Domingo, 16 de Novembro de 2008

Amiga Carente


Sou amigo da Helena a mais de 15 anos.
Ela é uma mulher já na casa dos trinta e como somos muito amigos sou seu confidente.
No principio desta semana ela me ligou e disse que precisava falar comigo com urgência e pensei logo que seria o problema com o marido dela, uma pessoa que nunca gostei em momento algum da minha vida, mas como ela gosta tudo bem.
Chegou em minha casa e foi logo sentando no sofá e começou a desabafar e reparei que lhe enchia os olhos de lágrimas narrando o acontecimento. Ela me contou abertamente que ele estava com pouco apetite sexual depois de que ela teve o filho e que nem era mais procurada por ele por mais que ela se insinuasse. Olha que posso lhes dizer que ela alem de ser minha amiga do coração nunca lhe tinha olhado de outra forma. Ela continuou falando sem parar, eu só observava o seu jeito já conhecido de falar energicamente, nisso se levantou e no meio da conversa me perguntou
- será que fiquei muito mal depois de ter o meu filho?
Eu olhei para ela em pé a minha frente e disse logo que não, mas ela não parou por aqui:
- será que sou incapaz de dar tesão ao meu marido?
- olha que vou te dizer uma coisa: do jeito que estas provocante hoje, até a mim estas dando tesão! E dei um sorriso.
Ela de imediato me respondeu:
- mas de ti eu não podia esperar outra resposta!
- não sei porque! Eu também sou homem como todos!
- mas tu és meu único amigo, aquele que posso confiar!
- sim mas não sou de ferro! Daqui a pouco arrebento o fecho das calças se continuares assim!
De facto ela sempre foi gostosa, morena de estatura mediana, rosto angelical, belos seios, cabelos negros e lisos, boa bunda tipo file, e então ela parou e olhou para a minha cara e ficou vermelha e para se compor pediu para ir ao banheiro, no entanto tocou o meu telefone e fui atender onde tratei rapidamente do assunto e fui em direcção a minha suite onde quando entrei no banheiro dei de cara com ela sentada no trono e com uma mão por dentro da saia e a outra na boca numa masturbação fervorosa que nem notou a minha presença. Eu logicamente de pau duro olhei para ela que abriu por um instante os olhos e deu de cara comigo alisando o pau por cima da calça onde ela conferiu e me chamou para perto dela,
- peço desculpas por isso, mas é que já nem me aguento só de falar no meu problema e ninguém mais indicado do que tu para me ajudar a resolver isso!
Se levantou e veio na minha direcção onde me deu um beijo na boca enquanto acariciava o meu pau com uma das mãos se tirar a outra da buceta. Me empurrou para fora do banheiro me levando para o meio do quarto onde foi para cima da cama e levantou a saia e por cima da lingerie apertou com força a buceta e me ofereceu para ser usada e abusada! Nisso tirou toda a roupa ficando em lingerie e se deitou na cama. Foi uma visão dos céus ver aquela morena linda deitada na minha cama branquinha. Deitei ao seu lado só de cueca e comecei a alisar o seu corpo e com beijos da boca para baixo chegando aos seus seios perfeitos mesmo depois de amamentar o filho. Ela retribuiu acariciando minha piroca por cima da cueca e paramos um instante para tirarmos o que nos sobrava e fui logo caindo de boca nos seus seios e ela dava suaves gemidos a medida que ia beijando tudo que podia. Ficamos assim por algum tempo e acabamos por nos colocar de joelhos na cama de frente um para o outro e ela pediu para que me pusesse de pe onde começou a beijar o meu corpo na zona da virilha, saco e suavemente colocou a cabeça da minha piroca na boca e começou a chupar sempre segurando no meu saco. Ora tirava meu pénis da boca e passava a língua por toda a sua extensão e engolia novamente e tirava batendo com minha piroca em seu rosto. Foi uma mamada gostosa e com calma onde eu sentia minha piroca inchar e crescer cada vez mais. Ficamos assim alguns instantes e ela se deitou na cama e rapidamente abriu as pernas onde me posicionei a sua frente ajoelhado e comecei a chupar a sua buceta que ai sim, foram arrancados longos gemidos da minha amiga.
- meu marido nunca me chupa! Que loucura!!!
E não parava de gemer até que ela mandou eu me deitar e deu mais uma lubrificada no meu cacete e veio montar que não houve muita resistência porque alem de apertada estava muito lubrificada. Entrou pouco mais da metade de uma só vez o que fez com que ela gemesse a cada estocada. Helena começou movimentos cadenciados acostumando a sua vagina ao volume e só me pedia para não parar de lhe fuder, até que ela começou a se concentrar em enfiar cada vez mais mas o seu pequenino útero não aguentava com tais dimensões. Não é que eu seja como muitos aqui que dizem que tem verdadeiras trombas, tenho um dote de 22 cm e com uma largura de 7 cm e grosso.
Ela não parava e desmontou se colocando deitada de lado para ver se conseguia engolir mais, mas era inevitável porque não havia hipóteses. Fiquei comendo ela de lado até que ela se colocou de quatro e foi uma visão linda ver a minha amiga com aquele corpo todo bem feito e uma marquinha de bronzeado com o cuzinho olhando para mim e a piscar.
Meti na sua boceta enquanto ela continuava gemendo e via pelo espelho do armário a cada estocada os seus lindos seios balançando e sua cara de safada. Eu ia dando uns tapinhas na sua bundinha linda e senti que ela estava tendo o seu primeiro orgasmo que lhe levou a gemer com força quebrando o silencio do quarto.
Disse a ela que também estaria perto e fui lhe lamber a buceta e como sempre passei a língua no cuzinho também, como sou um fissurado em sexo anal foi inevitável. Ela deu um suspiro forte e olhou na minha cara
- não me digas que tu gostas de cu?
- claro que sim, penso que todo homem gosta!
- o meu querido diz que é porcaria!
- então vamos virar porcos agora?
- sim, mas tens de ter paciência porque ai só meto o meu vibrador que não é tão grande como a tua piroca!
- então o teu marido nunca te enrabou?
- não!
E voltei a passar a minha língua naquele botão cor de rosa lubrificando ao máximo e enfiei o dedo médio até ao fundo e ela começou a gemer novamente e iniciou uma masturbação dando cabo do seu grelo e pude sentir escorrer lubrificante da sua boceta que aos poucos ia buscando e passando no cu dela. Eu me posicionei do seu lado e ela foi chupando novamente minha piroca lubrificando com tanta saliva que deixou ela brilhando. Era uma cena linda ver a minha amiga e agora também amante com uma fome medonha ali a minha mercê com mais fome de sexo que uma freira! Ela não parava de acariciar a sua buceta e começava a enfiar um, dois e três dedos dentro tirando o seu gozo e colocando no cuzinho que estava prestes a ser comido.
Me deitei e ela vaio por cima de costas para mim e foi coordenando todos os movimentos até que colocou a cabeça na porta do cu e foi deixando descer o seu corpo para entrar a cabeça que com calma entrou bem.
- olha que o teu cu é mais aberto que a tua buceta!
- olha querido, do jeito que eu estou aguento até uma mangueira nele!
Podem ter certeza, isso nunca tinha me acontecido de comer um cu quase virgem mas com uma dilatação fenomenal e comentei isso com ela.
- estavas a espera de que? Não te disse que estou sempre com o vibrador metido nele?
- sim querida mas isso é demais!
- pois é, e tu vais ver que vou aguentar mais no cu que na buceta!
E dito e feito, ela aguentou com tudo só deixando de fora o saco. Fazia movimentos de sobe e desce, uma autentica bate estacas.
Saiu de cima de mim, deu a volta, chupou mais um pouco e veio colocando-se de joelhos para que eu lhe chupasse mais a buceta e o cu e com a minha língua de fora ela foi cavalgando na minha cara que num instante voltou a se sentar de frente para mim metendo novamente no cu. Os seus gemidos foram aumentando como a sua respiração e veio mais um orgasmo violento por parte dela que pediu que quando eu fosse gozar molhasse toda a sua cara e boca.
Não demorou muito mais e me coloquei de pe ao seu lado, ela meteu o que pode na boca e recebeu um banho de esperma naquela garganta quente que acabou por deixar escapar um pouco lhe caindo sobre os seios morenos.
Me deitei ao seu lado cansado e ela começou a me beijar a piroca novamente e fomos tomar banho, onde houve mais uma fodinha em pé, mas isso conto mais tarde...

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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

O Filho da Minha Amiga


Conheci Helena há uns anos, ainda ela estava casada, numas férias no estrangeiro. Era um grupo em que ambas íamos integradas com mais uma outra amiga, Júlia. Depois durante uns tempos ainda nos voltamos a reunir nuns jantares desse grupo, mas tudo acabou e os meus contactos com Helena passaram a ser esporádicos. Íamos sabendo coisas uma da outra através de Júlia, que a via com frequência. Assim soube do seu divórcio e da sua vida com o filho que com ele ficou. Há um mês atrás, estava eu com a Júlia (amiga a que já fiz referência no meu conto “Como iniciar um jovem”, aqui publicado nas Fantasias) a lanchar numa das esplanadas do Chiado, apareceu Helena, inesperadamente.

Depois dos beijos e abraços da praxe, “estás cada vez mais nova”, “ e tu que bom ar que tens”, “os anos não passam por ti”, etc, etc , sentou-se à nossa mesa e disse que estava à espera do filho e do amigo do filho que vinham fazer umas compras pois partiam daí a 2 dias no Inter-rail a visitar umas cidades europeias durante duas semanas. Eu sabia pela Júlia que o filho da Helena estava um belo rapaz com os seus 18 anos e que o amigo dele, o Bruno, também era um borracho. E disse-me mais, que a Helena tinha um tesão grande pelo rapaz, mas que tinha receio de avançar por causa da amizade entre ele e o filho. Quando soube que os rapazes iam aparecer, a Júlia disse-me que ia ver como eram uns belos exemplares e que não era de admirar a “paixão louca” – disse a brincar com a amiga - que a Helena sentia pelo rapaz.

Entretanto eles chegaram, fizeram-se as apresentações e sentaram-se também à mesa. Lanchamos os cinco e depois a Júlia foi embora pois tinha uma consulta no dentista. O Pedro ficou ao lado da mãe, voltado para mim e o Hugo ao meu lado voltado para a Helena. O Pedro não tirava os olhos do meu decote, que nesse dia era bastante generoso e deixava antever as minhas mamocas de que aliás me orgulho. Também reparei que o Hugo olhava embevecido para a Helena com quem falava parecendo não haver mais ninguém no mundo. Às tantas os rapazes levantaram-se e forma lá dentro e eu aproveitei para dizer à Helena que o Bruno estava vidrado nela e que não tivesse receio em o atacar porque estava no ponto.

Ela também concordou, mas tinha o problema de ele e o filho andarem sempre juntos e entretanto agora irem viajar. Teria de tentar numa outra ocasião. O Pedro também me tinha agradado muito (qualquer rapazote assim desempenado e boa figura me atrai cada vez mais) e resolvi – não me mostrando interessada no assunto – dar uma sugestão à Helena. Tinha percebido que o Pedro queria comprar um saco de viagem mas que o Bruno estava com uma certa pressa de voltar para casa. Então disse à Helena para ela falar com os rapazes no sentido de ela regressas a casa dando boleia ao Bruno enquanto eu acompanhava o Pedro às compras e depois o levaria no meu carro. Assim ela teria oportunidade de estar a sós com o rapaz e depois eram com ela, mas que não perdesse a ocasião. Concordou, propôs isso quando eles voltaram, e assim foi. O Bruno seguiu com a Helena e eu e Pedro descemos o Chiado em direcção à loja onde ele ia comprar o saco.

Durante o passeio brinquei com ele, disse-lhe que tinha muita sorte por ir fazer aquela viagem, que ia arranjar muitas namoradas, que comprasse um saco bem grande para levar dúzias de camisinhas e outras coisas no género. Ele sorria meio corado e assim chegamos à loja. Enquanto ele dava uma vista pelos sacos eu só pensava que naquela altura já a Helena devia estar a “depenar” o frangote do Bruno e isso dava-me um tesão danado. Até apertava as coxas uma contra a outra de puro gozo. E eu ali com o outro na loja… Por fim o Pedro optou por um saco por sinal igual a um que eu também tenho. Disse-lhe isso e que se ele assim quisesse, lho emprestava. Sempre poupava um bom dinheiro que lhe ia dar jeito na viagem. E na compra das camisinhas, disse-lhe a brincar. Ele aceitou e fomos em passo rápido (a pressa era minha, claro) para o carro, para irmos para minha casa. Durante a viagem disse-lhe, pondo uma mão nas pernas dele com certa naturalidade mas deixando-a lá ficar para ele ir sentindo o calor dela: - “Pedro tem cuidado com os teus olhos. De tanto olhares para as minhas maminhas ainda te caiem pelo rego abaixo e depois fazem-te falta para veres as tuas namoradinhas”.

Ele voltou a corar, mas ainda teve coragem de dizer: “desculpe, mas são tão bonitas…”. “Não me digas que gostas assim tanto delas? – insinuei a puxar por ele. Sorriu, ia a dizer qualquer coisa mas entretanto parei o carro e, apertando-lhe a perna, disse-lhe que tínhamos chegado. Uma vez em casa apressei as coisas. Indiquei-lhe o escadote para ele subir para tirar o saco de cima do armário que tinha no meu quarto, segurei-o pelas pernas com o pretexto de ele não cair e fiquei com a cara encostada à coxas dele e quando desceu perguntei se era aquele o saco que queria. Disse que sim, agradeceu o empréstimo e ficamos um em frente do outro. Então eu disse: “só isso? Obrigado e mais nada? Nem direito a um beijinho de agradecimento?”. Ele inclinou-se para me beijar na face, no ultimo momento rodei a cara e as nossas bocas encontraram-se. Sem perder tempo, agarrei-o pela nuca e puxei-o bem colado a mim e beijei-o longamente”.Ele correspondia e comecei a sentir a pressão do pau nas minhas pernas. Desabotoei-lhe a camisa e beijei-o no pescoço e nos mamilos, chupava-o, lambia-o. Ele já estava louco e então empurrei-o e fi-lo cair na cama e tirei-lhe as calças e o slip.

Tinha um pau de bom tamanho, vibrante de tanto tesão, as veias entumecidas. Acariciei-o, beijei-o, suguei-o até sentir que ele não ia aguentar mais. Nesse momento meti-o todo na boca enquanto apertava as minhas coxas e ele se veio descarregando o leite em ondas sucessivas enquanto eu o sugava e também gozava pelo puro prazer de saber que lhe estava a proporcionar prazer. Sentia as minhas cuequinhas todas húmidas. Engoli uma grande parte do leite e com o resto lambi-lhe o peito deixando todo húmido. “Foi bom”? – perguntei olhando-o nos olhos. Afogueado respondeu que sim, que nunca tinha gozado tanto. “Nem com as tuas amiguinhas?”- insisti a puxar por ele. Entretanto tinha-me despido, e ele puxou-me para cima dele e beijamo-nos novamente. Ele estava entusiasmado e então deitei-me ao lado dele e pedi-lhe para fazer o mesmo comigo. Que fosse meu amigo… O Pedro então beijou-me toda, notava-se que já tinha alguma prática, senti a língua a percorrer o meu corpo também todo untado com o leite dele e levei-o a fazer um minete com todas as regras. Ele correspondia aos meus pedidos e fez-me vir outra vez. Depois puxei-o para cima de mim e o teu pau novamente teso entrou por mim adentro.

Demos uma foda maravilhosa, comigo a comandar as operações para ele se aguentar o mais possível e consegui conjugar com ele o momento para gozarmos juntos. Foi delicioso. Quando se preparava para sair de cima de mim, não deixei. Prendi-o com os meus braços e pernas e assim ficamos agarrados como lapas. Gosto cada vez mais de rapazes novos, por isto mesmo. Sou eu quem comanda as operações e gosto de ficar assim com ele apertado a mim, com o pau dentro de mim. Gosto e sentir o pau a diminuir de volume e, depois de recomeçar as carícias e os beijos, sentir que o pau começa de novo a inchar, até ficar túmido e pronto para nova arremetida. Foi o que aconteceu e demos mais uma foda deliciosa. No meio do meu gozo lembrei-me que a Helena, se tudo tivesse corrido bem, também estaria a sentir-se feliz e aliviada como eu naquele momento. Mas estava na hora de o Pedro ir embora e só fomos tomar um duche rápido para ele não chegar a casa a cheirar a sexo por todos os poros. Seria que a mão ia dar por isso? Duvido. Ainda demos uns chupões durante o banho, mas por fim lá nos separamos.

Ele ficou em vir entregar o saco depois da viagem e ambos percebemos que ainda íamos ter muita festa no futuro próximo. Mais tarde a Helena telefonou-me a agradecer a minha colaboração, que tinha sido delicioso, que o Bruno de facto estava perdido por ela, que ia tratar do caso com atenção mas que durante uns tempos ia aproveitar. “Obrigada por tudo querida Carla”- terminou ela o telefonema. Desliguei e fiquei a sorrir e a dizer para comigo: “obrigada eu, Helena, pela pérola que criaste e com a qual me vou divertir durante uns tempos. Seremos duas mulheres felizes enquanto o encantamento durar”.

EMAIL: explicando-08@sapo.pt

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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Eu + Amiga + Voyeur


Tenho uma amiga de infância que não via há algum tempo e com quem me cruzei recentemente.

Apesar da distância sempre que nos encontramos é como se nos tivéssemos visto ontem...falamos imenso de tudo e mais alguma coisa....e rimos feitas loucas!!!

Nesse dia apeteceu-me levar a conversa para o campo sexual, conhecer um pouco das suas experiências. Subtilmente fui liderando a conversa introduzindo temas desde tamanhos
penis, sexo anal, vibradores, o que gosta de fazer, como, tentei percepcionar os seus mais secretos anseios.

Falou-me que não gostava de sexo anal porque lhe doía das poucas vezes que experimentara.Contou-me que teve apenas uma relação efémera depois do seu longo namoro ter terminado há 2 anos e que simplesmente sentia falta de sexo puro e duro!!!

A conversa foi descendo de nivel e subindo de interesse!

Indaguei se já tinha estado com uma mulher e se o admitia fazer. Confessou-me que a acontecer seria passiva pois disse que ninguém como uma mulher para saber onde e como nos tocar!! Ui!!! E eu respondi:"engraçado, a acontecer comigo só se eu fosse ctiva!!!
Aiiii! Isto prometia e já sentia um friozinho na barriga mas até o assunto aquecer ainda demorou um pouco.

Combinámos no dia seguinte ir a uma sex- shop. Sinceramente prefiro fazer compras do género comodamente em casa mas a situação em si poderia revelar-se interessante e, quem
sabe alguma coisa acontecia no marasmo da sua vida actual.

Ela queria um vibrador cor de rosa...mal sabia ela o "arsenal de brinquedos" que tenho em casa.

E lá fomos á nossa picante "excursão" pelo mundo do sexo. Atendeu-nos um senhor de meia idade e obviamente perguntou do que estávamos a procura.Ela iniciou o diálogo falando em
vibradores. E no meio da panóplia de cores, formas e tamanhos, eu com ar decidido disse ao senhor que queria um vibrador rosa choque, tamanho medio, enrrugado e semelhante ao pénis humano! O sacana olhou-me de alto a baixo e disse "sim senhor, tenho o que deseja!" com ar de engate. Foi buscar , ela concordou com a escolha, pagámos e saimos sem mais delongas.

Estava a anoitecer e convidei-a a beber uma bebida e continuarmos conversa em minha casa. A noite estava quente e por isso mal chegámos entreabri a janela e servi um cocktail
ligeiro.

Entretanto abrimos a caixa do vibrador para o olhar e tocar de novo e ela sorriu maliciosamente...não sei se pelo efeito da bebida se desinibiu mas vi naquele momento algo mais no seu sorriso e no seu olhar. Boa!!

Afinal conheciamo-nos bem e confiávamos uma na outra e isso seria uma mais valia no que podia acontecer .

Com este incentivo avancei sobre ela, sussurrando-lhe ao ouvido: " vamos experimenta- lo juntas??!!!!! Estamos sozinhas e ninguém saberá." Largou-se numa gargalhada esfusiante e
disse-me que há algum tempo que pensava em experimentar essa situação mas não tinha ninguém em quem confiasse.... "então aproveitemos" disse- lhe.

Pus de lado o vibrador para o momento mais quente (ainda agora começava a festa) e fui-lhe beijando o pescoço e mordiscando as orelhas ora suavemente ora sofregamente .
Devagar desci até aos seu mamilos levantados e suguei-os literalmente.

Beijei-a e mordisquei os seus lábios para sentir o seu doce sabor.

A minha língua continuou a percorrer o seu corpo lambendo e cheirando ate que me detive na sua gruta pequenina. Enfiei um dedo na sua bixana e já estava molhada, introduzi mais um dedo e e ela soltou o primeiro gemido. Com as duas mãos abri os seus labios e iniciei um lento vai-e-vem com a lingua, estavam sedentos de serem chupados.

Assim quentinha, disse-lhe para não se mexer e fui então buscar o vibrador. Desliguei-o e pedi-lhe que simulasse um "fellatio". Meteu-o todo na boca, chupou, lambeu, ate que me disse que o queria meter todo la dentro! Começei por o esfregar um pouco na sua bixana para a excitar ainda mais e, depois meti-o devagar ate a "encher" e começei a bombar. Aos gemidos sucedeu um sonoro orgasmo.

Entretanto passou-me pela cabeça que poderíamos usar o strap- on que tenho e gozar ainda mais. Tirei-o do armário e disse lhe:isto é que é uma festa completa!! Já vais ver! Pus o cinto, untei-a com o lubrificante e começei devagarinho a penetrar aquele generoso rabo.
Não estava a doer, dizia, pediu-me para não fazer mais perguntas e seguir. Aumentei a cadência das estocadas e novo orgasmo aconteceu. Continuei louca a cavalgar sobre ela, já também inebriada pelo prazer e em poucos instantes o meu orgasmo também sobreveio!!

Ela olhou-me e disse: "não imaginei que fosse tão bom!

Eu olhei de relance para a janela entreaberta e ....um vizinho de um predio contíguo no andar de cima, observava- nos e masturbava- se ! Deve ter gostado da festa! Para a proxima convido-o a juntar-se a nós lolol.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:27
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Comi Cu Minha Namorada e da amiga


Comi o cu da minha namorada e da Amiga Frequentávamos a mesma faculdade, o mesmo curso e a mesma turma. Conheciamo-nos há três anos e éramos grandes amigos. Eu a Maria a Carla e o Zé. Eu namorava com a Maria e o Zé com a Carla. A Maria não era muito bonita mas tinha um corpo de morrer, 1,65, 54Kg, tudo muito proporcional. A Carla era alta, pesada sem ser gorda, mas com uma cara muito bonita. Naquele fim de semana o Zé tinha ido passar o fim de semana a Bragança com os pais e eu a Carla e a Maria andamos por Coimbra a passear e a fazer tempo. No sábado, antes do jantar fomos ao clube de vídeo buscar uns filmes para ver à noite. Escolhemos dois filmes quando as duas se detiveram em frente à prateleira dos filmes pornográficos a fazer comentários sobre os mesmos e dizendo que nunca tinham visto um filme pornográfico na vida (atenção que na altura não havia DVD’s era só cassetes VHS).

Juntei-me à conversa e lá decidimos levar um filme para vermos os três ficando ao critério delas escolher o título. Jantamos, vimos um dos filmes escolhidos e quando fui tirar o filme elas disseram-me para pôr o pornográfico. Agarrei na cassete e o titulo era “A rainha do Anal”. Fiquei surpreendido pois a Maria nunca tinha querido fazer embora soubesse pelo Zé que a Carla fazia. Sem me sentir muito confortável sentei-me no sofá entre as duas para ver o filme. O mesmo começou e em pouco tempo já estava uma loira a chupar o pénis do actor. Elas começaram a fazer comentários sobre o tamanho e a técnica dela que conseguia pô-lo todo na boca ficando só as bolas de fora, depois fizeram sexo em várias posições até que começaram a fazer anal. Eu estava super envergonhado e constrangido mas ao mesmo tempo com uma tesão enorme. Ao meu lado as opiniões divergiam, a Maria dizia que nem pensar que aquilo devia doer e a Carla dizia que devia ser bom.

Finalmente acabou aquela cena com o actor a vir-se na cara e na boca da actriz e mais uma vez as opiniões ao meu lado divergiram. A Maria excitada a dizer que adorava e a Carla a dizer que nem pensar que era nojento. Começou outra cena, actores diferentes cenários diferentes mas a acção a mesma. Finalmente pareceram lembrar-se que eu estava ali e a Maria deu-me um grande beijo fazendo um comentário sobre o volume nas minhas calças enquanto com a mão me massajava o pau que doía tanta era a tesão. A Carla disse que não era justo nós estarmos naqueles melos e ela estar ali cheia de fome e sozinha quando para surpresa minha Maria disse que ela também podia brincar. Não sei se tinha sido combinado ou não, mas a Carla não se fez rogada e de imediato me beijou enquanto a Maria libertava o meu pau.

Não era tão grande como o da Tv mas tinha uns bons 19 cm e muito grosso. A Maria já conhecia mas a Carla ficou muito bem impressionada e rapidamente o tomou em mão sentindo o tamanho e a grossura. Despimo-nos num instante e parei por segundos para mirar a Carla. Mamas grandes, um cu grande e uma cona toda rapadinha como só tinha visto em filmes. Não perdendo tempo as duas começaram a mamar-me em simultâneo e à vez tentavam fazer o que viram no filme enterrando o meu pau todo até à garganta, Sentia que não aguentava mais e anuncie que me vinha preparando-me para dar o meu esperma À Maria quando ela diz que não, ela já conhecia e gostava era a Carla que tinha que aprender e segurando-a pela cabeça fez-me sinal e comecei a vir-me na sua cara e mamas até que ela abriu a boca deixando-me terminar lá dentro.

Estava exausto não pensei que fosse possível ejacular tanto. As duas riam e limpando-se a Carla comentou que até gostou da sensação e que o sabor não era mau. Agora que ela experimentou a Maria tinha que experimentar anal. Disse que não, estrebuchou muito mas lá acabou por ceder. Eu perante aquelas duas mulheres e a perspectiva de comer o cu da minha namorada estava de novo pronto para a acção. Para quebrar o gelo propuseram começar pelo rabo da Carla já habituada. Depois de lubrificar bem com saliva entrei no seu rabo arrancando-lhe gemidos de prazer e de dor. Aos poucos os gemidos eram só de prazer e esfregando bem o clitóris chegou ao orgasmo com grande ruído. Eu fiz um esforço para me segurar pois queria vir-me no cu da Maria.

Satisfeita a Carla e vendo a Maria cheia de tesão colocámo-la em posição e a Carla encarregou-se de a lubrificar usando saliva e os sucos das duas que escorria pelas pernas abaixo. Finalmente fez-me sinal e aproximando-me penetrei-a com grande dificuldade provocando-lhe espasmos de dor. Não parecia estar a apreciar muito o sexo anal quando a Carla para surpresa de todos se deitou de baixo dela e lhe beijou o clitóris. Finalmente a Maria relaxou a passou a gozar o tratamento anal que estava a levar culminado com um orgasmo conjunto dos dois. O seu rabo estava vermelho e muito aberto e eu continuava cheio de tesão sem ter perdido erecção.

Fiz sinal à Carla para se deitar que a queria possuir mas ela disse que não, que à frente só o Zé e ofereceu-me novamente o rabo que comi com prazer até me vir pela terceira vez nessa noite fazendo questão de me vir dentro dela. Nessa noite dormimos os três juntos e passamos o Domingo em casa a fazer sexo de todas as formas com duas nuances, elas nunca mais se tocaram para minha tristeza e não fiz sexo vaginal com a Carla embora a tivesse lambido umas quantas vezes.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:06
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

A mulher do amigo e empregada


Numa altura da minha vida em que eu estava desempregado e onde empregos era coisa que não havia, decidi abrir uma loja de roupa e ténis para a malta nova com a ajuda do capital dos velhos. Como naturalmente precisava de uma empregada, propus à mulher de um casal amigo, também desempregada, vir trabalhar comigo. Ela aceitou com contentamento. Assim lá começamos uma convivencia diária a que naturalmente se juntaram as confidências de parte a parte. Eu sempre fui um bocado brincalhão e por sistema faço sempre um pouco de flirt, a maioria das vezes sem qualquer segunda intenção.

Com todas essas confidencias um dia disse-lhe que ela era muito bem feita, com um bom par de mamas e umas belíssimas pernas. Por falar em pernas, disse ela, tenho de comprar um par de collants. Eu disse-lhe: se quiseres, eu gostaria de comprar-te esses collants, mas com uma condição, eu ajudo-te a vesti-los. Aí e para minha surpresa, ela diz: está bem! Soube logo que íamos ter um caso. Passados dois dias, fui a Lisboa e comprei o par de collants. No fim do dia, depois de fecharmos a porta e fazíamos o caixa, eu disse-lhe: tenho aqui o par de collants que prometi, agora tens de me deixar vesti-los. Ela, olhou fundo nos meus olhos e disse "está bem, vamos ali à casa de banho". Entramos e ela abre a caixa, enrola o collant para meter o pé e dá-mo. Eu baixo-me e começo a enfiar o collant devagar e subindo forçando as minhas mãos junto da perna e da coxa. Propositadamente bati com a mão no Monte de Vénus e ela suspira fundo.

Torno a baixar o collant para enfiar o outro pé e vou subindo do mesmo modo e esticando o collant. Tornei a passar os dedos na cueca e apalpando o rabo dela fui esticando o collant para cima o que naturalmente fez a saia dela estar toda virada do avesso. Ainda com as mãos no rabo dela, subo encostado ao seu corpo e beijo-a na boca a que ela correspondeu com entusiasmo. Depois de uns amassos valentes, acabamos a brincadeira pois um atrazo poderia levantar desconfianças ao marido. A partir daí aproveitavamos todos os tempos possiveis para nos amassar-mos. Tinha-mos um recanto onde guardávamos a mercadoria recentemente chegada e ela ficava de pé encostada e visivel para quem olhasse para a loja e eu escondido detrás do separador. Ela ia batendo-me uma punheta enquanto olhava para a porta.

Por vezes entrava um cliente e ela largava-me a contragosto e eu punha o pau dentro das calças e saía com alguma mercadoria na mão muito inocentemente. Um dia, no intervalo do almoço, encontrámo-nos no café e eu propus-lhe que entrássemos mais cedo. Ela foi comigo e eu arrastei-a logo para a casa de banho. Começamos a beijar-nos e eu começei a levantar-lhe a saia e a baixar as cuecas e os collants. Com o pé puxei um banco para o pé de nós. Ela diz, espera! Separou-se de mim e tirou rápidamente apenas de uma perna o collant e a cueca. Entretanto eu ponho as calças em baixo e sento-me no banco. Ela escarrancha-se em mim e enfia-se com a pachacha toda molhada de uma só vez. Começamos num vai vem rápidamente para aproveitar o tempo que nos restava para abrir a loja. Rápidamente ela começa a gemer e vir-se ruidosamente. Tão ruidosamente que começa a gritar e tive de lhe tapar a boca por causa dos vizinhos. As divisórias são tão frágeis hoje em dia. O orgasmo dela faz-me tambem vir e ficamos ali uns segundos a recuperar o fôlego. Ela estende a mão ao papel higiénico e puxa várias folhas. Levantando-se limpa o esperma que vai caindo.

Eu puxo do papel também, limpo-me rápidamente, puxo as calças, fecho-as e saio rápidamente que já havia clientes à espera, deixando-a lá ainda a arranjar-se. Abro a porta e entra um cliente dizendo: Vocês hoje estão atrazados. Eu olho para a minha amiga-empregada e fazemos um sorrizinho. Mal sabia ele a razão do atrazo. Infelizmente ela deve ter ficado com problemas de consciencia porque semanas depois ela larga o emprego. Fiquei sem a amiga, a empregada e a amante. Por isso, aconselho, não se metam com as vossas empregadas.

Dá sempre para o torto. Mas eu não aprendi a lição. Ainda vos hei de contar a minha outra aventura com outra empregada.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:12
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