertendo-se a fazer-lhe minete, isto tudo em pé na minha sala.
A Isa perguntou, então que é isto não há uma cama?
Foi para lá que fomos de imediato, e ela queria tirar o soutien mas eu não deixei, porque o Rui me tinha confidenciado que ela gostava de foder no meio das mamas com o soutien vestido e foi o que me pus a fazer, enquanto ela delirava a fazer broche ao marido, que entretanto tambem começou a passar o caralho dele nos biquinhos das mamas.
Nisto ela ordenou-lhe que me fizesse broche e ele obedeceu imediatamente, era uma salada e tanto, mas eu estava ansioso por foder aquela cona que imaginava ser apertadinha.
No inicio o meu pau custou a entrar, mas depressa ela levantou as pernas para entrar o mais fundinho possivel, e sempre sem deixar de mamar na piça do marido, estive a foder-lhe aquela cona deliciosa, até sentir que a cona dela estava a contrair-se para se esporrar, não resisti e deixei todo o meu leite bem lá dentro, bem lá no fundo ao mesmo tempo que ela, mas assim que tirei o meu caralho, o Rui meteu de imediato o dele porque era a sua loucura foder a mulher depois de eu me esporrar.
O meu caralho estava com a mistura do meu leite e da Isa e meti-lho na boca, tendo-o ela limpo, sem deixar pinga da mistura dos nossos leites.
Acabada esta sessão, por volta das 19 horas, fomos jantar ao restaurante e ali falámos de tudo e de nada.
Regressámos a casa, ela quis ver um programa na televisão, eu fui á net visitar outros sites e este tambem, onde lemos algumas histórias aqui publicadas por mim e não só. Ficámos todos entesoados e o primeiro a começar pelos biquinhos das mamas voltei a ser eu, mas desta vez já na cama e com a ideia de nos entregarmos aos nossos prazeres para depois disso dormirmos os 3 juntos e na mesma cama.
A Isa ficou no nosso meio, mas não havia sossego, tal era o tesão, primeiro virou o cu ao marido, mas dali não saía nada, por isso decidiu virar-mo para mim, e sentindo o meu caralho duro, começou a fazer movimentos circulares com o meu pau á entrada do buraquinho do seu cu, ela gemia, gritava de prazer com o meu caralho duro a entrar e sair daquele cuzinho delicioso e o Rui foi metendo o pau dele na cona, mas o que ela queria era o cu fodido, aquela paneleirinha louca, estivemos em penetração dupla até a Isa se vir, com o meu pau metido no cu e o caralho do marido na cona, com os nosso corpos todos transpirados e colados uns nos outros.
Mais calmos e cansados acabámos por adormecer até ás 9 horas da manhã. Mas a Isa estava no nosso meio e assim que sentiu os paus duros começou a punhetarnos e a gritar que queria piça, sem demora meti o meu caralho dentro da cona dela e senti novamente a cona dela como que a sugar o meu caralho, a cabra estava a esporrar-se e eu esporrei-me outra vez ao mesmo tempo que ela, mais uma vez o marido assim que me esporrei, meteu o caralho dele dentro da cona e veio-se tambem, era um rio de leite, tinha a cona toda alagada em leite.
Descansámos mais um pouco, fomos tomar banho, eles regressaram a casa e eu fiquei aqui para vos contar mais esta deliciosa e escaldante experiencia
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:46
link do post | comentar | favorito
Domingo, 2 de Novembro de 2008

Sessao A 3


Eu sou o Kenishi, e este conto é de quando fui a casa da M. A M. convidou me para ir a casa dela beber um café e para me apresentar o novo namorado dela, a M. é uma mulher lindíssima, morena, baixa, com um corpo fantástico, e sempre me captou muito a atenção os decotes que ela usava, deixavam me louco de desejo, mas claro como amigo, não o podia admitir não é, enfim regressemos aos acontecimentos.

Cheguei a casa dela e ao abrir me a porta deparo me com a M. com mais um daqueles decotes deliciosos para a vista, e com uma saia, sempre linda, e da me dois beijos bem perto dos meus lábios, o que acendeu logo a chama em mim, deixando me minimamente excitado, isso juntando ao perfume sublime que ela usava! Entro casa dentro e vejo o namorado da M., um rapaz alto, moreno, de ombros largos, com uma boa aparência, e cumprimento-o, e digo: - Olá, eu sou o Kenishi (nome fictício) muito prazer! Ao que ele responde: - Olá, eu sou o A. o prazer é meu! Então ficamos um bom bocado da tarde a falarmos os três e a conhecermo-nos melhor, e claro enquanto falamos muito vinho vem a mistura e consequentemente ficamos todos mais desinibidos, e as conversas começam a cair inevitavelmente sobre sexo e experiências e fantasias por realizar, quando chega a vez da M. dizer a sua apenas diz: - a minha fantasia era fazer sexo com dois homens, assim lindos como vocês.

Escusado será dizer que tanto eu como o A. ficamos ambos sem saber o que dizer, ao que a M. se levanta e diz que vai ao WC e assim o faz, e pouco segundo s depois o A. vai atrás dela e fico eu na sala sozinho e beber mais um pouco de vinho, a pensar em tudo aquilo que adorava fazer a M. Passado algum tempo estranho a ausência da M. e do A. e começo a procurar por eles, e chegando a WC vejo que a porta esta um pouco aberta e ouço sons abafados de prazer, e curioso espreito e vejo a M. sentada na sanita, de pernas abertas e o A. de joelhos com a cabeça entre as pernas dela, e as pernas dela apoiadas nos seus ombros, e vejo a mestria do A. a fazer sexo oral na M. tocando – a, lambendo a, saboreando todo o clítoris da M. que se contorce de prazer agarrado a cabeça do A., e ele sempre sem parar, brincando com a língua dele, colocando dois dentro da M. entrando e saindo, ritmado com a língua dele, e a M. cada a gemer mais alto e mais alto até que se vem num grito de prazer, anunciando assim um delicioso orgasmo, aí A. levanta se e beija a, e senta se ele na sanita, ficando desta vez M. de joelhos começando por acariciar todo o pau de A. e eu com muita tesão espreitando pela porta agarrado ao pénis, tocando e saboreando todo aquele espectáculo, cada vez mais excitado e com vontade de me juntar a festa, então a M. enquanto toca todo o pau do A. começa a dar beijos leves na ponta, brincando como um Calipo tocando e beijando ao mesmo tempo, e aos pouco começa a introduzir mais e mais todo o pau de A. subindo e descendo, tocando ao mesmo tempo, e com a ponta da língua percorre todo o pau, e sobe ao que A. se agarra a cabeça de M. e começa a agarrar lhe os cabelos e a respirar cada vez mais rápido e M. a tocar e chupar cada vez mais rápido e A. diz que é agora e enquanto ele se vem a M. não para de chupar e tocar, e A. contorce se de prazer, e ao mesmo tempo que ele se vem, eu venho me também mesmo ali na porta e quando acabo fico sem saber o que fazer por não ter nada para limpar e disfarçar quando ouço de dentro da WC a M. a dizer:

- Então gostaste do nosso pequeno espectáculo? E eu aproveitando a dica não me faço de rogado e digo: -Gostei só é pena eu não me poder juntar a festa! Então a M. e o A levantam se e passam por mim de mãos dadas e pegam na minha mão e vamos todos para a sala, e ai a M. ainda bastante excitada beija me enquanto o A. apenas vê, sorrindo e eu como sempre a quis beijar, beijo a com intensidade, com desejo, e agarro a pelas nádegas e puxo a para mim roçando a bem no meu corpo, e roçando me bem nela, e deito a no chão, levanto lhe a saia e coloco a minha mão bem entre as pernas, tocando com tesão ao que ela se agarra as minhas costas e sempre sem deixar de a beijar, e começo a baixar os meus beijos pelo pescoço abaixo, aproveitando para lhe tirar a blusa, e descendo mais, começo por tocar ao de leve com a ponta da minha língua nos mamilos, deixando os bem erectos e excitados, e com a outra mão livre, toco a nos seios e aperto ao de leve enquanto saboreio o outro seio, e ela mexe se, arranha me as costas enquanto diz: -Ai não pares, por favor não pares isso, não pares, mas que delicia, hum tão bom, não pares não pares, não pares, não, isso naaaaaaaaooooooo.

Eu, entusiasmado por já ter dado um orgasmo a M. continuo a descer e pela barriga abaixo, vou passando a minha língua, e rapidamente chego onde quero, ao que lhe afasto as pernas, com muito cuidado, afasto cada um daqueles lábios molhadinhos, e começo por lambe los, ao mesmo tempo que aproveito para colocar um dedo bem dentro dela, e ao fim de pouco tempo já lá esta outro, preparando o mindinho para penetra la analmente, e quando coloco o dedo mindinho ela da um grito de susto e prazer ao mesmo tempo, enquanto eu continuo nesta cadencia de língua de dedos, arrancando alguns orgasmos, quando reparo no A. nu sentado no sofá de pernas abertas a masturbar se fortemente, apreciando e a gostar de ver a namorada a ser comida por outro tipo, e claro eu sendo abusado como sou, não vou de modas e digo lhe: -Anda, vamos realizar a fantasia da tua namorada! Aquilo pareceu apanhar a M. de surpresa porque quando ela ia para dizer qualquer coisa o A. colocou de joelho ao lado da cabeça dela com todo o seu pau bem apontado a boca dela, roçando com a ponta nos lábios dela, e não sei se foi o facto de eu lhe fazer sexo oral se do vinho, a verdade é que ela rapidamente o colocou dentro da boca, enquanto gemia de prazer, comigo la em baixo.

Aproveitando que ela se divertia com o pau do namorado na boca, eu levanto de e sem dizer nada pego no meu pau, e coloco bem na entrada dela, e sem grandes gentilezas penetro a bem fundo num estocada que ela acusou num gemido abafado pelo pau do A. dentro da boquinha dela e assim começas num vai e vem o três, ritmados, excitados, com muita tesão pelo meio. O A. como estava com muita vontade de penetrar a M. também, pede para a M. ficar de 4 e diz para eu ficar de joelhos que ele fica por baixo, obedeci prontamente na possibilidade de vir a fazer sexo anal pela 1 vez. Quando o A. se coloca por debaixo da M. pega no pau dele e rapidamente a penetra, dando investidas bem fortes, fundas e rápidas e eu claro como não ia ficar apenas a ver, pego no meu pau e muito lentamente começo a penetrar a M. ao que ela geme sem parar, sentindo dois homens bem dentro dela, como sempre desejou, e os três começamos ali a cadenciarmos as nossas investidas, num entra e sai frenético, e a M. a vir vezes e vezes sem conta, com dois paus bem dentro dela, penetrando a, entra e sai, entra e sai, ao mesmo tempo, hora um hora outro, e eu agarro bem a cintura de M. puxando do a bem para mim a cada investida, dando lhe pequenas palmadas nas nádegas, e chegando a uma altura em que os três já não aguentávamos mais, começamos a ter os nossos orgasmos ao mesmo tempo, fazendo a M. ter um orgasmo demasiado grande, pelo facto de sentir o meu orgasmo bem dentro do cuzinho dela e o orgasmo do namorado ao mesmo tempo, fazendo a perder todas as forças do corpo, caindo para cima do corpo do namorado, e no fim quando ambos nos retiramos de dentro dela, ela coloca se de joelhos e começa por agarrar cada um dos paus e a mete los na boca, saboreando cada um, vendo as diferenças de sabores.

Ficamos depois nus a falar sobre o que tinha acontecido e combinamos repetir mais vezes a dose! Se gostaram desta então digam me

samuraii69@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:41
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Foda a 3 Num Contentor


Depois de umas conversas pelo messenger, depois de umas sessões picantes pela cam, resolvi marcar o tão desejado encontro.
Fomos até Fafe, esperamos por ele próximo do sitio do encontro. Chegou e estava eu dentro do carro , quando o vi estremeci ,tal era a emoção e também o nervosismo. Paramos antes para tomar algo,pois não havíamos ainda tomado o pequeno almoço, e comemos algo num café.
O meu corpo tremia e não era de frio pois estávamos em Junho e já estava bem quente, sentia o olhar dele cravado em mim e o do meu marido também ,mas a verdade é que tinha assumido perante mim que ia em frente independentemente do que quer que se passasse. Porque na verdade eu queria estar com aqueles dois homens…acabamos o pequeno almoço e arrancamos ,teríamos que andar uns dois kilómetros mais ou menos até chegar ao destino…e esses dois kilómetros pareceram-me intermináveis ,tal era a minha ânsia de chegar ao local …bem não era só ansiedade, era excitação também.
Chegamos ao local determinado que ficava perto de uma pequena bouça ,eu saí do carro ,o meu marido também ,e o Manuel também o fez.
Eu queria entrar rapidamente no contentor (sim ,porque foi mesmo dentro de um contentor)mas ao mesmo tempo toda eu tremia ,mas depois de um pouco de conversa um pouco sem nexo ,lá entramos.
Eu sabia que eu teria que começar, mas a verdade é que não estava a saber como, até que resolvi dar inicio a tão esperado momento.
Abracei os dois, pondo uma mão em cada ombro deles, e beijei o meu marido como que se num acto de permissão para o que se fosse a passar a seguir…e beijei-o num misto de ternura e tesão ao qual ele respondeu com um beijo bem húmido e quente, depois foi a vez de beijar o Manuel, senti-o nervoso e com pouca á vontade, mas a verdade é que o beijei com calma, no fundo para o acalmar um pouco e deixa-lo mais descontraído, o beijo dele foi apressado ,sôfrego mas muito quente ,o que me deixou bem molhada e bem louca. Estivemos assim uns largos minutos.ora beija um …ora beija outro , e eu sentindo-me cada vez mais excitada e expectante.
Mandei quase que literalmente o Manuel contra uma parede do contentor, e desapertei-lhe o cinto, pus os jeans abaixo e fiquei a admirar o sexo sob as suas cuecas , apalpei, beijei por cima e percorri todo aquele pedaço de carne ainda não exposto…mas não resisti muito tempo a mete-lo na boca ,perante o olhar de tesão do meu marido …primeiro chupei aquela cabeça rosada, lambia-a, e meti-a toda bem fundo de encontro á minha garganta…estava deliciada com o seu doce sabor, o que me deixava louca de tesão já pensando quando o iria ter dentro de mim.
Mas ele pediu para parar, e eu parei.
O meu marido resolveu tirar-me o vestido ficando eu de lingerie cor-de-rosa,e enquanto ele me desnudava, o Manuel ia sugando meus bicos e apalpando minhas coxas e o meu cú.
Foi a minha vez de estar contra a parede do contentor ,enquanto um e outro ora me beijava, ora me apalpava ,e eu cada vez mais louca de tesão
Foi a vez do maridao ser chupado e sugado enquanto Manuel olhava .chupei-o com tanta vontade, que pouco tempo aguentou também ,resolveu mandar-me parar e pôr-me encima de uma mesinha que por lá estava.
Ajudou-me a subir a mesa deixando a minha rata completamente exposta ,e á mercê dos machos.
E eu a latejar de tesão e a ver qual seria o primeiro que iria encher a minha rata…pois bem foi o meu marido ,que me penetrou de frente com uma vontade louca ,e meteu ,num vai e vem frenético mas ao mesmo tempo apaixonado…até que parou para dar a vez ao nosso amigo ,que o fez com muita vontade, sentir aquele sexo quente e desconhecido tava a dar comigo em louca ,e enquanto ele me possuía eu afagava-lhe os cabelos ,apertava-lhe os bicos das mamas e beijava-o intensamente ,enquanto o meu marido olhava e dizia:
Ela tem ou não uma cona quente Manuel?
Fode-a bem como ela gosta!!!
Mas aí resolvi eu parar e sair um pouco daquela posição um pouco incomoda e resolvi ajoelhar-me perante aqueles dois homens e tornar a chupar aqueles membros deliciosos, chegando ao ponto de querer engolir aquelas duas vergas ao mesmo tempo…loucura,,ora chupava uma…ora chupava outra…depois lambia devagarinho ,e logo de seguida com mais ímpeto e mais tesão.
Levantei-me ,beijei-os novamente enquanto acariciava aqueles dois paus com as minhas mãos, até que o marido me manda por de quatro no chão .
Diga-se em abono da verdade que adoro tar de quatro tipo cadela ,e o meu marido sabia disso muito bem.Pus-me de cú para o ar virada para os dois com a rata bem exposta,e o maridao foi o primeiro a meter ,ccom uma tusa enorme e dizendo varias vezes :
Ahhhh amor que bom teres duas piças só para ti !!!!
Que cona quente tu tens!!!
E entre gemidos e palavras ofegantes ,fodeu-me de tal forma que se esporrou todo dentro de mim ,e eu gemia de prazer, sentindo as suas estocadas fortes e cadenciadas.
--Agora és tu Manuel
_Dizia ele fode bem essa coninha gostosa e quente…

E o Manuel assim fez, meteu-mo devagarinho ,e eu amei ter aquela verga nova ,novamente dentro de mim, enquanto as cadencias se tornavam mais fortes e com mais ímpeto eu gemia e vinha-me com aquela piça dentro de mim, até que o Manuel se esporrou encima das minhas costas, num culminar de prazer…
Limpámo-nos ,vestimo-nos ,falamos meia dúzia de palavras e preparamo-nos para sair ,pois o tempo era pouco e o sitio não era o mais apropriado.
Beijei-os mais uma vez como que a agradecer o momento ,mas quase com a certeza que aquele encontro seria o principio de mais alguns já com mais á vontade para os 3.
Esse realmente foi o primeiro ,mas houve mais…aguardem.


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:56
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

1º Vez a Tres


A nossa Primeira vez a Três


Tudo começou a já bastante tempo, comecei por ter pensamentos em ver a minha mulher fazer amor com outro homen .Quando fazíamos amor imaginava ela dando para outro, e dizia no ouvido, a primeira vez ela ficou pasma e no final da transa ficamos calados e um pouco envergonhados até ao dia seguinte.Com o passar do tempo isso foi se tornado um habito apesar dela não querer, mas notava que cada vez que falava em ela ser comida por outro homen ela se vinha com mais abundância e a cona dela fica mais aberta e húmida. A partir de uma certa altura ela começou também a opinar dizendo que o dia que isso acontece-se só ia dar para outro, e que não queria usar preservativo, pois quer sentir ao natural e ficar com a cona cheia de espora de outro homen pois como nunca fez sexo com outro queria saborear a 100%.

Então nessa altura disse que tudo bem logo que ele apresenta-se um exame que é imune de qualquer doença, quanto á questão de engravidar não haveria problema pois ela já fez a laqueação, então vou imaginado ela a cavalgar em cima de outra piça como ela bem sabe fazer, e depois ia por trás e foder o cu, pois ainda era virgem, ela dizia que não pois quando fodesse com outro iria deixar tirar os três ao cuzinho dela, tudo isto era o que falávamos ao longo dos tempos durante as nossas transas, até que á uns dias atrás ela viu uma piça enorme na Internet e ficou admirada, e até comentou que aonde aquela piça entra-se até saia pelo cu, respondi que não, então fomos foder e durante a transa disse-lhe para fechar os olhos e pensar que estava a foder com outro homen, prontamente ela se deixou embalar pela imaginação pela primeira ao longo deste tempo e fodemos até ela se ter vindo três vezes e ficar com a cona toda aberta e vermelha, foi fenomenal.

No dia seguinte disse-lhe que estava na hora de passar á pratica á noite vestiu uma blusa de alça, e uma mini saia de ganga que lhe dava pouco abaixo do cu, e como ela tem um bubum tipo melancia, umas coxas grossas e uns seios xxl bem constituída nos seus 1,75cm cabelos pretos, fomos sair até a uma esplanada, estávamos sentados e as suas pernas ficavam á mostra quase que se via a calcinha. Em frente estava um rapaz com os seus 27 anos que não parava de olhar por baixo da mesa, e eu notei que ela reparou nisso nada escondia, no momento fiquei com ciúmes e ao mesmo tempo tesão e o meu coração começou a bater com mais força. Levantamos e fomos embora para o carro, e falei-lhe que ela tinha dado cinema para o rapaz, ela disse que não tinha reparado que ele estava a ver, mentira a dela entretanto entramos no carro e o rapaz vinha no passeio, e eu disse-lhe a ela chegou a oportunidade, eu abri a porta e disse-lhe a ele se queria vir ele prontamente entrou para o banco de traz, e arrancamos, ela ficou abismada e nada disse, quando já íamos a caminho de procurar um motel, disse-lhe para passar para o banco de traz ela não negou e sentou-se ao lado do rapaz, que logo em seguida ele lhe colocou a mão esquerda nas coxas dela, e ela nada fez, o tempo foi passando e reparei pelo retrovisor que ele colocava a mão para debaixo da mini saia talvez a esfrega-lhe aquela cona carnuda e depilada, e notei que ela mexia os seus lábios e cerrava os olhos. A mão direita dele começou acariciar os seus lindos seios volumosos, por debaixo da camisa, a um dado momento ele começou a beija-la na boca, e como ela é demasiado quente e sei que se derrete toda, e entrega-se estavam num grande amasso, foi quando vi que ele lhe estava a tirar as cuequinhas, e continuou a beijar, e a meter talvez os dedos na coninha dela. Entertanto ela já suspirava e começava a dar gemidos, foi quando fico surpreso ao vela a desapertar o ziper das calça dele e a tirar a piça dele para fora e começa a punhetar, coisa que ela nada gosta de fazer, pois quando lhe peço é um castigo para que ela o faça. Como o ambiente ali já ia muito quente e aquele cheiro a sexo no ar reparei que ele com os dedos enfiados na cona dela fazia tantos movimentos que ela se veio ao gritar com um ar de satisfeita, entretanto ela continuava a punhetar a piça dele com muita força até que um jato de esperma saltou para a parte da frente do carro e caiu na alavanca das velocidades. Isto ao fim de uns vinte e cinco minutos, já achegar ao motel, parei pedi o quarto e entramos. Saímos do carro e subimos as escadas ela na frente com a mini saia e sem calcinha eu atrás dela e a meter-lhe a mão debaixo da saia acariciar-lhe o cu e a vagina dela todas molhada e pegajosa, entramos no quarto e dei-lhe os dedos a lamber juntamente com a minha boca. Demos um beijo profundo de língua e o rapaz começou a colocar a mão na cona dela e a esfregar com volúpia, ele baixa-se e começa a lamber-lhe a cona, enquanto nós nos beijavamos, depois ele levantou-se ela largou-me e começou a despir-lhe as calças e a tirar-lhe os boxer e começa a lamber-lhe a piça como se estivesse a saborear um gelado, coisa que ao longo destes quinze anos se fez isso umas cinco vezes foi muito, visto ela dizer que lhe da nojo lamber a piça, mas naquele momento ela fazia-o e dava a entender que estava possuída por alguma coisa, lambia tilintava-lhe com a ponta da língua e tornava a engolir, até que ele tirou a saia dela camiseta e soutien e deitou-a na cama, deu-lhe mais uma lambidela na cona abriu-lhe as pernas e ia começar a colocar o preservativo, mas ela disse-lhe que não valia a pena e pediu que ele lhe enterrasse aquela piça toda na cona dela até se esporar dentro dela, dizendo que era para eu ver como ela ia realizar o meu desejo de a ver a foder com outro.

Ele começou a bombar com força até desaparecer a piça dentro da cona dela ela gemia, ela abria as pernas para o lado para poder receber profundamente aquela piça, até que começa a gemer com mais força, a berrar baixinho e vejo que ela se esta a vir e ele também começa a grunhir e espora-se dentro dela, tira a piça e começa a escorrer pela cona e pernas a espora, para minha surpresa coisa que ela nunca fez começa com os dedos a apanhar a espora e começa a lamber para dentro da boca, e faz sinal para mim e aproximei-me e beijou-me com a boca cheia de espora e vai com os dedos á cona traz mais espora e lambe os dedos e da a lamber e beija-me, e diz! Era isso que tu querias, pois durante estes anos tu falavas e eu não queria, mas fui também imaginando, e adorei ser puta por uma vez, não és tu que dizes, que tenho um bom corpo, umas boas mamas e uma boa cona que chega para outros comer.

E assim vai ser, e agora ainda vais ver mais, chama o rapaz começa a acariciar a piça dele e a lamber ate que ela fica dura manda-o deitar na cama e sobe para cima dele de costas para a cara dele e começa a cavalgar naquela piça, os seios dela balançam para o ar, ela contorce-se toda ele apalpa-lhe os seios, ela faz um sinal para eu ir, coloco-me a frente dela, ela abocanha-me a piça e ao mesmo tempo que cavalga a piça dele quando começa a fazer com mais força e a gemer vai-me esfregando os tomates e começa a vir e com a boca começa a querer morder a piça e aperta com tanta força que me venho dentro dela, saio da frente, ela sai de cima dele baixa a boca até ao rapaz e beija-lhe na boca e divide o meu esperma com ele. Depois volta a subir para cima dele já virada para a cara dele e começa e cavalgar nele e a beijar, chama-me novamente e pede que eu lhe coloque um dedo e depois dois dedos nu cu dela, e diz nunca dei o cu mas tinhas dito quando eu fodesse com outro que tinha que te dar o cu enquanto eu estivesse a foder em cima dele, pois bem chegou a hora, mete lá os dedos e vai alargando esse cuzinho virgem, então eu comecei a minha tarefa ate que ao fim de uns dez minutos já depois ela já estar bem montada em cima dele, e já bem alterada fui encostando a minha piça na porta do cu dela e meti para dentro, devagar até que entrou tudo dentro, parei um bocado e ela disse começa a foder com mais força, fui entroncando dentro dela ele debaixo dela também fui mexendo ate que chegamos a um momento estávamos todos em sintonia nas movimentações, ela berrava de prazer, gemia contorcia-se toda até que o rapaz começa a vir novamente dentro dela, e ela também começou a escorrer a seiva dela, eu começo também a ejacular dentro daquele cuzinho que ate então era virgem. Sai de cima dela ele saiu de baixo ela deitou-se na cama virada para cima a descasar e com os olhos fechados a recordar eu coloco-me de um lado e o rapaz do outro e começamos a lamber-lhe as pernas, e aquela cona maravilhosa cheia de dois espermas lambemos e engolimos o que podemos parecia um doce de vários aromas.

Ela já estava mais composta e sentei-me na cama, ela começou a lamber-me a piça acariciar, e a meter dentro da boca, nisto quando já estava erecta encostou a cona dela na minha piça e sentou-se até desaparecer por completo abraçando-me e beijando-me e ia cavalgando cada vez com mais força até que se veio e eu também, e dizendo que adorou esta experiencia, e que só espera de que isto não se vá tornar um vicio. Sai de cima coloca-se de quatro em cima da cama e pede ao rapaz que a coma de quatro, ele chega-se por trás e enfia aquela piça na cona dela toda lambuzada de espora e toda aberta, eu coloco-me a frente dela deitado com a piça para cima ela começa a lamber a chupar, ele fode-a cada vez com mais força ela contorce-se e recebe aquela piça e movimenta com o rabo contra a piça dele para ajudar a foda até que eu me começo a vir novamente ela vem-se também e ele acaba por esporar-se na cona dela, e começa a cair pelas pernas abaixo, ela vira-se e abocanha-lhe a piça toda na boca, ate parece que é uma chupeta para a menina não chorar. Depois ela diz-lhe que só o deixou esporar dentro dela, porque ela já fez a laqueação e como tal já não engravida, e queria sentir outra piça a esporar dentro dela que não a do marido, adorou por uma primeira vez foder com outro homen, ainda por cima mais novo dez anos, é como se estivesse a recuperar o tempo perdido, de até então se só ter entregue a um homen e não ter experimentado outras piças naquela cona rexoxuda e sumarenta como diz o marido, que ela tem cona que chega para partilhar com outros homens. Em seguida fomos tomar um duche e eu e o rapaz esfregamos-lhe o corpo todo como se tivéssemos a dar banho a uma deusa do amor, e beijamos novamente aquela cona toda aberta, vermelha de tanto ter fodido, em seguida fomos embora ela sem calcinha e sem soutien, pois quis dar de presente para o rapaz recordar, que tinha fodido com uma mulher casada, e que tinha sido o segundo homen a comer aquela cona maravilhosa.

Foi uma experiência única e gozamos todos como uns loucos, e a partir desse dia penso que nunca mais seremos os mesmos, e só o tempo o dirá.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:16
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

O convidado e minha esposa


Olá a todos! Sou o Pepe casado como sabem com a Ana uma loira fantástica de corpo escultural. Eu e a Ana não temos uma vida sexual muito activa pois eu sou um homem demasiado dedicado ao trabalho e embora ela nunca se tenha queixado eu sei que sente muito a falta de sexo e a prova disso são os “flagras” que já presenciei sem que ela saiba.

Este é o preço que tenho de pagar por não lhe dar a atenção que ela merece. A mim parece-me justo. O que vou relatar é um desses “flagras” que aconteceu em Outubro passado. Regressava do trabalho já tarde, 23H40 de uma sexta-feira, já perto de casa numa área de pinhal o carro que seguia à minha frente despistou-se e embateu numa árvore fora de estrada. Parei o meu carro e aprontei-me para socorrer o único ocupante, um senhor com 66 anos de idade de nome Francisco com ferimentos ligeiros apenas.

Como nos encontrava-mos numa zona sem cobertura de rede e a viatura acidentada não oferecia perigo para a circulação do trânsito levei o Sr. Francisco para o Hospital mais próximo. Aí liguei para a Ana a contar o sucedido. Cerca da 1H00 o Sr. Francisco estava já liberto do Hospital e eu perguntei-lhe se precisava de boleia para algum lugar ao que ele respondeu que não sabia pois ia em viagem para o Alentejo onde residia e não conhece ninguém próximo. Como me pareceu ser uma pessoa de bem pedi-lhe que ficasse em minha casa e ele aceitou o convite. Ao chegar a casa chamei pela Ana para que viesse conhecer o Sr. Francisco e que o dirigisse ao quarto onde iria ficar. Ana veio em camisa de dormir preta quase transparente e muito curta deixando ver o seu corpo esbelto na plenitude e quando se apercebeu da presença do convidado voltou repentinamente ao quarto para vestir algo menos provocante e regressou à sala onde nos encontrava-mos.

Expliquei-lhe a situação e logo após pedi-lhe que instalasse o Sr. Francisco no quarto vago junto ao nosso enquanto eu ia tomar um banho. Quando me deitei na cama nessa noite Ana lançou-se a mim como uma fera pedindo-me para a foder pois estava “desejosa de me sentir corno”. Esta é uma expressão que ela usa quando quer foder comigo pensando noutro homem. Desceu para debaixo do lençol agarrou-se ao meu pau e eu embora cansado fiz-lhe a vontade. Nessa noite ela gritou mais do que o normal de tal forma que era impossível o nosso convidado não a ter ouvido. Na manhã seguinte o acordar foi o normal para uma manhã de sábado e quando nos levantamos o Sr. Francisco estava já sentado na sala com o banho tomado. - Bom dia! Tomei a liberdade de tomar banho, espero que não se importem. Ana colocou-o à vontade dizendo: - Faça de conta que está em sua casa Sr. Francisco.

Ao pequeno-almoço eu disse ao Sr. Francisco que iria tratar do reboque do carro dele e ele disse que tinha ligado já a um filho para o vir buscar. Coloquei-o à vontade quanto à estadia dele e apressei-me para sair pois tinha o rebocador já a caminho do local do acidente. Antes de sair de casa fui ao escritório ligar o sistema de escutas que instalei no último verão junto com o sistema de alarme em toda a casa. Ana e o convidado ficaram ainda a terminar o pequeno-almoço e tudo o que se passou naquela manhã eu só soube no dia seguinte quando ouvi a gravação. O Sr. Francisco é um sexagenário bem constituído, alto e com alguma barriga, cabelos grisalhos e olhos azuis. Ana pergunta-lhe: - Então Sr. Francisco dormiu bem esta noite apesar do acidente? - Deixa o Sr. de parte Ana, dormi bem sim, embora demorasse algum tempo a adormecer. - Sinta-se à vontade então Francisco, eu vou tomar um banho. Ana sobe para o quarto e durante alguns minutos não se ouve qualquer movimento ou som dos dois. Eis que de repente se ouve um barulho forte de algo a cair no quarto e… - Ana?! Está tudo bem? Era o Sr. Francisco na porta do quarto. Ana não responde pois estava no WC com a água ligada e não o ouvia.

Ele então abre a porta do quarto devagar e vai entrando. Dirige-se para o WC, onde encontra Ana apenas com a toalha enrolada no corpo. Ela fica imóvel quando o vê e imediatamente diz: - Francisco o que faz aqui? - Ana!? Está tudo bem? Ouvi um barulho. - Oh! Foi a cadeira que caiu no chão Francisco. - Isso Ana, assim fica muito melhor sem o Sr., vês que não custa nada. -Claro que não! - Bem vou para baixo então! - Francisco? Porque não conseguia adormecer ontem? - Bem! Por causa do acidente também, mas principalmente porque quis ouvir todos os teus gemidos até ao fim. - Oh Francisco, assim fico sem jeito. - Sabes Ana, um homem na minha idade não faz amor com muita frequência. Os sons que ouvi ontem foram música para os meus ouvidos. - Gostou mesmo de me ouvir? - Sim. Há muito tempo que não ouvia alguém gemer dessa forma. - Gostava de ouvir novamente Francisco? Agora? - Agora? Aqui? - Sim! Naquele momento Ana ajoelha-se e prontamente e saca o caralho de Francisco para fora. - Ai Francisco! Que belo pau aqui tem! Hummm! Que grosso que é! - Gostas? Isso chupa assim chupa. Ana chupou o caralho durante alguns minutos como só ela sabe, ouviam-se os gemidos de ambos. - Oh! Francisco, beije-me, abrace-me com força. - Sim Ana, como tu és quente e carinhosa! Estás muito carente não estás filha!? - Sim Francisco, preciso muito sentir-me possuida por um homem de verdade. - Oh Ana! Eu vou-te mostrar como o corno do teu marido te deveria sentir. - Sente-se neste banco Francisco, quero senti-lo agora.

Ana cavalga então o grosso caralho do convidado gemendo de prazer durante largos minutos. Ouvem-se os gemidos e o som dos corpos a baterem um no outro. - Oh! Oh! Que grosso que está! Nunca senti nada igual Francisco. - Oh! Ana, mais devagar, não aguento muito mais!!! - Deixe-me chupá-lo novamente. Quero sentir o seu leitinho espalhado no meu corpo. Ana chupou então novamente Francisco até ele explodir na cara dela. Ana adora sentir a esporra quente nos seios e na cara e depois espalha-a por todo o corpo. -Simmm! Ui! Tanto leitinho você tinha guardado para mim. Oh! Tão bom! - Sim Ana, toma todo para ti. - Oh sim, sim! - Foste a foda da minha vida Ana.

Quando cheguei a casa estavam ambos recompostos sem que nenhum deles denunciasse o encontro escaldante. Após o almoço o filho de Francisco chegou para levar o pai de regresso. Ana fala agora em ir visitá-lo ao Alentejo e até já mencionou a época do Carnaval para o fazer-mos.

Até breve amigo!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:19
link do post | comentar | favorito

.CONTOS

.pesquisar

 

.Fevereiro 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28


.Posts recentes

. EU Mais minha Mulher e Ou...

. Bom Menage

. Sessao A 3

. Foda a 3 Num Contentor

. 1º Vez a Tres

. O convidado e minha espos...

.Arquivos

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds