Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

No Campo


São 3 hora de uma quente tarde de verão, encaminho-me por entre os campos esperando encontrar um local com agua onde possa refrescar-me e descansar desta caminhada tão revigorante após uma boa refeição.

Dirijo-me agora ao afamado local da aldeia devido à sua fira agua, bem como a tranquilidade que se perde nos vales que o circundam, oiço o barulho de agua a movimentar-se por entre a folhagem adivinhando a sua presença cada vez mais próxima.
Os meus pensamentos impregnados de fortes cheiros a flores campestres secas fazem-me reviver os meus tempos de menino onde tudo era tão novo e desconhecido.

Ao aproximar-me do local vejo roupas espalhadas pelo chão, uns ténis que atiçam o meu inquieto espírito a avançar calmamente sem me denunciar. Talvez um casal tenha a mesma intensão de se refrescar e ermo que é o local se tenham despido de preconceitos e estejam a tomar um belo banho.

Por entre a folhagem fico surpreendido com o que vejo, duas raparigas da terra deliciam-se com a agua e os raios solares, brincando uma com a outra atirando agua. Eu maravilhado observo sem querer provocar algum tipo de constrangimento ou temor derivado da minha presença.

Sorridentes e apenas de roupa interior nadam, mergulham deixando á vista uns “bumbuns” bem rijos próprios de mulheres de vintes e tais anos. Cobertas pela inocência do local sentem-se confiantes e felizes com o seu contacto com a natureza, as suas peles morenas e douradas pelo sol os seus cabelos dourados reflectem o os raios do astro rei.

Nadam agora em direcção uma da outra abraçando-se e mergulhando até que emergem com as bocas coladas num louco e lânguido beijo, esta imagem dá-me arrepios é a primeira vez que observo tal acontecimento, tal como um casal apaixonado mexem nos cabelos e beijam-se sofregamente como se fosse este o ultimo momento das suas vidas, deixando cair as alças dos soutiens acariciando os peitos tesos e arrepiados.

Gemidos enchem o ar quente calados por mais e mais beijos, a agua outrora fria, ferve ante estes amantes sequiosos de prazer, sentada agora na pedra usada para bater a roupa uma delas afasta as suas pernas deixando uma não muito peluda vulva de onde brota um doce liquido sorvido por sua amada logo de imediato.

Enfiando dedos, apertando bicos e lambendo sexo parece que quatro mãos não são suficientes, anunciando o seu orgasmo e sem libertar aquela subjugadora língua aperta com as suas pernas a cabeça de sua escrava que arfa implorando por mais. Trocam-se as posições a escrava demonstra-se mais exigente agora deitando-se de gatas sobre a mesma laje de pedra arrebitando o seu delineado rabo imaculadamente depilada sendo atacada por furiosas carícias desesperadamente entrega-se ao prazer.

A sua mestra enquanto se masturba e mamando vai enfiando um dedo no cusinho e outro no seu eruptivo sexo de onde quentes rios de néctar a vão alimentando. O gozo está próximo, tremendo com as contracções bamboleantes pernas um jacto sai caindo sobre a face de sua amada coroando-a com gritos e locas palavras de amor eterno.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:19
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