Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

A Minha 1º Puta


Éramos um grupo de jovens universitários moradores num lar de estudantes não longe da Av de Roma em Lisboa. Um dia de Inverno, depois de muita conversa em que todos se gabavam das suas proezas sexuais, alguns de nós decidimos ir até ao Intendente. Outros arranjaram umas desculpas e lá fomos apenas três. Isto revelou à partida que quem fala muito pouco faz. Chegados lá fomos a um barzinho e sentámo-nos a uma mesa.

Logo se encostaram a nós várias raparigas sem que, depois de muitos anos em que conto esta história, me recorde de alguma especialmente bonita. Depois de alguns trocadilhos e da aprendizagem de conceitos ligados ao metier que desconhecia, eu decidi ir comer uma das garinas. Os outros acovardaram-se e recusaram. Lá fui eu com uma baixinha morena de cabelos cacheados. Chegados à pensão ela pediu um quarto e lá subimos para um, simples e básico e apenas um pouco menos frio que lá fora.

A baixinha pede-me o dinheiro da pensão e desaparece. Passado pouco tempo volta e começa a despir-se e comecei a fazer o mesmo. Quando ela tira uma cinta descubro uma barriga saliente que me desagradou. Senta-se ao meu lado na cama e começa a punhetear-me. Com o frio o meu zezinho estava encolhido. Ela baixa-se e começa a fazer-me um broche e ele começa a crescer. Quando estava suficientemente erecto deita-se e abre as pernas e diz: vem! Olho para a pentelheira negra e farta e ponho-me em cima dela apoiado nas mãos e olhando para baixo. Ela agarra-me o caralho com as duas mãos. Com uma aperta-me os tomates e com a outra direcciona-o para a sua pachacha. Enfio-me por ela adentro e desta apoio-me nos cotovelos. Começo a bombar e ela vai chiando muito profissionalmente.

Continuei bombando e o meu pensamento foi devaneando por outras paragens enquanto o meu corpo fodia mecanicamente. Ela começou a achar que já era tempo demais e começou a estimular-me empurando-me para baixo com os seus dedos nas minhas nádegas e enroscando as pernas nas minhas. Comecei então a aproximar-me do orgasmo, sentindo o calor invadir-me pelo corpo acima até o cérebro se enevoar na explosão dos sentidos. Bombeei até perder a erecção. Ela então empurra-me para o lado e começa a vestir-se depois de ter passado um pano pela pachacha. Eu vesti-me rápidamente e fui a pé para o lar.

Cheguei lá fui directo para o chuveiro. Naquele tempo em que ainda não se falava de sida mas apenas de esquentamento, fodia-se sem camisa. Pelo sim pelo não fui-me lavar e mijar porque tinha lido em qualquer lado que era uma precaução que todos os homens deveriam ter depois de irem às prostitutas. A minha prostituta não foi especialmente bela, não foi num dia especialmente confortável com todo aquele frio, não foi uma foda memorável, mas foi a minha primeira foda com uma prostituta.

Como eu costumo dizer, há sempre uma primeira vez para tudo.

Depois dela fodi muitas prostitutas, algumas das quais tive especialmente prazer outras nem tanto.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:14
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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Fim de Semana na Serra


Vou relatar o que aconteceu no fim de semana de 10 de Novembro de 2007.

Nesse fim de semana, e um bocado à última da hora resolvi aceitar o convite do meu irmão e ir com o grupo dele passar o fim de semana à serra da Estrela. Conheço a maior parte dos amigos dele, pois como temos apenas 2 anos de diferença sempre fomos muito próximos.

O grupo, contando comigo eram 18 pessoas e incluía os respectivos pares, com excepção de mim e de outro homem que também estava divorciado. Na sexta feira às 18H arrancamos de Lisboa em direcção ao fundão, chegamos lá, fizemos o check in no hotel Alambique de ouro e jantamos mesmo lá no restaurante, que por sinal até é bastante bom. Já devia passar da meia noite quando acabamos de jantar e passamos para o bar do hotel para conversar e beber. Aproveitei o jantar para pôr a conversa em dia com aqueles que conhecia melhor e para conhecer os outros. Como disse era quase tudo casais, na casa dos 33, 34 anos, eu era o mais velho com 36, e a pessoa mais nova era a Rita, recente namorada de um dos amigos do meu irmão, e que tinha 24 anos. A Rita chamou-me logo a atenção, não só por ser uma cara nova, mas por ser muito bonita, 1,62, uns 55 kg, cabelo castanho ondulado pelos ombros, olhos verde azeitona, muito bem feita, e acima de tudo muito provocante. A miúda sabia que era boa e ainda acentuava mais vestindo roupa muito justa e muito apertada que salientava todas as curvas.

Escusado será dizer que passei o jantar e a noite toda a comê-la com os olhos. Se ela reparou nisso não disse nada. Bem, a noite foi longa, bem regada e já nos deitamos tarde, mas no sábado tivemos que acordar cedo para o pequeno almoço e para ir ao nosso passeio. Andamos a manhã toda e metade da tarde na rua e por volta das 17H regressamos ao hotel. Como o encontro para o jantar estava marcado para as 20H na recepção, cada um ocupou o tempo como quis, uns foram jogar snoker, outros foram jogar às cartas, outros foram passear para o fundão e outros foram para o quarto. Eu, que já conhecia o hotel e sabia que tinha uma piscina interior aquecida tinha ido prevenido e fui dar umas braçadas e fazer uma sauna e um banho turco.

A piscina estava vazia com excepção de um casal e durante um quarto de hora essim se manteve, até que, para minha surpresa apareceu a Rita e a Márcia para tomar banho. Que visão. Aquele corpo branquinho, de biquini vermelho deixou-me logo com tesão. Elas entraram na piscina e andamos um bocado a nadar e depois, naturalmente começamos a conversar e a brinca na piscina. A água quente e aquele monumento ao meu lado não deixavam a tesão baixar e começava a ficar envergonhado porque dava para notar o volume nos calções. Aproveitei uma altura em que fiquei com menos tesão para sair da piscina e ir para o jacuzzy, no que fui seguido pelas duas. Mais brincadeira, mais conversa, que começava a fugir para o mal e eu novamente de tenda montada. Nisto a Márcia pede-me qualquer coisa, que me obrigou a mexer e a aproximar-me dela e ao fazer isto tive que passar por cima da Rita e o pau roçou ao de leve pelos seus braços. Fiquei cheio de vergonha, pedi desculpa mas ela riu-se e disse que não havia problema. Dali passamos os três para a sauna e eu sempre a tentar disfarçar o volume, mas sem o conseguir plenamente e elas percebendo começaram a meter-se comigo que devia ser da fome e coisas assim. Era claramente brincadeira mas reparei que a Rita estava um bocado mais séria e ia olhando cada vez mais para os meus calções. Deitados na sauna, a Márcia no degrau mais alto, a Rita no meio e eu sentado no degrau mais baixo com as mãos muito perto do rabo da Rita e com uma visão fabulosa daquele monte e da sua ratinha. Conversávamos descontraidamente mas eu não conseguia tirar os olhos, quando fui surpreendido pelo súbito virar de cara para mim e com um sorriso que não deixou margem para duvidas ela abriu ligeiramente as pernas deixando-me ver uma mancha molhada. A sacana estava excitada com os meus olhares e com o volume dos calções. Mexi-me no meu lugar, arranjando uma posição mais confortável e correndo um risco deixei a mão escapar para o meio das pernas dela. Como a única reacção que houve foi abrir um pouco mais as pernas estiquei um dedo e toquei-lhe na cona, continuando a não haver reacção comecei a massajar e a afastar o biquini tocando-lhe directamente. Isto sempre a falarmos os 3 e aproveitando que a Márcia não conseguia ver o que se estava a passar, e quase sem darmos por isso tinha um dedo enfiado até meio naquela gruta, que por esta altura vertia rios.

Mas por muito bom que isto fosse tivemos que acabar a sauna e eu disse que ainda ia fazer um banho turco antes de ir tomar banho, a Márcia como não gostava disse que ficava pelo jacuzzi e a Rita disse que me fazia companhia. Entramos os dois e claro, assim que a porta fechou agarramo-nos num beijo. Despacha-te, não podemos estar aqui mais que 10m, disse ela e puxou-me os calções para baixo e de uma vez abocanhou-o todo até ao fim e começou a mamar que nem uma possuída, “pára Rita, assim venho-me”, então vem-te porque não podemos fazer mais nada mesmo, não temos preservativo” e como contra factos não há argumentos eu vim-me, muito, a maior parte na boca que ela engoliu mas sujando-lhe ainda o cabelo e o biquini, que ela limpou como pode e antes de sairmos disse-me “logo quero-te dentro de mim”.

Saímos, e fomos os 3 para o nossos quartos. Eu nem queria acreditar, mas tinha que arranjar forma de a comer.

Fomos jantar e depois do jantar voltamos para o hotel e para o bar. Já havia grandes bebedeiras e o namorado da Rita estava perdido, tendo esta que o ir pôr ao quarto já quase inconsciente, tarefa que eu me prontifiquei a ajudar, juntamente com o meu irmão. Deitamo-lo na cama e quando íamos a sair ela disse-me ao ouvido “volta dentro de 10m”. Desci, fiz um bocado de sala e disse que me ia deitar e deixando o pessoal subi, mas em vez de ir para o meu quarto fui para o quarto dela. Bati devagarinho e ela abriu-me a porta, só de cuecas e sutien, “entra”, “tu és doida? E ele?” “Ele agora dorme até amanhã sem acordar, cala-te e fode-me” e sem demoras começou novamente a mamar-me. “Agora é minha vez Rita” e levando-a para a casa de banho sentei-a na sanita, abri-lhe as pernas e mergulhei de língua naquela racha que brilhava de tanta tesão, lambi, chupei e mordi até me apetecer, ela rebolava e gemia e eu já não aguentava de tanto tesão, “agora já chega de brincadeira, agora quero cona”, “tas à espera de quê” e abrindo as pernas e inclinando-se para trás abriu caminho. Não hesitei e com uma estocada enterrei tudo, fui tão bruto que até a mim me magoou e ela não conteve um grito, tão alto, que o namorado começou a resmungar, mas que não nos impediu de continuar. Fodiamos com vontade, com estocadas fortes e profundas e em pouco tempo viemo-nos os dois. Apesar de ser a segunda vez que me vinha naquele dia continuava com o pau em pé “temos que aproveitar isso” e eu “pois temos” trocamos de posições, eu sentei-me na sanita e ela sentou-se no meu colo enterrando-o todo.

Agora as coisas iam com mais calma, a fome estava saciada. Enquanto ela me montava eu aproveitei para dedicar atenção aquelas mamas, chupando-as e brincando com elas, mordendo levemente os mamilos, que maminhas tão boas. Igualmente ia apertando aquele cuzinho, um cuzinho tão redondinho, tão branquinho. “quero-te por trás” e ela saindo de cima de mim encostou-se ao lavatório e empinando abriu caminho para o meu pau. Não hesitei e comecei a bombar, enquanto lhe apertava as mamas e lhe esfregava o grelo deixando-a louca, estávamos quase a vir-nos e eu resolvo pôr-lhe um dedo no cu quando ela diz “aí não, hoje não da próxima vez” e voltamos a foder, estávamos a vir-nos quando batem à porta, era a a Márcia e o marido, “tas acordada Rita? Tá tudo bem com o Paulo?” Eu não queria acreditar eu com o caralho todo enterrado naquela cona à beira de me vir e aparece aquela interrupção. A Rita olhando para mim fez-me sinal para estar calado e respondeu que estava tudo bem, que o Paulo estava a Dormir e ela estava no WC e desejando boa noite a Márcia seguiu para o seu quarto e desatando a rir em silencio viemo-nos mais uma vez.

Vesti-me e ajeitei-me e sempre a rir despedimo-nos não sem antes lhe dizer que queria comer aquele rabinho ao que ela respondeu que sim, qualquer dia

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:26
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