Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Sou comida no escritorio


Até no escritório eu sou comida!!!
Já escrevi vários relatos verídicos ...
aqui vai mais um!
Trabalho numa empresa que só
tem mulheres...umas 30!!
Outro dia estava na mesa de uma colega
discutindo um assunto quando ouvi uma voz masculina dizendo:
Caracas!! Assim não dá pra trabalhar, pô!!

Quando olhei pra trás pra ver o que estava acontecendo me deparei com o técnico dos computadores olhando pra mim, pois eu estava de costas pra ele debruçada na mesa usando um vestido curto e soltinho e imagino que até minha calcinha ele estava vendo!!!
Fiquei vermelha de raiva enquanto minhas colegas riam da situação! Saí enfurecida pra minha mesa, mas ao mesmo tempo com um tesão gostoso. Aos 48 anos, casada, baixinha, loira, olhos verdes e ainda torneada me sinto a mais bonita do escritório...rsrs.

Casada há 24 anos, só comecei a trair e gozar este ano e desta vez não foi diferente.
Como gosto de ficar até um pouco além do expediente pra deixar tudo organizado pro dia seguinte e assim que as colegas foram embora resolvi tomar um café!
Estava me servindo quando me senti fortemente abraçada por trás e senti um pinto duro me encostando!!!

Logo imaginei quem era pois passei a tarde toda sonhando com aquele homem, o técnico, lindo de uns 30 e poucos anos. Desta vez eu nem relutei e ainda perguntei se ele tinha gostado do que tinha visto! Ele não respondeu e começou a me bolinar todinha... apertava meus seios enquanto me encochava com seu pau duríssimo! Eu já estava excitada quando ele me virou de frente, arriou meu vestido, me pos sentada na mesa da copa, tirou seu pau pra fora e disse:
-Xupa coroa loira ... sinta o sabor dessa pica!!!

Olhei pro pau dele e fiquei maravilhada com a beleza dele...não era muito grande...mas era o mais bonito que já tinha visto!!!! Mamei todinha aquela pica e ele tirou da minha boca dizendo que só queria comer o cuzinho da “coroa”.
Me pôs de 4 na mesa, tirou minha calcinha e tomei o maior banho de língua da minha vida!!!! Ia da buceta pro cuzinho o que me deixou LOUCA de tesão. Ficou uns 5 minutos assim quando senti sua pica no meu rabo todo molhado que entrou facilmente me fazendo gritar e gemer de prazer. Ele não falava nada e metia gostoso quando senti meu rabo quentinho com tanta porra que ele soltou.

Fiquei debruçada na mesa relaxando e quando me recompus, ele simplesmente havia ido embora sem nada dizer. Prá variar, ao procurar minha calcinha, ele tinha levado embora e eu fui pra casa sem calcinha e “tocando” minha buceta em todo farol que eu parava até chegar em casa e gozar de novo no banheiro!!
De mulher recatada pra virar uma putinha insaciável, basta o tesão subir a cabeça.... bjs a todos que lerem esse relato!!!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:48
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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Experimentei, doeu , mas gostei...


Experimentei, doeu , mas gostei...
Sou casado, 40 anos, 100% hetero, até o dia desse conto, estava na casa deum colega da faculdade, terminando umtrabalho, assim que terminamos, começamos a tomar umas cervejas, perguntei a ele o porque o casamento dele não tinha dado certo, ele me contou que sua esposa havia pego ele na cama com um primo, ri da situação, e falei pra ele: vc é gay? ele me disse que não, mas que curtia de vez em quando um macho sim.Bom a conversa foi esquentando, e claro ficamos excitados com o papo, levantei e o volume na minha calça era visível, ele me disse, vá tomar um banho gelado que o tesão passa...rsrrsrs, assim o fiz, quando estava no banho ele chegou com a toalha, já nu e me falou que tambem ia tomar banho, ohei pro seu cacete, estava duro tambem, e era grosso pra caramba. Fiz menção de sair do box, mas ele não deixou, pegou no meu pau se ajoelhou e começou a me chupar, aquilo foi me deixando louco de tesão, entramos em baixo do chuveiro, e ele continuou me chupando, me chupava e seus dedos procuravam minha bunda, ele introduziu um dedo no meu rabo, que delicia, ficou assim por uns 15 min, quando se levantou, pegou na minha mão e pos no seu pau, comecei a bater uma punhetinha pra ele, ele forçou minha cabeça pra baixo.Abaixei e comecei a chupar seu pau, ao me abaixar, minha bunda ficou exposta aos seus dedos, eu chupava e ele me fodia com o dedo, fomos para o seu quarto, ele me deitou em sua cama e recomeçou a me chupar, me virando de bruços começou a passar a lingua na minha bunda, abrindo minhas pernas ao maximo, quando vi ele ja tinha colocado a camisinha e se preparava para me enrabar, gelei, pois sabia que doeria( quem diz que não doi dar o cu, ou nunca deu, ou é um grande mentiroso)ele começou a pincelar o pau na minha bunda, passou KY, e começou a me penetrar, que dor, doia muito meus olhos começaram a lacrimejar.Pedi á ele que tirasse, ele me segurou e me falou para ter calma, que a dor ja ia passar, e enfiava mais um pouco, e começou a por e a tirar, cada vez mais rapido,até que gozou muito , tirou o pau da minha bunda, e voltou a me chupar punhetando, gozei em seu peito, barriga, e rosto, fui tomar outro banho, coloquei minha roupa e sai , andando até com uma certa dificuldade, meu rabo ficou uns 3 dias ainda dolorido, mas depois passou, e para ser bem honesto, doeu, mas foi bom viu......... um abraço a todos que lerem esse relato, e saibam que é verdadeiro.
tampabay@ig.com.br
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:18
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Sábado, 31 de Maio de 2008

Tirar Fotos eroticas


Tenho um certo jeito e gosto por fotografia.Por vezes pedem-me para fazer fotografias eróticas, e eu faço com toda a naturalidade.Em algumas dessas ocasiões as coisas não passam disso mesmo, mas em outras o clima aquece e as coisas acontecem.Naquele dia estava-me a preparar para dar uma saida habitual, uma volta pela praia, um copo e dois dedos de conversa.No entanto o telefone toca, era a Gi.Uma morena bem delineada,um "pedaço de bom caminho" como costumo dizer!!!.Pediu-me para ir ter com ela e para levar uma máquina fotográfica, pois queria tirar umas fotografias ousada e a única pessoa que tinha de confiança era eu.E lá fui eu.Sempre era um fim de dia diferente e inesperado.Chegado ao local indicado, toco à campainha e me surge a Gi, em lingerie super sensual e toda produzida.Era norma, ia fazer umas fotografias diferentes teria que haver alguma produção.O trabalho correu bem, ela estava bem disposta e inspirada.Eu também, mas...naquele fim de tarde, sem nada ter feito para isso, estava com tesão que se notava.A Gi apercebeu-se, e quando estavamos a ver as fotografias no PC e a preparar o CD para as gravar, ela aconchega-se em mim, pelas minhas costas, encostando aquele belo par de mamas em mim e fazendo movimnentos sedentos de desejo, e pergunta-me se quero continuar de volta das fotografias ou se me apetece algo mais interssante.E ao mesmo tempo acaricia-me o sexo, já inchado de tanto desejo...Nem hesitei.Naquele fim de tarde, estavamos os dois ardentes de desjo e de prazer...As fotografias foram apenas um belo pretexto.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:02
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Num Hotel no Alentejo


Tínhamos conseguido reservar um quarto num hotel na planície alentejana.
Mais uma vez. Aceitei deixar-me fotografar. Desta vez ia ser fora de casa e num quarto de hotel. A nossa experiência anterior, em casa, tinha-me deixado delirante.
Depois de instalados e de uma volta pelas instalações, voltámos ao quarto.
Ele começou a preparar as máquinas. A de filmar e a fotográfica. Vi que ia dar trabalho mas queríamos que a nossa estadia fosse inesquecível como se de uma lua-de-mel se tratasse. Embora já estivéssemos no verão, eu trazia meias de rendas e um cinto de ligas que enquadrava uma tanguinha transparente. virtual,blog,falar,dizer,gasolina,desabafar,sexo,mulheres,encontros,telefone,casas,google,webcam,sexfone,videos,adult,dominaçao,relax,fetichesDaquelas que são abertas à frente. Trazia um vestido corrido com fecho atrás ao estilo americano. Aqueles cintados mas que, depois de abrirmos o fecho, cai redondinho no chão. Ele não sabia a lingerie que eu estava a usar embora pudesse adivinhar. Eu, só de pensar nisso estava toda arrepiada.
Estava ele preparar a máquina fotográfica quando eu me aproximo, ponho-lhe uma mão em frente á objectiva e disse-lhe: “ deixa lá a máquina. Não é isso que me interessa. O que me interessa és tu, meu querido. Não me vais dizer que viemos até aqui só para me tirares fotografias eróticas?”. Que queriam que ele respondesse? Que dissesse que não era verdade? Bem, respondeu-me sem qualquer receio e sem preliminares: “ Vira-te Suzy. É a tua ratinha que eu quero” Eu não deixei que ele repetisse duas vezes e curvei-me, de busto sobre as costa do sofá do quarto e de joelhos sobre o assento, oferecendo-lhe o meu traseiro reboliço e bronzeado do verão.
Ele não devia acreditar no que os seus olhos viam. Já tinha deixado para trás o vestido e a sua visão devia estar sobre os meus botõezinhos de rosa que se vislumbravam pela tanguinha entreaberta. Pela primeira vez rapei-me toda para ele. Sabia que era uma das suas fantasias. O pequerrucho devia estar a babar-se. Eu não o invejava porque também me estava a sentir desejada e já estava ardente.

Deixei-o sodomizar-me sem esperar que eu estivesse preparada e não tardou que eu gemesse de dor para, logo de seguida, ser de prazer, gritando: “ Força, força, faz-me vir, eu sou a tua coisinha fofa. Beija-me,... quero sentir o teu pau dentro do meu ventre”. Balanço sobre ele enquanto uma das minhas mãos empurra o “meu” pau para dentro do meu cuzinho rosado: continuo a brincar enquanto sinto as minhas unhas a cravarem-se na sua pele. “ És uma verdadeira amazona. Fazes-me sentir como um touro”, disse-me, enquanto eu continuava a controlar os movimentos.

“ Vem cá, para eu o pôr na minha boca: é realmente um bom pedaço de carne”, sussurrei-lhe ao aproximar a minha língua da calote da sua cabecinha.
Era uma imagem a fixar: as partes rosadas rapadas, o meu cuzinho ao ar, os lábios do meu bábá e as minhas maminhas tesas que se balanceavam voluptuosamente. Uma verdadeira obra-prima. Ele pediu um momento de descanso para tirar umas fotografias para a posteridade.
Enquanto isso, a máquina de filmar ia captando tudo.

Ela estava ao ponto de se vir quando me disse: “ Pára, Suzy, quero-te lamber e tirar outra fotografia” E eu, muito obediente, abri-me para ele afastando as pernas. Ele mergulhou sobre mim e saboreou o seu suminho que já era muito. Daí a pouco, puxei-o novamente para mim e, agora, deitada de costas, agarro nas pernas e encosto-as ao meu peito, enquanto que os pés se apoiam nos seus ombros. Estava completamente aberta para e exposta para ele.”És uma verdadeira garça” Disse-me ele. E assim, nessa posição, ela chupa-me e lambe-me a gatinha e o cuzinho. Como eu adoro que ele passe a língua pelo meu olhinho do meu cuzinho. É indescritível a sensação. Só passando por isso é que se compreende. Vocês, os homens, deveriam cuidar muito mais das vossas mulheres. Espero que aprendam aqui alguma coisa e possam satisfazer as vossas companheiras. Deixem de ser egoístas e pensem que elas também gostam de sentir prazer. Mas, antes disso, conversem sobre o assunto e, verão, que as sessões de sexo serão de outro muito. Bem, aonde é que eu ia??!!

Rodando sobre mim mesma, fiquei de gatas e ofereci-lhe de presente, novamente, o meu cuzinho. Depois, com uma das mãos, agarrei novamente no “meu” pau e levei-o até á entrada do meu botãozinho de rosa. “ É isso que te faz estremecer, hein malandreca!”, disse-me descaradamente, o sem “vergonha”.
“Sim, dá-me prazer, gosto te sentir no meu cuzinho. A sodomia é a minha paixão, deixa-me extasiada. Não sabias já??? Vai, enfia-o, mais, mais... Quero-o sentir todo enterrado. Bem lá no fundo, murmuro-lhe. Deixo-me ir gozando e saboreando esses momentos olhos fechados. A minha boca aberta como se esperasse por outro pau. E o seu baixo-ventre num vai e vem cada vez mais depressa, cada vez mais frenético. Procurei uma mão dele e comecei a chupar-lhe os dedos como se estivesse a chupar o meu pauzinho adorado: eu queria senti-lo a vir-se. E quanto mais ele se aguentava mais ela me abria para ele e me tornava lasciva.
“ Vem-te: quero senti-lo nas nádegas, no ventre, nas mamas, mete-o aonde quiseres”, gemi eu. Já não era a primeira vez que me sentia assim. Eu estava em êxtase. Já, recentemente, numa praia, em exibição para um outro casal, tinha ficado assim.
Ele roçou o meu pau por tudo o que era sitio. Mais uma vez chupei-o. Não me importei com os odores do ânus. Nada me importava nesse momento. E vim-me assim, sem mais nem menos.

Ele foi tirar mais umas fotografias enquanto eu recuperava o fôlego e ele também. Foi lavar-se.

Depois, para culminar, de pé, pegou em mim e começou a lamber-me novamente. Eu, que não tinha ido lavar-me, estava peganhenta de certeza. Ele não se importou e continuamos, então, a fazer um 69 de pé. Eu estava de cabeça para baixo a chupá-lo e com as pernas apoiadas nos ombros deles. Ele, com a cara enterrada nas nádegas, ia-me lambendo. Não estivemos muito tempo assim porque já não temos idade para estas acrobacias.
Fomos para o chão, sobre umas almofadas. Deitei-me de lado e deixei-o que me comesse, agora, a minha ratinha. Deixei que fosse ele a comandar os movimentos. Antes que se viesse, pedi-lhe para se vir na minha boca. Adorei aquele leitinho salgado e deixei-o escorrer pelas minhas maminhas. Ele, depois, veio lambe-las também, qual gato insaciável.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:01
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Sexo no WC


Tudo aconteceu, na casa de banho de um restaurante onde costumo ir almoçar.
Eu trabalho em electricidade e estava a almoçar ao lado do dono do restaurante como de costume, quando a esposa do dono,uma bela moça de 34 anos com tudo no sitio como se costuma dizer, me veio pedir para ver um problema com a luz da casa de banho das senhoras, na qual eu me disponobilizei.
Então entrei na casa de banho juntamente com ela e subi a uma escada que ela já tinha preparado quando de repente senti uma mão passar pelo meu sexo, ficando logo com o pau teso. Como ela viu como ficou o meu pau, tratou logo de o tirar para fora enfiando-o logo na boca, fazendo um broche como nunca ninguem me tinha feito. Quando estava para me vir, desci a escada e então tirei-lhe as mamas para fora, para meu espanto era um valente par de mamas que me dispus logo a chupa-las. Com o tempo fui descaindo até começar a lamber-lhe o seu sexo rapadinho. De seguida sentei-me na sanita sentando-se ela no meu colo fodendo-a com muita viralidade até nós dois nos vir-mos como loucos.Quando pensei que já tinha feito o meu serviço eis então que ela se debruça no lavatório e me pediu que o enfiasse no anus. Fodia então até não poder mais e quando me estava para vir ela então pegou no meu pénis e enfiou-o na boca engolindo todo o meu semen.
Lavei-me e fui-me sentar novamente ao lado do marido.
Até hoje a lampada continua por acender, porque voltei a repetir várias vezes e ela pede-me para não reparar essa maravilhosa lampada
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:51
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A Minha Cunhada


Desde sempre que desejei a minha cunhada, embora adore a minha mulher, a minha cunhada sempre foi uma enorme tentação para mim, mas nunca tive coragem para avançar. Como ela sempre me pareceu muito timida, nem tinha tido namorados e sempre andava com amigas cheguei a pensar que era lésbica, o que só de imaginar de facto me excitava ainda mais. Tem 26 anos é professora, tem umas mamas e umas pernas fantásticas que me deixavam sempre com água na boca.
No verão passado como de costume fomos passar uma temporada de férias a casa dos meus sogros. Estavam aqueles dias quentes e ela estava mais apetitosa que nunca, tentando ser o mais discreto possível os meus olhos estavam sempre a observá-la, mas nunca pensei que chegaria a passar disso, de desejo apenas.
Até que um dia, logo de manhã decidiram todos fazer umas compras na cidade e ficar para almoçar, eu tinha decidido ficar. Quando sairam reparei que a minha cunhada também tinha decidido ficar. Estava um dia particularmente quente, ela trazia um calção justinho umas sandálias com fio até ao tornozelo e um top, eu sem ela se aperceber devorava-a com os olhos. Passado um pouco ela chama-me ao quarto para lhe explicar um questão no computador. Quando chego ao pé dela, olhou-me nos olhos e disse-me:
-Nestes dias tens estado a micar-me descaradamente.
Eu fiquei vermelho completamente embaraçado sem saber o que dizer e ela continuou:
-Isso é indecente, ainda por cima eu sou tua cunhada.
Eu balbucei alguma coisa do género, desculpa eu não... e ela continuou.
-Eu adoro que comas com os olhos mas agora, quero ouro tipo de desculpas...
- O quê, tu... caimos nos braços um do outro e beijeia-a intessamente.
Tinha já um tesão enorme, ela pegou-me no caralho e fez-me o melhor broche da minha vida...
Depois tirei-lhe os calções e as cuequinhas fio dental e saborei com a língua aquela deliciosa cona cada vez mais húmida. Depois passei-lhe a caralho nas mamas, antes de a penetrar, era demais nunca tinha tido tanto prazer assim, até que me vim dentro dela, os dois numa explosão de prazer!!!
Passamos o resto da manhã a fazer amor.
Os restos dessas férias como não tivemos hipóteses de estar juntos de novo os olhares passaram a pequenos jogos, toques e apalpões por baixo da mesa. Neste último ano mantemos relações sempre que podemos, como ela dá aulas fora daqui só raramente nos podemos encontrar. Em contrapartida as reuniões familiares são agora uma excitação.

Para ti cunhadinha, minha timida louca que sei que vais ler isto, espero no próximo mês saborear outra vez cada milimetro do teu corpo!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:49
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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Novas Experiençias


Um dia destes decidimos variar um pouco a nossa relação sexual. Até aqui vinhamos fazendo sexo sem tabús entre nós. Oral, anal, aquilo que é suposto os casais fazerem.
Já há muito tempo que sabia que ele gostava de sentir um dedo no anús e muito principalmente quando fazíamos o 69. Enchi-me de coragem e propus-lhe uma coisa diferente que ele aceitou embora ainda pusesse alguma resistência.
Fomos para a cama e como era normal, ele lambeu-me toda, chupou-me os mamilos, lambeu-me e chupou-me o clitóris, lambeu-me o anús e que delícia, meu Deus.
Depois, já muito excitada, também lambi aquele corpo másculo, mordisquei-lhe os mamilos, desci mais um pouco peguei naquele pau hirto e beijei-o, lambi-o todo antes de o enfiar na minha boca. Gosto de chupar, quando mais sinto ele ficar rijo mais vontade me dá de o chupar e quando o sinto a latejar por vezes torna-se difícil de resistir à tentação de o cupar até ao fim.
Depois, meigamente levei a que ele se voltasse de costas de maneira a que lhe pudesse dar uma massagem pelos ombros, pelas costas, para o aliviar do stress, para o descontrair. Naturalmente, massajei-lhe as nádegas também e inevitavelmente, mas sem qualquer intenção, um dedo deslizou para o botãozinho dele, acariciando e penetrando nele. Senti que ele estava a gostar mas para o excitar mais ainda resolvi lamber-lhe as costas. A minha lingua foi deslizando ao longo da coluna dele e de vez em quando sentia o corpo dele estremecer. E lá foi a lingua deslizando até às nádegas as quais passei a mordiscar. Não resisti à tentação de lhe lamber a "regueira" pondo a lingua a rodopiar naquele buraquinho bem bonito. Ele gemia de gozo. Estava mesmo adorando.
Perguntei-lhe o que é que ele achava da idéia de o penetrar: "Desde que não me magoes...". Fui buscar o dildo de cintura. Lubrifiquei-lhe o anus com o creme que habitualmente uso quando ele me penetra analmente. Coloquei o cinto e encostei a ponta do dildo ao botãozinho dele. Pressionei um pouco e entrou a ponta. "Gostas?". "Sim, podes meter mais um pouco". E fui entrando nele, cada vez mais. Ele gemendo e pedindo para lhe meter mais. Quando dei por mim estava "cavalgando" no rabinho delicioso dele como ele me cavalgava. Nunca me tinha dado conta de como seria tão excitante "comer" o rabinho de um homem. Até que ele se veio e de que maneira.
Ele adorou e quer mais. Eu também adorei e quero comê-lo mais vezes, só que da próxima não serei eu sózinha a comê-lo. A minha namorada, aliás, a nossa namorada também vai comê-lo. Eu como-o enquanto ele come ela e ela vai comê-lo enquanto ele me comer a mim.
Desculpem lá, mas só o facto de vos estar a contar a nossa relação, já me sinto húmida e com vontade de estar com ele e a nossa Sofia.
Beijos a todos e todas
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:00
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Iniciaçao Dominaçao


Existem festas que acabam bem, e outras que acabam ainda melhor.

Respondendo a anuncio de bdsm, pedia uma escrava ou alguem que se quisesse iniciar neste campo, uma pequena experiencia durante 1 fim de semana tudo pago no algarve.

Respondendo e logo em seguida troca de emails e troca de msn e numeros telefone.
Pelo telefone ja existia alguma dominação, ele telefonava a meio do dia so para dar instruções de como ela devia estar, que roupa interior deveria usar.

Um dia ordenou-lhe pelo telefone para ela no dia seguinte ir para a faculdade de mini saia e camisa branca transparente, sem collans e com meias de liga, ela achou tão exitante que aceitou, ele telefonou mais tarde para ela tirar as cuecas e o soutia, ela não queria ele disse que se ela não o fizesse ele deixava de lhe telefonar. Ela pensou como vai ele verificar e disse que sim. Nesse dia ele tinha vindo a lx então pediu-lhe para ela apanhar o comboio e vir ter com ele almada que para se conhecerem e para jantarem. Ficando preocupada pois não estava cumprindo o k ele pediu aproveitou foi ao wc da estação e tirou a cueca e o soutia, olhando-se ao espelho reparou que se via os seios, os seu coração acelarou mas nao desistiu.

No comboio todos olhavam para ela, mas o pior era um rapazito que estava a sua frente e não parava de olhar para os seios, ela então decidiu fazer pior e abriu as pernas mostrando-lhe a sua racha bem depilada para o rapaz corou e notou-se o alto nas suas calças.

Chegando a almada o seu agora não virtual dominador, apresentou-se e claro elogiou-a por estar sem soutia e pelo seu corpo lindo, nisto enquanto davam dois beijos de cumprimento ele meteu a mão debaixo da saia e verificou k estava sem cuecas, ela deu um grito e calou-se, pois não estava a espera ele elogiou a mais uma vez, ela ficou super exitada.

Conversaram e beberam um café, ele pediu-lhe as cuecas pois queria ter certeza k ela não voltava a vesti-las ate chegar casa.

No final deulhe uma coleira e disse-lhe que se queria passar um fds com ele tinha de a usar da proxima vez.

Finalmente chegou a desejada sexta-feira, ele telefonou-lhe e disse-lhe exactamente o k keria que ela leva-se vestido e com ela, um mini vestido ou uma mini saia e top, sem cueca ou mini fio dental, soutian, meias auto fixantes ou ligas, sandalias de salto alto, ou o calçado de salto mais alto k tivesse e claro a coleira, mala só de mão, e la dentro podia trazer os documentos, preservativos ou lubrificante mais nada. Pensou que loucura, é melhor não ir, mas ao mesmo tempo estou toda molhada e exitada, mas não vou ter roupa para mudar o melhor é não sujar o k levo.

Chegou ao ponto de encontro com ele, entrou no carro dele, mostrou-lhe a coleira, e nisto ele ao verificar a coleira meteu-lhe um cadeado, ela assustou-se ele disse-lhe que só o ia abrir no final. Verificou-a, como não o que tinha de salto muito alto era botas de cano alto pretas, mini saia preta, cinto de ligas e meias, uma mini cueca fio dental, top e soutian, dentro da mala dela, documentos e lubrificante e maquilhagem.

Muito bem, e deu-lhe um beijo.

Seguiram para o algarve, pelo caminho ele ia pedindo-lhe para ela mostrar os seios aos camionistas, ja quase a chegar, disse-lhe que ela ia fazer um test drive, pediu-lhe para abrir a mala que estava atras do banco, viu la dentro varias coisas, ele disse-lhe para ela tirar a bola e colocala na boca e atar, ela assim o fez, agora não conseguir fazer barulhos superiores a um humm, depois umas braçadeiras para os pulsos, ela colocou, estava super exitada com aquilo tudo, no final ele disse-lhe para ela verificar nele o seu tesão, ai ela ainda ficou mais exitada ao ver que o pau dele era enorme e grosso, começou a pensar como vai ser optimo ser comida por ele, nisto ele sai do autoestrada e entra numa estrada secundaria.

Parando o carro ele prende-lhe os pulsos ao pescoço, ela esta super exitada e ele apalpa-a toda. Nisto ela estando ja numa posição indefesa, para um camião a tras do carro dele, e ele mete-lhe uma trela e leva-a para dentro do camião ai começou a gesticular e a gemer de não, mas ele disse-lhe outra vez, test drive, entra dentro da galera do camião, e deixa la dentro.
Passados uns minutos o camionista toca a buzina e ele volta la para a ir buscar, o camionista dálhe 100euros e segue.

Ela esta suada e cansada, tem a cueca pendura numa das pernas, o soutia ficou no camião e os seios estão quase de fora, ela geme para ele a largar, nisto ele levanta-lhe a saia e verifica-a, bem atestada na rata com o esperma do camionista, ao tocar-lhe ela geme agora de prazer, - Es mesmo uma vaca tu gostas mesmo de fuder!!!, ela ao ser acareciada geme de prazer e o esperma do camionista começa a sair-lhe de dentro da rata.

Voltam pra o carro, mas agora ela não vai sentada, mas sim deitada na mala.

Chegam ao algarve e ela é tirada da mala banho de mangueira, ele despe-a, ficando só de botas meias e ligas, leva-a para dentro de casa, e dá-lhe a roupa daquela noite, disse-lhe que não quer ouvir nem um barulho da boca dela a não ser sim, caso contrario castigo e mostralhe um chicote.

Tira-lhe a mordaça e liberta-lhe as mãos, mas a coleira fica, ela agora veste um vestido feito de rede igual as meias de rede fina, viu-se ao espelho e via-se tudo, ele entrou no quarto e elogiou-a dando-lhe um beijo na boca, e claro, ordens de maqulhagem provocante.

Sairam para uma volta nos bares, ele disse-lhe que tinha de deixar que todos os quisessem tocavam-lhe para tudo o k ele manda-se ela execuava.

Chegaram a um bar e foram dançar os homens não a largavam , nisto ele ordenou-a para ir ao wc dos homens e ficar numa divisão mas sem trancar a porta, e com cuzinho virado para a porta e mãos na parede, e que deixasse ser comida por quem quisesse.

O seu coração acelarou outra vez, ganhou coragem e entrou dentro da casa de banho dos homens, todos olharam e a desejaram, ela entro dentro da divisoria fechou a porta mas nao a trancou virou-se para a parede, abriu as pernas e pos as mãos na parede, começou a ficar tão exitada que sentia a sua ratinha toda molhada que até pingava, entrou um homem la dentro, apalpou-lhe as mamas depois a barriga ancas e meteu um dentro da sua rata, deu-lhe um beijo na nuca, e penetrou-a, a sua exitação foi tanta que quase teve um orgasmo nesse momento, o homem ao final de minutos veio-se dentro dela, e foi-se embora, nisto entrou outro, e depois outro e todos se vieram dentro dela, ao final de alguns homens perdeu a conta neles e nos orgasmos, e nisto apareçeu o dono perguntou-lhe se estava satisfeita ela disse que sim, ele pegou num papel e limpou-lhe o esperma que estava de fora da rata, e vieram embora. A medida que estava a andar ia saindo de dentro dela esperma, ela disse-lhe que estava com esperma a sair, ele ordenou-lhe, tu és uma puta e as putas não limpam o esperma que sai, com a luz negra via-se na discoteca a cor verde azulada em riscos nas suas pernas até a sua rata, não parava de cair.

No bar ela pediu uma bebida e enquanto esperava abria mais as pernas e sentia o esperma a sair e a pingar no chão, quando olhou tinha uma pequena poça.

Sairam dali e foram para casa onde varias outras coisas se passaram.....

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:45
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Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Erotismo Na Praia


Olá!

Há já algum tempo que estava para aqui vir deixar duas experiências que tive. No início estive um pouco relutante mas, pelo que já li aqui neste Blog, as pessoas são sérias e merecem o benefício da dúvida. Pelo menos têm-se cingido ao assunto.
Há umas semanas entrei em contacto com um casal aqui do “burgo” para uns encontros softswing, já que a ideia me andava a matutar há algum tempo e me deixava deveras excitada.
Depois de vários e-mails, lá cheguei a acordo com um local para a minha experiência.
Foi numa praia da zona de Setúbal. O local foi bem escolhido, pois, embora, estivessem algumas pessoas, não havia enchente e podia-se estar à vontade.
Perto do local, reconheci-os porque me haviam deixado alguns sinais particulares. Nesse caso não foi difícil. Eu, embora tivesse dito que ia acompanhada, porque eles insistiram com só alinhavam com casais, apareci sozinha com os sinais particulares que tinha deixado para me identificarem.
Como eles já estavam na praia, coloquei-me de maneira em que eu visse e fosse vista. E instalei-me.
Verifiquei que ficaram um pouco confusos de inicio e sem saberem o que fazerem comigo. Vi logo, que teria de tomar a iniciativa.
Depois de as coisas acalmarem, deitei-me de modo em que as minhas partes íntimas ficavam viradas para eles. Assim fiquei um pouco, até que reparei que a parte masculina foi até perto da água. Nessa altura, comecei a bronzear-me mais um pouco e de maneira sensual. A senhora reparou em mim e, continuou a olhar-me furtivamente de vez em quando. Eu, por outro lado, começava a excitar-me seriamente. A situação estava a tornar-se deveras surpreendente e agradável. Não sendo eu bi, e do outro lado também não, como soube anteriormente, estava a surpreender-me pela positiva.
Parei! Daí a pouco, o companheiro da minha amiga, chegou junto dela. Apercebi-me que ela lhe disse alguma coisa e, ao que ele, olhou na minha direcção.
Daí a pouco, ele estava sentado sobre as pernas delas a massajar-lhe as costas com bronzeador (pensei eu). Ele ia-lhe acariciando as costas e nádegas. De vez e quando, passava-lhe as mãos pelas partes intimas. Não passou muito tempo e vi que ele ajeitava o seu pénis e o encaixava entre as nádegas.
Eu, de pernas abertas, ia-me acariciando. Já estava em brasa e a minha gatinha estava toda suculenta. Estava, pela primeira vez a ter a minha experiência soft e estava maravilhada. A minha fantasia estava a realizar-se.
Eles também deviam estar a gostar. Ele continuava sentado e a balançar-se. Não sei se estavam a consumar o acto ou se estavam a roçar-se. Seja como for, estavam a partilhar esse momento comigo. Seja como for eu vim-me e saboreei esse momento como nunca.
Do outro lado ainda durou mais um pouco até que ele ficou debruçado sobre ela, beijando-a. Nessa altura é que desejei que o meu companheiro também tivesse ido.
Depois desse encontro, marcámos um outro numa praia ao sul do distrito de Setúbal. Não vou dizer qual é para que não vire moda e perca o interesse.
Dessa vez já levei o meu companheiro.
O casal já lá estava. São pontuais pois chegámos mais ao menos à hora combinada.
Essa praia ainda é mais deserta e, no local aonde ficámos só lá estavam eles e outro casal.
Eles tinham um pára-vento, pelo que tivemos de ficar do lado exposto. Eles devem ter pensado nisso, pois, aonde estavam, permitiam que fossem vistos quem estava desse lado. Ficámos um pouco recuados para termos uma visão diagonal. Montámos o nosso toldo e assentámos arraial. Tínhamos um pano grande que nos permitia rebolar à vontade.
Eles não esperaram muito. Como já tinham ganho confiança, passaram logo ás carícias.
Enquanto o meu companheiro de bronzeava e acariciava, via-os a fazer o mesmo. Ela estava a masturbá-lo e ele estava passivo. Para meu espanto, talvez pela espontaneidade e entrega, ela começou a fazer-lhe o felacio. Toda eu tremi por aquela visão. O meu companheiro sentindo-o, pediu-me para eu lhe fazer o mesmo. Eu anui sem pestanejar. Como gostei de o fazer e mostrar para os nossos amigos.
Daí a pouco, do outro lado, era ele que, nos meios das pernas delas, lhe fazia o cuninlingus. E a gente ia repetindo com eles.
No meio disto tudo, havia o outro casal que também estavam a fazer carícias um ao outro. Eles estavam um pouco longe mas dava para perceber o que estavam a fazer. Eles não viam os nossos amigos directos por causa do pára-vento.
Bem, eu e o meu companheiro estávamos excitadíssimos. Eu deitei-me de lado e ele encostou-se a mim por detrás e introduziu o seu brinquedo na minha ratinha mais do que húmida. Foi um delírio. Nunca me tinha vindo tão depressa e com tanta intensidade.
Deixámo-nos ficar assim, enquanto os nossos amigos continuavam com a brincadeira.
Agora, ele estava deitado de costas e ela, de cócoras (porque eu não me lembrei disso?), estava com ele todo enterrado. Via-se que se ia balançando e estava a impor o ritmo. Ela ia olhando para o nosso lado com movimentos ligeiros de cabeça. Nós estávamos encostados um ao outro e, nessa altura, já o meu companheiro me masturbava. E assim continuamos.
Do outro lado, ela deu-se por vencida! Endireitou-se para logo de seguida se debruçar sobre ele. E assim ficaram.
Quanto a nós, eu vim-me novamente.
Nós fomos depois até à água e eles também. Não nos cruzámos e voltámos para os nossos lugares.
Ainda tentamos mais tarde mas não aconteceu nada. Entretanto tinha chegado mais um casal e, depois, um daqueles mirones irritantes que estragou o resto do dia.
E assim foram os meus primeiros encontros voyeuristas/exibicionista. Adorei e o meu companheiro também e esperamos repetir novamente.
Quando as pessoas são honestas e sérias e sabem o que querem as fantasias sexuais podem-se tornar realidade. Nós, as mulheres, não podemos deixar-nos levar por tabus ancestrais. Já é altura de passar sobre eles e, também, sonhar e saborear com a nossa sexualidade.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:42
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

A filha Da Vizinha



Olá a todos.

Vivo num 1º andar e tenho no 2º andar uma vizinha que é enfermeira e mãe solteira.
A filhinha dela é uma menina de 18, quase a fazer 19 anos este ano, mas é muito bonita, e com um corpinho de levar qualquer um ao céu. Mas eu nunca me tinha verdadeiramente apercebido de que aquela menina que já conheço desde os 6 anos, já está uma verdadeira mulher. 1,65m, 45kgs, cabelo comprido castanho e uns lábios e olhos muito bonitos. Passo a chamá-la de Paula.
Aconteceu que sua mão nas férias de verão lhe ofereceu um computador, como prémio das boas notas que teve no Colégio, e sabendo a mãe dela que eu sou Engenheiro de Sistemas, logo tratou de me pedir para instalar vários programas no computador e a Internet. E ficou a funcionar bem.
Devido á inexperiência e poucos conhecimentos da menina, avariou uma série de programas e o windows teria que ser completamente instalado. Sou mãe veio pedir-me para eu lhe instalar tudo de novo. Disse-lhe que durante a semana iria ser difícil, mas que contasse comigo no fim-de-semana. E assim foi.
No sábado depois de almoço lá fui ao apartamento dela. Toquei á porta e foi a menina que me atendeu, vestida com uma t-shirt que lhe dava quase até aos joelhos, dando para perceber que não estava usando soutiã, mas não interessava já que seus peitos são duros, e se notava uma cuequinha muito pequena.
Perguntei por sua mãe e ela me disse que tinha ido para o hospital, já que entrava de serviço o meio dia.
Disse-lhe então que voltaria mais tarde, já que sua mamã não estava.
Aí ela me disse se eu tinha medo de estar sozinho com ela, mas que ela não tinha medo nenhum de estar só comigo (e deu um sorriso malandro). Disse: então tudo bem. Vamos lá ver o computador.
Fomos para o escritório e comecei por formatar o disco (como vocês sabem demora) e ela se sentou mesmo a meu lado e encostadinha a mim. Dava para sentir o calor de sua perna encostada á minha, já que eu estava de bermuda. Começou meu pau a subir.
Via as coxas da Paula, quase se vendo a cueca. Quando colocava uma questão, inclinava-se para a frente e roçava o seu peito no meu braço, e notei que já estava com os bicos durinhos, ou seja excitada. Comecei então a instalar o Windows.
E continuou naquele roço levezinho. Já eu estava excitadissímo e colocava a mão sobre o meu pau para ela não notar muito.
Aí falei para ela: Isto avariou porque andas sempre a teclar com os namoradinhos e depois dá nestes problemas.
Me respondeu dizendo: Namoradinhos não, Deus me livre, ainda se algum fosse como o vizinho valia a pena. Os novos não sabem namorar nem muito menos fazer amor.
Perguntei-lhe como ela podia dizer isso sem nunca ter experimentado (pensando eu que já não era virgem).
Disse-me que ainda era virgem em todo o seu corpo e que só perderia a virgindade com um homem de verdade e sem qualquer compromisso.
Eu adivinhando no que iria acabar esta conversa, arranjei uma desculpa, dizendo que me faltava um cd-rom e fui a casa buscar uma pomada analgésica. E voltei para lá.
Aí ela estava sentada na cadeira que eu estava ocupando antes e perguntei-lhe onde me sentava. Ela levantou-se e colocou-se encostada a mim em pé. Disse para se sentar (sem ter reparado que o banco onde ela estava antes tinha desaparecido) e ela respondeu dizendo que só se fosse no meu colo, já que não tinha banco. E eu disse para se sentar de lado para que eu pudesse mexer no teclado e rato.
Fiquei com o pau em brasa e ela dando conta disso, começou a mexer a perna e pedi-lhe para ficar quieta já que me estava a excitar e provocar.
Nem respondeu, agarrou-se ao meu pescoço e deu-me um beijo nos lábios. Afastei-a, dizendo que não podíamos fazer isso, já que sou casado, e aí ela voltou a me agarrar e, aí sim não resisti, demos um beijo na boca bem gostoso e demorado.
Meti a mão pela t-shirt e comecei a apalpar suas maminhas durinhas e beijando os biquinhos. Comecei a meter a mão por dentro das suas cuecas e logo notei que a safada estava toda molhada. Levei-a ao colo para a sua cama. Deitei-a e comecei a beijar-lhe o corpo e metendo a língua naquela gruta ainda por explorar. Ela gemia muito. Comecei a meter um dedo na coninha dela e outro no cuzinho ainda mais apertado.
Tentei meter dois na coninha e ela não aguentava. Daí tirei o meu pau para fora e ela começou a mamar, ainda que inexperiente. Demorou 5m e enchi toda a sua boca de leite o qual ela bebeu quase todo.
Coloquei ela em posição de frango e comecei a esfregar meu pau no seu clitóris e ela pediu para meter devagar. Assim fiz, tentei meter devagar mas a Paula não aguentava; coloquei então o creme analgésico, demos mais uns beijos, para o creme começar a fazer efeito. Pedi para ela ir buscar uma toalha de banho vermelha, já que iríamos sujar a cama. Então me deitei e ela veio por cima e começou a meter devagarinho, até que entrou tudo e eu sentia o sangue e leite dela escorrer pelas minhas bolas. Ela chora e dava gritinhos de prazer. Deitei-a e fui por cima e meti tudo de uma vez, já não doía muito a ela. Até que nos viemos ao mesmo tempo. Que loucura. Foi então a vez de arrombar o cabaçinho no seu cú. Não foi muito difícil para ela por causa do creme, mas meti lentamente e ela gozava feita burra. Coloquei-a em posição de quatro e comecei a meter alternadamente na cona e no cú. Passado 15 minutos me vim dentro de seu cú. Que delícia.
Fomo-nos lavar e claro que trepamos outra vez na banheira.
Agora todas as semanas o computador tem uma avaria e sempre quando sua mãe, muito gostosa também, está de serviço.

SUPRESA FINAL:
Conforme prometi a uma amiga brasileira (Márcia – um beijo desde Portugal) este relato está a ser escrito por mim e pela Paula, com ela sentada no meu colo e meu pau metido na sua xoxota. Estamos fazendo amor tântrico, mas não estamos aguentando mais.
Se alguma menina dos 18 aos ....., ainda virgem (de Portugal, claro) quiser perder o cabaçinho como aqui a Paula, envie contacto para meu mail:

empresarioporto@msn.com

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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Viagem a Amestardão


Havia bastante tempo que eu e a minha namorada falavamos acerca de algo mais "quente" na nossa relação...como um terceiro elemento, eibicionismo...
Estavamos em Novembro e estava no auge as viagens low cost das companhias de aviação.
É assim que a minha namorada decide ir passar o fim de semana a amesterdão.
Como eu tenho medo de andar de avião ela decide ir junta com um casal amigo, e em abono da verdade bastante dado a "diabruras".
Uma semana antes de ela partir chateamo-nos e como tal rompemos a comunicação.
Chega sexta feira e lá partem eles para amesterdão...
Regressam no domingo...e eu sem fazer a minima de como as coisas correram.
Até que terça feira ela me liga e me pergunta se não tinha interesse em saber como tinha corrido a viagem?!Notei logo que havia qualquer coisa estranha na mensagem...
Até que ela me diz que tem algo para contar acerca da viagem a amesterdão!
Fiquei louco de curiosidade, decidindo encontrar-me com ela na quarta feira á noite, com uma unica certeza ela tinha algo "quente" para me contar...segundo palavras suas.
Quando nos encontramos num café do centro do Porto, logo ela estava com um ar de menina mal comportada com vergonha do comportamento.
é então que num misto de vergonha e ousadia e depois de dois dedos de conversa ela passa a relatar o que me levava aquele cafe:
"Miguel lembras-te de falarmos varias vezes acerca de fazermos algo quente...pois eu nesta viagem fiz!
Mas tens que me prometer que não ficas chateado comigo.
Vou-te contar no dia a seguir a termos chegado a amesterdão decidimos ir sair á noite...como o Zé e a Maria são muito perversos, decidimos que tanto eu como ela iriamos sair muito provocantes e metermo-nos com muita gente já que ninguem nos conhecia.
Fomos então as duas de mini saia, sem cuequinhas e de top sem soutien e claro de gabardine pois estava um frio de morrer.
Depois de jantarmos num restaurante de comida italiana e já acesas pelo vinho, decidimos percorrer os famosos bares de amesterdão...
onde nos mete-mos com varios homens sem que nada de extraordinario tenha acontecido, a não ser aqueles mais atrevidos que se agarravam a nos de forma menos propria e nos conseguiam sentir as formas do peito (que se diga são bastante volumosas nos dois casos)...
Depois de passarmos a noite toda neste jogo de sedução, chegamos ao hotel cheios de tesão...mas com um problema, a Maria tinha o Zé para se entreter e eu não tinha ninguem.
Como tinha confiança com eles, ao sair do taxi barafustei com essa situação, visto que eles tavam fartos de se "comer".
Ao que eles responderam de forma natural que fosse até ao quarto deles.
Lá fomos nos para o quarto e enquanto conversavamos, eles não se paravam de comer, facto que me levou a querer retirar-me...
Foi ai que eles me disseram para me juntar a eles...o que criou em mim um grande calafrio, não só pela situação em si, mas também pelo facto de ele ser um pouco gordo e não ser muito o meu genero.
Mas num misto de raiva por estar chateada, de excitação e de alcool a mais decidi alinhar.
Sentamo-nos cada uma de um lado do sofá a beijar o zé alternadamente, ao mesmo tempo que ele nos acariciava e chupava os peitos...
Não demorou muito á namorada dele lhe fazer um broche, enquanto eu empinei a minha ratinha em cima do sofá para ele me lamber...
Estivemos assim uns bons minutos, até que a maria lhe disse para me penetrar...fomos para a cama e logo ele me penetrou com um ar perverso, enquanto mandou a namorada me beijar as mamas...nunca tinha estado em contacto com outra mulher, o que fez com que de inicio não quisesse...mas rapidamente me deixei levar pelas suas caricias, chegando mesmo nós a trocar quentes linguados.
Foi a vez de trocarmos e foi ai que também pus os meus desejos a funcionar...pois enquanto eles se fodiam, eu penetrava o rabo do Zé com dois dedos, o que me estava a por louca...
Decidimos trocar outra vez, mas a ecitação estava-me a levar a loucura...então pedi á maria para me enfiar dois dedos no rabo, ao zé para me acariciar os peitos, o que ele fez juntamente com a namorada e masturbei-me...foi ai que me vim...duma forma jamais sentida, quase em simultaneo com o Zé que se veio sobre a minha barriga.
Fui me lavar e sentei-me no sofá a fumar um cigarro, enquanto eles retemperavam forças, pois Maria ainda não se tinha vindo...
Nessa noite ainda me voltei a masturbar, mas desta vez sozinha."
Depois de me contar isto eu fiquei em estado de choque chateado pelo comportamento, mas ao mesmo tempo excitado...so sei que nessa noite dormimos fora e tivemos alta noite.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:08
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Sou Corno e Gosto


Olá, o meu nome é Alexandre, tenho 1.83m, olhos e cabelo castanho. Estou casado há 11 anos com a Margarida que tem 1.68m olhos e cabelos castanhos.
A nossa relação é bastante boa tanto a nível pessoal como e nível sexual. Como todos os casais também temos fantasias, e depois de muito tempo consegui descobrir algumas da Margarida , entre elas há uma que eu pessoalmente gostava de pôr em prática... ela gostava de foder com outro homem comigo a assistir sem lhe poder tocar , só assistir mesmo.
Sempre foi difícil de pôr essa situação em prática porque temos 3 filhos e quem tem filhos pequenos sabe o quão difícil é de ter tempo só para nós conversarmos quanto mais para foder fora de casa.
Um dia conseguimos esse abençoado tempo porque fomos a um jantar da empresa onde sou engenheiro e os meninos ficaram em casa da minha sogra por essa noite.
Nesse dia combinamos que depois do trabalho a Margarida iria ter comigo á empresa e iríamos depois então para o jantar. Por azar nesse dia tive que sair para uma situação normal de uma avaria mas não contava que demorasse tanto tempo como demorou. Telefonei para ela diversas vezes mas nunca consegui falar, então pedi a um colega meu para que esperasse por ela e a levasse para o restaurante que eu iria lá ter depois de acabada a obra. Quando lá cheguei o jantar já tinha sido servido e a Margarida estava linda com um vestido curto preto sem costas, numa enorme cavaqueira com o Paulo, o meu colega que é um pouco mais baixo que eu e menos entroncado também. Juntei-me a eles e o resto do jantar foi passado com enorme alegria. No fim depois de todos os pratos serviram café e digestivos, onde estranhei a Margarida que bebia vários cálices de licor, coisa que era raro, muito raro ela fazer em tantos anos que nos conhecíamos .
No fim do jantar e dos discursos da praxe o Paulo sugeriu irmos a um bar em Santos, que nós aceitamos logo, há tantos anos que não tínhamos tempo para ir a um bar ou até mesmo ao cinema.
Chegados lá ao dito bar, achei aquilo um bocado estranho, porteiro, ambiente escuro, filmes eróticos numa televisão de écran panorâmico, etc. fiz sinal á Margarida ao que ela riu-se e disse: espera que isto é interessante. Bem aquilo para mim já era o álcool a falar por ela mas deixei-me ir na onda.
Passa do pouco tempo o Paulo levanta-se e faz um sinal á Margarida, e entra numa porta ao fundo da sala meia tapada por uma cortina de veludo grosso. Não demorou um minuto e a Margarida levanta-se também agarra-me na mão, puxa-me com um sorriso na cara e vamos direitos á tal porta. Entramos numa sala ainda mais na penumbra onde dava para ver um pequeno balcão a um canto uma espécie de palco talvez com meio metro de altura todo coberto de colchões com uma capa em cetim, alguns bancos baixos e toda espelhada no tecto. A Margarida larga-me a mão e vai directa ao Paulo que estava na borda de um dos colchões num canto senta-se e começa a falar com ele num ar cúmplice , aproximei-me deles e ela diz-me: Posso realizar hoje a minha fantasia? Merda desta eu não estava á espera e devo ter feito uma cara estranha porque ela disse logo de repente: Desculpa, devia ter-te dito logo o que se possou de tarde ( essa história fica para uma outra oportunidade ). Mas lá consegui articular umas palavras em surdina: Se é o que tu queres tens todo o meu apoio, e é já hoje!... Afastei-me para o lado e sentei-me num banco olhando para eles já com uma enorme tesão a crescer dentro das calças, vendo aquele quadro da minha mulher a encornar-me á minha frente com um prazer estampado no rosto.
O Paulo começou a lamber-lhe as orelhas enquanto a Margarida apalpava o margalho por cima das calças, beijaram-se apaixonadamente, ele tirou-lhe as alças do vestido e puxou devagar para baixo sem nunca largar a boca dela, ora enrolando a língua na dele ora chupando até que ela já com as mamas de fora com os bicos muito rijos e erectos o largou e encaminhou a boca dele para lhe chupar os mamilos, coisa que eu sei que ela gosta e a deixa com a cona completamente húmida e latejante pedindo que seja penetrada. Ela olhava para mim e piscava-me olho e ainda consegui ler nos lábios dela a chamar-me: Corno, cabrão, estou a ser comida e tu ai a ver.... bate uma punheta enquanto ele me come a rata...
Ele entretanto endireitou-se e ela não perdeu tempo abriu a braguilha e tirou o já mais que rijo caralhão dele para fora e começa um estrondoso broche, primeiro com a língua na cabeça rósea, depois pelo corpo abaixo até ao colhões, chupando e mordendo como só ela sabe fazer, o que deixa qualquer um que goste que lhe façam um broche louco de prazer. Quando o Paulo achou que estava quase a vir-se recuou um bocado e agarrando-lhe pelos ombros indicou-lhe o colchão, que ela subiu e de gatas com as mãos arreganhou as bordas do Cu dando uma vista maravilhosa da cona e do buraco do Cu , negro e enrugado, local de prazer que eu tanto adoro. O Paulo colocou uma camisinha no pau que estava em riste qual míssil pronto para o lançamento e aproximou-se dela com cuidado e enterrou primeiro a cabeça grossa na racha depois de uma só vez enterrou até ao colhões o que fez com que a Margarida desse um grito languido do prazer que estava a ter, não só de estar a ser fodida com um pau alheio como também de eu estar a ver e a bater uma punheta sem lhe poder tocar. Oh , caralho como eu estava cheio de tesão esfregava o meu pau com tanto vigor que quase arrancava a pele tal não era o gozo que estava a ter.
A foda estava a ser tão boa que os sucos vaginais da Margarida escorriam pelas pernas dela abaixo tal como uma cascata e teimavam em não parar, indo direitinhos ao lençol de cetim. Depois de muito bombar na pachacha, e de apalpar as mamas, tirou da gruta do prazer e pôs um bom bocado de gel no pau e apontou ao buraco negro, ai quase que saltei para a frente para impedir mas como tinha prometido não interromper, contive-me e assisti a uma foda no Cu dela que comigo ainda só uma vez tive o prazer de fazer... A Margarida gritava num misto de prazer e dor enquanto o Paulo rasgava o anel do Cu todo com dotes de masoquismo. Olhei á volta para ver o que acontecia na sala com tanto barulho e qual não é o meu espanto que quase todos os homens presentes estavam a bater uma punheta a ver aquela cena de sexo com a minha mulher.
Pouco tempo depois o Paulo esporrou-se dentro do Cu dela e ficou exausto, caindo para o lado. Aproximei-me da Margarida dei-lhe um beijo na boca que ela correspondeu e disse: Não fiquei satisfeita, quero mais . Olhei para o lado e estava um homem a fazer sinal, aproximou-se e perguntou se também podia experimentar os buracos dela, fiz um sinal de interrogação para a Margarida, mas que não deu tempo de nada, ela levantou-se , encaminhou-se para o homem baixou-lhe as calças começou a fazer outro monumental broche .
Aquilo durou até de manhã, ora um ora outro e ela aviou 7 machos até que já não podia mais com a cona quase em ferida de tanta fricção de caralhos na cona e alguns no Cu, e eu já não tinha mais esporra nos colhões de tanta vez que me vim.
Foi assim que concretizámos uma fantasia da Margarida.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:04
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Noite Branca


Londres, Hotel na zona de Queens Gardens, final de Maio de 2005. Numa escala entre Lisboa e Auckland tive de pernoitar em Londres num hotel de charme numa das zonas mais interessantes da capital inglesa. Cheguei ao final da tarde e dirigi-me ao Hotel onde fui atendido por uma simpática recepcionista trajada de negro que me fez o check-in. Quarto bonito, cama de casal e um estilo clean vanguardista...enfim algo kitsch mas simpático. Jantei na zona de Chelsea e quando voltei pelas 22h havia um numeroso e ruidoso grupo de ingleses no bar do hotel já com muitos copos e garrafas em cima da mesa. Seriam uns 15, com igual número de mulheres e homens. Quando ia a passar por eles dirigindo-me ao elevador, um deles acena-me e chama-me para me juntar a eles pois estavam a comemorar o aniversário do director do Hotel ! Aceitei o convite e constatei nas conversas que o grupo era predominantemente composto por gente ligada à arquitectura, teatro e outras áreas artísticas. Lá pela meia noite já alguns pares tinham desaparecido elevador acima e outros saído do Hotel quando uma das mulheres do grupo insistia em conversar comigo, já com a voz meio arrastada de tanto gin. Boazona, cara austera mas agradável, acima de 170cm, morena, cabelo preto corvo longo, magra, com um peito pequeno empinado e umas pernas absolutamente divinas realçadas por uma mini saia preta. Ou seja um conjunto muito, mas muito apetecível. Estava um bocado encavacado porque era evidente o desembaraço com que ela me ia tocando na cara, pernas, cabelo enquanto conversava com uma voz algo rouca e grave. eu estava a começar a acelerar e ia-me chegando a ela e só pensava a sorte que me estava prestes a sair pois nunca me tinha acontecido nada daquilo. Os outros que ainda restavam deviam estar a divertir-se com a cena porque não paravam de olhar para nós e riam a bom rir, pensando eu que devido ao meu embaraço bem visível. Nisto, ela resolve atacar e pergunta-me se a convidava para beber mais um copo no meu quarto em tranquilidade pois já não aguentava o barulho e o riso dos outros. Ao dizer isto colou a boca ao meu ouvido o que deixou completamente teso...
Perdi a timidez e subimos ao meu quarto. No elevador ainda nos aguentamos, mas mal chegamos ao quarto ela encosta-me a uma parede esmagando-me com o seu corpo e literalmente enfia a língua na minha boca num linguado selvagem. Fiquei em brasa e apalpei-lhe o corpo todo dedicando especial atenção às pernas e rabo bem rijo e redondo. Depois de tirarmos o pó às paredes passamos à cama. Ela pede-me para me deitar de costas e salta para cima de mim ficando sentada bem em cima do meu pau que já estava bem teso debaixo das calças. Despe-se da cintura para cima levando-me a mão a tocar-lhe nas pequenas mamas bem duras e empinadas, soltando gemidos. Eu com a outra mão vou querendo despi-la mas ela não deixa...e acaba por ser ela a puxar-me as calças com tanta força que as cuecas sairam junto, deixando à vista um pau bem duro e a latejar. Ela não se faz de modas e depois de tirar as medidas com a mão num vaivém vigoroso, baixa a cabeça e abocanha-me com os longos cabelos pretos a caírem no meu peito. Durante uns 10 minutos faz-me um broche delicioso, parando sempre que pressente que eu vou disparar leite, recomeçando devagar para daí um bocado novamente acelerar.
Não aguento a tortura e dou uma de valente pegando nela e virando-a deitando-a de costas na cama à minha mercê. Não perco tempo a acariciá-la e deito a mão à saia puxando-a para baixo deixando-a em cuecas de renda preta. Com a tusa que estava vou-lhe às cuecas com a intenção de tirá-las e é nesse momento que ela pede para parar e com a mão trava a minha mão. Olha-me muito séria e diz-me se já tinha percebido...e eu sem perceber patavina com o pau bem empinado pronto a comê-la. Ela percebe que eu não tava a apanhar nada do que ela dizia e nisto diz-me que ela própria tiraria as cuecas. Porém, antes disse-me que tinha gostado de mim logo que me tinha visto e ficado com um desejo louco de sexo. Pediu desculpa e que entendesse esse descontrolo de desejo que a tinha levado a não revelar nada. Eu cada vez mais a leste e nas calmas ela tira as cuecas e revela-me o impensável...uma pintelheira impecavelmente tratada mas em vez de uma risca ao meio deparo-me com um filete de carne muito enroladinho para trás...perdi completamente a tusa e devo ter feito uma cara tal que ela ficou muito aflita e disse que se ia embora e novamente a pedir desculpa...Fiquei pasmo e levei um tempão a recompor-me pois não queria acreditar que tivesse sido tão bem enganado...ao fim de algum tempo de impasse, damos pelos dois a fumar e a olhar um para o outro completamente nús e sem dizer palavra. Nisto ela/ele diz se alguma vez me tinha passado pela cabeça comer um transexual. Eu já tinha passeado umas vezes pelo Conde Redondo à noite e reparado nalguns com curvas absolutamente femininas e fabulosas, mas daí até papar um...farta de conversa a Gwendi (nome de guerra) pergunta-me se me podia testar e tentar dar-me prazer até porque já tinha percebido que eu tinha adorado o broche. Enquanto falava via-lhe uma pila a sair do esconderijo e a desenrolar-se bem à minha frente. E dei por mim a não tirar os olhos daquele pedaço de carne. Sem tempo para mais nada a Gwendi deita-se de frente em cima de mim e começa-me a beijar os mamilos enquanto lhe sentia o pau encostado à minha perna. Por uma fracção de segundos pensei afastá-la e mandá-la embora mas para meu espanto eu estava a ficar com uma erecção absolutamente anormal. Não consegui resisir mais...fez-me mais um broche espantoso e antes de me vir apertou-me a base do pau para reter tudo meteu-me um preservativo e despejou-lhe uma boa quantidade de gel que trazia na carteira. Despejou o resto no cú dela deitou-se de costas, abriu bem as pernas e disse-me 'fuck me'...apontei-lhe os meus 18 cm ao olho do cú e nunca senti tamanha facilidade a entrar num rabinho...era fundo, bem fundo...bombei, bombei, ela batia uma punheta a ela própria e eu estava a alucinar de tesão porque tudo aquilo me parecia um filme. Comi-a de frente, de trás à canzana com ela a berrar de prazer, deitados de lado, até que não aguentei mais e vim-me brutalmente dentro dela...estava a suar por todo o lado e tinha-lhe despejado uma quantidade impressionante de leite que encheu o preservativo. Olhei para ela deitada de lado e não pude deixar de constatar a beleza daquelas pernas e cú e dos cabelos de cortar a respiração. Ela vê-me em contemplação e diz-me que ainda não se tinha vindo. Eu já nem me lembrava até porque em nenhum momento lhe toquei no pau dela que tinha uns 13-14 cm mas era relativamente grosso e tinha estado sempre teso. Mal acaba de dizer isto começa a masturbar-se olhando-me muito fixamente e fechando e abrindo os olhos enquanto suspira. eu observava sem qualquer reacção e ela pegando-me na mão leva-me até à base do seu pau que pude constatar estava bem duro e a latejar. Meio desajeitado pois era a minha estreia vou ajudando-a a bater a punheta ao mesmo tempo que lhe começo a chupar os mamilos bem tesos também. Já bem acelerada ela pergunta-me se gostava de ser penetrado por ela ao que respondi nem pensar que estava doida pois era e queria continuar a ser virgem. Ela entristecida atira-me que me tinha dado todo o prazer que eu queria e que agora negava o prazer dela propondo-me em alternativa que eu lhe fizesse um broche. Neguei-me pois na verdad não me sentia preparado para aquilo. Ao que ela diz que gostava de se vir nas minhas costas nem que fosse sentada nas minhas nádegas enquanto batia a punheta. Consenti pois pareceu-me justo e assim fez. Não esperava que a Gwendi batesse a punheta e intervalasse com movimentos do pau nas minhas nádegas, deitando-se por vezes nas minhas costas para que eu pudesse sentir as suas mamas nas minhas costas deixando-me outra vez bem teso. Ela foi baixando as carícias com a cabeça do pau e já andava a rondar o meu rego para cima e para baixo deixando-me louco de tusa. Deitou-se novamente por cima de mim snetindo o pau e mamas dela bem duros e sussurou-me ao ouvido se me podia enfiar um dedo com o gel porque a excitava e ela estava quase a vir-se. Disse que sim pois também eu já estava a querer bater uma punheta de tão teso que estava e um dedo no cú zlgumas namoradas já me tinham enfiado. Despejou-me gel no cú e meteu lá dentro o indicador que desceu com toda a facilidade embora me tivesse doído logo à entrada. Foi fazendo um vai vem e eu já não aguentava, arqueei-me e comecei a bater uma punheta no meu pau. Pela minha cabeça já passava tudo e secretamente já pensava que se ela insistisse novamente em comer-me eu já não ia dizer que não mas também não seria eu a propor-lhe. Nisto sinto mais um dedo a entrar pelo meu cú acima a abrir-me e a doer-me à entrada mas uma vez lá dentro era puro gozo. Agora era eu que arfava. Ela percebe e tira-me os dois dedos, faz um compasso de espera ouço um ruído seco de algo a rasgar e passado um pouco sinto o que até aí tinha negado em toda a minha vida. Um bom pau a bater-me à porta do cú. Ela com jeitinho roça a cabeça cheia de gel com o preservativo posto e vai abrindo bem devagarinho. Não perguntou nada e eu também nada disse. Era pura tesão o que estava a viver. Finalmente uma dor aguda e logo depois um deslizar fácil pelo cú abaixo e aí está: um rolo de carne bem alojado no fundo do meu cú. Mal senti os colhões dela a baterem-me nas nádegas acabou-se a minha punheta pois vim-me ruidosamente nos lençóis tal o gozo que aquilo me estava a dar. A Gwendi começa com um vaivém lento e progressivo até acelerar e em menos de um minutodá um grito e eu sinto o preservativo a projectar-se para a frente e a encher-se de leite. Eram 4 da manhã...a Gwendi foi lavar-se na casa de banho e desapareceu porta fora deixando-me um beijo na face e uma frase: Thank You Darling, Great Fuck ! Fui para o banho, todo dorido, a chorar de raiva por me sentir completamente alterado e enrabado mas depois dessa reacção inicial, acabei por me deleitar com as imagens que perduravam na minha cabeça de uma experiencia extraordinaria com uma bela mulher com um extra que me deixou doido de tesão. Não mais repeti mas guardo uma recordação fabulosa daquela passagem por Londres.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:46
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Domingo, 25 de Maio de 2008

Minhas Experiencias Sexuais


Para além das normais punhetas, os meus primeiros contactos sexuais, aconteceram quando tinha 13 anos. Existia um homossexual na cidade, conhecido pelo rasteirinho, com quem a malta da minha idade se iniciava nos prazeres do sexo. Lembro-me dele como um homem que deveria ter 50 anos, meigo, cuidadoso com a sua higiene e um pouco efeminado. Ele adorava ser penetrado mas nunca consegui que me chupasse. Tudo acontecia numa zona arborizada para onde se deslocava e nos encontrávamos. Quando eu chegava, ele estendia um pequeno pano no chão, desapertava rapidamente as suas e as minhas calças, agarrava-me carinhosamente na picha com uma mão, nos colhões com a outra e masturbava-me lentamente durante breves instantes. Depois, ajoelhava-se e com os dedos colocava saliva no seu buraco do cu e na minha picha, conduzindo-a até a encostar bem no meio do seu buraquinho negro. Pressionando lenta mas progressivamente as suas ancas para trás, dava-me um grande gozo ver e sentir o caralho a abrir espaço para entrar, até que todo o membro se encaixava dentro dele. O Rasteirinho, movimentando-se para a frente e para trás, ajudava a penetração, e gemia dizendo que estava a ser uma grande foda, que belo caralho, mete todo, etc. Ensinou-me a prolongar o prazer, aconselhando-me a parar, quando sentisse que estava prestes a vir-me. Nessas alturas ficava imóvel esperando que lhe dissesse para continuar. Recomeçávamos com movimentos vigorosos, incentivado por ele, e gemendo lá lhe ia dizendo que me estava quase a vir. Acelerava os seus movimentos de ancas, procurando que o penetrasse o mais fundo possível, gritando para me esporrar, para me vir, para lhe dar os meus leitinhos todos, o que acabava rapidamente por acontecer bem no fundo daquele maravilhoso buraco. Limpava-me sempre com um pano que trazia para o efeito, para de seguida proceder á sua própria higiene. Um dia, quando me estava quase a vir, estendi uma das mãos e agarrei-lhe a picha. Não estava muito tesa, mas pude sentir o leite que escorria dela. Foi uma sensação agradável. Estive com ele várias vezes, sempre da mesma forma, sem quaisquer variantes, salvo uma ou outra vez em que lhe agarrava a picha enquanto me vinha. Nunca chegou a comentar esta minha ousadia, mas sentia que o Rasteirinho gostava e que para além disso, tinha por mim uma simpatia muito particular.

Parte ll

Estaria já perto dos 15 anos, quando um colega da escola, durante uma conversa sobre namoradas e sexo, me perguntou se eu já tinha ido ao cu a um homem. Como não era um amigo íntimo, hesitei na resposta, mas acabei por lhe dizer que sim. Ficou entusiasmado, e confidenciou-me que andava a foder com um e que se eu quisesse mo apresentava. Com curiosidade aceitei e lá fomos ter com ele. Quando chegamos a casa do tal homem, o Sr. Manuel, fui apresentado, pediu-me para esperar e foi para o quarto com o meu colega. Passado algum tempo saíram. O Sr. Manuel ficou á porta do quarto, completamente nu, com a picha pendurada, meia tesa, mas com uma cabeça de caralho de apreciável tamanho, pelo menos comparando com as que já tinha visto. Mandou que entrasse e quando passei por ele deu-me uma palmada nas nádegas dizendo que tinha uma boa bilha. Fechou a porta do quarto e mandou que me despisse e deitasse na cama. Durante algum tempo masturbou-me enquanto se acariciava. Passado o inicial acanhamento fiquei com uma tesão enorme o que visivelmente lhe agradou. Disse para me virar de barriga para baixo, o que fiz. Quase sem dar por isso, com uma rapidez espantosa, senti o seu caralho a pressionar o meu buraco do cu, por sinal ainda virgem. Como não era aquilo que procurava, mesmo sem sair daquela posição, consegui sempre que ele não consumasse a penetração. Como eu estava com uma tesão enorme, a pressão que o seu corpo exercia sobre mim, o roçar da sua picha no meu cu e da minha picha na cama, fez com que me viesse rapidamente, inundando os lençóis. Ele ficou chateado por não ter permitido que me penetrasse, tendo comentado que o meu colega o deixava fazer tudo quanto lhe pedia, etc, etc. etc. Mais calmo e com a minha picha na mão, perguntou-me se alguma vez tinha sido enrabado, tendo-lhe dito que não. Disse-me que era muito bom, que estava a perder grandes prazeres e que iria gostar. Prometeu que o faria devagar, com meiguice, que pararia se me estivesse a aleijar. Respondi-lhe que ia pensar. De seguida, tentou insistentemente que o chupasse. Como não quis, acabou apenas por me convencer a fazer-lhe uma punheta, até que fiquei com as mãos cheias de esporra. As nossas brincadeiras sexuais repetiram-se durante meses, tendo a sua promessa de que não insistiria nas suas intenções de me enrabar. Prometi que se mudasse de ideias lhe diria. Fui-lhe várias vezes cu, algumas com ele deitado de costas na cama e pernas bem abertas, colocava-me á sua frente e penetrava-o, enquanto se masturbava ou pedia para lho fazer. Nunca lhe confessei, mas era uma das minhas posições favoritas. Gostava de olhar e acariciar a sua picha enquanto lhe fodia o cu. Tinha uma picha fina, comprida mas com uma cabeça enorme. Quando lhe pedia para me chupar, recusava. Dizia que só depois de eu o deixar enrabar-me e de lhe fazer um broche. Talvez por preconceito ou medo de que alguém descobrisse, não lhe dava esses prazeres. Num dos últimos dias em que estive com o Sr. Manuel, chegado a sua casa, toquei á campainha e aguardei. Como não me abria a porta, julguei que não estivesse e quando me preparava para me ir embora, senti barulho e a porta abriu-se. Estava nu e pediu desculpa pela demora dizendo que estava na casa de banho. Entrei, fechou a porta e logo ali começou a apalpar-me e a despir-me. Fiquei de picha tesa que agarrou e puxou arrastando-me até ao quarto. Para minha surpresa e espanto deparei-me com o meu colega deitado na cama todo nu, masturbando-se com um sorriso descarado. Nessa altura percebi a demora do Sr. Manuel em abrir a porta. Foi o tempo de que o Sr. Manuel necessitou para convencer o meu colega a deixar que me juntasse a eles. Sentei-me ao seu lado e como ele continuava a massajar a picha, decidi fazer o mesmo á minha pois a tesão apertava. Estávamos os três com os caralhos ao alto. O Sr. Manuel ajoelhou-se á nossa frente, agarrou-nos nas pichas e começou a masturbar-nos. Enquanto isso eu e o meu colega não tirávamos os olhos da picha um do outro. O clima de tesão ia aumentando até que o Sr. Manuel se deitou no meio de nós e continuou a masturbarmo-nos. Nesse momento não resisti e agarrei também no seu caralho. As surpresas não tinham acabado. O meu colega inclinou-se e sem hesitações, abocanhou o caralho do Sr. Manuel, do qual acabei por tirar a mão, permitindo que o chupasse mais á vontade. Por sua vez e finalmente, aconteceu o que á muito pedia e ardentemente desejava. A boca e língua do Sr. Manuel dedicaram-se inteiramente a papar o meu caralho, fazendo-me sentir no paraíso. Era uma cena de alta tesão e completamente inesperada. Não aguentei mais e vim-me com uma sensação de grande prazer. Os primeiros leitinhos ficaram-lhe na boca e o resto em cima do lençol. O meu colega continuava a chupa-lo e a ser masturbado acabando por se vir também. Tirei a picha do Sr. Manuel da boca do meu colega, acariciei-lhe os colhões, cuspi-lhe no caralho e comecei a fazer-lhe uma punheta com gosto, ansioso por ver a esporra a sair e a inundar-me a mão. Acabei por conseguir perante o olhar atento do meu colega. Na manhã do dia seguinte, durante o intervalo das aulas, conversámos sobre as nossas aventuras e juramos manter em segredo este nosso relacionamento. Ainda estivemos juntos mais cinco ou seis vezes com o Sr. Manuel e outras tantas só eu e o meu colega. Quando estávamos só os dois, começávamos por apalpar o caralho um do outro e terminávamos invariavelmente com ele a fazer-me um broche e a masturbar-se. Adorava chupar-me e engolir a esporra. Mesmo quando se vinha tinha o cuidado de o fazer para um sítio que pudesse lamber e beber os seus próprios leitinhos. Adorava de tal maneira sentir a esporra na boca e engoli-la que cheguei a vê-lo deitado no chão a masturbar-se, puxando as pernas para cima da cabeça, de modo a vir-se directamente para a sua boca. Isso eu aprendi com ele. Como estudávamos em turmas diferentes, nunca chegando a existir uma grande amizade entre nós, acabando por nos afastarmos naturalmente um do outro.

Parte lll

Os meus 17 anos proporcionaram-me alguma actividade sexual inesperada. Lembro-me que fazia calor. Regressado das aulas, a minha mãe acabara de me servir o lanche, quando bateram á porta. Era um rapaz nosso conhecido, o Francisco, que tinha aproximadamente 20 a 21 anos de idade, trabalhava num escritório mesmo em frente da nossa casa e que queria falar comigo. A minha mãe disse-lhe que eu estava a lanchar, mas logo que terminasse, iria ter com ele. E assim foi. O escritório ficava num primeiro andar. Subi as escadas e encontrei-o sozinho. Cumprimentamo-nos, perguntei-lhe o que é que queria, tendo-me respondido que não era nada de especial apenas estava farto de estar sozinho e queria um pouco de companhia. Enquanto conversávamos sobre banalidades, reparei que a mão que tinha no bolso, não parava de mexer e remexer na picha, notando-se já o aumento de volume nas calças. A pouco e pouco, foi-se chegando até ficar bem pertinho de mim. Notava-se que estava nervoso e indeciso, mas acabou por se encostar a mim e com enorme ansiedade, rapidamente me agarrou e beijou na boca enquanto me apalpava por cima das calças. Como não reagi desfavoravelmente, desapertou-me rapidamente as calças, tendo-as puxado para baixo juntamente com as cuecas. Fez o mesmo com as dele para logo agarrar na sua e na minha picha e encostando-as, esfregou-as uma na outra durante algum tempo. Ajoelhou-se á minha frente e começou a passar a língua pelos meus colhões, para logo me abocanhar e chupar o caralho com nítido prazer. Passado algum tempo, colocou saliva numa das mãos, esfregou-a no seu cu, deitou o peito sobre secretária, e agarrando-me na picha, foi-a metendo lentamente, só parando quando os colhões lhe bateram nas nádegas. Pela facilidade com que o penetrei era cu que já havia engolido muitos caralhos. Enquanto o fodia, masturbava-se e gemia. Fiquei com o olhar prezo á minha picha a entrar e a sair daquele buraquinho que me estava a dar tanto prazer. Sentia-o a apertar em volta da picha, e quando me estava para vir, agarrei-o pelas ancas, afundei-a até aos colhões, depositando nele os meus leites. Mantive-me dentro dele até que se veio também. Limpamo-nos e despedimo-nos com a minha promessa de que não contaria a nossa aventura a ninguém. Voltamos a repetir as nossas brincadeiras mais algumas vezes, ás quais adicionamos apenas a forma como o penetrava, se pela frente ou por trás, e algumas punhetas em simultâneo. Sei que se casou, cruzamo-nos algumas vezes mas nunca mais estivemos juntos.

Parte lV

Na festa de aniversário dos meus 18 anos, enquanto dançava com uma das colegas chamada Francisca, notei que progressivamente aumentava o contacto e a pressão da sua rata na minha picha. Por vezes, deixava escapar alguns suspiros, até que começou a tremer, agarrou-me com força, e assim se manteve durante alguns momentos, praticamente parados. Confessou-me mais tarde que se tinha vindo. Como ela tinha namorado, receei que os colegas reparassem no nosso excesso de intimidade, e lhe fossem contar. Por isso, evitei-a até ao final da festa. Duas ou três semanas após o meu aniversário, pediu-me para ir a sua casa tirar-lhe dúvidas sobre matemática. Quando cheguei estava sozinha. Fomos para o seu quarto, colocou os livros sobre a cama, os braços sobre os meus ombros e beijou-me longamente. Como estávamos sozinhos, aproveitei para lhe apalpar as mamas enquanto lhe metia a língua pela boca dentro. Tocaram á porta o que nos obrigou a parar com a marmelada. Era o Zé seu namorado. Acabamos por nos sentarmos os três na cama. Para meu espanto, enquanto beijava o namorado colocou a mão entre as minhas pernas e apalpou-me a picha. No momento seguinte beijou-me e apalpou a picha do namorado. Fiquei sem saber o que dizer ou fazer. A Francisca disse-me que os pais só regressavam para jantar e que tinha combinado tudo combinado antecipadamente com o Zé. Perdida a vergonha inicial, despimo-nos e fomos os três para cima da cama. A Francisca avisou-me para ter cuidado pois era virgem e assim queria continuar. Masturbou-nos simultaneamente, até que o Zé lhe abriu as pernas e lhe começou a chupar a rata. Enquanto isso, ela abraçou-me, beijou-me enfiando a língua na minha boca. Para meu grande espanto, senti a mão do Zé a subir pelas minhas pernas, e a sua boca a abocanhar-me a picha sem qualquer hesitação. Cada vez mais confuso mas simultaneamente mais atrevido e cheio de tesão, deitei a Francisca, assim se chamava a minha colega, procurei-lhe a cona e comecei a chupar aquelas carnes já húmidas, macias e gostosas. Assim que a minha língua lhe tocou, abriu completamente as pernas entre gemidos e contracções, esmagando e esfregando a cona na minha boca não mais parando até se vir. Algum tempo depois, olhando para a picha do Zé, não resisti á tentação de a saborear e agarrando-a, abocanhei-a e chupei-a com sofreguidão e prazer. Acabamos os dois a fazer um delicioso 69 e a Francisca a esfregar violentamente a rata. Avisei que me ia esporrar e o Zé, largou-me o caralho e pediu para depositar os meus leitinhos no seu peito. Chegou a vez do Zé e enquanto a Francisca fazia linguado com ele e lhe puxava os mamilos, eu dedicava-lhe toda a minha atenção fazendo-lhe um broche ao mesmo tempo que lhe esfregava a picha e massajava os colhões. Não se aguentou muito tempo e veio-se vigorosamente, parte na minha boca e o resto em cima dos seus pintelhos. Algumas semanas mais tarde surgiu uma nova oportunidade, desta vez em casa do Zé, cujos pais estavam ausentes.
Quando chegamos, conversamos sobre o que cada um gostaria de experimentar. A Francisca referiu mais uma vez que queria manter a rata virgem, mas que gostaria de experimentar chupar um ao mesmo tempo que lhe enfiássemos outro no buraquinho do cu. Concordamos de imediato com a ideia também ansiosos por experimentar. Durante algum tempo masturbamo-nos e chupamo-nos uns aos outros. A Francisca foi á cozinha buscar óleo de fritar que utilizámos para olear as pichas e os buraquinhos do cu. O Zé já tinha sido enrabado e adorava. No meu caso e da Francisca seria a primeira vez. Depois de longas carícias, a Francisca colocou-se de joelhos na cama com a minha picha na boca e a do Zé apontada ao seu buraquinho negro. Com alguma dor, muita paciência e muito óleo, conseguiram que entrasse a cabeça do caralho. Para ajudar a Francisca a descontrair-se facilitando assim a penetração, estiquei os braços, agarrei os seus mamilos entre os dedos apertei-os e estiquei-os de forma suave mas continuada. A sua boca não me largava o caralho. Menos tensa começou a gozar e pediu ao Zé para tentar meter o resto que faltava. O Zé empurrou lentamente até ela sentir os colhões a tocarem-lhe nas nádegas. Começaram a foder com pequenos movimentos de ancas, a Francisca com o cu e a boca cheia de caralho, desatou a coçar o grelo, com a tesão e o prazer que ambos lhe conhecíamos. Tirou a minha picha da boca e após alguns gritinhos característicos, veio-se completamente descontrolada, com o corpo a tremer, a cara desfigurada, emitindo sons completamente estranhos. O Zé como estava a rebentar de tesão, começou a foder-lhe o cu como um animal selvagem, vindo-se rapidamente, inundando a tripa da nossa amiga, ainda ela se contorcia de prazer. Fomos refrescarmo-nos na banheira e depois de regressados ao quarto e de alguns momentos de descanso, a Francisca começou a fazer uma punheta ao Zé, preparando-o para me tirar os três do cuzinho. Com o caralho teso e pronto para a próxima foda, o Zé pediu que me deitasse na bordinha da cama, de barriga para cima, com a almofada debaixo das nádegas. Assim fiz ajudado pela Francisca que aproveitando-se da posição em que me encontrava, se ajoelhou sobre a minha cara para pudesse chupar-lhe ambos os buraquinhos. Reparei que tinha o buraco do cu um pouco inchado e vermelho tendo sido por aí que comecei a lamber e a chupar, recebendo da Francisca palavras de incentivo para que continuasse. O Zé colocou óleo no meu buraco negro, meteu primeiro um dedo e depois dois, empurrando mais algum óleo para o seu interior e tentando alarga-lo para facilitar a penetração. Fiquei de caralho em pé o que foi aproveitado pelo Zé para iniciar a penetração. Senti o seu caralho a acariciar as minhas bordinhas e a tentar entrar. Pressionou um pouco mais e como não me queixei, foi empurrando até que lhe disse para parar. A tripa estava a alargar e começava a doer-me. Continuava a chupar a cona e o cu da Francisca enquanto ela friccionava lentamente o grelo e me masturbava. Mais descontraído e entesado só me apercebi de que tinha perdido os três, quando o Zé me disse que já o tinha todo dentro do cuzinho. Senti uma onda de prazer e esporrei-me valentemente nas mãos da Francisca que entretanto já se tinha vindo várias vezes como resultado do trabalho persistente da minha língua. O Zé desencaixou a picha do meu cu e pediu-me para o enrabar. Fomos novamente á casa de banho lavarmo-nos e refrescar-nos, passamos pela cozinha para beber água e chegados ao quarto, o Zé deitou-se de barriga para cima, a Francisca levantou-lhe as pernas, pediu-me para lhe abrir o buraco do cu. Iniciou a lubrificação deitando-lhe óleo que empurrava para o seu interior com dois dedos em movimentos firmes até transbordar. O óleo que foi escorrendo foi aproveitado para lhe massajar os colhões e o caralho que entretanto se empinou. Coloquei-me á sua frente e como a cama era alta, fiquei á altura certa para o enrabar. Sem grande dificuldade, fui-lhe introduzindo a pichota com movimentos lentos mas firmes. Adorava ver o meu caralho a abrir caminho até que desaparecia completamente naquele buraco delicioso. O Zé gostava e gozava aqueles momentos de olhos fechados. Agarrei-lhe na picha e esfreguei-a enquanto acelerava o ritmo das penetrações. A Francisca colocou-se a jeito para o Zé lhe chupar a cona enquanto esfregava o grelo e no minuto seguinte já dava os habituais gritinhos indicadores da explosão de prazer que se aproximava e que manifestava de forma muito particular. O Zé retesou-se todo e gritou que se ia vir também. A Francisca abocanhou-lhe o caralho e chupou-o sem perder uma única gota de esporra. Aumentei o ritmo e enchi o intestino do Zé com os meus leitinhos quentinhos.

Parte V

Nessa época andávamos já próximos dos 20 anos e sempre cheios de tesão. O tema preferido para as nossas conversas era o sexo. Nessa altura, era difícil o acesso a revistas e filmes pornográficos. Mesmo assim, subornando colegas mais velhos, conseguíamos algumas revistas emprestadas. Numa dessas conversas, e porque nos tinham emprestado uma revista de sexo com animais, a minha colega, manifestou o desejo de experimentar com um cão. Como nenhum de nós tinha cão ou qualquer outro animal, tornou-se difícil concretizar essa experiência. A Francisca contou-nos, que mais tarde, em casa de umas pessoas amigas, acabou por conseguir. Essa família tinha um cão e logo que conseguiu ficar sozinha com o bicho, masturbou-se ao mesmo tempo que esfregava a picha do cão até ficar com a mão cheia dos leitinhos do animal. Manifestou a sua enorme vontade de lhe chupar o caralho, mas não teve condições para isso. Fiquei excitado com a ideia e desejoso de experimentar. Não descansei até conseguir encontrar um cão disponível, minimamente limpo e vacinado, o que chamamos habitualmente de cão de família ou de companhia. Decorridas algumas semanas a oportunidade surgiu. Após as aulas, de regresso a casa com alguns colegas, o Márito convidou-me para ver a sua bicicleta nova. Ao entrarmos na sua casa deparei-me com um magnífico pastor alemão que se enquadrava perfeitamente nos nossos objectivos sexuais. Era muito meigo e brincalhão. Claro que toda a minha atenção foi para o cão relegando para segundo plano a bicicleta nova do meu colega. De regresso a casa fui pensando na melhor maneira de conseguir que me emprestassem o animal por algumas horas, sem que ninguém desconfiasse das minhas verdadeiras intenções. Mesmo não tendo a certeza de o conseguir, contei tudo á Francisca e ao Zé, marcando a nossa festa animal para uns dias depois. Seria na garagem da Francisca, á tarde, já que os pais só regressariam ao fim do dia. No dia combinado após as aulas da manhã fui á casa do meu colega Márito. Quem abriu a porta foi a mãe que me disse para subir pois ele estava no quarto. Claro que fui sempre acompanhado pelo cão aproveitando para lhe fazer festas, algumas na barriga, não resistindo á tentação de disfarçadamente lhe tocar na picha e nos colhões. Chegados ao quarto, cumprimentei o Marito e sem demoras fui direito ao assunto que aí me levava. Disse-lhe que gostaria de ter um cão como o dele alegre e meigo, mas os meus pais não tinham gostado muito da ideia. Por isso, pedia-lhe que me emprestasse o seu, por umas horas, para mostrar aos meus pais, tentando assim convence-los a comprarem-me um. Disse logo que sim mas teria que andar sempre com ele pela trela. Prometi, colocamos a trela no bicho e lá fomos para casa da minha colega. Ficaram em êxtase quando nos viram chegar. A minha colega foi logo dar banho ao cão, enquanto eu e o Zé preparávamos a garagem para o bacanal. Estávamos a acariciar o caralho um do outro, quando surgiram a Francisca e o bicho já lavadinho que veio logo ter comigo, lambendo-me a cara e acabando por se deitar ao meu lado. Estávamos todos ansiosos e cheios de tesão. Despimo-nos completamente e deitamo-nos em cima do cobertor preparado para a festa. Eu fui o primeiro a agarrar a picha do cão e a fazer-lhe uma punheta até ficar grossa e comprida. Apesar de não ser muito grande tinha um tamanho razoável. Fiquei com tanta tesão que quase me vim só de estar agarrado á sua arma. Depois tudo se passou muito rapidamente. A minha Francisca abocanhou e chupou a picha do cão fazendo-lhe um broche magnífico, enquanto eu lhe chupava a cona toda húmida e lhe esfregava o grelo. O Zé estava entretido a chupar-me a picha e a masturbar-se, sem tirar os olhos gulosos da picha do cão que entretanto se vinha na boca da minha colega. A rapariga colocou-se de quatro e o cão de picha ainda tesa, instintivamente percebeu e saltou para cima dela. Já habituada a ser enrabada por mim e pelo namorado, ela agarrou no caralho e enfiou-o no cuzinho até ao nó. Nunca percebi muito bem a razão pela qual a minha colega queria manter a cona virgem mas ambos respeitávamos a sua vontade. O Zé deitou-se por baixo e chupava-lhe furiosamente a cona enquanto eu ajudava o cão a manter o caralho bem fundo no seu belo buraquinho negro. Claro que estava louco de tesão ao ver os meus amigos a gozarem que nem uns perdidos. O cão e a Francisca vieram-se mais uma vez ficando com o buraquinho a escorrer os leitinhos do bicho. Enquanto a Francisca e o cão se foram lavar, coloquei o Zé de quatro e depois de lhe lubrificar o cu, apontei-lhe o caralho e fui empurrando lentamente até lhe encostar os colhões ás nádegas. Agarrei-lhe na picha e masturbei-o lentamente ao mesmo tempo que o meu caralho entrava e saia do seu belo cuzinho. A Francisca regressou e colocou o cão a jeito para o Zé lhe fazer uma brochada enquanto eu o enrabava. Agarrou na pichota do cão esfregou-a até ficar tesa e meteu-lha na boca. O gajo ficou tão louco de tesão que até o buraquinho do cu se apertava no meu caralho. Estiquei a mão e agarrei-lhe na picha que estava para arrebentar. A Francisca esfregava o grelo enquanto mantinha a picha do cão na boca do Zé. Algum tempo depois trocamos. O Zé enrabava-me, metendo o seu instrumento todinho pelo meu cu adentro e a Francisca dava-me a pichota do cão para eu chupar, continuando a sua masturbação, agora consideravelmente mais acelerada até que se veio. Era uma sensação muito agradável que tentava aproveitar ao máximo. Lambia e chupava lentamente a artilharia do meu fiel amigo, metendo-a todo na boca. Consegui até meter a bola que se encontra no final da picha antes dos colhões e que normalmente prende o cão á cadela no final da foda. O meu enrabador agarrou-me com força pelas ancas acelerou o ritmo das penetrações e esporrou-se no meu intestino. Nessa altura já eu bebia a esporra do cão. O meu corpo parecia uma leitaria com leitinhos a sair pelo canto da boca e pelo orifício anal. Propus logo de seguida que eu e a minha colega fizéssemos um valente 69 e o seu namorado me enfiasse a picha do cão. Como estava já bem aberto e lubrificado entrou todo. Adoro chupar e lamber uma boa cona e cus, pelo que proporcionei um óptimo minete á minha adorada Francisca, que se veio explosivamente. O Zé disse que eu poderia tentar meter também o nó da picha do cão. Com alguma dificuldade e dor fui tentando até que senti o nó a entrar. O cabrão do cão assim que meteu o nó passou para penetrações a um ritmo rápido e violento, sentindo perfeitamente os seus colhões a baterem-me nas nádegas e os seus leitinhos quentes a entrarem-me nos intestinos. A morrer de tesão esporrei-me quase simultaneamente na boca da minha colega que engoliu literalmente toda a minha esporra, como era seu hábito, e se veio logo de seguida enquanto esfregava a cona com a mão palma da mão. Demos por terminada a nossa orgia animal, fomos lavar-nos e ao cão, e lá fui devolver o cão devidamente preso pela trela. Tínhamos finalmente consumado mais uma experiência que viríamos a repetir meses mais tarde. A minha colega desejava agora e todos estávamos de acordo, fazer uma punheta e um broche a um cavalo, o que nunca se viria a realizar apenas por falta do respectivo animal.

Parte VI

Fiz 20 anos e festejei com um lanche para os colegas e amigos. Considerava amigos de verdade principalmente a minha colega Francisca e o namorado Zé. Mantinha-mos uma grande amizade e cumplicidade no dia a dia. Repetimos incansavelmente os nossos encontros secretos sem que alguém desconfiasse sequer do nosso relacionamento íntimo. Mais tarde a Francisca apaixonou-se por um outro rapaz, com quem veio a casar-se, ficando assim desfeito o nosso trio que tantos ensinamentos e prazer nos proporcionou. Inicialmente contrariada a Francisca acabou por concordar em fazermos um último bacanal. Aproveitando a ausência do noivo fomos os três para o meu quarto, estendemos uma manta em cima da cama para não sujar nada, e depois de nus e lavados deitamo-nos. Acariciarmo-nos e chupamo-nos freneticamente uns aos outros até que a minha colega se veio na minha língua que não lhe largava os mais pequenos recantos da sua fabulosa cona. A língua do Zé não me largava o buraquinho do cu chupando-o e penetrando-o com ela. Fez-me uma mamada espectacular, beijou e lambeu-me os colhões tendo acabado por o presentear com uma valente esporradela que o deixou com a boca cheia dos meus leitinhos que engoliu deliciado. A minha colega sentou-se na cama e disse que tinha um segredo para nos contar. Escutamos atentos e espantados o que a seguir nos disse. Depois de tantos anos a proteger a virgindade da cona, tinha-a finalmente perdido depois de uma valente foda com o noivo. É claro que manteve sempre o nosso relacionamento íntimo em completo segredo, tendo mesmo recusado dar-lhe o cuzinho, apesar de adorar senti-lo cheio com um bom caralho e uma boa esporradela quentinha. Como se esta novidade não bastasse pediu-nos para lhe metermos um caralho no cu e outro na cona. Ficamos delirantes com a ideia e passamos á acção. Perguntei-lhe se teria que me vir fora dela, tendo-me dito que não, pois o período deveria vir-lhe nesse mesmo dia e por isso não haveria o perigo de engravidar. Acrescentou que tinha lido e conversado com o noivo sobre o assunto no sentido de evitarem uma gravidez antes do casamento. Deitei-me de costas na cama, ela sentou-se em cima do meu caralho que foi entrando devagar e apertado na sua cona, não só da tesão com que estava mas também por ter pouco uso. Começamos a foder e o Zé a lamber-lhe o olho do cu, as bordas da cona, os meus colhões. Parei um pouco enquanto ele lha enfiava pelo cu dentro até os colhões. A cara da menina estava completamente transtornada. Nunca a tinha visto tão excitada e louca de prazer. Não parava de gemer e dar ao cu, revirando os olhos completamente loucos de tesão. Vinha-se continuamente sem parar, agarrada ás mamas que apertava violentamente, puxava e esticava os mamilos como nunca a tinha visto fazer. Primeiro enchi-lhe a cona de esporra e logo de seguida o seu cuzinho foi inundado pelos leitinhos do Zé. Caímos exaustos na cama de tanto foder. Finalizou nesse dia um ciclo maravilhoso da minha vida. Existia entre nós uma enorme amizade, cumplicidade e respeito, que permitiram manter sigilosa a nossa relação, proporcionando-nos momentos de sublime prazer. Pouco tempo depois a nossa amiguinha Francisca partiu para Lisboa tendo-lhe perdido o rasto até hoje. Que saudades…minha querida.

Parte VI

Após a partida da Francisca, encontrei-me esporadicamente com o Zé, do que resultaram bons momentos de prazer e com quem realizei algumas experiências. Por vezes utilizávamos garrafas, cenouras e outros objectos, com que nos penetrávamos enquanto nos chupávamos um ao outro. Numa noite de verão após o jantar, veio ter comigo a casa para irmos tomar qualquer coisa fresca. Chegados ao café, bebemos um sumo e propus que fossemos dar um passeio junto ao ribeiro. Ele percebeu logo que eu estava com tesão e queria brincadeira. Chegamos a uma zona mais arborizada mesmo junto ao ribeiro era já noite. Despimo-nos, eu ajoelhei-me em cima das calças de ganga, e comecei a mama-lhe a picha já tesa. Lambi, beijei, meti os colhões na boca enquanto lhe esfregava a cabeça do caralho. Ele pediu para trocarmos. Ajoelhou-se á minha frente, agarrou-me nas nádegas e engoliu sofregamente a minha picha até aos colhões. Desde o início do nosso relacionamento que eu, a Francisca e o Zé nos esforçámos e acabamos por conseguir abocanhar e engolir as pichas por completo, o conhecido broche profundo. Deitamo-nos dando início a um louco 69. Para prolongar o prazer chupávamo-nos e acariciávamo-nos lentamente, massajando os colhões e introduzindo o dedo indicador molhado em saliva no olhinho do cu um do outro. Mantive-me deitado de costas no chão, ele colocou o olho do cu junto á minha cara e pediu para lho lamber. Filo com prazer enquanto ele esfregava o caralho. Gostava tanto dele como da cona da minha colega, sentido prazeres semelhantes. Satisfeito e com o cu lubrificado com a minha saliva, sentou-se em cima do meu caralho e foi-o aconchegando na tripa. Como estava virado para mim agarrei-lhe na picha e massajei-a em movimentos lentos, apalpando-llhe carinhosamente os colhões. Senti a sua tesão aumentar, retirei o caralho do seu cuzinho, colocamos-lhe mais saliva, para de seguida lho encravar novamente na tripa. Aumentei o ritmo das penetrações ao mesmo tempo que ele batia uma valente punheta. Roncamos os dois enquanto nos vínhamos quase em simultâneo. Molhou os dedos nos seus leitinhos que tinha depositado no meu peito e chupou-os deliciado. Tornou a molha-los e deu-me para lhos chupar. Beijou-me na boca, deitamo-nos satisfeitos e completamente saciados, pelo menos por essa noite. Fomos lavarmo-nos ao ribeiro e regressamos ás nossas casas.
Algum tempo depois ele propôs trazer um amigo para uma das nossas tardes de sexo. Não aceitei apenas porque não conhecíamos bem esse amigo e poderia haver alguma perca de confidencialidade, o que seria desastroso para nós. Pouco tempo depois foi continuar os estudos para Lisboa, e acabei também por nunca mais o ver.

samurai2@iol.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:12
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Fui comido por um Casal


A história que vou contar é real e aconteceu à precisamente um ano. Há muito tempo que eu desejava ter uma experiência anal mas nunca tinha tido coragem para ir até ao fim, como também não me sentia atraído por homens acabei por ganhar coragem para por um anúncio neste site a dizer que gostava de ser comido por uma mulher. No entanto, nunca tive grande esperança que me respondessem pois já tinha posto outros anúncios e respondido a alguns e nunca tinham dado em nada.
Mas, surpresa, neste caso tive uma resposta de alguem (vamos supor) chamado Pedro, que me disse que a mulher dele há muito ansiava por uma experiência dessas. Muito entusiasmado propus logo uma troca de informação e de contactos, mas não obtive resposta. Fiquei logo a pensar que tinha sido novamente ignorado, mas algum tempo depois o Pedro contactou-me a pedir desculpas, que se tinha ausentado em trabalho e que não tinha podido contactar-me.
Não perdi tempo em marcar um encontro para nos conhecer-mos os três já que estava desejoso de ter esta experiência e o tempo sem resposta ainda me fez ficar mais excitado. Fui então ter com ele e com a mulher (vamos chamar-lhe Carla), a um pequeno apartamento que tinham montado apenas para terem umas experiências mais extravagentes.
Pelo caminho ia um pouco nervoso, pois não sabia o que ia encontrar, mas assim que entrei na casa deles e os vi, fiquei logo com o pau rijo. A Carla era uma bela mulher com uns seios firmes e umas pernas espectaculares e o Pedro também era bastante charmoso e tinha, como depois se veria a verificar, um belo pau, grosso e soculento.
Bem, depois de uma pequena conversa para quebrar o gelo fomos para a cama e enquanto eles se despiam à minha frente quase que explodi de tanta tesão. Sem perda de tempo comecei a beijar os seios da Carla enquanto o Pedro a acariciava, depois passei para baixo e ele ficou com as mamas. Ela já estava a arder de desejo e disse que me queria comer ao que eu acedi logo. Ela pôs um pouco de creme no meu buraco e fodeu-me de uma forma espectacular. Ao mesmo tempo o Pedro estava À minha frente com aquele pau majestoso completamente entesado e eu não resisti, num impulso, sem sequer pensar ou hesitar, agarrei-lhe o pau e começei a chupá-lo com prazer.
Depois da Carla acabar o Pedro disse que também me queia comer e eu, que já tinha provado aquele belo pau disse logo que sim. Estava louco de tesão e comecei logo a lamber a cona à carla enquanto o pedro me enfiava o seu pau grosso. Foi espectacular.
Para terminar o pedro foi comer a Carla enquanto eu os chupava alternadamente, ora as bolas do pedro, ora a ratinha gostosa da Carla. Estávamos loucos de prazer e a Carla começou a bater-me uma o que ainda me deixou mais louco. Quando nos estávamos quase a vir, fomos interrompidos pelo relógio, estava na hora de voltar ao trabalho. Ficámos de nos voltar a encontrar mas devido a compromissos profissionais, isso não foi logo possível. Entretanto acabei por perder os seus contactos.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:37
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