Sábado, 11 de Outubro de 2008

A Ana poe cornos ao marido


A história que vou contar é verdadeira e aconteceu este ano no inicio do Verão. Recebi uma chamada da Ana, esposa do Júlio um amigo meu, pedindo-me para ir a casa deles, pois tinha um problema com a sua tvcabo, e como sou meio técnico, poderia dar-lhe uma ajuda. Disse-lhe que sim e lá combinamos para essa noite. O meu amigo Júlio e a Ana faziam um belo e simpático casal, na casa dos 40, mas ambos muito bem parecidos e em boa forma. À noite lá fui a casa dos meus amigos, uma bela vivenda na periferia da cidade. Recebeu-me a Ana, deslumbrante como sempre. Disse que acabara de tomar banho e vinha ainda com os longos cabelos molhados, e com uma camisa do marido que lhe dava um ar muito sensual.

Explicou-me que o Júlio teve uma urgência, (é médico), e não podia estar presente, mas que me explicava qual era o problema. Ofereceu-me uma bebida e começou por ligar a tvcabo para me explicar o problema. Ao curvar-se para ligar o receptor pude ver-lhe os belos seios, que estavam soltos por baixo da camisa . Senti-me pouco à vontade, pois sou amigo do Júlio, mas ela pareceu não se importar, e antes pelo contrário, veio sentar-se ao pé de mim, cruzando as pernas o que deu para ver as suas cuequinhas . - Parece estar algum coisa desligada… e levanta-se para ir verificar as ligações , curvando-se toda sobre a TV, o que fez subir a camisa deixando antever um pouco o seu belo e farto rabinho. Não conseguia tirar os olhos, e disse na brincadeira, pois tinhamos bastante à vontade um com o outro - Sim assim vê-se muito melhor, mas daqui a um bocado não consigo arranjar-te a box, estou a ficar com os olhos trocados... - Ah sim seu safado, e agora estás a ver melhor... e debruça-se mais sobre os aparelhos numa posição provocadora, camisa para cima, deixando totalmente a nu o seu traseiro até à cintura. Era realmente muito bem feita... um rabinho lisinho bem farto e umas ancas bem esculpidas a terminar umas belas pernas muito bem feitas. Fiquei sem saber o que dizer, e aproximei-me mais do aparelho, e debruçando-me sobre ela para ver o que estava a fazer, - Daqui vê-se muito melhor, disse eu com um olhar guloso para dentro da camisa, que como era larga e estava meio desabotoada, deixava ver um belo par de maminhas, bem espetadas para cima. A Ana olhava-me com ar de gozo e desafiador, verificou as ligações, voltou a ligar a box. - Vamos sentar-nos e ver o que se passa – disse ela. – Põe-te à vontade! Eu já não estava muito à vontade realmente. Por debaixo das minhas calças, estava já a notar-se um volume que me deixava embaraçado, mas que a ela parecia divertir, pois não tirava os olhos daquele volume. - Olha Zé vamos-nos deixar de coisas, eu realmente chamei-te aqui, porque preciso é de outra coisa, e já vi que a tens pronta, - disse ela rindo muito... - Oh Ana, não estou e perceber, tenho muito respeito pelo teu marido... vamos acabar com a brincadeira, senão não sei o que fazer. - Ok, -disse ela, bebe mais um copo, pode ser que te ajude, - disse a safada, e enche-me novamente o copo com uma cerveja geladinha, mas, não sei se de propósito ou não, ao encher-me o copo, entornou-me cerveja por cima das calças. - Oh desculpa, vou buscar uma toalha. A cverveja gelada acertou-me mesmo no já inquieto instrumento, dando-me um cert alívio. Ana trouxe então a toalha e começa a limpar-me as calças, passando a toalha pelas minhas pernas onde estava molhado, mas não adiantou, pois estava realmente muito molhado. –Vais ter que tirar as calças, - disse ela fazendo uma cara de gozo. E acto continuo, começa a desabotoar-me as calças, muito lentamente olhando par a mim de soslaio, e dando risadinhas. Mal as calças desceram, e como eu uso cuecas largas, logo o meu zezinho salta para a frente, evidenciando, um grande volume.

- Ai como tu estás! Coitadinho, e começa a afagar-me lentamente o volume visível, fazendo com que o meu pénis logo crescesse e ficasse todo empinado para cima. -Ai Ana já não respondo por mim disse eu, enquanto gemia já de prazer! Ela então vencida a primeira resistência, não parou, e muito delicadamente, baixou-me um pouco as cuecas, e deixou saltar para fora o meu pau, que a esta altura já estava que nem aço... Olhei em volta com receio, pois a sala de estar onde estávamos, era aberta para o jardim , mas a Ana descansou-me e disse que não estava ninguém mais em casa, e que estivesse à vontade, pois o seu marido não viria esta noite. Que fazer então ? Pensei eu, vamos ver em que isto vai dar…Ana começa então a acariciar lentamente o meu pau e diz-me, com ar de sacana - ...então não queres que te faça nada?. Não disse nada, mas puz-me de pé e acabei de tirar as cuecas, e fiquei só de tshirt, com a verga virada para o ar à frente dela, que aproveitou logo para me puxar pelo rabo, e enfiar a cabecinha do meu instrumento na boca. Começa então a passar meticulosamente a língua pela glande, por baixo da cabecinha, vai lentamente até aos tomates, onde parou . Safada tenta enfiar na boca um tomate, chupando-o violentamente, o que faz dar um berro de dor e prazer ao mesmo tempo. A seguir passou a língua afiada e quentinha pela base dos tomates obrigando-me a gemer de prazer. - Oh Ana que bem que tu fazes, o teu marido é um sortudo ! Nesta altura já eu lhe tinha desabotoado o resto dos botões da camisa, puxando-a para o meu lado, e passava-lhe a mão pelas apetitosas maminhas, enquanto ela enfiava o meu pénis até à garganta. Foi metendo cada vez mais fundo até que conseguiu engoli-lo todo. Humm..que bom dizia eu. Mas estava quase a vir-me, tal era o gozo e surpresa da situação, e resolvi mudar de “tarefa“. -Chega, agora é a tua vez, disse eu, e retirei-lhe carinhosamente o pau da boca, dei-lhe um beijo, e deitei-a no sofá. Comecei então a beijá-la sofregamente começando pelos seios, que chupei com delicadeza, e fui descendo, descendo, até chegar ao monte de vénus. Aí não fui logo ao ponto principal o seu grelinho, mas fui beijando e lambendo os lábios da sua ratinha deliciosa, toda rapadinha, e fui meticulosamente passando a minha língua por todos os sítios sensíveis à volta da sua ratinha, mas sem lhe chegar ao clitóris; queria fazê-la sofrer ! Ela já gemia e pedia para começar um minete a sério. Mas não, - Ainda é cedo! disse eu.. vou fazer com que te arrependas de me desafiar! Sim faz, faz, lambe-me a ratinha! Que quero vir-me! Mas não lhe fiz ainda a vontade. Disse-lhe para se pôr de quatro em cima do sofá, e peguei num lenço que estava em cima duma mesa e vendei-lhe os olhos. Começou a ficar histérica, Gemia e pedia que lhe enfiasse o pau! - Seu safado não me acabaste de lamber, mas mete ao menos o pau! Mal sabia ela o que a esperava! Lentamente, primeiro fui pôr uma musiquinha, aproximei-me por trás dela, mas em vez de lhe enfiar o meu cacete, que bem o pedia, passei a minha lingua pelo seu cuzinho, desde o buraquinho até à sua ratinha e agora sim parei e lambi meticulosamente o seu grelinho! - Ai que me matas Zé dizia ela gemendo e gritando de prazer!

Gritava tão alto, que comecei a ficar preocupado com os vizinhos, apesar de ser uma vivenda. Alternava entre o grelinho e o cuzinho, o que a deixava tola! Veio-se finalmente gemendo que nem uma bezerrinha! Era altura então de enfiar o meu martirizado caralho naquela coninha já toda lambuzada. Aproveitei a posição e comecei a enfiar o meu cacete devagarinho, só a cabecinha. -Mete todo seu safado! dizia a Ana por entre gemidos.. comecei então a enfiar o meu pau até aos tomates. Enterrava-o lentamente até bater com os tomates no seu cuzinho e fui aumentando o ritmo e a força das estocadas, até que ela se veio entre gemidos e gritos de prazer, que ainda me excitavam mais! Estivemos nesta erótica posição bastante tempo, o que a fez vir-se 3 vezes, com grande alarido. Finalmente ao fim de mais de meia hora, inundei-a com o meu leitinho, e caímos para o lado exaustos! Fomo-nos refrescar com um chuveiro, e voltamos à sala. A Ana vestiu novamente a camisa do Júlio, ofereceu-me um café, e fomos para a sala conversar. - Então era esta a tua avaria ! – disse eu. -Era, mais ainda preciso que me arranjes outra coisa, disse ela misteriosamente. Ela estava deslumbrante, com os olhos brilhando muito, cara de satisfação! O meu zéquinha, entretanto estava cabisbaixo, depois de tanto trabalho, mas com uma grossura razoável e vermelhinho como um pepino. - Deixa-me dar-lhe um beijo, disse a Ana, é tão gostoso, e portou-se tão bem! - Olha! Mexeu-se… está a dar sinais de vida novamente! E se fizessemos um 69, que tal! perguntou a Ana enquanto me apalpava o rabo. – OK, disse eu. - Mas agora vai ser à minha maneira! disse a Ana. - Agora eu é que te vou vendar os olhos, e dito isto colocou-me o lenço com que a tinha vendado e ordenou-me que me pusesse na posição em que a obriguei a ficar enquanto lhe fazia o minete especial. Deixei-me levar e lá fiquei de quatro à espera do que me ia fazer. O meu zequinha continuava pendurado, sem acção. -Agora vais ver o que é bom, -disse ela, com um tom, que me deixou ansioso. Começou por me alisar o meu traseiro, enquanto acariciava lentamente o meu agora murcho pau. Comecei então a sentir o calor da sua boca, e começou a lamber-me meigamente, desde a cabecinha do meu zezinho, passando pelos tomates até parar com descaramento no meu buraquinho ! Que delicia! Não era a primeira vez que me faziam um “minete”, a minha mulher leva-me ao 7º céu com isso, e não só…Quando a língua passava de mansinho pelos meus tomates, era uma sensação indescritível, que me obrigava a gemer, e o facto de estar com os olhos vendados aumentava de uma forma estranha o prazer. A sacaninha começou então a penetrar-me com a língua… - Ui… que bom dizia eu, enquanto ela enfiava a língua cada vez mais fundo. Depois começou a massajar-me com o dedo o esfíncter e lentamente começou a abrir caminho pelo meu cu. - Não te mexas, não saias daí, vou buscar uma coisa - disse-me ela autoritária. E passado um minuto, depois de pôr a musica mais alto, veio colocar-se agora por baixo de mim numa clássica posição de 69. Não me fiz rogado e comecei também a fazer-lhe outro minete. A Ana começou então a massajar-me o traseiro com algo oleoso! - O que é isso? Perguntei eu. - É óleo para bebé. Vou castigar-te…e começo a sentir algo redondo grosso e ao mesmo tempo mole a penetrar-me lentamente, mas com firmeza. Era uma sensação estranha, de dor e ao mesmo tempo de grande prazer… a esta hora o meu pau já estava outra vez em riste! - Gostas seu safado, gostas do meu piroco? – perguntava a Ana enquanto afastando as nádegas para o lado me enfiava não sem muita dificuldade o que me pareceu um dildo. Devia ser daqueles de preparação para sexo anal, que são cónicos, e no fim voltam a ficar mais estreitos o que permite que se segurem enfiados no rabo.,.De olhos vendados, aguentei a dor inicial, mas a pouco e pouco começou a saber-me bem… até que era bom…finalmente conseguiu enfiá-lo todo e começou então a chupar-me gulosamente a cabeça do meu caralho, enquanto com a mão me tocava uma punheta no resto do pau que ficava de fora da sua deliciosa boca e com a outra mão empurrava o dildo mais para dentro no meu cu. Estava quase a vir-me, quando de repente ela pára de mamar no meu pénis, tira-me lentamente o dildo do cu e diz:

- Agora vou experimentar outro piroco, disse ela. – prepara-te este é mais grosso! Começo então a sentir algo redondinho mais grosso, mas curiosamente quente! Ao mesmo tempo, sinto outras duas mãos a agarrar-me firmemente as ancas, e percebi…Estou a ser enrabado mesmo! - Querias comer a minha mulher, e não querias o castigo! - Olá Júlio disse eu meio aturdido com a situação, mas ele continuou jovial … - Pega lá o meu caralho! Gostas ? –Pelo que vi acho que sim... e continuou enterrando, só um bocadinho da cabeça, metia um bocadinho e tirava, e esteve nisto uns deliciosos 5 minutos, até que a dor agora de um piroco a sério desapareceu e eu só queria que ele enfiasse o seu pau até não fundo. - Estás a gostar? Espero não te magoar, mas penso que já sei como tirar os 3 a esse cuzinho. Já tenho experiência com a Ana! - É verdade ele tem muito jeitinho, o meu corninho! Mas já te explicamos tudo. Agora lambe-me bem a minha coninha… estou quase a vir-me…disse a Ana. E durante mais de um quarto de hora, fizemos cada um o nosso papel, eu fazendo um delicioso minete à Ana, ela fazendo-me uma deliciosa mamada ou lambendo-me os tomates, enquanto o marido me socava agora com vigor no meu cu, enterrando até aos tomates o seu respeitável piroco. Não era muito grosso, mas era deveras comprido. De vez em quando a Ana tirava o meu piroco da boca e lambia os tomates ao marido, que delirava e gemia como eu. Comecei então a sentir um ardor delicioso que vinha de dentro de mim e me arrepiava todo. Afinal era delicioso sentir aquele pau a penetrar-me suavemente , mas com vigor. Era um prazer nunca antes sentido ! Que tempo perdido pensei eu!

Os nossos movimentos começaram lentamente a aumentar de ritmo, ele a bombear aquele comprido caralho no meu cu, a Ana a gemer e torcer-se toda com o minete que eu lhe estava a fazer, e eu deliciando-me com a coninha dela e com o piroco do marido enterrado em mim até aos tomates. Começamos todos a gemer cada vez mais, até que o Júlio se veio dentro de mim. Que sensação maravilhosa… a seguir veio-se a Ana, o que fez com que a sua mamada aumentasse de ritmo e por consequência eu vim-me também num êxtase de luxúria, nunca antes experimentado. - Agora queres-me explicar a que se deve esta orgia ? disse eu. - Bem , eu tinha uma fantasia, - disse o Júlio, - que era ver a Ana a fazer amor com outro homem, a pôr-me os cornos, mas com o meu consentimento é claro. Conversávamos muito sobre isso, até que decidimos pôr em prática esta minha fantasia. Como sabemos que és um gajo com mente aberta, e como somos amigos, foste o escolhido, e foste hoje posto à prova. - OK disse eu, fiquei encantado com a vossa escolha, mas,, e a segunda parte, essa de me ires ao cu? perguntei eu. - Bom isso era uma fantasia minha!, disse a Ana – queria ver o Júlio a sodomizar o 1º gajo que me comesse depois dele…Mas agora tenho outra fantasia, que é vê-lo a ele a ser sodomizado. Mas vamos deixar isso para outra vez. - OK , disse eu, por acaso também tenho uma fantasia semelhante. Também gostava de ver a minha mulher a fazer amor com outro. Temos que combinar uma sessão de swing. Tu comes a Cristina, e eu como a Ana. Que tal?. - Sim vamos combinar isso disseram ambos. Fiquei então de tentar convencer a minha mulher, a Cristina, para um fim de semana, uma noite de sexo a quatro.

- Mas antes gostava que tentasses comer a minha mulher, mas sem ela saber que combinamos isto. – disse eu para o Júlio. - Ok , -disse ele, - vou tentar e depois aviso-te quando vai ser e onde, para poderes assistir ao espectáculo, sem que ela te veja. Bebemos mais umas cervejas, e entretanto o Júlio, que se via que estava feliz como um menino a quem deram um brinquedo novo, começa carinhosamente a beijar a Ana, e começa um banho de gato no corpo delicioso da mulher , acabando num escaldante minete.

Lambia a coninha de Ana onde tinha estado o meu caralho há pouco...

Deixei-os a curtir e despedi-me.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:16
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Férias diferentes


Tenho 34 anos e sou divorciada há 8.
Desde um ano antes da separação do meu marido, até há um mês, sexo foi coisa que nunca mais aconteceu.
Sou uma mulher normal, de corpo bem feito, elegante tenho 65 Kg com umas maminhas bem feitas e que até tive alguns pretendentes durante este tempo, mas nunca aconteceu porque saí bastante traumatizada da relação com o meu ex-marido e nunca nenhum deles me despertou o interesse suficiente.
É natural que com o decorrer do tempo, fui pensando cada vez mais em sexo e as saudades foram apertando. Comecei até a masturbar-me e acariciar-me para satisfazer os meus desejos. Mas, para quem estava habituada a ter um homem, não há nada que o substitua. Assim, comecei a olhar com mais atenção para os que me rodeavam e às vezes, com alguns deles só medava vontade de lhes meter as mãos entre as pernas. Na primeira quinzena de Agosto fui de férias para Espanha, para La Manga del Mar Menor, com uma amiga minha, que também é divorciada e um pouco mais velha do que eu (tem 37 anos). Fomos de carro e como já saímos tarde, dormimos em Granada. Tivemos que dormir no mesmo quarto porque já era tarde e o hotel que encontramos ao pé da estrada era pequeno e só tinha um quarto disponível. Jantamos, tomamos uma bebida no bar, fomos tecendo alguns comentários àcerca dos homens que por ali estavam e cada uma de nós foi dizendo o que gostaríamos de fazer com cada um deles, se eles assim o quisessem. Naturalmente que não se passou dos nosos devaneios mentais e acabamos por subir para o quarto para nos deitarmos. É claro que vinhamos as duas excitadíssimas e mais que desejosas que dentro do quarto estivessem dois homens à nossa espera. è claro que isso não aconteceu e ao entrarmos a minha amiga comentou que estavamos com azar com o hotel porque não nos tinham deixado nenhuma prenda no quarto. Eu concordeu com ela e comecei a despir-me para vestir uma camisa de dormir e me deitar. Reparei que a minha amiga olhava para mim com um ar sorridente e perguntei-lhe porque estava a sorrir. Ela aproximou-se lentamente de mim e disse-me baixinho a ouvido que não precisavamos de nenhum homem porque estavamos ali as duas. Eu, que nunca tinha passado por uma experiência dessas, fiquei siderada e sem saber o que fazer, mas antes que eu esboçasse alguma resposta, já a minha amiga me apalpava as mamas e me lambia os lábios. A principio pareceu-me estranho. Depois comeceu a gostar e a ficar excitada. Aí, despimo-nos as duas rapidamente e saltamos para cima da minha cama. Ela tomo de imediato uma posição mais activa (até parecia que não era a primeira vez que o fazia). Saltou para cima de mim e começou a lamber-me a cona e a apalpar-me as mamas. Chupou-me e mordiscou-me o grelinho, enfiou-me a língua pela cona dentro e quando eu já estava super excitada e a vir-me, mudou para a minha boca e começou a beijar-me e a meter a lingua dela dentro da minha boca. Simultaneamente, com a mão direita acariciava-me a cona e metia os dedos por ela dentro. A outra mão, a esquerda, umas vezes apalpava-me o cu, outras as mamas. Foi aí que eu resolvi passar ao ataque. Comecei a esfregar as minhas mamas nas dela. Beijei-lhe as mamas, suguei-lhe e mordisquei-lhe os mamilos e fui-lhe lambendo a barriga até chegar às coxas e finalmente à cona. Fiz-lhe a mesma coisa que ela me tinha feito a mim (suguei-lhe e mordisquei-lhe o grelinho, lambi-lhe a cona e enfiei-lhe a lingua pela cona dentro), mas com uma intensidade tal, que mesmo depois dela se vir ainda continuei a lamber-lhe a cona. Nunca tinha imaginado como era bom sentir aquele sabor salgado na minha boca... A seguir, pûs-me de joelhos, com ela entre as minhas pernas e esfreguei a minha cona por ela acima, passando pelas mamas e metendo-lha na boca, para que ela voltasse a lambê-la e a chupá-le. Ela, ao mesmo tempo que o fazia, apalpava-me as mamas e eu com a mimha mão acariciava-lhe a cona e enfiava-lhe os dedos por acima. A seguir, foi a vez dela vir para cima de mim e invertermos as posições. Já cansadas, deitamo-nos em cima da cama, agarradas uma à outra e adormecemos. Na manhã seguinte eu fui a primeira a acordar. As mamas dela estavam mesmo junto à minha boca e não resisti a chupá-las. Ela acordou e começou a acaricar-me a cona lentamente. Ela virou-se na cama, ficou por cima de mim e começamos a fazer um minete uma à outra. Foi delicioso. Ele veio-se antes de mim, mas não me largou a cona até eu me vir. A seguir levantamo-nos, tomamos juntas um banho de imersão, vestimos uma roupinha leve e fomos tomar o pequeno almoço. Fizemos o check out e partimos para o nosso destino. Nos 15 dias em que lá estivemos introduzimos umas variantes com um vibrador e um caralho que compramos numa sex shop em Alicante e que nos fizeram reviver a falta de um homem. Foi aí que tudo se começou a complicar. Dormiamos em quartos separados, mas há noite íamos empre para o quarto de uma das duas, para fazer amor. Ao fim da 1ª semana, houve um dia em que aminha amiga me disse que fosse subindo para o quarto que ela já ia ter comigo. Subi e passado pouco tempo ela bateu à porta. Abri a porta e qual não foi o meu espanto quando reparei que ela vinha acompanhada por um indivíduo alemão, que também estava hospedado no hotel e que tomava o pequeno-almoço à mesma hora que nós. Fiquei estupefacta mas ela começou logo por ir entrando com ele e disse-me aquela noite que iamos ter companhia. O desgraçado só falava alemão e ela que já o andava a catrapiscar há dois ou três dias, descobriu-o no bar do hotel. Insinuou-se descaradamente e é claro que ele nem sequer hesitou. Só que quando eles entraram eu ainda tive o discernimento para lhe dizer que não tinhamos preservativos e isto quando ela já tinha o alemão meio dspido. Aí, ela, expedita como sempre disse-me que não fazia mal que só tinhamos de ter o cuidado de não o deixer ir à cona, mas que podiamos fazer-lhe broche e dar-lhe o cu e rindo dizia que ele também não iria aguentar com as duas. Como não havia nada a fazer, porque o alemão, entretanto já estava despida, a minha amiga quase e já o alemão começava a baixar-me o vestido, achei que o melhor seria seguir mesmo o conselho dela. Expliquei por gestos que não tinhamos preservativos e que portanto ele não nos podia ir à cona e antes que ele tivesse alguma intenção, agarrei-me ao caralho dele e comecei a chupá-lo, só o largando quando ele se veio. É claro que encheu-me a boca toda de esporra, o pescoçoe as mamas. Fui-me lavar e quando voltei estava ele a foder a minha amiga. Fiquei posseça. Obriguei-o a sair de cima dela, ralhei com ela e puxei-o para cima de mim para me vir ao cú. Não passou muito tempo que eu não estivesse já arrenpendida. O meu ex-marido ía-me as vezes ao cú, mas fazia-o com jeitinho e não me magoava. O alemão não tinha jeito nenhum para aquilo. Magoo-me de tal forma que andei com o cú a arder durante dois ou três dias. A seguir a minha amiga bem tentou fazer-lhe um broche mas ele já estava sem tesão e nem se veio. Pusemos o alemão a andar, preguei um raspanete à minha amiga por ela o estar a deixar fode-la. Nos dias seguintes, o alemão sempre que nos encontrava à hora do pequeno-almoço tentava sempre meter conversa, mas nós com a desculpa de que não sabiamos alemão nunca mais lhe demos troco. Voltamos de férias e acabou-se o romance com a minha amiga porque eu vinha com um desejo tal de levar na cona que acabei, logo na primeira semana de trabalho por ceder (de bom grado, mas fazendo-me um pouco difícil) às insinuações dum colega meu de trabalho. Temos feito sexo. Deliro com as mãos dele a apalparem-me as mamas. Gosto do caralho dele que é bem melhor que o do alemão. Aguenta-se muito mais tempo teso o que permite dar umas fodas fantásticas (sentir aquele caralhão todo dentro da minha cona, é um delírio), passar para o broche e terminar a ir-me ao cú. De vez em quando também sai uma espanholada, com a esporra a escorrer-me pelas mamas abaixo.
O problema é que o tonto agora acha que está apaixonado por mim.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 02:38
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