Domingo, 17 de Agosto de 2008

Comida pelos Vizinhos


Chamo-me Lígia e vou-vos narrar a minha melhor noite de sexo. Eu vivo maritalmente com um homem, que eu considero ser muito boa pessoa. Mas na cama, é muito fraco. Tem orgasmo muito precocemente, e isso chateia-me, pois gosto de ser fornicada por muito tempo. Aqui no prédio onde vivo, mora um casal, que eu considero...sublime! – Ele é um espanto de homem. Maduro, moreno e muito alto e forte. Ela, ainda é nova. É loira e muito bem feita. É óbvio que fiz logo amizade com ela, passadas algumas semanas comecei a frequentar a casa deles. Das visitas lá a casa, até eu cair na cama deles, foi um instante! Num desses serões eu sentia-me entediada e só, pois o meu marido, o Jacinto estava no turno da meia-noite, e eu decidi subir até à casa deles para conversar um pouco. Entretemo-nos a ver um programa de televisão, que era igualmente chato, quando a Manuela começou a apalpar-me as mamas, depois beijou-me e jogou os seus dedos finos às minhas cuecas húmidas, libertando-as do meu corpo sequioso de sexo.

Oh, mas nós as duas, não estávamos sós, e não éramos as únicas a querer sexo. O marido dela, o Fernando, tinha acabado de sair do banho. Ele detinha-se enrolado num breve roupão turco, e não se fez esquisito em se juntar à “festa”, pois mergulhou logo a sua cara entre as minhas pernas, lambendo-me avidamente a coninha. Ui, que bem quer ele o fazia! A Manuela, serpenteava com a sua língua doida na minha, e descia até às minhas mamas, onde se demorava lascivamente. Seguidamente, ordenou ao Fernando que se estirasse no sofá, ao que ele obedeceu, colocando-se completamente ao dispor de nós duas. E, pela primeira vez pude constatar que ele era mesmo gostoso de morrer. Era peludo, e ostentava um corpo musculado, e quanto ao seu mastro...Que grosso e rubro, que ele era! A Manuela, maluca; começou a bater-lhe uma longa e demorada punheta para o entesar. Se o caralho dele já estava grande, ainda ficou maior; um gigante, depois das suas mãos o acariciarem meigamente. E foi gigante, que ela enfiou o caralho do seu marido na minha boquinha apertada, mas gulosa. Comecei a mamá-lo loucamente. Era ela que mo dava, para eu mamar. Era uma loucura. Mas ainda fiquei mais louca quando ele passou as mãos pelo minhas nádegas, e desceu até encontrar o meu buraquinho do cu, que seguidamente penetrou, com os seus dedos grossos, levando-me ao êxtase. Quanto mais eu o abocanhava, mais ele me penetrava. Ah, ele sabia fazer-me gozar. Em poucos minutos de sexo, eu percebi que ele era mestre na arte da cama. O meu marido, o Jacinto não passava de um aprendiz, comparado com este. Ohhh, vocês não imaginam o quanto eu o mamei!...

Tanto, tanto, que até me espumei toda pela boca, tal não era o volume do seu pau peludo e grosso. Mas a Manuela também ajudou, alternando a mamada comigo, tal não foi a orgia oral que fizemos. Mas ele manteve-se sem se vir! Qualquer homem ter-se-ia vindo nem um cavalo, após ser mamado por nós duas...mas ele não! O Fernando era um Patrão, na cama! Continuadamente, a Manuela convidou-me para eu montar o seu marido, ao que eu aquiesci com deleite e agrado. Eu não sei se consigo descrever o prazer que obtive, enquanto o marido dela me fornicava a ratinha quente, mas asseguro-vos que ele me pôs doida de tesão! A Manuela também não parava, e passava a sua língua por todo o meu corpo, como se eu fosse um gelado numa tarde quente de verão. - Ah, meus lindos!...mais, mais... – Gemi eu, obtendo vários orgasmos viscosos. -És uma grande putinha, sabias? – Sussurrava ele ao meu ouvido, deixando-me louca de tesão. Acto continuo, ele libertou-se de mim, e colocou-me em posição de suplicia, obrigando-me a permanecer prostrada com as nádegas completamente ao seu dispor.

E foi quando ele...oh, sim me penetrou por trás...LOCURA! -Ah, sim! No cuzinho é bom, Fernando...Mete-o todo! – Grunhi eu, completamente arrebatada pelo prazer. Estava possessa de tanto tesão no cu, e na cona! Ah, ele enrabou-me sim! Mas com um verdadeiro fidalgo. Deu-me muito prazer, fornicando-me com avidez, mas nunca me magoou! A Manuela manteve-se debaixo de mim, lambendo-me a coninha com vigor, levando-me à loucura, como nunca ninguém me tinha levado antes. Eles eram dois Olimpos do Sexo. Sabiam dar prazer! Por fim, ele veio-se, mesmo no meu cuzinho, e eu vim-me na boca da mulher dele, o que a fez chupar-me ainda com mais força. Foi um serão de loucura e deboche! Agora, posso-vos revelar que passo muitos serões em casa da Manuela e do Fernando, sempre que o meu marido adormece ou saia para o turno da noite. Agora que tomei o gosto por fornicar com casais, quem sabe, um dia eu não caio da cama de vocês, hein?...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:51
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