Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

O Jardineiro !!!


Eram cerca das 9,00 da manhã quando toca a campainha, fui abrir, era o Jardineiro! - Bom dia Sr. Joaquim, vá começando que já lá vou ter consigo, para o ajudar. Acabei de me vestir, coloquei uns calções muito curtinhos e largos, e uma camisa bem larga, para que ele pudesse apreciar as minha mamas e fui ter com ele.

- Ora Sr. Joaquim, vamos lá pintar isto, eu ajudo-o, para ser mais rápido- . E peguei num pincel e comecei a pintar também. Fui arquitectando a maneira de o provocar para o obrigar a perder-me o respeito. Comecei a pintar num canto alto em cima de um escadote, e pude ver que ele que que estava a pintar em baixo, não se cansava de olhar para as minhas pernas. - Sr. Joaquim chegue-me aqui com o escadote, e pinte-me ali em cima, que não chego lá e não gosto de subir até à ponta do escadote.- (estava a fazer-me de pudica). Enquanto ele fazia o que lhe pedi eu aproximei-me com o pincel na mão e fiz-me de distraída e dei-lhe com o pincel nas calças, mesmo por cima do “instrumento”. - Ai, desculpe Sr. Joaquim, sou uma desastrada, já lhe sujei as calças! Espere aí que se tirar já a tinta com diluente, não fica marcado. - Não é preciso minha senhora - diz o homem meio desajeitado. - Não as calças são boas, eu limpo-lhe isso num instante. E fui a correr à garagem buscar um pano e diluente.

- Ora vamos lá a ver se isso sai! E ajoelhei-me à sua frente, e comecei a esfregar com muito jeitinho, e devagarinho a nódoa que tinha feito. A minha posição já lhe devia estar a fazer um certo tesão! - Oh desculpe Sr. Joaquim, não está a sair bem, vou carregar mais, desculpe... isto é embaraçoso! E lá comecei a esfregar mais vigorosamente as calças, por tabela o volume que tinha por baixo começou a crescer. Alto temos homem, pensei com os meus botões. Fui esfregando, olhando de soslaio para a cara dele, que era um misto de embaraço e de gozo. O volume aumentava, aumentava! - Ai assim é mais fácil disse eu dando uma gargalhada! - Ai, minha senhora ai, o diluente está-me a arder na “coisa”. Desculpe minha senhora! Pare, pare! - Ai desculpe Sr. Joaquim ! E agora ? Doi-lhe muito? - Sim está a arder cada vez mais! Parece que tenho lume aí , ai por favor pare…E o Sr. Joaquim começou a contorcer-se, não sei se era fita, ou se lhe estava memo a arder. - Espere aí, entre aqui na garagem, que eu tive uma ideia. Deixa já de arder Sr. Joaquim. E fui a correr buscar Vasenol, creme para as mãos. – Estão a ver para quê! - Pronto Sr. Joaquim , resolvemos já o problema, não tenha vergonha, faça de conta que sou uma enfermeira! E dito isto, desabotoei-lhe a braguilha, baixei-lhe as calças e as cuecas, e como estava a fazer isso de joelhos, quase levei com aquele enorme cacete na cara! Afinal o meu Zé adivinhou, o homem tinha um penis bem maior que o dele, uns tomates negros e um enorme penis, com uma cabeça enorme , mais grossa ainda que o tronco, e rosada. - Desculpe Sr. Joaquim, isto é embaraçoso, mas tenho que lhe pôr vasenol para anular o efeito do diluente! - Eu ponho minha senhora. Não quero embaraça-la! – disse o homem todo atrapalhado. - Não de jeito algum, a culpa foi minha. E comecei a esfregar aquele belo cacete com as duas mãos, cheias de Vasenol . Para imaginarem o tamanho vejam: com a mão esquerda segurava-lhe o penis na base, e com a outra esfregava-lhe o resto do penis até à cabeça... - Então já não arde? Perguntei eu olhando maliciosamente para o jardineiro. - Ai arde, arde muito minha senhora! Acho que está a inchar! -diz o safado. - Pronto eu vou por mais um pouco de creme. Onde é que arde Sr. Joaquim? - É na cabecinha minha senhora; - diz ele todo aflito. - Cabecinha? Oh Sr. Joaquim, isto não é uma cabecinha! Isto é uma cabeçorra! – e continuei a esfregar com toda a perícia, como faço com o meu marido, aquele belo pénis. O homem já resfolegava como um cavalo, e o pénis dele parecia que ia rebentar. - Ó Sr. Joaquim, isto parece estar cada vez pior, Está mais vermelho e mais inchado, - disse eu com cara de sonsa . - Ai esfregue sempre minha senhora! Estou desesperado ! Estava desesperado era de tesão!

Apetecia-me abocanha-lo mesmo ali e fazer-lhe um rico broche, mas aprendi com a idade, que o prazer é tanto maior, quanto mais se faz esperar, e decidi que para hoje ficava por ali. Continuei a massajar aquela tora rija como um pau, com as duas mais enroladas à volta dele. - Olhe Sr. Joaquim, e nos testículos, não lhe doi? – perguntei eu, safada, enquanto lhe passava uma mão pelos tomates. Aí o homem não resistiu e disse: - Ai Dona, é tão bom, continue, que a dor vai já passar! E dito isto começa a gemer baixinho, e manda uma golfada de esperma para as minhas mãos, e para as minhas mamas.. - Ai acho que já passou, - disse ele matreiro. – Muito obrigado minha senhora. Deus lhe pague. - Ora Sr. Joaquim, foi o mínimo que podia fazer. Eu é que o magoei, não sabia que o diluente ardia assim. Que situação mais embaraçosa! Desculpe. - Até que foi bom Dona, diz o malandro. Já estava a ganhar à vontade, era hora de me fazer rogada. - Pronto Sr. Joaquim, hoje já chega de asneiras, vou tratar do almoço para o meu marido. Até amanhã. Amanhã vemos temos de ver se o diluente não atacou a pele, se não tem mesmo de ir ao hospital. Agora vá-se embora, que eu não estou bem… - Está bem minha senhora. – e pude vislumbrar um olhar de satisfação do safado do jardineiro. Já estava a antever o tratamento que eu lhe ia fazer. Entretanto ele foi-se embora e chegou o meu marido. -Então, meu amor já comeste a piroca do jardineiro?- perguntou ele. -Não, ainda não. Não foste tu que me ensinaste que as coisas boas se devem saborear, e que não devemos ter pressa. Só lhe toquei fiz-lhe uma massagem especial à pila, e que pila! Acertaste em cheio! Tem um belo instrumento!, É quase o dobro da tua! Vai-me saber tão bem pôr-te uns corninhos… E lá lhe contei em pormenor o que aconteceu esta manhã, o que lhe provocou um tesão incrível! Fizemos amor por duas vezes, primeiro comeu-me por trás e acabamos com um demorado 69. Normalmente ele não seria capaz, mas a minha descrição da cena com o jardineiro funcionou melhor que Viagra. Entretanto, na manhã seguinte, ás nove horas em ponto, tocou a campainha, e fui abrir a porta ao jardineiro., vinha todo arrumadinho, parece que nem vinha para trabalhar… - Bom dia Sr. Joaquim, então como está? – perguntei enquanto nos dirigíamos para a garagem, onde íamos continuar com as pinturas. - Bem minha Sr.ª , mas hoje acho que prefiro pintar sozinho. –disse ele meio acanhado. - Então porquê Sr. Joaquim? Não melhorou?, Ou ficou com vergonha? -Não, é que ainda me dói e tenho aquela “coisa” toda vermelha e inchada! - Desculpe, Sr. Joaquim. Não pôs nada, em casa? -Não senhora, não tinha aquele creme que a Sª me pôs e que aliviou tanto!, Se me pusesse um bocadinho, talvez melhorasse. – diz o safado com cara de inocente! Era mesmo o que eu esperava! Já estava a ficar toda acesa só de imaginar tratar daquele monumental cacete! - Pronto Sr. Joaquim venha comigo a casa, que eu ponho-lhe já um bocado de creme e isso passa-lhe já!. Entramos e levei-o para o meu quarto. - Sente-se aí Sr. Joaquim e baixe as calças. – disse eu enquanto pegava no Vasenol para lhe aplicar.

- Oh tenho vergonha, -diz ele matreiro. - Dê cá que eu ponho o creme minha senhora. - Ora deixe-se disso, disse eu, enquanto me ajoelhava à sua frente e lhe desabotoava as calças. De seguida , muito devagar, puxei-lhe as cuecas para baixo, libertando finalmente aquele grande pénis. Agora percebi, qual era o mal dele! Estava vermelho e inchado, mas era de tesão Peguei-lhe com ar compenetrado, não foi preciso levantá-lo, pois já estava quase pronto para o combate!. Revirei-o, observei-o e disse-lhe: -Olhe Sr. Joaquim, isto realmente está muito inchado e a cabeça está muito vermelha. Acho que não vai lá com creme. E dito isto comecei a passar muito de leve a minha língua por toda a cabeça daquela enorme verga, lambi cada centímetro, desde a cabeça até à base, sempre muito devagar… - Então está-se a sentir melhor Sr. Joaquim? - Sim minha senhora continue por favor… não pare, ai que alívio! - Oh Sr Joaquim , mas está a inchar mais!, disse eu na brincadeira…continuando a lamber com uma enorme gula aquelas verga, lambi desde a cabeçorra até aos tomates, aí parei , e enquanto com uma mão bombeava para cima e para baixo o seu pau, com a língua lambia-lhe meticulosamente os tomates. - Então Sr.Joaquim está melhor? - Sim, siimmm, minha senhora, está quase a passar o inchaço!, - Faça só mais um bocadinho… Eu já estava a arder, já estava toda molhada, e desejosa de sentir aquele enorme pénis na minha rata e comecei a abrandar. Meti-o então todo na minha boca, o que me deu um certo desconforto, pois é demasiado grosso, e não posso enfiá-lo até à garganta, como faço com o pénis do meu marido.Entretanto estava eu com aquele enorme piroco na boca, e toca o telemóvel, era o meu marido a perguntar-me se estava a gostar! - Era o meu marido, a dizer que vem a casa daqui por uma hora. - Ai D.Cristina então vou-me embora... - Não Sr. Joaquim, vamos acabar o tratamento… ele não de importa disse eu matreira. - Meta-me o seu pénis bem fundo aqui na minha ratinha que vai ver que fica bom de vez.. – inclinei-me para a frente e coloquei-me de quatro e fechei os olhos à espera daquele malho enorme! Há muito que não sentia nada igual. O jardineiro revelava-se um bom amante, e começou por apontar o seu enorme pénis à entrada da minha gruta do prazer, e com pequenos movimentos, entrava e saia, mas não o enfiava como eu queria desesperadamente. Bem me afastei para trás, para enfiar de vez aquele malho, mas o Sr. Joaquim ia fugindo com o instrumento , deixando apenas a cabeça metida, o que me dava já um prazer indescritível e ao mesmo tendo furiosa…queria-o todo dentro de mim! - Oh Sr. Joaquim, assim nunca mais acaba o “tratamento”…enterre-me até ao fundo…. Dizia eu gemendo e quase gritando. O sacana usou esta táctica de meter só a cabecinha, durante mais de 10 minutos. Já não aguentava mais, queria sentir o orgasmo, mas com aquela piroca toda enfiada, e o sacana continuava a pôr-me louca , de vez em quando deixava entrar mais uns centímetros, mas logo se afastava…Vou mudar de táctica, pensei eu e comecei a gritar obscenidades… - Foda-me com força Sr. Joaquim, enfie-me esse caralho bem até ao fundo… não seja maricas… - Maricas, espere aí que já vai ver minha senhora...- disse ele.Parece que resultou. O Jardineiro agarrou-me com força as ancas e num movimento lento e firme empurrou aquela enorme verga até ao fundo! Até vi estrelas… Comecei a gritar descontroladamente, enquanto ele aumentava a velocidade das bombagens… - Ai Sr. Joaquim o Sr. vai acabar comigo.. meta bem funto… - a sensação daquele pénis enorme a bater bem no fundo da minha rata era demais, comecei a sentir o orgasmo mais violento da minha vida, entre convulsões e gemidos de prazer…

Mas o homem era mesmo sabido, abrandou o ritmo, quando sentiu que eu me estava a vir, e começou outra vez a meter só um bocadinho do seu penis, metia e tirava, esteve nisto por mais de 10 minutos. Eu já estava outra vez morta de tesão e queria senti-lo até ao fundo outra vez.Meti então uma mão por baixo de mim e agarrei com firmeza nos tomates do jardineiro, e obriguei-o a enfiar tudo, queria que ele se viesse dentro de mim, agora. Ele gemeu, aumentou o ritmo, empurrou aquele enorme pénis bem até ao fundo, e finalmente senti uma golfada de esperma a inundar-me deliciosamente. - Ai Sr. Joaquim, o senhor acabou comigo… - Agora sim, estou muito melhor.. - disse o energúmeo! Muito obrigado senhora, já não dava uma assim há muito tempo.. - Ainda bem que gostou Sr. Joaquim! – disse-lhe enquanto lhe pegava no agora tombado gigante. - Parece que está melhor! Disse eu com cara de santinha. – Deixe-me ver… e comecei a lamber aquele enorme caralho, agora murcho, mas mesmo assim bem maior que o do meu marido! Tentei enguli-lo, mas só consegui meter na boca cerca de metade. Fui chupando, muito devagarinho, enquanto lhe pegava nos tomates suavemente, Ele fechava os olhos, deliciado, e pareceu-me que começava a reagir novamente… Era altura de o mandar embora. Assim pus os cornos ao meu marido. Tomei banho, perfumei-me toda e fiquei à espera do meu marido, que me tinha dito ter de vir a casa buscar não sei o quê. Era uma desculpa para me ver depois de lhe pôr os cornos. - Olá meu amor, então hoje sempre aproveitaste, ou o homem cortou-se? - Não sei, descobre tu, e deitei-me no sofá para trás. Já não tinha calcinhas, apenas um vestido muito curto. Ele não se fez rogado, tirou as calças e as cuecas, ficou de camisa e gravata, o que lhe dava um ar mais sensual, e depois de me beujar longamente, foi descendo com a lingua pelo meu corpo abaixo, parando em todos os pontos obrigatórios... e caiu de boca na minha passarinha! Lambeu como nunca, percorreu todos os cantinhos da minha ratinha até se deter na minha pilinha, como ele costuma dizer. - A tua ratinha está toda vermelha Bela, o jardineiro deu cabo de ti! – disse ele, continuando a fazer-me o melhor dos minetes, até que me vim novamente, era o 3º orgasmo da manhã. - Agora mete tu meu amor, - disse eu enquanto o puxava para mim e o beijava. Meteu então o pau dele. Não era como o do jardineiro, mas com usava-o com mestria. Foi bombeando lentamente, enquanto me beijava o corpo todo.

- Ai, a tua ratinha está mais molhadinha hoje, que maravilha! – disse-me ele. - Pois está, o jardineiro deixou ai o leitinho dele. Fizemos então amor por mais uma hora. - Então, sentes-te realizado, meu amor? - Perguntei eu. - Sim meu amor, és a melhor mulher do mundo. Nunca me senti tão feliz! - Olha que eu posso começar a gostar... – disse eu. Estás à vontade, meu amor, só quero é saber sempre!.

salto@live.com.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:27
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