Domingo, 28 de Setembro de 2008

A irma da minha Namorada


Estavamos a passar o uma semana de férias na casa de praia dos pais da minha namorada. Eu, a Júlia, minha namorada, 22 anos, 1,65, morena, carinha de boneca, corpo vuluptuoso, a Joana 17 anos, a mesma altura da irmã, igualmente morena, corpo de boneca barbie, sempre muito sorridente e muito bem disposta e depois os meus sogros, o Sr. António, 50 anos e a D. Luísa, também de 50 anos.

Éramos novos, namorávamos à pouco tempo e andávamos sempre cheios de vontade de estar um com o outro e aproveitávamos todas as oportunidades para estarmos juntos, o que não se previa nada fácil, num apartamento T2 com 5 pessoas. No final do segundo dia estávamos à espera do almoço, a minha sogra na cozinha o meu sogro ainda na rua a Joana a tomar banho e eu e a Júlia na sala a ver TV e sem pensar começamos a beijar-nos, perdemos a noção do perigo e baixando-me os calções fez-me um broche delicioso quando me estava a vir e como não podia sujar a sala vim-me na sua boca mesmo sabendo que ela não gostava. Com a boca cheia levantou-se para ir cuspir quando sentimos a chave na porta era o seu pai a chegar, e sem alternativa engoliu o meu esperma e dizendo olá ao pai correu para a casa de banho onde se cruzou com a irmã.

Este acontecimento fez-nos rir com vontade e ela acabou por reconhecer que gostara e que queria voltar a provar o meu esperma. No dia seguinte a seguir ao jantar o meu sogro foi para o café ver o jogo e a sogra e a cunhada ficaram a lavar a loiça e vendo mais uma oportunidade demos uma rapidinha na sala ela de costas, mãos na parede saia levantada e possui-a por trás em estocadas vigorosas que nos fizeram vir rapidamente e ajeitando-nos sentamo-nos no sofá. Passado um bocado chega a irmã e a sogra sentam-se a ver TV connosco quando a Joana diz qualquer coisa ao ouvido da Júlia e esta sai para a casa de banho.

Mais tarde disse-me que a irmã lhe tinha dito que estava um fio de esperma a escorrer pelas pernas para se ir limpar. Os dias foram passando e nós sempre a aproveitar todas as oportunidades para dar umas rapidinhas, algumas vezes protegidos pela Joana que do lado de fora da sala vigiava os movimentos dos nossos sogros. No ultimo fim de semana os meus sogros receberam um convite para ir jantar a casa de uns amigos e como era longe ficaram lá a passar noite regressando no domingo para o almoço e nós os três fomos jantar fora e sair. Chegamos a casa já passava das 4 Horas, a minha namorada e a irmã muito bêbadas e eu também um bocadinho.

Elas foram-se deitar e eu deitei-me no sofá, a minha cama durante as férias, e não tardei a adormecer entorpecido pelo cansaço e pelo álcool. Passado um bocado pensei estar a sonhar sentia uma mão no meu pénis e depois uma boca. Percebi que não era um sonho e pensei que a Júlia me tinha vindo fazer uma surpresa e olhei para baixo para apreciar o espectáculo e para minha surpresa vi a Joana que julgando-me a dormir estava a desfrutar do meu pau. Deixei-me estar sem me mexer apreciando o belo trabalho que ela estava a fazer, mas não aguentei muito tempo e com a mão empurrei-lhe a cabeça para baixo enterrando-me todo dentro da sua garganta e explodindo num orgasmo que a fez engasgar tal a quantidade de esperma que deitei.

Recuperado o fôlego nenhum de nós fez tensão de se arrepender e puxando-a para mim beijei-a com paixão sendo retribuído. Dei-lhe um banho de língua deliciando-me com a sua pele e os seus seios e retribui-lhe o serviço que me tinha feito fazendo-a vir-se na minha boca. Os seus sucos sabendo como os da irmã. Ofegante do orgasmo pediu-me para a penetrar o que fiz com gosto e durante muito tempo fizemos amor apaixonadamente. Quando senti o meu orgasmo perguntei se me podia vir dentro dela e sendo a resposta negativa vim-me na sua cara, mamas e púbis deixando-a toda suja.

Olhamos para o relógio, eram seis e trinta da manhã o sol começava a querer despontar anunciando mais um belo dia de praia. Admirei o seu corpo e a sua beleza naquela penumbra, elogiei-a e disse que queria voltar a estar com ela ao que me respondeu mais logo saindo de imediato. Passadas umas horas fui acordado pela Júlia, tomei banho almoçamos todos e depois de almoço despedi-me para me ir embora pois eles iam ficar o resto da tarde na praia só regressando à noite quando a Joana me pergunta se a levava pois tinha combinado ir ao cinema com as amigas e não lhe apetecia ficar na praia. Disse que sim e saímos os dois em direcção a Lisboa. Durante o caminho falamos sobre o que tinha acontecido e ela disse que sempre tinha gostado de mim e que saber-me a fazer amor com a irmã a deixava excitada e que não tinha resistido e que queria mais.

Dirigimo-nos para sua casa e aproveitando a casa vazia não demoramos a enrolar-nos fazendo amor com entusiasmo, explorando-nos mutuamente. Pelas 18H estava extenuado deitado no sofá não acreditando no que tinha acontecido, abismado pela experiência e energia da Joana que após 3 horas de sexo e inúmeros orgasmos parecia fresca. Toca o telemóvel, ela atende, eram os pais a dizer que estavam a sair e que dentro de uma hora estavam em casa. Ela disse que o filme já tinha acabado e que também estaria em casa a essa hora e desligando voltou-se para mim e perguntou se ainda dava outra antes de eles chegarem e eu respondi que estava acabado e para minha surpresa ela pergunta se não arranjava forças para comer um rabinho.

Como que por magia ganhei força e num piscar de olhos fiquei mais erecto do que nunca. A perspectiva de comer o rabo daquela diva deixou-me pronto para a acção, isso e o facto de nunca ter comido um cu, o que lhe disse mostrando o meu medo de a magoar ou de não fazer bem. Ela colocou-se quatro no chão, e espalhou muito óleo johnson no sue olhinho e depois disse-me para a penetrar devagarinho, pois apesar de não ser a primeira vez e de o meu pénis não ser muito grande custava sempre um bocado e seguindo as suas indicações penetrei-a.

A sensação era única, inigualável, completamente diferente do sexo vaginal, o seu rabo era muito apertado e muito quente e se não estivesse à beira do esgotamento tinha-me vindo logo. Assim pude aproveitar o momento e saborear com tempo aquele rabo divinal e finalmente, passado muito tempo vim-me pela primeira vez dentro de um cu, caindo para trás e ficando sentado no chão a ver o olhinho da Joana a fechar lentamente. Que rica vadia me tinha saído a cunhadinha, mais nova que a irmã mas muito mais experiente.

Olhei para o relógio e entrei em pânico, estava na hora dos meus sogros chegarem e saí dali a correr sem dizer mais nada. Mais tarde ligou-me a Júlia a perguntar como tinha sido a tarde, respondi que tinha ficado a dormir e a ver TV, depois perguntou-me se sabia alguma coisa da irmã, disse que a tinha deixado em casa e perguntei porquê e ela respondeu que achava que a irmã tinha estado em caso com o namorado pois a sala estava toda desarrumada e que lhe tinha cheirado a esperma ao entrar no quarto.

Ri-me dizendo que não sabia de nada e que era normal.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:11
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Eu e Meu cunhado


Permitam-me que preencha estas páginas níveas que se seguem, com uma narrativa de adultério e obscenidade. Há dias tive oportunidade de conhecer o irmão do meu marido, Cristiano de seu nome, que até então, tinha estado preso em França, devido a uns problemas com contrabando. Deixem-me confessar-vos que fiquei logo fascinada por ele, pois trata-se de um homem encantador, alto, bem constituído e com um olhar de nos deixar pregadas ao chão. Por motivos de circunstância, o meu marido convidou-o a ficar lá em casa durante umas semanas, até ele encontrar uma casa e arranjar emprego, o que ele aceitou com bastante agrado. Numa tarde em que a chuva teimava em fustigar as ruas, eu regressara do emprego mais cedo, completamente encharcada e, oh, adivinhem quem me esperava à “minha porta” com uma toalha sequinha. - O Cristiano! Pois...Ele aproximou-se e envolveu a toalha em redor dos meus ombros, prendendo-me com os seus braços fortes. - És linda, lígia.

Sabes há quanto tempo, eu não estou com uma mulher? – Sussurrou ele, levemente ao meu ouvido. -Não. Mas presumo que há muito... – Deduzi eu, a tremer de desejo. Repentinamente, ele dobrou-me, e senti a sua boca castigar a minha, num longo e ardente beijo selvagem. Imediatamente senti as suas mãos procurarem as minhas mamas, descendo seguidamente para as partes íntimas. Oh, ele estava a pôr-me doida. E mais doida fiquei, quando ele me arregaçou a saia e, afundou o seu rosto maciço na minha zona proibida, fazendo-me vibrar, nem uma adolescente depravada. - Ah, Cristiano...que maravilha... – Ronronei eu, completamente arrebatada pela sua língua prodigiosa. - Humm, Ligia... Seguidamente, empurrei-o para cima do maple e ataquei a sua berguilha, sacando-lhe o mastro das calças. Mas que pau, que ele tinha! Em toda a minha vida nunca tivera nada igual entre as mãos. E foi com as duas mãos que o empurrei para dentro da minha boca, para o mamar desenfreadamente. -Mmm...Cristiano...Que belo caralho que tu tens! – Sussurrei eu, com aquela haste demorada entre os meus lábios. - Mama, querida. Engole-o todo, filha!... – Disse ele, estreitando os olhos.

Após uma demorada foda oral, Cristiano lá se dignou a submeter-me numa posição curvada, para depois me penetrar com todo o seu vigor sexual. Oh, sim...fode-me Cristiano! Sim, na coninha! – Bradei eu, inebriada pelo seu caralho monumental, que me fazia obter espasmos lúbricos, que me deixavam à beira da loucura. E foi numa verdadeira loucura que ele furtou o bastão de dentro da minha coninha viscosa, e mo ofereceu de novo para eu mamar. - Mama, Ligia!...ah, estou-me a vir!...bebe o leitinho todo... – Reclamou ele, com o tom de voz enrouquecido. - Sim, Cristiano...Dá-mo...Dá-mo todo! - Roguei eu, desejosa de receber o seu esperma viscoso na minha boca. Por fim ele veio-se demoradamente nos meus lábios. Recebi o seu leite quente, sob diversos esguichos, que me lambuzaram, desde as mamas, até à face.

Mas o Cristiano ainda não estava satisfeito. Estivera demasiado tempo sem foder uma mulher, e agora tinha-me ali a mim, completamente disponível para ele. E sem me deixar respirar, tornou a virar-me. - Agora vou comer-te o cuzinho, minha linda! – Insistiu ele, meigamente. E foi com meiguice, que ele enfiou o seu bordão no meu cuzinho, fazendo com que eu fosse às nuvens num instante. Oh, ele fornicou, e castigou-me com prazer e loucura, até se vir de novo, mesmo no meu cuzinho macio. Oh, forniquei com ele toda a tarde, até o meu marido chegar. Durante duas semanas, todos os dias deixei que Cristiano fosse o dono do meu corpo, permitindo que ele me fodesse de todas as maneiras que vocês possam imaginar. Depois ele arranjou uma casa noutra cidade, e foi-se embora deixando-me “morta” de saudades

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:18
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