Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Aventura no Autocarro


Sou um jovem de 18 anos, que em dezembro do ano passado perdeu a sua virgindade.
Sempre fui um jovem que se interesou por mulheres mais velhas, mas , por pena minha, não foi com uma mais velha que perdi a virgindade.Mas vou falar de uma experiencia que tive, com essa mesma namorada,num autocarro. Eu todos os dias fazia o percurso na margem sul, e ainda é um percurso de 1 hora,nessa hora passava-se por muitas paragens,e no inicio de este ano lectivo, numa delas entrava a neuza, sinceramente, não era daquelas raparigas esbeltas, mas era boa pessoa…

Fomos trocando uns olhares, ate que a conheci, e começamos a andar,foi com ela que perdi a virgindade. Um dia, quando iamos pra casa, eu já ia no autocarro,no ultimo lugar, entra ela…senti que ela já vinha quente hoje, e já n tavamos juntos a algum tempo.Ja tinhamos tido algumas aventuras no autocarro, umas mãos perdidas mas nada mais… Naquele dia, depois de muitos beijos,ela mete a sua dentro das minhas calças, e eu já com o amiguinho a surgir,e ela diz-me: “Ainda falta muito para a minha paragem, e já tava com saudades tuas, relaxa…” ela começa a desapertar-me o cinto e as calças e e põe o meu pau a apanhar ar,abaixa-se um pouco e meteu todo na boca.Aquele quente da boca dela, tanta tesao me dava, a lingua dela a tocar na minha cabeçinha excitava-me completamente.Nao me preocupei com o que havia ao redor, porque, secalhar por sorte, havia pouca gente no autocarro nesse dia, por isso ninguem se apercebia de nada.A nossa posição,eu meio encostado ao vidro,meio á cadeira,ela de joelhos a satisfazer-me.

Eu não me conseguia segurar,aquele broche estava a deixar-me completamente fora de mim. As mãos delas tambem a ajudar, a mexer-me nos colhões e a ajudar ao broche, foi expectacular…Durou poucos minutos, mas adorei a experiencia. Ao vir-me, a minha esporra disparou para a cara dela, ficou toda suja, mas tambem adorou, passou com os dedos pela esporra que ficara pela cara e mete-os na boca. Foi para mim, uma sensação incrivel, nunca me tinha ocorrido tal coisa. No final daquilo tudo, ela limpou-se e saio na sua paragem habitual, com um beijo longo, ainda tinha vestigios da minha esporra na sua boca. Passado uns dias,retribui-lhe o prazer, em minha casa…

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:04
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

A minha Madurita


A minha madurita


O relato que vou relatar é verdadeiro
Sou um jovem de 22 anos, alto, bem constituído fisicamente e trabalho
numa firma privada com alguma dimensão.
Como a maior parte dos jovens, tenho a minha namorada, uma jovem
bonita, elegante, enfim a pessoa que amo, mas o fascínio pelas
mulheres mais velhas é de facto o meu maior defeito.
Quando vim trabalhar para a firma actual, como o funcionário mais novo
e mais jovem fui desde o primeiro momento bastante bem recebido por
todos os meus colegas, pois sou bastante divertido, e como tal fui
ganhando o meu próprio espaço pela forma como lido com as pessoas e
com o trabalho.
Como informático, passo grande parte do dia de computador em
computador e isso leva a que vá privando com toda a gente, no qual me
sinto bastante acarinhado e motivo de vários piropos, o que torna
ainda mais viciante este meu desejo por mulheres mais velhas.
Toda a história se passa a 2 meses atrás com uma colega de 42
anos(fruta do melhor), tínhamos uma relação normal, apesar de
trocarmos por vezes uns olhares, nada que me levasse a pensar em algo,
apesar de ter uma relação muito brincalhona, tivemos um
desentendimento a nível de serviço o que a levou a deixar de me falar,
o nosso relacionamento passava só por trabalho e nada mais, a dias
quando saía do trabalho por volta das sete horas ela me pediu ajuda,
no qual eu respondi que sim, fui a secretária dela e ela vestida com
calças de linho branco, uma cueca de fio dental, um top preto que lhe
realçava o par de mamas, bem nem sei, mas como a nossa relação não era
boa, nem me lembrei de tal coisa, até que ela se levanta da cadeira e
me diz para lhe ver o computador, só que eu ao passar, por
circunstancias do espaço as nossas cintas encostaram-se, nada
propositado confesso.
Sentei-me, onde ela se apoiou na secretária, dando-me uma visão das
mamas electrizante, deixando-me naquele momento cheio de tesão, o que
sei é que não consegui resolver e disse-lhe que tinha que ir ao meu
computador, ela sim senhor, aonde eu me levantei, e para poder sair
ponho-lhe a mão na cinta e torno-me a roçar no cú dela, sei que ela
disfarçadamente retribui, mas lá fomos nós ao meu computador, e ela
novamente debruçada sobre a mesa, realça o seu bom par de mamas,
calados durante uns minutos lá consigo eu entrar no site e
transporto-lhe uns dados para o uma folha do Word, e lhe disse se era
aquilo, prontamente com um sorriso me responde que sim, e bem para o
meu lado consultar, ao levantar-me para ela se sentar sei que
conseguimos ficar cara a cara a um palmo dos lábios de cada um,
honestamente não sei quem é que tentou beijar quem, sei que passado
uns 5 seg. estávamos os dois a beijar loucamente, uma coisa eu sei,
eram um beijo de algo, no qual lhe ponho a mão na cinta e a encosto a
parede a beijar, com um bruto linguado em que a língua dela dentro da
minha boca lambia a minha, credo que sufoco de beijo, quando acabamos
o beijo, começo logo a beijar o pescoço, bem ela derreteu-se toda no
qual me começa logo a tira o pólo e me deixa em tronco nu.
Eu estava descontrolado, ela descontrolada, ela começa a roçar a cona
na minha pica, até que eu lhe tiro o top e o sotien, sei que naquele
momento ela só passava a mão pelos meus peitos e suspirava enquanto eu
começava a descer do pescoço para as mamas, quando lhe chego as mamas
com as minhas mãos junto-as e começo a chupar onde ela de momento para
momento começava a sussurrar gemidos maiores, sei que naqueles
instantes ela começa a desapertar-me as calças, descendo-as e a
tirar-me os boxer`s, bem a mão direita dela, a começar a mexer na
minha piça, bem eu começava a subir paredes, durante este tempo todo
não demos uma única palavra um ao outro, porra que mamas, até que
comecei por lhe despertar as calças, ela como não disse nada, e como
também começou por ajudar com as próprias pernas, estaria ali perante
a oportunidade de foder com ela. Até que ela começa por afastar as
pernas e a passar a minha piça por cima da rata, dava gemidos baixos
mas de tesão, até que eu me afasto e lhe tiro o fio dental, naquele
mesmo momento, empurrei-a contra a parede e comecei a lamber-lhe a
cona, ela só punha as mãos na minha cabeça e empurrava-me contra a
cona dela, para que eu lhe metesse a língua o mais profundo possível,
estivemos assim cerca de 3-4 min, onde ela me afasta com as mãos e me
empurra contra a parede, começou por beijar-me novamente e no fim do
beijo pega-me com as duas mãos na gaita e começa por chupar-me a verga
com mamadas lentas e profundas, bem, sei ke 3 min me chupou, pois
apesar de me tentar abstrair para me aguentar era um sufoco demasiado
grande, jamais pensei ser assim broxado, rebentei e esporrei-me na
boca dela, fiquei algo constrangido com a reacção que ela podia ter,
mas não, com muita descontracção levanta-se e a primeira palavra que
me deu foi "quero ser tua" e começa a beijar-me novamente, bem eu algo
surpreendido dei logo conta que ela tinha engolido o esperma,
passadinho da cabeça beijei-a e as nossas mãos não tinham sitio certo,
tanto estavam na cabeça como já estavam nas nádegas, sei que ela se
apercebeu que eu já estava com ele duro novamente e quando eu lhe
apalpava as mamas, afastou-se e sentou-se na minha secretária,
deitando as costas sobre a mesa, peguei-lhe nas pernas e comecei a
fodê-la devagarinho metendo-lhe só a cabeça, bem ela começava a gemer,
foram gemidos de bradar aos céus, que mulher, até que me dá as
segundas palavras"mete tudo, mete-me tudo, quero sentir a tua pica
toda" e eu comecei a meter-lhe tudo "mete-me essa pica" e eu mais lhe
metia, naquela cona apertadinha, das mais apertadinhas que já comi,
naqueles momentos penetrações profundas e lentas com gemidos de ambos,
estivemos assim uns 4 min, até que ela levanta as costas e me beija
loucamente, tirou-me de dentro dela, levantando-se da mesa, pondo-se
com as mãos encostadas a parede com as pernas entreabertas, e eu
flectindo as pernas lhe apontei a minha pica e comecei a come-la de
costas, bem ela sabia perfeitamente o que queria "anda, mete-me essa
gaita, quero sentir os colhões a bater-ma nas nalgas", sei que naquele
momento só me aptecia rebentar-lhe com a cona com penetrações
profundas e rápidas, onde ela com gemidos continuava "anda, anda" que
mulher, e eu um puto a comer aquele biscato, quase que por obra de
Deus, com o leite quase na cabeça de tanto tesão, ela para, subindo um
pouco o corpo, o que levou a desengatar-me da rata dela, arredou-se
para junto da secretária debruçando os braços, ficando com a rata e o
olho do cu de frente para mim, confesso que aqueles 10/15 seg de tempo
na mudança de posição me fizeram bem, para acalmar quase o inevitável
(esporrar-me), com aquele rabo tão arrebitadinho e duro a minha
frente, pensei, e de facto ia meter-lhe novamente na rata, o que por
surpresa minha, vejo a mão dela a tentar pegar na minha pica me fala
pela terceira vez "dá-me, que eu ponho, mas vais meter devagarinho" e
para espanto meu aponta-me a pica para o cu, bem fiquei em êxtase,
pois tenho que confessar que era a minha primeira vez, entretanto, com
o dedo, passei-lhe pela rata que estava cheia de liquido, e
massajei-lhe o cu suavemente, metendo o dedo lentamente,"podes meter"
e assim foi, comecei devagarinho, até lhe meter a cabeça, ela gemeu,
gemeu, "mete, mete" começando ela a pressionar o cu contra o meu
corpo, mas que bem que me sabia, ela comandava a penetração, gemia,
dava uma cara de dor misturada de prazer "que pica, hum, quero come-la
toda, mete, ai mete", já estava tudo dentro dela, parou um bocado, e
com a mestria de uma mulher que já tinha experimentado, começou
afastar-se e a aproximar-se lentamente, até que comecei eu a comer-lhe
aquele cu, até que chegamos ao ponto que a minha pica já andava lá
dentro muito bem, estava com a pica no meu auge, com penetrações
profundas, comia-lhe o cu, estávamos os dois em delírio, até que ela
me pede passado um pouco para sair, saí, e ela de pronto me manda
sentar na cadeira, sentei-me, e ela vem de pronto para o meu colo,
pega na minha pica, sentando-se de pronto, enquanto ela me fodia
loucamente com muita intensidade, dá-va gemidos de prazer que eu
jamais tinha ouvido, eu por outro lado pegava-lhe nas mamas
chupando-lhe da maneira que podia, sei que estive-mos pouco tempo
naquela posição pois, tanto eu me vim dentro dela, como ela se estava
a vir, com o orgasmo mais ruidoso que tinha tido durante o tempo que
fode-mos, ela continuou por algum tempo dentro de mim, onde nos
beijava-mos, lambíamo-nos, eu sei lá, sei que quando saiu, conversamos
e tanto eu como ela chegamos à conclusão que não tinha sido uma foda,
mas sim a grande foda das nossas vidas. No meu pensamento só tinha a
ideia de comer uma mulher madura, ela por seu lado, andava de louca
para comer o meu chumaço.
Confidenciou que por diversas vezes me tinha olhado para a gaita , e
que o chumaço que criava nas calças a punham louca de tesão.
Já estivemos uma outra vez juntos em minha casa, que por sinal foi
também muito bom, mas como a primeira vez, jamais irá acontecer.
Hoje em dia olho para ela, e não penso noutra coisa se não quando será
a próxima! Ela por sinal, diz que se limita a abrir as pernas ao homem
para fazer o papel de esposa, mas sempre com o pensamento de me dar
todo o prazer, excitação e paranóias sexuais a mim.
A próxima foda já está combinada para minha casa com a particularidade
de fazer-mos a filmagem em vídeo. É de dizer (é a sorte da vida, para
quem nada tinha de madurinhas, agora está no céu sexual)
Para qualquer maluqueira cá com o puto de 22 anos, de preferência
mulheres dos 30 ao 45 contactar


loucopormaduras@sapo.pt



publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:48
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