Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Passagem de Ano a 3


Estávamos na última noite de 1990, a aguardar ansiosamente pelo entrada no novo ano. Tinha aceite um convite da minha namorada para passarmos a noite de reveillon na quinta de uns amigos dela perto de Coruche. Eu tinha 19 anos feitos à pouco, e ela 18 feitos à menos, namorávamos há 3 meses, tendo-nos conhecido na faculdade onde fui o seu padrinho de praxe. Ela era uma adolescente linda, 1,65, peito grande, corpo curvilíneo e um sorriso desarmante, cobiçada por metade da faculdade e eu tinha tido a sorte de namorar com ela.

Toda ela era sensualidade, respirando erotismo por todos os poros e os seus olhos provocantes pareciam dizer a todo o instante “come-me”. Já tínhamos tido relações algumas vezes e de cada vez era uma experiência inesquecível. Era ousada, inventiva e gostava de sexo, o que para um rapaz de 19 anos era o céu. Pois bem, estávamos na quinta juntamente com mais umas 30 pessoas. Era um grupo enorme, e metade não se conhecia. Jantamos, bebemos, conversamos, conhecemo-nos e divertíamo-nos. A música estava animada, a bebida circulava com abundânica e antes das 23H já havia muita gente bêbada, entre os quais eu e a Sandra.

Estávamos a dançar um slow quando ela me segreda “Está ali uma gaja a galar-me há mais de meia hora”, “onde”, pergunto e ela vira-me da direcção dessa rapariga. Vejo uma morena, alta, de cabelo curto. O rosto não era muito bonito, tinha um peito pequeno mas o rabo era uma delicia e as pernas, deixadas à mostra por uma minúscula mini saia eram do melhor que já tinha visto. Sorri para ela e falei para Sandra “é boa. Conheces?”, “não” respondeu ela, “mas está-me a dar tesão”, “A sério? Queres experimentar?” perguntei já com a cabeça a mil. Ela levou a mão às minhas calças e olhando bem nos meus olhos “hum, parece que há mais alguém com tesão. Vamos lá acima ao quarto para resolver isto” e pegando-me na mão puxou-me para fora do salão em direcção às escadas. Enquanto ia sendo arrastado olhei à volta mas já não vi a morena e pensei que teria ido à vida dela. Tínhamos acabado de sair a porta do salão e à nossa espera estava a morena, de sorriso nos lábios “Olá, sou a Ana e vocês?” apresentamo-nos, cumprimentei-a com dois beijos e quando a Sandra foi fazer o mesmo ela desviou a cara e beijou-a na boca.

Incrédulo com o que estava a ver pensei que a Sandra lhe ia dar uma estalada, mas para minha surpresa respondeu ao beijo de forma quente e espontânea. Deixei-as beijarem-se e quando finalmente quebraram o beijo desataram e rir. Efeitos do nervoso, excitação e álcool. Eu escusado será dizer estava com uma tesão que parecia que ia rebentar e sem dizer uma palavra só arfava. Mais uma vez tomaram a iniciativa e pegando-me na mão dirigimo-nos os 3 para o quarto. Lá dentro, e depois de trancarem a porta recomeçaram a beijar-se, mas desta vez eu não queria ser deixado de fora e juntei-me a elas. Um beijo a 3, as línguas a chocarem umas com as outras, as mãos e explorarem os corpos uns dos outros.

Em pouco tempo estávamos sem roupa e senti-me jogado na cama e literalmente atacado pelas duas que em simultâneo começaram a fazer-me um broche, primeiro as duas a lamberem-me o pau de alto a baixo e depois enquanto a Sandra me chupava os tomates a Ana abocanhou-o. Era excitação a mais para mim e soltando um guincho comecei a vir-me em jactos grandes e espessos que as duas se prontificaram a receber nas bocas e que partilharam entre elas sofregamente até não restar uma gota. A Sandra já eu sabia que gostava, e pelos vistos a Ana também. Eu devo ter fechado os olhos um bocado, porque só me lembro de abrir os olhos e ver a Sandra deitada na beira da cama e a Ana com a cabeça enterrada entre as pernas dela. Pelos vistos sabia o que estava a fazer porque a Sandra gemia muito e em pouco tempo estava a tremer sob a força de um orgasmo. Eu, juntei-me à Ana e comecei a beijar-lhe as mamas e a morder os mamilos o que a fez ficar ainda pior e atingir outro orgasmo rapidamente e desfalecer na cama sem força.

Eu, que estava cheio de tesão deitei a Ana na cama e comecei a lamber-lhe a cona, penetrando-a com os dedos. Nem me preocupei em ser meiguinho ou em dar-lhe prazer. A tesão era muita, eu queria era lamber aquela cona cabeluda, mas mesmo sem grandes cuidados ou primores a tesão era tanta que em poucos minutos ela veio-se e ao contrário da minha namorada a Ana ejaculou muito, nunca tinha visto e fiquei surpreendido mas esforcei-me para lamber tudo. A Sandra começou a dar sinais de si e disse-me que queria sentir-me dentro dela enquanto ela lambia a Ana. Aproveitando a posição desta pôs-se de quatro e eu penetrei-a, mais uma vez à bruta tal era a tesão. Enquanto me esforçava para não me vir só ouvia os gemidos da Ana e a Sandra a Dizer “que saborosa, nunca tinha lambido uma cona, é tão bom”.

Não aguentei e despejei tudo dentro dela, que olhou para mim com um ar de chateada por eu ter acabado tão depressa, olhar que rapidamente passou quando a Sandra se virou e começaram a fazer um 69 com a Ana a lamber o esperma que saia da Sandra. Eu, fiquei pronto ao ver isto e porque estava doido para comer a Ana, e aproveitando que ela estava de joelhos penetrei-a por trás. Era muito diferente da Sandra, mais larga e mais funda, o que juntamente com todos os sucos que a inundavam me fazia deslizar muito facilmente. A visão era sublime e muito erótica, a Ana de quatro, a Sandra deitada debaixo dela num 69 que as fazia gemer e eu a comer a Ana por trás. A Sandra ia lambendo a Ana e ao mesmo tempo o meu pau, percorrendo todo o tamanho do mesmo sempre que este saia para voltar a entrar.

Num movimento mais brusco saí de dentro dela e quando fiz o movimento para voltar a entrar e sem qualquer intenção apontei ao cu, o que fez a Ana dar um gritinho e dizer “Sim, sim, enrraba-me”. Não me fiz esquisito e pressionando coloquei tudo dentro daquele rabo apertado, com as duas a facilitarem a tarefa, a Ana pressionando o corpo em minha direcção e a Sandra abrindo as nádegas. Mais uma vez foi demais para mim e ao final de poucas estocadas vim-me inundando-a. Só me lembro de ver o meu pau flácido a sair de dentro dela, o olhinho a fechar lentamente e um fio de esporra a escorrer, tendo caído inconsciente na cama. Quando acordei já era de dia, e a Sandra dormia a meu lado. Da Ana nem sinal. Depois dessa noite ainda namorei com a Sandra mais 6 meses. Nunca mais nos aconteceu nada igual e nunca mais vimos a Ana. Apenas sabíamos que estudava em Coimbra.

Passado 11 anos, e por coincidência encontrei-a na Figueira da foz. Mais isso é outra história.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:36
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Uma Estranha no café..


Olá a todos, Este é mais um conto verídico e deveras excitante (para mim foi). Eu sou um jovem de 30 anos solteiro e bom vivan, na zona onde eu moro tenho suscitado alguma curiosidade da vizinhança e tenho vindo a integrar-me bem. Todos os dias pela manha vou tomar pequeno almoço num café aqui na minha rua que fica a caminho do comboio, sempre encontrei por lá a Lu (o nome sei agora :)), uma mulher mais ou menos da minha idade, mulata bonita e corpo bem definido, é para mim desde o nosso primeiro trocar de olhar um mistério tal como para ela. Em todas as ocasiões fomos olhando e flirtando existia sempre alguma força que impedia a nossa comunicação até há bem pouco tempo... Um dia caminhamos juntos para o comboio parecia que um de nós tinha de dar o passo para quebrar o gelo, a situação manteve-se até entrar no comboio e sentarmo-nos frente a frente com um largo sorriso de cumplicidade. Ela deu o primeiro passo e disse "hoje está um calor terrível" e eu concordei dizendo "e parece que as noites estão demasiado quentes também" e um sorriso provocador acompanhado com um passar de língua pelos lábios fez com que despertasse uma ponta de tesão entre olhares.
Ela chegando á hora da sua saída disse-me que teria muito gosto de comunicar comigo então eu dei o meu msn e ela o dela. Chegando ao trabalho adicionei e eis que surge uma deusa do outro lado, fomos falando muito sem tocar directamente no sexo apenas usando frases subliminares. Uma bela noite estava eu no msn e Lu disse-me que estava com muito calor e poderia ir até à esplanada e convidou-me para ir eu prontamente aceitei coloquei um bom perfume e aí vou eu. A noite estava realmente quente e transpirávamos não só de calor mas também de tesão. Decidi então acompanha-la a casa. Chegando á porta do prédio ela tropeçou e eu agarrei-a ela abraçou-me como se fosse cair de um precipício beijando-me de imediato deixando-me louco. Meio encabulado eu despedi-me dela e marquei encontro no msn mais tarde. Já no msn ela pediu que eu liga-se a minha web cam e eu disse que só trocando. Assim fizemos a primeira imagem que tenho dela é uma lingerie sexy branca muito pequena, fiquei logo "todo aceso" ela confessou que gostaria muito de estar comigo pois o seu corpo sentia um fogo enorme, confessei que sentia o mesmo. Ela foi masturbando-se para mim até que eu num rasgo de valentia me convidei a ir a sua casa.
Chegando lá tão rápido como o super homem, toquei, subi e fui recebido com um longo beijo e um caminho de velas até á casa de banho onde uma banheira cheia de espuma e umas flutes de champanhe despiu-me encaminhando-me para a banheira, lá dentro de frente para mim começou a acariciar os seu seios e sua cona bem tratada (sem um pelo) sentou-se no topo da banheira e abrindo as pernas afasta com os dedos os lábios da sua vulva pede-me que a lamba, eu cheio de tesão rapidamente me delicio com a sua xaninha quente, saborosa atento aos seu gemido de prazer vou chupando o seu clitoris e mordendo os seus lábios fiquei assim até que me levantei e dei o meu pau para ela que louca chupou com mestria, ela olhando para mim enquanto mamava fazia o meu pau latejar de prazer. Ergo a e viro-a de costas para mim penetrando vagarosamente a sua xana com umas estocas fortes e fundas alternando com suaves e demoradas penetrações até que ela pega nele e o coloca no seu cuzinho e com a mão encosta até que eu não consigo entrar mais fundo. Os meus movimentos lentos e a dança das suas ancas me excitam de tal maneira que freneticamente eu acelero os meus movimentos até que sinto suas pernas tremer com um violento orgasmo não resisto e grito que me estou a vir e ela agarra-me não deixando sair. Do meu pau jorram rios de sémen que inundam o seu interior. Foi sem duvida um excelente momento de prazer.... Espero que tenham gostado...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:31
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Fodi a amiga da minha mulher


A minha esposa tem uma amiga boa como o milho e todos os dias fazemos a viagem de comboio para o emprego eu ja andava de olho naquele cu mas oportunidades nem ve las ate k a mah mulher mudou de emprego e passei a ir com a amiga de comboio.as nossas conversas eram banais do dia a dia ate k um dia ela me mostra uma foto dela com um top k mal escondia as mamas,nao me fiz de rogado e aproveitei a deixa para lhe dizer.
susana eu desconfiava mas agora vejo k es mto sexy e bastante boa.
deixa te disso to.
e verdade es boa pena tenho eu de nao te poder provar.
la tas tu so pensam nisso vos os homens.
nao susy eu penso nisso ha mto tempo so de te ver de manha ja vou bem imaginativo para o trabalho.
e se eu te desse conversa como irias fazer?
sei la algo se arranjava,mas nao me tentes porque daqui a bocado tas me a dizer nao.
experimenta.
ok dexe cmg em sete rios e entra na casa de banho das mulheres eu irei atras de ti.assim foi ela entra e como nao saiu era sinal k nao estava mais ninguem meu caralho ja estava teso so de pensar k ia fode la ali msm.
entra para o privado e mostra me o teu caralho.
metio de fora os meus 22cm de prazer
foda se k e grande a carla deve ser bem fodida com ele
deixa a mha mulher e meteo na boca molha o bem para te poder foder
ela nao vai de modas e começa a mamar na mha verga cada vez mais tesa e começa um acima abaixo louco tao louco k ela ia se engasgando
deixa susy deixa eu po lo na tua cona
sentei me na sanita e ordenei lhe para se sentar na verga
anda mha vakinha linda senta nele e fode me todo
meteu apenas a cabeça e so depois foi descendo bem devagar senti aqula cona toda a descer no meu caralho estava eu com a boca nos bicos das mamas e ela a cavalgar cada vez mais a mha picha quando nisto eu me esporro todo e ela me diz
da me o teu leite mistura o com o meu tou a gozar nesse caralho oh oh k bem tu fodes mas k rico caralho tu tens.
vestimos e saimos e encontramos duas senhoras um pouco embaraçadas a olhar para nos,nada dissemos e saimos cada um para o seu emprego.hoje continuamos a ir no msm comboio e de vez em quando la vamos nos ver as casa de banho das estaçoes...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:33
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Broche no Trabalho


No escritorio onde trabalho tenho uma colega linda e boa capaz de levantar um morto,ana assim se chama e uma morenaça com um par de tetas nao mto grandes mas rijos onde se nota os bicos um rabo k cada vez k olho so me apetece agarra lo,ou seja sempre k vem ao meu gabinete fico pregado a olhar para ela
numa bela tarde ana entra e como sempre la fiquei eu a olhar para as mamas dela ela apercebeu se e a cabra fez ainda pior inclinou se na secretaria a mostrar uns papeis e pude ver quase na totalidade aquelas ricas mamas,nisto deixa cair alguns papeis e ao apanha los nem se dobrou e olhei reparando nakele rabo,fiquei de pau feito.ela saiu e eu nao me aguetei fui a casa de banho tentar aliviar a pressao como temos casa de banho comun quando eu estava com o caralho na mao sinto alguem a entrar,tentei nao fazer barulho quando ouvi
antonio keres ajuda?
ana,ja saio um momento
nao saias eu sei o k tas a fazer,eu apenas kero ajudar te.
nisto ela abre a porta e vendo o meu caralho teso diz me
mas k bela verga a tua e dura sera k posso mamar nela ou tas com medo
medo, eu?anda mha puta mama nesta verga k tanta vez se poi em sentido por ti
vou fazer te vir na mha boca e hoje so levas isso o resto vem depois
e nisto mete a boca dela no meu caralho fazendo me uma mamada divinal tao boa k ate chupoes na cabeça me deu e foi num desses k me vim
a cabra toma o meu leite toma o todo
levantou se espetou me um beijo ainda com o leitinho nos labios e disseme
amanha iras tu sentir o meu leite vou te por amamar amha cona e se mamares bem vens me ao pito,ate ja meu lindo caralho despedido se da minha picha...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:29
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Paragem inesquecivel


Ia eu em mais uma viajem,pela nossa autoestrada,uma das mais importantes do nosso pais,a certa altura,fiz uma paragem numa area de servico para beber um cafe e ir ao wc.quando estava a beber o meu cafe reparo na troca de olhares entre dois homens,tambem eles a beber o seu cafe,chamando desde logo a minha atencao,pois nao era uma troca de olhares normal,os dois senhores sairam um de cada vez,primeiro saiu um senhor mais velho,bem posto bem vestido na casa dos seus 60anos logo de seguida saiu o outro bem mais novo,35 anos no maximo.nao consegui resistir e sai atras.o dia ja estava escuro e os dois senhores foram para a parte de tras do wc,onde tem umas arvores onde podiam estar a vontade,eu fiquei na esquina para ver o que ia acontecer.quando o senhor mais novo chegou ficaram os dois a olharem um paro o outro,quando de repente o mai velho aproximou-se dando-lhe um beijo bem molhado e perlongado,de seguida pos-se de joelhos e abriu as calcas do seu parceiro bem devagar tirando para fora um belo caralho ja bem teso,chupou como se nao ouve-se outro dia,nunca vi um broche tao bem feito,o senhor mais novo gemia de prazer chamando-lhe de puta e pedia para que ele chupa-se mais depressa,eu so de ver estava com uma tesao tao grande que tirei o meu pau para fora e comecei a bater uma valente punheta.a certa altura o senhor mais velho levanta-se e pede para que ele o penetrace o senhor mais novo nao se fez de rogado e de uma so vez enterrou aquele belo caralho no seu cu.e foi dando bombadas cada vez mais depressa e fortes para delirio do seu parceiro,a certa altura tirou aquele caralhao para fora e veio-se para a boca do seu parceiro,eu tambem nao consegui suster e esporrei-me a ver aquela bela foda entre dois homens.ainda hoje nao consegui esquecer os gemidos de prazer daqueles dois homens...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:50
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O meu homem a dias


Passaram-se já uns 3 meses desde que eu transformei o meu marido (melhor dizendo, ex-marido) numa empregada doméstica. Ele ficou a dormir no quarto da criada (ligado à cozinha) e tratei de o obrigar a fazer todas as tarefas domésticas: lavar e limpar a cozinha e a casa de banho, aspirar, limpar o pó, fazer a minha cama, passar a ferro, ir às compras e cozinhar o que eu lhe mandar para mim e para os meus amigos. Mas não é isso o que quero narrar nesta história. O mais giro é que ele se transformou! A princípio choramingava, depois habituou-se e conformou-se. Mas agora está diferente. Dá-me um grande gozo gritar com ele mesmo a desproposito e ver como ele se põe de gatas a pedir desculpa - não se sabe de quê - e lamber-me os pés como se fosse um cão. Passei a obrigá-lo a usar bata e a servir à mesa fardada. Falei dos meus amigos. Pois bem. Eles gozam com ele (com ela) chamando-lhe criada obediente e mandando ela apanhar guardanapos que atiram para o chão. Eu digo ela porque na verdade eu obriguei-a a transformar-se numa ela. Veste-se como uma mulher, com vestidos, colãs e tudo.Os meus amigos dizem para mim: põe esta cadela a lavar a loiça e vamos fazer uma orgia. Eu gozo que nem uma doida. Depois, quando já estamos relaxados, os meus parceiros mandam-me ir chamá-la ao quarto dela. Lá vou eu acordá-la. Ela fez-nos café e depois de nos reconfortarmos mandam-na tirar a camisa de dormir e a cuequinha. Fica nua, com um penduricalho que é uma pilinha triste e murcha, mais pequeninha do que uma pilinha de porco. Depois, como já estavamos um bocadinho bebidos, começámos a gozar com ela. Primeio mandámo-la por-se a 4 patas. Depois o Pedro (um dos meus amigos) começou a dar-lhe palmadas nas nalgas. Depois eu fui buscar o meu vibrador e enfiei-lho no cu. Quando ela já gemia o André mandou-me parar. Disse: agora ela vai beber. E enquanto ela chupava o André todos os meus amigos se preparavam para a humilhação final. Assim que o André se esporrou para cima dela ela já estava cansada e deitou-se no chão. Foi então que todos eles e eu tamém gritámos: É agora! E pusemo-nos a fazer xixi para cima dela, para a boca fiz eu, eles apontavam para outras partes. Ela chorou, mas amochou. Foi assim que eu transformei o meu homem a dias em mulher a dias e a pus ao meu serviço e dos meus amigos. Gosto tanto de ser fudida por eles! Sou insaciável. Eles às vezes gostam de me ver fazer amor com outra mulher à frente deles, mas eu até gosto. Não me levem a mal por transformar um homem a dias numa mulher a dias mas ela mereceu. Eu sou ao mesmo tempo oferecidinha e obedientezinha para os meus amantes e amigas, mas fui muito mandona para aquela coisa. Beijinhos desta vossa puta.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:45
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Desejos GAY


Já tive experiencia com um homem.
Gostei, se bem que o nervosismo pode não ter deixado aproveitar o momento.
Passou-se uns tempos e desejo de ter novas aventuras surgiu de novo na minha vida.
E comecei a frequentar chats bi’s e gays e comecei a conversar bastante com um rapaz (chama-lo de A). Primeiro, no chat, depois no MSN e rapidamente começamos a ligar as cam para vermos um ao outro. Gostávamos do que víamos e rapidamente, criou-se empatia suficiente para combinarmos um café.
Num sábado, encontramo-nos. Nervosos, mas agradados, por finalmente, conhecermos pessoalmente a pessoa que nos fazia ficarmos excitados. Começamos a falar de coisas banais e rapidamente fomos parar ao sexo. O porquê do desejo, ao quanto tempo surgiu, etc. Estávamos contentes até que surge um amigo dele, que tinha boa pinta. Cumprimentara-se e apresentou-me (chama-lo de B). E convidei-o a sentar-se connosco. E sentou-se. Conversamos e A confidenciou que B era um excelente amante, pois tinha sido ele que o tinha iniciado numa relação gay. Fiquei curioso, mas tentei manter postura. Mais uns minutos e B convidou-nos a ir bebermos um copo a casa dele, aceitamos e lá fomos. Ia excitado, nervoso, mas fui. Entramos, uma casa bem decorada, arrumada, e fomos para a sala. Sentamo-nos no sofá e eu fiquei no meio deles. Conversamos um pouco sobre sexo gay, e nisto ele pergunta se pode por um filme para relaxarmos. Engoli em seco, pois imaginava que género ele iria por, e quando começa a dar o filme, vejo que é gay. Ele fecha os estores, fica pouca luz na sala e começamos a ver sexo gay. B desce as calças e começa a tocar-se. O amigo A segue-o e também começa a tocar-se. Eu estava sem jeito e B, diz “Estás nervoso? Precisas de ajuda?” e nisto pega na minha mão e põe sobre pau dele, meio duro. Fechei os olhos de alegria e agarrei-o. A desabotoa minhas calças e começa a acariciar-me o membro. Abro os olhos a aprecio a cena: eu a bater uma a um rapaz, e eu a ser masturbado por outro. Eu com 2 homens. Nem queria acreditar. A além de me masturbar, começa a mexer-me no olho do cu. Meus olhos reviram-se, e B pega na minha cabeça e diz “É melhor mamares-me” e abro a boca a tempo de enterrar-me o pau todo de uma vez pela minha boca a dentro. E começa a foder-me a boca ao seu ritmo. Não tento parar, nem sequer tento tira-lo da boca. O A enterra-me dedo no cu e começa a mamar-me. B diz que já volta e eu e o A pomo-nos a jeito para fazermos um 69, e começamos a brochar em simultâneo, no chão da sala. B volta e diz que também quer participar e põe-se por trás de mim e sinto um liquido frio a escorrer pelo meu rego, seguido dos seus dedos a apalpar-me o olho. Mexe e remexe até que me enterra dedo no cu. Um dedo num vai vem, até que me mete o segundo dedo. Eu com as minhas mãos, tento alargar minhas bordas, para melhor enterrar. Ele sente que estou pronto, e encosta a sua cabeça ao meu olho. A ao ver a cena, diz “Lindo, adoro mamar e ver cu a ser fodido”. E B começa a arrombar-me. Entra a cabeça, gemo e ele pára. “Doeu?” perguntou… não respondo pois não queria parar de mamar o A. Só fiz uns barulhos e ele enterra mais. Gemo mais um bocado, tento alargar minhas bordas o mais possível, até que sem controlo digo “Fode-me como uma puta com cio” e nisto ele agarra-me as ancas e numa estocada, mete-o todo! Paro de mamar e dou grito, de dor e prazer intenso, e retomo a minha mamada. E começo a sentir olho a ser alargado a cada enrrabadela. Eu estava com 2 homens, a ser uma puta sem vergonha, só pedia mais e mais e mais. B pára de me enrrabar e deixa que A me foda, ficando eu de barriga para cima. A põe minhas pernas nos ombros dele e entra facilmente. Rio-me de alegria, pois está a ser divinal. B ajoelha-se à minha frente e enterra-me novamente pau dele na minha boca, e começa a foder-me a boca. Deixa-me varias vezes sem ar, eu babo-me imenso, mas ele sabe o que faz e sabe quando parar.
Nisto trocamos de posição e A senta-se no sofá, eu ajoelho-me a frente dele e mamo-o, lambo-lhe os colhões, o olho do cu, só quero dar-lhe prazer, e B, coloca-se por trás e começa a enrabar-me novamente, com uma velocidade louca, Sinto os colhões dele a bater-me, a barriga dele a bater-ne nas bordas, e começam dizer que se vão vir. Eu digo “ambos têm de ser vir na minha cara, combinado?” ao que ambos concordam. A ameaça ser o primeiro e agarra-me o cabelo eu bato-lhe uma punheta a alta velocidade e sinto a esporra a saltar-me para a cara. Quentinho, sabe bem, e volto a mama-lo, para limpar-lhe o pau. B Chama-me ajoelho-me perante ele, que se tinha posto de pé, faz-me mamar e vem-se na minha boca. Muita esporra me deu ele. Não me esgasguei por pouco, até que cuspi tudo pró meu peito e espalhei com minhas mãos.
Eles pediram para ver meu cu e estava aberto, escancarado a pau de homem sedento de cú. Estava de rastos e feliz. Tinha ali dois homens desejosos de me tratar como uma menina sem vergonha, uma puta pronta a ser usada e esporrada.

Levantei-me, fui à casa de banho voltei e B fodia A. Eles chamaram-me mas fui embora. Apenas mamei uns segundos cada um.

Ficou combinado mais encontros, e já aconteceram.

Pode ser que os conte.

Abraços a todos os homens bons, e às mulheres, que apesar destas experiencia, eu adoro muito.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:42
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

Como eu já tinha contado no meu conto "Tesão pelo meu filho" a MInha 1º Vez ...


Como eu já tinha contado no meu conto "Tesão pelo meu filho", eu já há muito tempo que partilhava a cama com a minha melhor amiga Luísa. Desde os tempos em que éramos colegas de faculdade e partilhávamos o nosso apartamento em Lisboa, que estávamos habituadas a estar uma com a outra, mas só nos envolvíamos se houvesse ambiente para isso. Tirando essa situação, não tinha uma especial atracção por mulheres embora não me fizesse qualquer confusão estar com elas. Mas um dia isso mudou. Eu tinha emprestado uma mala muito gabada pelas minhas amigas a uma amiga da minha filha, a Catarina. A Catarina tem 29 anos, é muito elegante e algo exótica mesmo para os meus padrões que sou uma mulata com sangue português, chinês e indiano, tudo à mistura. Ela tem uma pele clarinha, cabelo mesmo preto e uns olhos estranhíssimos de um azul água mas que caminha para um cinzento luminoso.

Enfim, ela quando queria, com aqueles olhos conseguia pôr qualquer pessoa em sentido e segundo a minha filha, aquele olhar fazia até o homem mais corajoso e duro tremer de medo. Mas também quando sorria só emanava calor. Era realmente uma mulher invulgar. Como eu dizia, eu tinha emprestado à Catarina uma mala lindíssima da Moschinno que eu tinha comprado em Florença. Ela precisava da mala para uma festa num hotel de luxo onde a empresa dela ia organizar um evento. Uma semana depois veio devolver-me a mala. Era um sábado de verão, estava imenso calor derivado daquelas terríveis ondas de calor que são agora tão frequentes. Como sempre faço quando estou em casa, andava só com uma t-shirt do meu marido e sem nada por baixo. O meu marido estava a trabalhar fora, o miúdo estava em competições com a equipa de pólo e a minha filha já vivia na casa dela onde muitas vezes ela e a Catarina faziam muitos "disparates" com amigos. Quando ela entrou, estava com um vestido amarelo Carolina Herrera que eu adorava. Ela parecia voar naquele vestido e eu com uma t-shirt só por cima sentia-me como uma campista (eu confesso que sou muito vaidosa e adoro roupas).

Ela devolveu-me a mala, falámos um pouco e depois, sempre levada pela minha vaidade e tara por roupas e acessórios, levei-a ao meu quarto para lhe mostrar um vestido e uns sapatos que tinha comprado. Mostrei-lhos e a Catarina pediu-me para o vestir. Despi-me, pus o vestido que eu adoro, branco com uns padrões de flores exóticas amarelas e azuis claras. O vestido fazia-me sentir sensual, com as minhas mamas volumosas a quererem sair debaixo de um decote um bocado pronunciado demais para uma mulher da minha idade, mas que depois fazia um evasé a partir da parte superior da barriga. A Catarina respondeu-me que eu ficava linda e sorriu para mim. Disse-me ainda que assim ninguém me deixaria em paz. Eu, vaidosa como sou, adoro que me digam coisas dessas, mas só quando são bem ditas, e ela sabe dizê-las. Quando ia finalmente tirar o vestido ela aproximou-se de mim e ajudou-me a tirá-lo, puxando-o para cima. Mas senti que ela olhava de maneira diferente, com olhos de excitação e que a dada altura as mãos dela pararam na minha cintura. Nisto, eu sentia-me um bocado zonza, e ela aproximou-se de mim e começou a beijar-me na boca. Eu nem me desviei. Estava tonta e surpreendida porque nunca imaginei que a Catarina fosse lésbica ou bissexual, mas ao mesmo tempo estava a adorar e nem me dei ao trabalho de me desviar dela. De seguida caímos na minha cama e despimo-nos.

Beijávamo-nos loucamente e sentia os dedos dela enfiados em mim e nem o meu rabo escapou. Estava doida de tanto prazer e deitei-a de costas, levantei-lhe um bocado o rabo como costumava fazer com a Luísa e lambi-a devagar. Ela gemia e acariciava-me os cabelos e eu sentia-me como que alucinada pelo prazer que me invadia. Estava ali sózinha na minha cama com aquela mulher lindíssima, amiga da minha filha e que eu nunca pensei que sentisse vontade de fazer amor comigo. A Catarina de pronto se veio na minha boca e desgrenhada pediu-me para fazermos um 69. Eu fiquei por baixo e ela antes de se virar pôs-se em cima de mim e começou a brincar fascinada e também excitada, com as minhas mamas. Naquele momento não pude deixar de pensar como as minhas mamas eram sempre tão desejadas. Os homens adoravam-nas e lembrei-me de um momento na praia em que um rapaz uma vez ficou duro ao ver-me em topless. A Catarina lambia-me as mamas e depois subia a cabeça e assim podia vê-la. Mexia-se lentamente como se fosse uma serpente, elegante, sedutora e depois virou-se e começou a lamber-me em baixo. A língua dela percorria-me os lábios e entrava provocando-me ondas de calor e prazer que me tiravam a concentração para a lamber. O meu rabo também era lambido e sentia-me cada vez mais perto de uma explosão de prazer.

Ao fim de um tempo em que só tenho a imagem daquele rabo tão perfeito em frente da minha boca, vim-me descontroladamente e dei um grito tão cheio de prazer que até perdi a voz a meio. Ficámos depois abraçadas uma à outra na minha cama e enquanto descansávamos suadas e mais relaxadas, notei que os nossos vestidos estavam todos amarfanhados e manchados dos nossos líquidos. Disse-lhe que era melhor ir ter com a Cristina (a minha filha) só quando fosse de noite para que ninguém visse as manchas e a Cristina não lhe perguntasse alguma coisa e ela tivesse de inventar. Ela, com um sorriso malicioso e aqueles olhos cortantes, respondeu-me que a Cristina adorava vê-la com manchas e senti-las ainda molhadas. E foi aí que percebi que andavam as duas enroladas. Por um lado não fiquei surpreendida, porque dada a relação muito aberta que sempre tive com a Cristina, sabia que ela de vez em quando andava com mulheres. Mas por outro lado fiquei surpreendida, excitada e com alguma ponta de ciúme. Como a Cristina nunca me tinha dito nada e eu até já tinha saído com elas à noite e experimentado amigos delas, nunca me passou pela cabeça que andassem também uma com a outra. A Catarina, sentindo que eu estava a começar a ficar excitada de novo, depressa começou a beijar-me perdidamente e a masturbar-me e eu já ficava de novo louca de desejo. Mas ainda parei e consegui dizer-lhe para ela não contar nada à minha filha.

Em resposta, só obtive aquele sorriso malicioso e a mão dela a fazer maravilhas entre as minhas pernas. Fizemos amor até por volta das oito da noite, hora em que ela teve de ir ter com a minha filha. À porta, ela beijou-me mais uma vez e ainda me levantou a t-shirt deixando que as minhas mamas se vissem inchadas e vermelhas. Eu estava aterrorizada só com a possibilidade de os meus vizinhos me apanharem naquela figura, mas ao mesmo tempo estava desvairada e não queria parar. Passei o resto da noite excitada mas sozinha. No entanto ainda deu para ligar à Luísa a contar o sucedido e masturbar-me com ela. Na domingo à noite, a minha filha telefona-me a perguntar num tom meio trocista e curioso se o meu vestido estava muito manchado e nesse momento fiquei siderada mas excitadíssima e do outro lado também sentia alguma agitação da Cristina.

Aí contei-lhe tudo o que se passou e ela ouviu-me perguntando só de vez em quando algum pormenor. Depois despedimo-nos uma da outra e ela disse que viria a minha casa no dia seguinte. Foi a conversa mais quente que tinha tido com ela, e naquela noite não dei descanso ao meu marido.

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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Conto erotico de Natal


Como há vários anos, decidimos fazer a árvore de Natal dia 1 de Dezembro.

Cheguei mais tarde, tinha ido comprar uma ligerie vermelha, com ligas e meias de seda.
Cheguei a casa estavas envolto em fios e luzinhas de Natal, com a caixa de bolas e fitas ao teu lado, sentado no chão sorriste.


Sorrateiramente fugi da sala, enquanto te ouvia cantar o Jingle Bells, tomei um duche rápido vesti apressadamente a lingerie e um roupão por cima e fui ter contigo.
Sentei-me a teu lado, perdeste-te com o perfume dos meus cabelos,ainda te distrai com o sino que tocava, e as bolas vermelhas, mas senti as tuas mãos a tentarem entrar dentro do roupão, e no chão, por cima da manta aos retalhos, lareira acesa e montes de bolas coloridas deixei explorares o interior do robe, quando te apercebeste de uma nova lingerie, sorriste com aquele riso safado e despiste-me, ficando-me a fitar com cara gulosa.


Pedi-te para te despires, e tu lentamente te levantas-te, tirando a roupa devagar, dando-me tempo para apreciar e desejar mais.


Ficaste em boxers justos, pretos, sentaste em frente a mim, e começas-te a beijar-me, primeiro suavemente, depois sôfrego, com mais e mais desejo.


Pediste-me para me deitar, vendaste-me, e com muito jeito tiraste-me as meias, beijando delicadamente meus pés, dedo a dedo, sentia a tua língua percorrer os pés, enquanto as mãos os massajavam, e eu imóvel, não me deixavas mexer, as mãos, percorriam agora as pernas, a língua acompanhava o trajecto, eu toda arrepiada pedia mais.
Não foi preciso repetir, passeavas livremente por meu corpo com língua e mãos, até que senti o teu corpo quente junto a mim, tentando acariciar-te fiz um movimento em tua direcção, ao que tu respondeste juntando-me as mãos e com um lenço prendeste-me.


Sem ver e sem poder mexer, desfrutei da tua boca, língua, senti os teus dedos entrarem dentro de mim, arqueei o corpo, já completamente doida, a desejar que me fodesses, pedi, tu não cedeste, querias fazer-me sofrer mais.


Pegaste num pedaço de rama do pinheiro e foste deslizando pelo meu corpo, eu gemia, tu brincavas, e divertido perguntavas-me se queria as bolas, vermelhas ou douradas.
A tua língua apoderou-se de mim, com movimentos suaves e mestria entrava e explorava toda a minha tesão, completamente molhada e louca de desejo estremecia cada vez que sentia os lábios, a língua que brincava com o meu gozo.
Entre gemidos pedi para me foderes, e tu rindo disseste, sim, agora sim.
Deitaste em cima de mim, estavas muito excitado também, senti a possuíres-me, primeiro devagar, depois intenso, fazias-me pedir para mo dares todo, pedi, num controle perfeito davas, e tiravas, até que finalmente o senti todo, com força, cada vez mais rápido, ouvia a tua respiração ofegante.
A partir daí, juro que vi o Pai Natal, o menino Jesus, e até os Reis Magos.

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Conto erotico de Natal


Como há vários anos, decidimos fazer a árvore de Natal no principio de Dezembro.

Cheguei mais tarde, tinha ido comprar uma ligerie vermelha, com ligas e meias de seda.
Cheguei a casa estavas envolto em fios e luzinhas de Natal, com a caixa de bolas e fitas ao teu lado, sentado no chão sorriste.


Sorrateiramente fugi da sala, enquanto te ouvia cantar o Jingle Bells, tomei um duche rápido vesti apressadamente a lingerie e um roupão por cima e fui ter contigo.
Sentei-me a teu lado, perdeste-te com o perfume dos meus cabelos,ainda te distrai com o sino que tocava, e as bolas vermelhas, mas senti as tuas mãos a tentarem entrar dentro do roupão, e no chão, por cima da manta aos retalhos, lareira acesa e montes de bolas coloridas deixei explorares o interior do robe, quando te apercebeste de uma nova lingerie, sorriste com aquele riso safado e despiste-me, ficando-me a fitar com cara gulosa.


Pedi-te para te despires, e tu lentamente te levantas-te, tirando a roupa devagar, dando-me tempo para apreciar e desejar mais.


Ficaste em boxers justos, pretos, sentaste em frente a mim, e começas-te a beijar-me, primeiro suavemente, depois sôfrego, com mais e mais desejo.


Pediste-me para me deitar, vendaste-me, e com muito jeito tiraste-me as meias, beijando delicadamente meus pés, dedo a dedo, sentia a tua língua percorrer os pés, enquanto as mãos os massajavam, e eu imóvel, não me deixavas mexer, as mãos, percorriam agora as pernas, a língua acompanhava o trajecto, eu toda arrepiada pedia mais.
Não foi preciso repetir, passeavas livremente por meu corpo com língua e mãos, até que senti o teu corpo quente junto a mim, tentando acariciar-te fiz um movimento em tua direcção, ao que tu respondeste juntando-me as mãos e com um lenço prendeste-me.


Sem ver e sem poder mexer, desfrutei da tua boca, língua, senti os teus dedos entrarem dentro de mim, arqueei o corpo, já completamente doida, a desejar que me fodesses, pedi, tu não cedeste, querias fazer-me sofrer mais.


Pegaste num pedaço de rama do pinheiro e foste deslizando pelo meu corpo, eu gemia, tu brincavas, e divertido perguntavas-me se queria as bolas, vermelhas ou douradas.
A tua língua apoderou-se de mim, com movimentos suaves e mestria entrava e explorava toda a minha tesão, completamente molhada e louca de desejo estremecia cada vez que sentia os lábios, a língua que brincava com o meu gozo.
Entre gemidos pedi para me foderes, e tu rindo disseste, sim, agora sim.
Deitaste em cima de mim, estavas muito excitado também, senti a possuíres-me, primeiro devagar, depois intenso, fazias-me pedir para mo dares todo, pedi, num controle perfeito davas, e tiravas, até que finalmente o senti todo, com força, cada vez mais rápido, ouvia a tua respiração ofegante.
A partir daí, juro que vi o Pai Natal, o menino Jesus, e até os Reis Magos.

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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

O sonho


Como em outro dia qualquer lá fui eu para "a minha praia", de nudismo pois claro.
Um ambiente fantástico, bom tempo, gente alegre e de bem com a vida, enfim, uma tarde inesquecível.
Lá fui eu para mais um passeio junto à água, aproveitando para uns mergulhos refrescantes.
A certa altura, enquanto caminhava, reparei que um homem, acompanhado de uma mulher olhava insistentemente na minha direcção, apesar da distância, vi que acariciava o seu pénis enquanto olhava e a mulher permanecia deitada.
Continuei normalmente e mais à frente, talvez a pensar no que se tinha passado voltei para trás.
Nesse momento, por cima do pára-vento, o homem fez-me sinal como que para me aproximar...fiquei com nervoso miudinho e alguma excitação já visível.
Mais perto deles decidi subir para mais perto, até ficar a uns metros.
Vi então que ele se masturbava agora com mais intensidade e a mulher mantinha-se deitada como até então.
A minha excitação aumentou e o volume também e ali fiquei, sem saber muito bem o que me esperava ou o que se estava a passar.
Instantes depois ele disse "podes estar à vontade!", tremi e o meu pénis aumentou para os limites.
Mas como ele disse eu deixei-me estar à vontade e aproximei-me ainda mais.
Pouco depois já estava a um metro deles.
Era um homem cinquentão, bem parecido e ela um pouco mais nova e com um corpo fantástico e moreno, nádegas firmes e redondas e uns seios grandes e tesos.
O clima estava "a ferver" e ele continuava a olhar para mim, ao mesmo tempo que comentava ao ouvido dela alguma coisa...eu apenas "massajava" lentamente o meu pénis.
A certa altura ela olhou, obvservou-me e "tioru as medidas".
Mantivemos uns minutos este impasse, com troca de olhares e cada um a masturbar-se muito lentamente e difarçadamente, pois mais gente andava por ali.
A mulher troca de lugar com o homem e fica agora próxima do pára-vento, mexendo numa bolsa.
O calor da praia não era real para mim, estava numa situação de máxiam excitação, tendo ali ao pé uma mulher para realizar um sonho e um homem que pretendia algo do género.
Após uma troca de posições e palavras, eis que ele me acena para me sentar entre ambos, passando-me um preservativo que de imediato coloquei.
O homem manteve-se deitado a encobrir a vista e eu passei de imediato para cima dela.
Massagei-lhe o clitóris, sentindo que estava já toda húmida e de seguida introduzi tudo o que tinha e o que não tinha, iniciando uns suaves movimentos de vai-e-vem, para não ser muito exposto na praia.
Seti o seu calor e o homem ao lado conversava com ela, perguntando se estava a gostar, ao que ela diz que sim.
Gemia, gemia muito e tive de me esforçar para não me vir logo e dar-lhe bons momentos de prazer...
Assim foi e no final sai do local, até hoje não mais os vi, mas s elerem este conto contactem, Foi fantástico!!!

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

A Frincha da Porta eu Entrei em casa, era tarde e ...


Entrei em casa, era tarde, uma madrugada quente, como se o ar não circulasse... Pensei que a Rita já dormisse. A porta do quarto dela estava encostada e ao passar pelo corredor ouvi uns gemidos abafados, timidos... estranhei. A curiosidade levou-me até à porta dela.

Pela frincha vi algo que me repugnou, mas logo de seguida me senti muito molhada. o que eu via era meus caros um deleite para qualquer olhar... a Rita estava deitada sobre a cama só de cuequinha, uma cuequinha inocente e muito infantil. A amiga dela estava a lamber-lhe a barriga, enquanto lhe tocava só com as pontas dos dedos o interior das suas coxas. ela contorcia-se de olhos bem cerrados, e gemia a medo, talvez envergonhada pois seria a primeira experiencia lésbica dela... a amiga começou a apertar-lhe os bicos dos peitos que já estavam muito tesos, ela suava de prazer. comecei por desapertar as calças e meti minha mão dentro da minha cona. masturbava-me vendo aquele momento. Queria-me juntar, mas sentia-me mais atesuada vendo apenas sem ser vista.

A amiga começou a lamber-lhe os bicos, ora sugava-os ora trincava-os fazendo Rita ferrar o lábio. Eu estava enxarcada e já transbordava a minha cuequinha aquele suco de tanto que jorrava de dentro de mim. A amiga já sabia o que fazia, e "violava" uma inocente que estava a deleitar-se com o manjar de que era alvo. Ela desceu, Rita continuava deitada de olhos fechados. Com os dentes desceu-lhe a cueca e começou a lamber-lhe a testa...e a beijar o clitoris...dava pequenos beijos que a levavam a suspiros e a convulsões. abriu-lhe as pernas e começou um minete muito bem feito, lento e quente como qualquer mulher adora. Eu queria ser a Rita, eu queria juntar-me. Continuei a observar. A Rita foi virada, a amiga fez-lhe um excelente botão de rosa enquanto a masturbava, ouvi-a a vir-se num grito sufocado, ferrou a almofada.

A amiga envergou um vibrador, meteu um dedinho na boca e molhou-lhe o cuzinho...que já se comprimia e descomprimia de vontade de ser desvirgindado. Enfiou-lhe a cabecinha e ela gritou, a amiga fez um XXUUUU para ela se calar, e disse-lhe "Morde agora a almofada bem forte", Rita assim o fez, e a amiga enfiou-lhe com muita força. Parou lá dentro, e voltou a masturba-la, começou com o movimento de vai vem e Rita torcia-se de tanto gozo... "Vais-te esporrar na minha boca." disse a amiga, e Rita aguentou mais o orgasmo. A amiga alternava agora entre a cona e o cuzinho com o vibrador...Rita já gemia tão alto que me estava a por louca de vontade. Nisto a amiga virou Rita e fez-lhe outro minete enquanto lho metia ora no cuzinho ora na cona. Rita arfava por todos os lados, eu masturabava-me tentando que não dessem pela minha presença. Rita gemeu muito alto, começou aos estremeções, os músculos atrofiavam e ela em extase veio-se para a boca da amiga que engolia todo aquele suco e gosma como se estivesse como muita sedinha.

Eu vim-me também... Fuji para o meu quarto com medo que me tivessem visto. Adormeci a pensar em tudo aquilo que tinha presenciado. Senti, de manhã, alguémn entrar na minha cama, meter-me a mão na cona (sim dormi nua) e dizer-me ao ouvido " gostaste de nos ver ontem?" sustive a respiração e não respondi, ela muito violentamente me tocava e enfiava dedos e dizia "Também queres ser comida é?"... Estava toda nua, senti mal se deitou em cima de mim e roçou com a sua cona na minha, lambia-me os bicos e eu estava a gozar imenso.

Pedi-lhe o vibrador, ela chamou a Rita dizendo tras o brinquedo. Rita entrou e ela amarrando-me as maos, eu de barriga para baixo disse "Rita, tens de aprender a dar prazer também. Vá enraba-a forte, sem medo..anda!" A amiga cuspiu-me no cuzinho e enquanto me pos de quatro e se meteu por baixo de mim Rita a medo mo metia lentamente. Sentia a lingua quente de uma, o meu clitoris já saltava e sentia que ia pegar fogo, o meu cuzinho só se dava, não se comprimia nem um pouco. Berrei a Rita "Mete fundo sem medo sua puta!" E ela assim o fez.

Aquelas investidas mais a lingua safada e rápida da amiga me fez ter uns multiplos sem conta...suada deixei-me ficar na cama, elas deitaram-se ao meu lado. Era hora do banho. E fomos as 3 tomar aquele maravilhoso banho...

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Domingo, 16 de Novembro de 2008

Amiga Carente


Sou amigo da Helena a mais de 15 anos.
Ela é uma mulher já na casa dos trinta e como somos muito amigos sou seu confidente.
No principio desta semana ela me ligou e disse que precisava falar comigo com urgência e pensei logo que seria o problema com o marido dela, uma pessoa que nunca gostei em momento algum da minha vida, mas como ela gosta tudo bem.
Chegou em minha casa e foi logo sentando no sofá e começou a desabafar e reparei que lhe enchia os olhos de lágrimas narrando o acontecimento. Ela me contou abertamente que ele estava com pouco apetite sexual depois de que ela teve o filho e que nem era mais procurada por ele por mais que ela se insinuasse. Olha que posso lhes dizer que ela alem de ser minha amiga do coração nunca lhe tinha olhado de outra forma. Ela continuou falando sem parar, eu só observava o seu jeito já conhecido de falar energicamente, nisso se levantou e no meio da conversa me perguntou
- será que fiquei muito mal depois de ter o meu filho?
Eu olhei para ela em pé a minha frente e disse logo que não, mas ela não parou por aqui:
- será que sou incapaz de dar tesão ao meu marido?
- olha que vou te dizer uma coisa: do jeito que estas provocante hoje, até a mim estas dando tesão! E dei um sorriso.
Ela de imediato me respondeu:
- mas de ti eu não podia esperar outra resposta!
- não sei porque! Eu também sou homem como todos!
- mas tu és meu único amigo, aquele que posso confiar!
- sim mas não sou de ferro! Daqui a pouco arrebento o fecho das calças se continuares assim!
De facto ela sempre foi gostosa, morena de estatura mediana, rosto angelical, belos seios, cabelos negros e lisos, boa bunda tipo file, e então ela parou e olhou para a minha cara e ficou vermelha e para se compor pediu para ir ao banheiro, no entanto tocou o meu telefone e fui atender onde tratei rapidamente do assunto e fui em direcção a minha suite onde quando entrei no banheiro dei de cara com ela sentada no trono e com uma mão por dentro da saia e a outra na boca numa masturbação fervorosa que nem notou a minha presença. Eu logicamente de pau duro olhei para ela que abriu por um instante os olhos e deu de cara comigo alisando o pau por cima da calça onde ela conferiu e me chamou para perto dela,
- peço desculpas por isso, mas é que já nem me aguento só de falar no meu problema e ninguém mais indicado do que tu para me ajudar a resolver isso!
Se levantou e veio na minha direcção onde me deu um beijo na boca enquanto acariciava o meu pau com uma das mãos se tirar a outra da buceta. Me empurrou para fora do banheiro me levando para o meio do quarto onde foi para cima da cama e levantou a saia e por cima da lingerie apertou com força a buceta e me ofereceu para ser usada e abusada! Nisso tirou toda a roupa ficando em lingerie e se deitou na cama. Foi uma visão dos céus ver aquela morena linda deitada na minha cama branquinha. Deitei ao seu lado só de cueca e comecei a alisar o seu corpo e com beijos da boca para baixo chegando aos seus seios perfeitos mesmo depois de amamentar o filho. Ela retribuiu acariciando minha piroca por cima da cueca e paramos um instante para tirarmos o que nos sobrava e fui logo caindo de boca nos seus seios e ela dava suaves gemidos a medida que ia beijando tudo que podia. Ficamos assim por algum tempo e acabamos por nos colocar de joelhos na cama de frente um para o outro e ela pediu para que me pusesse de pe onde começou a beijar o meu corpo na zona da virilha, saco e suavemente colocou a cabeça da minha piroca na boca e começou a chupar sempre segurando no meu saco. Ora tirava meu pénis da boca e passava a língua por toda a sua extensão e engolia novamente e tirava batendo com minha piroca em seu rosto. Foi uma mamada gostosa e com calma onde eu sentia minha piroca inchar e crescer cada vez mais. Ficamos assim alguns instantes e ela se deitou na cama e rapidamente abriu as pernas onde me posicionei a sua frente ajoelhado e comecei a chupar a sua buceta que ai sim, foram arrancados longos gemidos da minha amiga.
- meu marido nunca me chupa! Que loucura!!!
E não parava de gemer até que ela mandou eu me deitar e deu mais uma lubrificada no meu cacete e veio montar que não houve muita resistência porque alem de apertada estava muito lubrificada. Entrou pouco mais da metade de uma só vez o que fez com que ela gemesse a cada estocada. Helena começou movimentos cadenciados acostumando a sua vagina ao volume e só me pedia para não parar de lhe fuder, até que ela começou a se concentrar em enfiar cada vez mais mas o seu pequenino útero não aguentava com tais dimensões. Não é que eu seja como muitos aqui que dizem que tem verdadeiras trombas, tenho um dote de 22 cm e com uma largura de 7 cm e grosso.
Ela não parava e desmontou se colocando deitada de lado para ver se conseguia engolir mais, mas era inevitável porque não havia hipóteses. Fiquei comendo ela de lado até que ela se colocou de quatro e foi uma visão linda ver a minha amiga com aquele corpo todo bem feito e uma marquinha de bronzeado com o cuzinho olhando para mim e a piscar.
Meti na sua boceta enquanto ela continuava gemendo e via pelo espelho do armário a cada estocada os seus lindos seios balançando e sua cara de safada. Eu ia dando uns tapinhas na sua bundinha linda e senti que ela estava tendo o seu primeiro orgasmo que lhe levou a gemer com força quebrando o silencio do quarto.
Disse a ela que também estaria perto e fui lhe lamber a buceta e como sempre passei a língua no cuzinho também, como sou um fissurado em sexo anal foi inevitável. Ela deu um suspiro forte e olhou na minha cara
- não me digas que tu gostas de cu?
- claro que sim, penso que todo homem gosta!
- o meu querido diz que é porcaria!
- então vamos virar porcos agora?
- sim, mas tens de ter paciência porque ai só meto o meu vibrador que não é tão grande como a tua piroca!
- então o teu marido nunca te enrabou?
- não!
E voltei a passar a minha língua naquele botão cor de rosa lubrificando ao máximo e enfiei o dedo médio até ao fundo e ela começou a gemer novamente e iniciou uma masturbação dando cabo do seu grelo e pude sentir escorrer lubrificante da sua boceta que aos poucos ia buscando e passando no cu dela. Eu me posicionei do seu lado e ela foi chupando novamente minha piroca lubrificando com tanta saliva que deixou ela brilhando. Era uma cena linda ver a minha amiga e agora também amante com uma fome medonha ali a minha mercê com mais fome de sexo que uma freira! Ela não parava de acariciar a sua buceta e começava a enfiar um, dois e três dedos dentro tirando o seu gozo e colocando no cuzinho que estava prestes a ser comido.
Me deitei e ela vaio por cima de costas para mim e foi coordenando todos os movimentos até que colocou a cabeça na porta do cu e foi deixando descer o seu corpo para entrar a cabeça que com calma entrou bem.
- olha que o teu cu é mais aberto que a tua buceta!
- olha querido, do jeito que eu estou aguento até uma mangueira nele!
Podem ter certeza, isso nunca tinha me acontecido de comer um cu quase virgem mas com uma dilatação fenomenal e comentei isso com ela.
- estavas a espera de que? Não te disse que estou sempre com o vibrador metido nele?
- sim querida mas isso é demais!
- pois é, e tu vais ver que vou aguentar mais no cu que na buceta!
E dito e feito, ela aguentou com tudo só deixando de fora o saco. Fazia movimentos de sobe e desce, uma autentica bate estacas.
Saiu de cima de mim, deu a volta, chupou mais um pouco e veio colocando-se de joelhos para que eu lhe chupasse mais a buceta e o cu e com a minha língua de fora ela foi cavalgando na minha cara que num instante voltou a se sentar de frente para mim metendo novamente no cu. Os seus gemidos foram aumentando como a sua respiração e veio mais um orgasmo violento por parte dela que pediu que quando eu fosse gozar molhasse toda a sua cara e boca.
Não demorou muito mais e me coloquei de pe ao seu lado, ela meteu o que pode na boca e recebeu um banho de esperma naquela garganta quente que acabou por deixar escapar um pouco lhe caindo sobre os seios morenos.
Me deitei ao seu lado cansado e ela começou a me beijar a piroca novamente e fomos tomar banho, onde houve mais uma fodinha em pé, mas isso conto mais tarde...

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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Uma Mulher ...


O que vos vou contar aconteceu de uma forma insólita e ao mesmo tempo foi uma coisa daquelas que nos acontecem uma vez na vida.
Tudo começou no final de uma tarde de verão, em que me sentia melancólico, triste por estar sozinho... ia passeando à beira-mar, sentindo meus pés descalços serem banhados pela espuma das ondas que vinham ao meu encontro como me tentando consolar.
A praia estava quase deserta e era um daqueles areais de perder de vista com vários quilómetros... ia pensando na vida, que me tem sido madrasta e naquele momento nunca poderia adivinhar o que me iria acontecer... pensava na falta que me fazia uma companheira, uma amiga, uma cúmplice, uma amante ou que fosse isso tudo ao mesmo tempo... com quem pudesse partilhar todo o carinho e ternura do mundo. Até aí só me tinham aparecido algumas pseudo amigas que apenas gostavam daquilo que eu lhes podia proporcionar materialmente e não daquilo que eu lhes poderia dar de mim. Foi então que meu olhar deparou com uma figura ao longe que se aproximava em sentido contrário.
Continuava com meus pensamentos, mas aquela figura ia-se tornando cada vez mais nítida e deslumbrante fazendo-me desconcentrar dos meus pensamentos. Comecei a notar que era uma figura feminina, vestindo uma túnica branca, larga que lhe dava quase pelos pés, nas mãos segurava uma sandálias, notava-se o contorno de seu corpo em contra luz e seu cabelo comprido esvoaçava doce e lentamente ao sopro de uma ligeira brisa quente... que formas divinais, parecia uma musa saindo de meus sonhos... Uma mulher!
Á medida que se aproximava dava para ver que era ainda nova, devia rondar os 25, no máximo 35 anos, uma pele branquinha que contrastava com o cabelo negro, comprido e liso. Uns olhos grandes e negros que se destacavam aquela distancia... linda, de sonho mesmo! Foi quando notei que ela também me olhava... não sabia se havia de desviar o olhar, mas sentia-me como que hipnotizado e continuei olhando... ela também não tirava os olhos de mim o que me deixou um pouco sem jeito, pois não sou pessoa de me meter com uma mulher, nunca gostei dessas coisas... sempre fui um pouco acanhado num primeiro contacto com alguém e não me identifico com aquele tipo de homem que desbocadamente lança logo piropos e comentários despropositados. Comecei a ver-lhe as feições do rosto, rosada do sol, uma boca linda bem desenhada com lábios carnudos mas não em demasia e rosados, sensuais, um nariz pequeno e ligeiramente empinado... estavam sorrindo, um sorriso lindo e misterioso... sorri também, perante tal visão eu pensei, por momentos, que aquilo era fruto da minha imaginação e que se calhar estava começando a perder a razão devido a estar há tanto tempo desejando ter alguém... mas não... foi então que, estando a cerca de dois metros de distância ela falou: - Então? Também a passear para afogar as mágoas? Eu abri a boca e não saiu nada, seria mesmo verdade? Estaria mesmo a falar comigo? Perguntei: - Quem eu? - Sim! Disse ela. Não vejo mais ninguém por aqui! E largou um sorriso entrecortado com uma gargalhada abafada e delicada, um riso lindo... – Desculpe, mas estava pensando na vida que se me tem escapado. - Então já somos dois. – Retorquiu ela.
Não sei como nem porquê, mas naquele momento senti como se já a conhecesse há imenso tempo, como se ela fizesse parte de minha vida, e senti que isso acontecia também pela parte dela. Havia uma empatia, uma sintonia completa de sentidos e sentimentos.
Perguntei: - Vamos passear juntos?
- Sim! Respondeu ela. E como que se fosse um gesto normalíssimo demos as mãos e caminhamos de novo ao longo da praia... nem queria acreditar, eu de mão dada com aquela musa, de quem nada sabia, mas com quem sentia já uma afinidade como nunca sentira por outra mulher. A sua delicada mão, segurava a minha de forma firme e terna, nossos polegares afagavam mutuamente as costas de nossas mãos, sentia a sua pele sedosa e quente me transmitindo o desejo de carinho e atenção. Caminhamos durante uns minutos em silêncio. O Sol estava baixo e não tardava nada ia-se pôr. Parámos e ficamos olhando aquele espectáculo. Os raios da nossa estrela banhavam o oceano, reflectindo tonalidades quentes que aqueciam o coração. Nossos braços se envolveram num abraço ternurento e aconchegante, nossos corpos se encostaram, os olhares se cruzaram... fiquei olhando aqueles olhos negros por momentos, eles falavam... pediam carinho e amor. Lentamente ficamos frente a frente nos abraçando, ela envolvia meu pescoço com seus braços delgados e firmes, eu rodeava a cintura adelgaçada dela com os meus apertando-a ligeiramente contra mim... sentia aquele corpo de mulher sequiosa de amor contra o meu... sentia seus peitos rijos contra o meu, sua barriga colada na minha fazia transparecer sua respiração rápida e nervosa... continuava-mos nos olhando olhos nos olhos... que olhar ternurento... nossas caras foram se aproximando e nossos lábios se encostaram levemente. Senti um frio na barriga, uma onda de sensações inexplicáveis que toldavam toda e qualquer racionalidade que se pudesse impor. Parecia um adolescente apaixonado dando o seu primeiro beijo. E que beijo... nossos lábios permaneceram durante longos segundos encostados leve e delicadamente, nossas bocas se abriram e nossas línguas se tocaram trocando carícias num alegre bailado ao som de uma música imaginária de Vivaldi. Descolamos nossas bocas e nos olhámos profundamente nos olhos, sorrimos qual dois adolescentes enamorados. Ela disse: - Hummm... como eu desejava encontrar-te!
- E eu! És tal como eu sempre imaginei em sonhos! - Disse eu.
- Beija-me para eu ter a certeza de que não estou sonhando. - Pediu ela.
Nossos lábios encontraram-se de novo num prolongado beijo ainda mais apaixonado do que o primeiro, um beijo que se prolongou durante alguns minutos, em que nossas línguas voltaram a dançar. Desta vez de forma mais intensa, mais sensual, em que trocamos novas sensações explorando nossos lábios, sentindo nossas respirações que ficavam cada vez mais ofegantes. Nossas pernas foram desfalecendo e nos deitamos na areia ainda quente, sempre nos beijando.
Já deitados na areia, ela de costas e eu ao lado dela, inclinado sobre a sua face, tornamos a nos olhar e a sorrir. Será que era mesmo verdade? Mas eu nada sabia sobre ela assim como ela nada sabia de mim. Mas isso naquele momento era o que menos importava. Algo muito mais importante se estava a passar. Algo tinha nascido e se desenvolvia em nossos corações, em nossas almas em nossos corpos. Naquele momento apenas importava desfrutar disso mesmo, daquilo que crescia em nós. Ela se levantou de forma a ficar sentada ao meu lado e nos abraçamos longamente, num abraço apertado.
Minha face estava encostada ao pescoço dela, o seu cabelo esvoaçando fazendo sentir um odor agradável e perfumado. Ela me deu um beijo no pescoço e disse:
- O Sol esta a pôr-se. Sem dizer-lhe nada me virei continuando sentado e abrindo as pernas. Ela logo se aninhou no meio delas encostando as suas costas ao meu peito. Passei as minhas mãos em volta do pescoço dela e ela as agarrou. Ficamos durante bastante tempo vendo aquele espectáculo do Sol se pondo no horizonte. Durante todo esse tempo ficamos nos acariciando, sentindo nossos mãos, nossos braços, nossas faces... naquela posição, eu também me pude permitir lhe acariciar o pescoço, os ombros e presenteá-la com ligeiros beijos no pescoço e orelhas ao que ela respondia com agrado sussurrando do seu peito alguns gemidos de prazer. Assim que o Sol se pôs ela se virou para mim com um sorriso malandro, estava linda, seus olhos brilhavam como dois diamantes sorridentes, sua boca esgaçava uma alegria e uma sensualidade como nunca tinha visto... atirou-se incondicionalmente para cima de mim me beijando e me fazendo deitar para trás. Ficou por cima me beijando sofregamente. Eu estava já morrendo de desejo de a ter em meus braços, de poder beijar toda ela e poder explorar toda a sua sensualidade mais íntima. Minhas mãos começaram a descer pelo seu corpo sentindo as costas delicadas, suas ancas, suas coxas. Ela em cima de mim continuava me beijando, dando ligeiras dentadas nos lábios, beijando-me o pescoço, o que fazia percorrer em mim uma sensação incrível, começou depois a descer e a me beijar o peito, as suas mãos iam abrindo minha camisa e aflorando meu corpo.
Seu corpo em cima do meu se esfregava docemente bamboleando como uma rosa ao vento. Minhas mãos subiram e foram ao encontro do peito de minha musa. Não era muito grandes, mas era firme e delicado... ela soltou um suspiro e elevando um pouco seu corpo abriu sua túnica deixando saltar para fora aqueles peitos lindos, branquinhos, com uns mamilos castanhos que faziam um contraste lindo, pequenos e muito bem desenhados. Naquele momento só me passou pela cabeça beijá-los... e como que se ela adivinhasse meu desejo desceu-os sobre a minha face... Uauuuu... nem queria acreditar... mas aquela mulher era demais para mim, eu não merecia tal mulher, tão perfeita, tão querida, tão delicada, tão sensual e sobretudo tão em sintonia comigo. Seria que ela estaria sentindo o mesmo que eu em relação a mim? E como resposta ela apenas disse:
- Eu sei que era isso que querias... estou sentindo que não te mereço, és tão querido, tão meigo.
- Também tu és um amor, és perfeita, completa... hummm... O peito dela tocou em meus lábios e eu pensei naquele momento que sim, que estávamos em perfeita sintonia de sentidos... A partir daquele momento, se havia algum tabu ele caiu por terra e tudo seria permitido... nos envolvemos, rolamos pela areia... em poucos momentos estávamos desprovidos de qualquer roupa que foi arrancada em delicados volteios... eu só queria beijar todo aquele corpo lindo, sentia em mim toda a volúpia daquela mulher, daquela Deusa.
Ela se deitou de costas na areia e com um sorriso me deu a entender que estava ali à minha disposição para eu lhe dar todo o amor que ela merecia. Me inclinei por cima dela e a beijei... beijei e explorei todo o seu corpo com afagos beijos e outros carinhos a que ela simplesmente largava alguns gemidos de prazer, de êxtase. Não sei quanto tempo se passou enquanto a amei... mas levantando os olhos reparei que já era noite e apenas tínhamos as estrelas nos iluminando e a lua começava a aparecer timidamente no horizonte sobre o mar.
Não se via ninguém, a praia estava completamente deserta... ela nesse momento aproveitou para me dizer:
- Sinto-me tão bem, não quero que este momento termine nunca!
- Assim o espero também amor! - Disse eu
- Amor!... É isso. Acho que também és o meu amor! Retorquiu ela. Sorrimos e foi então que nos abraçamos mais intensamente e rolamos de novo pela areia... ela ficou por cima e sorrindo com um ar de garota apaixonada me começou a beijar o pescoço, o peito... até que não aguentamos mais... Fizemos amor durante bastante tempo... experimentamos várias posições e terminamos numa em que eu estava sentado e ela de frente para mim sentada em meu colo rodeando minha cintura com as suas delicadas pernas, nos abraçando e nos beijando... atingimos o êxtase em simultâneo e ficamos durante minutos muito quietos bem agarradinhos sentindo em uníssono o forte bater de nossos corações, nos beijámos suavemente... Eu estava incrédulo com toda esta situação, nem queria acreditar que tudo aquilo se tinha passado, que finalmente tinha encontrado a mulher dos meus sonhos... e daquela forma... completamente surrealista... mas meu coração rejubilava de felicidade. Os olhos de minha amada também transpareciam aquilo que eu estava sentindo... nunca até então tinha visto uns olhos tão meigos, tão cheios de ternura...
- Amo-te como nunca amei ninguém... até tenho medo! Disse-lhe eu.
- Amor, não tenhas medo, eu há muito que também já te conhecia de meus sonhos, só não sabia é que existias. Mas agora que te encontrei nunca mais te deixarei.
Ainda na posição em que estávamos nos abraçámos com mais força e olhando para cima vimos em simultâneo duas estrelas cadentes que deixavam o seu rasto no firmamento vindo em nossa direcção como que nos abençoando. Formulamos então um desejo... um desejo secreto que tinha a ver com o nosso futuro. Sorrimos um para o outro, olhamos o mar que reflectia a luz prateada da lua que já ia alta, e num momento nos pusemos de pé correndo de mão dada para dentro de água. Mergulhámos, demos umas braçadas... aquela água fria retemperou nossas forças sem arrefecer, porém, nossos corações, que de novo dentro de água se juntaram num renovado abraço de paixão. Nossos corpos nus se uniram de novo num bailado ajudado pela ondulação. Um beijo salgado... aquela boca na minha... aquele pescoço sensual me despertou novamente sensações voluptuosas... e nos amamos de novo dentro de água ao sabor da ondulação... nossos corpos mantinham-se unidos como se fosse um só corpo... ela entrelaçou as suas pernas a minha cintura e se agarrou ao meu pescoço, eu a segurava pela cintura... nossas bocas mantinham-se coladas num apaixonado beijo... Eu estava delirante, e sentia que ela também, nunca nos teríamos imaginado naquela situação, fazendo amor dentro de água, numa praia deserta em plena noite, tendo como testemunhas simplesmente... milhões de estrelas e uma lua em quarto crescente, que mais parecia estar sorrindo com a nossa felicidade. Voltamos de novo para a areia onde nos deitamos lado a lado de mão dada vendo as testemunhas de nosso amor cintilando, tal como nossos olhos cintilavam de tanta satisfação.
- Amo-te muito. Disse-me ela. Eu sorri e olhando aqueles olhos meigos não resisti, puxei-a para mim e dei-lhe um beijo, sussurrando-lhe de seguida:
- Finalmente encontrei a felicidade.
Ela deitou parte do seu corpo sobre o meu, descansando a cabeça no meu peito. Fechou os olhos enquanto eu observava as estrelas sentindo o perfume de seus cabelos, agora já um pouco misturado com o odor salgado do mar. Passados uns momentos senti que ela tinha adormecido, afinal não admirava nada, a noite já ia bastante avançada e passamos aquelas ultimas horas ardendo em paixão, fazendo amor, era natural que o cansaço a tivesse vencido. Eu também me sentia sonolento e fechei os olhos tendo o cuidado de a aconchegar um pouco mais para mim. Adormecemos embalados pelo som do mar... Nem sei o que sonhei, pois meus sonhos tinham todos se tornado realidade, já nada havia para sonhar.
Acordei com o Sol me fustigando a face. Pensei... mas que é isto? Onde estou? Sim, já me lembro, minha Deusa... sou um homem feliz, ela está aqui comigo... procurei com minha mão... abri os olhos...
NÃO!... onde está o meu amor?...
Não a via em lado nenhum... olhei o mar, não fosse ela ter-se ido banhar... mas também não estava lá... Fiquei atónito... Não podia ser... ela tinha-se desvanecido... Comecei a procurar vestígios... Eu ainda estava nu, minhas roupas estavam a cerca de 5 metros do local onde me encontrava... mas mais nada. Procurei marcas na areia que me dessem alguma pista, que me ajudassem a confirmar que era verdade, que efectivamente se tinha passado algo, mas a maré tinha subido e tinha apagado qualquer marca que tivesse existido. Olhei de novo em volta e nada... um completo deserto. Apenas se viam algumas gaivotas passeando-se pela areia.
Vesti meus calções e enfiei a camisa sem a abotoar. Sentei-me na areia desolado, pensando no que teria acontecido. Será que ela se arrependeu e decidiu desaparecer? Será que eu fiz algo que ela não gostou? Ou será que tudo não passou de um sonho? Acabei chegando á triste conclusão que tudo tinha sido um sonho, um maravilhoso sonho em que mais uma vez a minha Deusa me tinha visitado. Aquela mulher realmente só poderia existir em sonhos... resignado com a minha triste sorte levantei-me e fui caminhando em direcção a minha casa.
Quando lá cheguei fui tomar um duche e qual não foi minha surpresa quando vi marcas em meu corpo que não tinha antes... marcas de chupões no pescoço e nas costas uns arranhões que logo me lembraram dos momentos de amor que passamos... Afinal não foi um sonho... Algo me fez ter um pressentimento... Como louco corri a revirar a minha roupa em busca de algo... no bolso de minha camisa encontrei um pedaço da túnica que ela trazia vestida onde estava escrito com um pedaço de carvão: - Amo-te. Eu existo mesmo. Espera por mim, pois ainda não era o momento.

Estava assinado: Uma mulher que te ama

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:36
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Divinal...com imenso prazer...


Descrever uma das minhas experiências, absulutamente
divinais...Apodera-se de mim um imenso desejo de algo, so
me apetece por-me ao léu!Todos já tinham saido só tinha
ficado eu!Derrepente sinto-te atrás de mim, Tua respiração
no meu pescoço!!!Quase q me vinha ali mesmo esse teu sussurrar
em meu ouvido!!!Puxas-me a saia, baixas-te ali mesmo
arrancas meu fio dental!Tua lingua frenetica na minha
ratinha...eu gemo de tesão...olhas-me enfias teus dedos
em mim...estremeço...Puxas-me contra a parede...sinto
os meus fluidos escorrem pelas pernas...Fiquei anciosa
por mais...queria sentir-te...
Tu como um touro, seguras-me na anca...entras em mimmmm...É
demais entras e sais num vai e vai delicioso...eu não me
controlo nos meus... aiss... óss...uiss...a
velocidade é vertiginosa!!!As minhas mamas abanam...Fodes-me, fodes-me...Sinto-me
quase a desfalecer...Sinto-me perdida...Sinto-te perdido...Estou
quase a explodir!!!Baixas-me de cocoras...enfias-mo
na boca...tão bom que coisa boa!!!Que loucura...Vens-te
na minha boca...Sorrio-te enquanto sinto escorrer em
mim...
Deixo-me escorregar...pernas abertas ali no chão...ouço
o zip das tuas calças...Fazes-me uma festa no meu rosto...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:13
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