Domingo, 9 de Novembro de 2008

Sessao GAY


Tenho 29 anos,sou Português e esta história é real e aconteceu à cerca de 3 meses!!Combinei um encontro com um homem de 35 anos através de um chat na net,para irmos para casa dele...Encontramo-nos num café em Telheiras e depois subimos para sua casa,pusemo-os logo à vontade,fomos tomar um duche e depois começamos a ver um filme gay na cama dele,até que tocaram à porta, ele foi abrir e eram 2 amigos dele,ele convidou-os para entrar!!Fui apresentado como sendo um amigo especial!!
Eu fiquei envergonhado, pois estava já estava nu e reparei que eram os 3 muito intimos,além disso só tinha tido experiencias gay apenas com uma pessoa e já estava a imaginar no que aquilo ia dar...A vergonha passou a tesão, pois já estavamos todos em cima da cama e eles a despirem-se.
Nesta altura já estavos todos com tesão do filme e da situação e o meu amigo cuspiu para a mão e começou a acariciar-me o pau e eles faziam o mesmo um com o outro...Disse-me para me deitar e começou a lambe-lo e logo de seguida a engoli-lo,outro começou a lamber-me as mamas,eu já estava doido de tesão...Enquanto ele o engolia senti o dedo do meu amigo a entrar no meu anus e a esfregar lubrificante,abri as pernas,pois estava doido de prazer...Na altura pensava que ia ser penetrado,mas foi um deles q me pos um preservativo e se sentou em mim,os movimentos lentos enfiavam o meu pau todinho dentro dele,enquanto sentia meu amigo me lambia as mamas...Qd estava quase a vir-me ele saiu e o meu amigo puxou-me as pernas para cima e penetrou-me de uma forma como jamais esquecerei, bem lento e fundo,pus a mão para sentir se ele tinha camisinha e tinha!Do meu lado a mesma situação mas com violencia e ofensas,eu só gemia de prazer e pedia mais...Nesta altura paramos e eles trocaram,foi o outro q me possuiu,tinha um caralho bem + grosso e era + violento,mas eu delirei...O meu amigo veio-se dentro do outro e abrandou...Eu nem mexia no meu pau,pois n me queria vir já para aquele momento de prazer durar +!!Paramos e o meu parceiro do momento me perguntou se eu queria ter 2 no cu!Eu disse q podiamos experimentar e se eu ñ gostasse paravamos...
Lubrifiquei bem toda a zona, um deles deitou-se por baixo de mim e enfiou (Eu estava de costas para ele), o meu amigo agarava-me nas costas para eu ñ cair para trás e o outro veio (Que tinha umpau + pequeno, mas bem grosso) pela frente e enfiou, ñ foi fácil, pois quando entrava escorregava mto, eu limpei um pouco a zona das nadegas e já deu melhor...Primeiro foi uma dor que me fez perder o tesão, mas depois disso foi um prazer inesquecivel, diziam-me q estavam quase a vir-se e começei a bater o pau, ñ precisava de me agarrar pois o meu amigo segurava-me...Vim-me poucos segundos depois e eles demoraram um pouco +!!Foi uma explosão de prazer sentir aqueles paus a virem-se dentro de mim, enquanto o meu cu ainda latejava!!Ficamos parados, o meu coração estava a 1000 , depois fomos tomar duche!!Eu tinha o meu cu todo aberto e molhado e os musculos todos duridos...Entretanto tive outros 2 encontros,mas só com o meu amigo...Mas qualquer dia combinamos outra sessão a 4!!
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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Bom Menage


Este namoro já tinha umas boas horas perdidas na net.
Ontem como combinado o Rui e a Isa, chegaram a minha casa ao meio da tarde, uma tarde de Outono fria e chuvosa.
Entrámos em casa, com o ambiente bem quente, eles recompuseram-se da viagem e em menos de nada eu estava a chupar os biquinhos das mamas da Isa, o Rui ia entertendo-se a fazer-lhe minete, isto tudo em pé na minha sala.
A Isa perguntou, então que é isto não há uma cama?
Foi para lá que fomos de imediato, e ela queria tirar o soutien mas eu não deixei, porque o Rui me tinha confidenciado que ela gostava de foder no meio das mamas com o soutien vestido e foi o que me pus a fazer, enquanto ela delirava a fazer broche ao marido, que entretanto tambem começou a passar o caralho dele nos biquinhos das mamas.
Nisto ela ordenou-lhe que me fizesse broche e ele obedeceu imediatamente, era uma salada e tanto, mas eu estava ansioso por foder aquela cona que imaginava ser apertadinha.
No inicio o meu pau custou a entrar, mas depressa ela levantou as pernas para entrar o mais fundinho possivel, e sempre sem deixar de mamar na piça do marido, estive a foder-lhe aquela cona deliciosa, até sentir que a cona dela estava a contrair-se para se esporrar, não resisti e deixei todo o meu leite bem lá dentro, bem lá no fundo ao mesmo tempo que ela, mas assim que tirei o meu caralho, o Rui meteu de imediato o dele porque era a sua loucura foder a mulher depois de eu me esporrar.
O meu caralho estava com a mistura do meu leite e da Isa e meti-lho na boca, tendo-o ela limpo, sem deixar pinga da mistura dos nossos leites.
Acabada esta sessão, por volta das 19 horas, fomos jantar ao restaurante e ali falámos de tudo e de nada.
Regressámos a casa, ela quis ver um programa na televisão, eu fui á net visitar outros sites e este tambem, onde lemos algumas histórias aqui publicadas por mim e não só. Ficámos todos entesoados e o primeiro a começar pelos biquinhos das mamas voltei a ser eu, mas desta vez já na cama e com a ideia de nos entregarmos aos nossos prazeres para depois disso dormirmos os 3 juntos e na mesma cama.
A Isa ficou no nosso meio, mas não havia sossego, tal era o tesão, primeiro virou o cu ao marido, mas dali não saía nada, por isso decidiu virar-mo para mim, e sentindo o meu caralho duro, começou a fazer movimentos circulares com o meu pau á entrada do buraquinho do seu cu, ela gemia, gritava de prazer com o meu caralho duro a entrar e sair daquele cuzinho delicioso e o Rui foi metendo o pau dele na cona, mas o que ela queria era o cu fodido, aquela paneleirinha louca, estivemos em penetração dupla até a Isa se vir, com o meu pau metido no cu e o caralho do marido na cona, com os nosso corpos todos transpirados e colados uns nos outros.
Mais calmos e cansados acabámos por adormecer até ás 9 horas da manhã. Mas a Isa estava no nosso meio e assim que sentiu os paus duros começou a punhetarnos e a gritar que queria piça, sem demora meti o meu caralho dentro da cona dela e senti novamente a cona dela como que a sugar o meu caralho, a cabra estava a esporrar-se e eu esporrei-me outra vez ao mesmo tempo que ela, mais uma vez o marido assim que me esporrei, meteu o caralho dele dentro da cona e veio-se tambem, era um rio de leite, tinha a cona toda alagada em leite.
Descansámos mais um pouco, fomos tomar banho, eles regressaram a casa e eu fiquei aqui para vos contar mais esta deliciosa e escaldante experiencia
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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

No Bar onde Trabalhei


Eu trabalhei num bar tinha 21 anos e tinha(tenho) o habito de correr exercitar o corpo, uso a maxima \"corpus sanus mente sana\", um dia duas colegas minhas decidiram correr comigo.
Eu fiquei feliz pois senti que estava a mudar mentalidades, eis que fomos correr durante 30 minutos e terminamos no bar onde trabalhava, decidimos então que eu seria o primeiro a tomar banho pois ambas estavam cheias de calor e preferia tomar uma bebida fresca antes de ir tomar a tão agradavel banhoca.

Estava eu a tomar banho quando no duche ao lado do meu ouvi a agua a correr e risos, chamei por elas que prontamente me responderam que esperavam que eu me limpa-se para depois sairem,
assim foi terminei e estava quase limpo quando a porta se abriu e vi dois corpos nus e molhados, virei a cara sorri e disse \"que bela banhoca hein\", ouvi sorrisos, fui agarrado e rapidamente remetido para o fundo do compartimento onde cabiam 3 pessoas muito apertadas.
Joga-se então \"pedra e papel\" a dany ganhou e o prémio era eu...
eis que a dany se baixa e agarra o meu sexo (confesso estava hirto) e começa a chupar bem devagar, que bem que ela chupava uma cabrita não só com um corpo bonito mas uma boca maravilhosa.

A magda (embora menos bonita mas de corpo bem rijo) diz deixa um pouco para mim... eu sem acção, atonito deixo-me ir... humm (penso eu que cena louca\" ) a magda entretanto levanta-se e diz à dany olha agora é a nossa vez, deixa o nosso instrutor lamber as nossa ratinhas, a dany sorri e diz \"vamos obrigar\" pega-me no cabelo e obriga-me a descer ordenando-me \"lingua para fora\" eu como obediente que sou, fiz lambi rata da magda e da dany sentindo os seus sabores distintos na minha lingua, estava deliciado, enfiei a lingua naqueles cuzinhos bem lindos e arrebitados que estava perante mim, eis que sinto a minha cabeça novamente puxada para cima e as duas decidem que fica com o meu pau e com o meu cuzinho...

sinto a boca da minha deusa dany no meu pau e a lingua de magda no meu cu...
deliro que tesão que sinto hummm....
a magda levanta-se mais uma vez e pega no meu pau e ordena-me que penetre a Dan, dan vira-se de costas e arrebita o rabinho para que eu consiga entrar no seu sexo quente.

Penetro-a, magda continua a cariciar-me o rabo com as pontas dos dedos e segreda-me aos ouvidos...
\"adoro levar no cu\" o meu cu é teu.
dany vem-se e diz-me agora quero cu... eu baixo-me e preparo-me para chupar o seu cu e magda diz \"para cu é so em mim\" sorriem as duas e viram-me para a mag. e eu fico um tempo a lamber o seu cu ponho um dedo, outro mais outro eis que me diz enfia o teu car...
todo pois estou louca para o ter...
ponho então a cabeça e sinto o meu a ser lambido por dany...
a tesão é tanta que perco as estribeiras e enfio todo de uma vez, mag. contra a parede do compartimento geme baixo \"isso, isso fode-me\" eu fico uns 5 minutos nesta foda deliciosa e grito vou-me vir...
Dany bruscamente vira-me para ela e com a boca diz vem-te na minha boquinha eu não me fiz de esquisito vim-me abundantemente...
o resto já sabem :)

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Domingo, 2 de Novembro de 2008

Sessao A 3


Eu sou o Kenishi, e este conto é de quando fui a casa da M. A M. convidou me para ir a casa dela beber um café e para me apresentar o novo namorado dela, a M. é uma mulher lindíssima, morena, baixa, com um corpo fantástico, e sempre me captou muito a atenção os decotes que ela usava, deixavam me louco de desejo, mas claro como amigo, não o podia admitir não é, enfim regressemos aos acontecimentos.

Cheguei a casa dela e ao abrir me a porta deparo me com a M. com mais um daqueles decotes deliciosos para a vista, e com uma saia, sempre linda, e da me dois beijos bem perto dos meus lábios, o que acendeu logo a chama em mim, deixando me minimamente excitado, isso juntando ao perfume sublime que ela usava! Entro casa dentro e vejo o namorado da M., um rapaz alto, moreno, de ombros largos, com uma boa aparência, e cumprimento-o, e digo: - Olá, eu sou o Kenishi (nome fictício) muito prazer! Ao que ele responde: - Olá, eu sou o A. o prazer é meu! Então ficamos um bom bocado da tarde a falarmos os três e a conhecermo-nos melhor, e claro enquanto falamos muito vinho vem a mistura e consequentemente ficamos todos mais desinibidos, e as conversas começam a cair inevitavelmente sobre sexo e experiências e fantasias por realizar, quando chega a vez da M. dizer a sua apenas diz: - a minha fantasia era fazer sexo com dois homens, assim lindos como vocês.

Escusado será dizer que tanto eu como o A. ficamos ambos sem saber o que dizer, ao que a M. se levanta e diz que vai ao WC e assim o faz, e pouco segundo s depois o A. vai atrás dela e fico eu na sala sozinho e beber mais um pouco de vinho, a pensar em tudo aquilo que adorava fazer a M. Passado algum tempo estranho a ausência da M. e do A. e começo a procurar por eles, e chegando a WC vejo que a porta esta um pouco aberta e ouço sons abafados de prazer, e curioso espreito e vejo a M. sentada na sanita, de pernas abertas e o A. de joelhos com a cabeça entre as pernas dela, e as pernas dela apoiadas nos seus ombros, e vejo a mestria do A. a fazer sexo oral na M. tocando – a, lambendo a, saboreando todo o clítoris da M. que se contorce de prazer agarrado a cabeça do A., e ele sempre sem parar, brincando com a língua dele, colocando dois dentro da M. entrando e saindo, ritmado com a língua dele, e a M. cada a gemer mais alto e mais alto até que se vem num grito de prazer, anunciando assim um delicioso orgasmo, aí A. levanta se e beija a, e senta se ele na sanita, ficando desta vez M. de joelhos começando por acariciar todo o pau de A. e eu com muita tesão espreitando pela porta agarrado ao pénis, tocando e saboreando todo aquele espectáculo, cada vez mais excitado e com vontade de me juntar a festa, então a M. enquanto toca todo o pau do A. começa a dar beijos leves na ponta, brincando como um Calipo tocando e beijando ao mesmo tempo, e aos pouco começa a introduzir mais e mais todo o pau de A. subindo e descendo, tocando ao mesmo tempo, e com a ponta da língua percorre todo o pau, e sobe ao que A. se agarra a cabeça de M. e começa a agarrar lhe os cabelos e a respirar cada vez mais rápido e M. a tocar e chupar cada vez mais rápido e A. diz que é agora e enquanto ele se vem a M. não para de chupar e tocar, e A. contorce se de prazer, e ao mesmo tempo que ele se vem, eu venho me também mesmo ali na porta e quando acabo fico sem saber o que fazer por não ter nada para limpar e disfarçar quando ouço de dentro da WC a M. a dizer:

- Então gostaste do nosso pequeno espectáculo? E eu aproveitando a dica não me faço de rogado e digo: -Gostei só é pena eu não me poder juntar a festa! Então a M. e o A levantam se e passam por mim de mãos dadas e pegam na minha mão e vamos todos para a sala, e ai a M. ainda bastante excitada beija me enquanto o A. apenas vê, sorrindo e eu como sempre a quis beijar, beijo a com intensidade, com desejo, e agarro a pelas nádegas e puxo a para mim roçando a bem no meu corpo, e roçando me bem nela, e deito a no chão, levanto lhe a saia e coloco a minha mão bem entre as pernas, tocando com tesão ao que ela se agarra as minhas costas e sempre sem deixar de a beijar, e começo a baixar os meus beijos pelo pescoço abaixo, aproveitando para lhe tirar a blusa, e descendo mais, começo por tocar ao de leve com a ponta da minha língua nos mamilos, deixando os bem erectos e excitados, e com a outra mão livre, toco a nos seios e aperto ao de leve enquanto saboreio o outro seio, e ela mexe se, arranha me as costas enquanto diz: -Ai não pares, por favor não pares isso, não pares, mas que delicia, hum tão bom, não pares não pares, não pares, não, isso naaaaaaaaooooooo.

Eu, entusiasmado por já ter dado um orgasmo a M. continuo a descer e pela barriga abaixo, vou passando a minha língua, e rapidamente chego onde quero, ao que lhe afasto as pernas, com muito cuidado, afasto cada um daqueles lábios molhadinhos, e começo por lambe los, ao mesmo tempo que aproveito para colocar um dedo bem dentro dela, e ao fim de pouco tempo já lá esta outro, preparando o mindinho para penetra la analmente, e quando coloco o dedo mindinho ela da um grito de susto e prazer ao mesmo tempo, enquanto eu continuo nesta cadencia de língua de dedos, arrancando alguns orgasmos, quando reparo no A. nu sentado no sofá de pernas abertas a masturbar se fortemente, apreciando e a gostar de ver a namorada a ser comida por outro tipo, e claro eu sendo abusado como sou, não vou de modas e digo lhe: -Anda, vamos realizar a fantasia da tua namorada! Aquilo pareceu apanhar a M. de surpresa porque quando ela ia para dizer qualquer coisa o A. colocou de joelho ao lado da cabeça dela com todo o seu pau bem apontado a boca dela, roçando com a ponta nos lábios dela, e não sei se foi o facto de eu lhe fazer sexo oral se do vinho, a verdade é que ela rapidamente o colocou dentro da boca, enquanto gemia de prazer, comigo la em baixo.

Aproveitando que ela se divertia com o pau do namorado na boca, eu levanto de e sem dizer nada pego no meu pau, e coloco bem na entrada dela, e sem grandes gentilezas penetro a bem fundo num estocada que ela acusou num gemido abafado pelo pau do A. dentro da boquinha dela e assim começas num vai e vem o três, ritmados, excitados, com muita tesão pelo meio. O A. como estava com muita vontade de penetrar a M. também, pede para a M. ficar de 4 e diz para eu ficar de joelhos que ele fica por baixo, obedeci prontamente na possibilidade de vir a fazer sexo anal pela 1 vez. Quando o A. se coloca por debaixo da M. pega no pau dele e rapidamente a penetra, dando investidas bem fortes, fundas e rápidas e eu claro como não ia ficar apenas a ver, pego no meu pau e muito lentamente começo a penetrar a M. ao que ela geme sem parar, sentindo dois homens bem dentro dela, como sempre desejou, e os três começamos ali a cadenciarmos as nossas investidas, num entra e sai frenético, e a M. a vir vezes e vezes sem conta, com dois paus bem dentro dela, penetrando a, entra e sai, entra e sai, ao mesmo tempo, hora um hora outro, e eu agarro bem a cintura de M. puxando do a bem para mim a cada investida, dando lhe pequenas palmadas nas nádegas, e chegando a uma altura em que os três já não aguentávamos mais, começamos a ter os nossos orgasmos ao mesmo tempo, fazendo a M. ter um orgasmo demasiado grande, pelo facto de sentir o meu orgasmo bem dentro do cuzinho dela e o orgasmo do namorado ao mesmo tempo, fazendo a perder todas as forças do corpo, caindo para cima do corpo do namorado, e no fim quando ambos nos retiramos de dentro dela, ela coloca se de joelhos e começa por agarrar cada um dos paus e a mete los na boca, saboreando cada um, vendo as diferenças de sabores.

Ficamos depois nus a falar sobre o que tinha acontecido e combinamos repetir mais vezes a dose! Se gostaram desta então digam me

samuraii69@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:41
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Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

Meu Macho me Chama De Maezinha


Devido a um acidente, meu marido ficou paraplégico. Ele era vinte anos mais velho que eu e estávamos casados há catorze anos. O acidente aconteceu dois anos atrás e tinha esperança de que ele voltasse a andar. Assim, continuamente ele tinha um fisioterapeuta e recentemente nós contratamos um jovem atlético para ajudar com os exercícios aquáticos. Meu enteado, Ivan, a quem eu considerava como meu próprio filho, foi fruto do primeiro casamento de Ivo, meu marido e estava com casamento marcado para dentro de um mês. Daniel, o jovem atlético, nos foi recomendado por nossa nora Valéria, que estudava na mesma universidade que ele. Eu nunca imaginaria que eles fossem amantes também! Certo dia flagrei, sem que eles me vissem, os dois se beijando dentro da lavanderia, enquanto meu filho conversava com o pai, sentado a beira da piscina! Imediatamente quis saber quem era aquele salafrário que estava desvirtuando minha nora, pois, definitivamente ela só poderia estar sendo forçada aos desmandos dele! Mas, nova surpresa. Vally, ainda abraçada a Daniel, enfia as duas mãos em cada lado da sunga dele e a abaixa com um sorriso cínico e sensual nos lábios.

Vi que Daniel balançava a cabeça negativamente e tenta soerguer a sunga. Mas, em vão, seu descomunal pênis balança no ar e as mãos de minha nora tomam conta dele! Pra culminar, Vally se ajoelhou na frente de Daniel e rapidamente engoliu com a boca toda a bela coluna genital! Um calor intenso tomou conta de mim que chegou a me faltar ar. Eu não sabia o que fazer. Sair aos berros denunciando os dois? Livrando assim de meu filho continuar sendo corno? Ou esperar quando estivesse a sós com ele e lhe contar tudo? Só não gostaria que Ivo ficasse sabendo daquela porcalhada que acontecia em nossas dependências! Fui até o quartinho que designamos pra Daniel se trocar e vasculhei suas coisas, encontrando um álbum de fotos. Lá estava toda a prova de que Vally e Daniel eram amantes, ou melhor, eles faziam sexo com diversos parceiros! - Meu deus! Minha nora é uma rampeira safada! Desqualificada! Vou ficar com estas fotos! Já na minha suíte vendo as fotos, eu notei que a maioria era da nora com Daniel e outra exuberante mulher de cabelos escuros e muito clara de pele. Era uma das mulheres mais belas que eu já tinha visto. E ela era tão ou mais safada que Vally! Numa das fotografias ela segurava um penis apontado pro seu rosto, enquanto ria para a câmera. Ela estava sentada encima da virilha de alguém e outro mais estava com as coxas encostada nas belas nádegas dela. Via-se claramente que os dois tarugos lhe enchiam os orifícios.

Foi esta a primeira vez que vi um ato de sodomia que eu não julgava possível! Não sei se foi a imagem da bela mulher em estado de graça em êxtase ao ser tomada por três pirocas simultaneamente, somando por eu não estar sendo tocada por meu marido por quase três anos, que eu me senti tremendamente excitada e fui procurar alivio no meu consolo que eu escondia numa das gavetas da cômoda. Eu estava tão doida de excitamento que me imaginava no lugar da Vally e da bela mulher. Naquele momento eu julgava que isso seria o segredo mais bem guardado do mundo. Mesmo que depois eu tivesse que expulsar Vally do nosso convívio. Mas agora eu queria experimentar qual a sensação de ter o anus penetrado e deixar uma tora deslizar por ele! E foi exatamente isso que fiz com meu consolo. Eu própria, aos trinta e quatro anos, deflorei meu cusinho! Não senti todo o prazer que esperava, mas daí em diante eu pensava que seria mais um modo de eu me masturbar, sem ter que cair naquela depravação que eu via nas fotos! Quando desci pra piscina, encontrando todos lá, esperei que Daniel passasse perto de mim e lhe pedi que me ajudasse em preparar um refresco para todos. Já dentro da copa, rispidamente contei a Daniel o que tinha visto entre ele e Valéria e exigi que discretamente eles fossem embora e que nunca mais aparecessem na frente de Ivan. Daniel me surpreendeu com sua gabolice juvenil e numa atitude delinqüente disse que tinha me fotografado quando me masturbava com o consolo enfiado em meu anus, pois meu marido minutos antes, tinha lhe pedido que apanhasse a câmera para tirar fotos daquele dia. A partir daí não me lembro direito o que aconteceu. Mas sei que fui sodomizada pela primeira vez, na copa de nossa casa, a poucos metros de meu marido, meu filho e minha nora por um delinqüente juvenil. Sei que subi as escadas correndo e me preparava para tomar um banho na tentativa de me livrar do esperma que teimava em escorrer do meu cusinho e por entre minhas coxas. Eu me culpava por ter sido tão displicente e ao mesmo tempo por ver que tudo que eu tinha planejado, foi por água abaixo! Agora, aquele fedelho desavergonhado iria fazer de mim gato e sapato! Meu cusinho estava um pouco ardido e eu enfiei um dedo para melhor limpá-lo. Ao toque, parece que uma descarga de eletricidade erótica cobriu meu corpo. Sem pensar, levei minha mão até minha xotinha e iniciei um dedilhamento frenético. Eu sentia que precisava de algo mais. Um só dedo dentro de meu cusinho não era suficiente. Eu precisava da sensação do dilatamento do anus e o conseqüente estofamento do canal retal! Foi neste momento que o delinqüente apareceu a minha frente. Não me perguntem o porque de tais coincidências, mas o certo é que o menino era audaz e sabia se aproveitar das situações.

Para meu enlevo, parecia que ele tinha se tomado de amores por mim, porque a carinha de tezão e ternura que ele fazia quando me encarava e olhava meu corpo, deixaria qualquer mulher envaidecida pro resto da vida. Acho que foi devido a isso tudo que escondi todos meus valores morais e o amor pela minha família, bem no fundo da minha mente e literalmente cai de boca na estupenda rola do meu dominador juvenil. Pela primeira vez na vida suguei esperma de um homem e pela segunda vez, em menos de meia-hora fui divinamente sodomizada! Eu não acreditava que tinha pedido pra ser sodomizada novamente e que estava concordando com tudo com que ele me propunha de perversidade. De repente me dei conta que pouco faltava pra que eu me tornasse tão depravada como a madura mulher das fotos! Envergonhada, mas em pleno estado de êxtase, eu me perguntava como e por que cheguei aquele nível de depravação e submetida a um jovem que poderia ser meu filho!? “Será que eu sempre fui assim...puta? Sim, uma puta! Será que meus pais já sabiam que se eu não fosse domada desde cedo, eu seria a mais depravada das mulheres logo, logo? Foi por isso que qualquer menção a sexualidade me foi reprimida? Eles sabiam que eu era assim? Gostar de ser puta, de dar a bunda? De chupar pau?!” Eu gozei e gozei, chorava e ria ao mesmo tempo. O belo delinqüente fazia seu colosso sexual deslizar num frenético vai e vem pelo meu cusinho até gozar novamente e eu ter a esperada sensação de seu esperma escorrer como lava fervente por entre minhas coxas! Eu permanecia de quatro, mas quase como uma posição fetal, enquanto Daniel saía de dentro de mim e procurava normalizar sua respiração. De repente escutamos um grito e depois vários impropérios. Daniel colocou sua sunga e zarpou da suíte. Eu ainda estava um pouco molenga pra pensar em sair correndo. Portanto fui acabar de me lavar e me vestir. Dez minutos depois, Daniel bateu na porta e ele entrou com meu marido na cadeira de rodas. Ivo tinha uma expressão de tristeza e ao mesmo tempo envergonhada no rosto. - Daniel, nos dê licença, por favor. Mas, não vá embora ainda, está bem? Lea, veja o que me aconteceu! Meu marido retirou a toalha que lhe cobria o colo e vi estupefata que seu penis estava arroxeado de tanta rigidez! - Eu estava dentro da piscina com a Vally e o Ivan e nem vi quando isso aconteceu. Sei que a Vally deu um pulo quando “isto” encostou nela e aí o Ivan se tornou possesso e começou a me xingar, dizendo que eu era um pervertido que não lhe respeitava a noiva, etc. etc. Eu mereço isso, Lea? Ele nem me deu tempo de explicar que eu não sinto nada!

Como um filho pode dizer umas coisas dessas para um pai? E logo a mim! Lágrimas escorreram pelas faces do meu adorado marido, que um dia fora tão atlético quanto Ivan ou Daniel. Eu me ajoelhei ao lado da cadeira de rodas e encostei sua cabeça em meu busto. Suas lágrimas caíram em cima dele e a agradável quentura escorreu pro meio do vale, alcançando um dos mamilos. Deus do céu! Tudo me excitava agora! Daniel tinha aberto as portas da minha luxuria! Sem que Ivo esperasse, eu levantei seu rosto e lhe beijei apaixonadamente. Ao mesmo tempo minha mão alcançou seu penis mediano em comparação ao de Daniel, mas igualmente endurecido. Senti que a parte viva de meu marido estremeceu. Um fulgor tomou conta de meu rosto e eu fiquei felicíssima por essa melhora que lhe devolvia a virilidade! Ivo também ficou radiante e respondeu ao meu beijo como se fosse alguns anos atrás e me disse. - Querida...minha querida! Vamos trepar! -Aaah, meu amor, meu amor! Como estou feliz! Feliz! Eu estava nua por debaixo do robe. Então era só levantar-me e sentar encima do meu objeto de desejo e de orgulho pra ele. Mas estava quase fazendo isso quando um pensamento libidinoso passou por minha mente. Afastei as inertes pernas de meu marido e me ajoelhei entre elas. Com os olhos arregalados, meu marido massagear sua recente virilidade entre meus fartos seios e depois engoli todo seu penis de uma vez só até meu queixo encostar-se a seu saco! No inicio havia um leve sabor de cloro, mas depois era puro gosto de piroca sedenta por uma bocetinha. “Ou cusinho?”

– Eu já pensava nas coisas que aprendi com Daniel e que poderia fazer com meu maridinho!

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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

O Filho da Minha Amiga


Conheci Helena há uns anos, ainda ela estava casada, numas férias no estrangeiro. Era um grupo em que ambas íamos integradas com mais uma outra amiga, Júlia. Depois durante uns tempos ainda nos voltamos a reunir nuns jantares desse grupo, mas tudo acabou e os meus contactos com Helena passaram a ser esporádicos. Íamos sabendo coisas uma da outra através de Júlia, que a via com frequência. Assim soube do seu divórcio e da sua vida com o filho que com ele ficou. Há um mês atrás, estava eu com a Júlia (amiga a que já fiz referência no meu conto “Como iniciar um jovem”, aqui publicado nas Fantasias) a lanchar numa das esplanadas do Chiado, apareceu Helena, inesperadamente.

Depois dos beijos e abraços da praxe, “estás cada vez mais nova”, “ e tu que bom ar que tens”, “os anos não passam por ti”, etc, etc , sentou-se à nossa mesa e disse que estava à espera do filho e do amigo do filho que vinham fazer umas compras pois partiam daí a 2 dias no Inter-rail a visitar umas cidades europeias durante duas semanas. Eu sabia pela Júlia que o filho da Helena estava um belo rapaz com os seus 18 anos e que o amigo dele, o Bruno, também era um borracho. E disse-me mais, que a Helena tinha um tesão grande pelo rapaz, mas que tinha receio de avançar por causa da amizade entre ele e o filho. Quando soube que os rapazes iam aparecer, a Júlia disse-me que ia ver como eram uns belos exemplares e que não era de admirar a “paixão louca” – disse a brincar com a amiga - que a Helena sentia pelo rapaz.

Entretanto eles chegaram, fizeram-se as apresentações e sentaram-se também à mesa. Lanchamos os cinco e depois a Júlia foi embora pois tinha uma consulta no dentista. O Pedro ficou ao lado da mãe, voltado para mim e o Hugo ao meu lado voltado para a Helena. O Pedro não tirava os olhos do meu decote, que nesse dia era bastante generoso e deixava antever as minhas mamocas de que aliás me orgulho. Também reparei que o Hugo olhava embevecido para a Helena com quem falava parecendo não haver mais ninguém no mundo. Às tantas os rapazes levantaram-se e forma lá dentro e eu aproveitei para dizer à Helena que o Bruno estava vidrado nela e que não tivesse receio em o atacar porque estava no ponto.

Ela também concordou, mas tinha o problema de ele e o filho andarem sempre juntos e entretanto agora irem viajar. Teria de tentar numa outra ocasião. O Pedro também me tinha agradado muito (qualquer rapazote assim desempenado e boa figura me atrai cada vez mais) e resolvi – não me mostrando interessada no assunto – dar uma sugestão à Helena. Tinha percebido que o Pedro queria comprar um saco de viagem mas que o Bruno estava com uma certa pressa de voltar para casa. Então disse à Helena para ela falar com os rapazes no sentido de ela regressas a casa dando boleia ao Bruno enquanto eu acompanhava o Pedro às compras e depois o levaria no meu carro. Assim ela teria oportunidade de estar a sós com o rapaz e depois eram com ela, mas que não perdesse a ocasião. Concordou, propôs isso quando eles voltaram, e assim foi. O Bruno seguiu com a Helena e eu e Pedro descemos o Chiado em direcção à loja onde ele ia comprar o saco.

Durante o passeio brinquei com ele, disse-lhe que tinha muita sorte por ir fazer aquela viagem, que ia arranjar muitas namoradas, que comprasse um saco bem grande para levar dúzias de camisinhas e outras coisas no género. Ele sorria meio corado e assim chegamos à loja. Enquanto ele dava uma vista pelos sacos eu só pensava que naquela altura já a Helena devia estar a “depenar” o frangote do Bruno e isso dava-me um tesão danado. Até apertava as coxas uma contra a outra de puro gozo. E eu ali com o outro na loja… Por fim o Pedro optou por um saco por sinal igual a um que eu também tenho. Disse-lhe isso e que se ele assim quisesse, lho emprestava. Sempre poupava um bom dinheiro que lhe ia dar jeito na viagem. E na compra das camisinhas, disse-lhe a brincar. Ele aceitou e fomos em passo rápido (a pressa era minha, claro) para o carro, para irmos para minha casa. Durante a viagem disse-lhe, pondo uma mão nas pernas dele com certa naturalidade mas deixando-a lá ficar para ele ir sentindo o calor dela: - “Pedro tem cuidado com os teus olhos. De tanto olhares para as minhas maminhas ainda te caiem pelo rego abaixo e depois fazem-te falta para veres as tuas namoradinhas”.

Ele voltou a corar, mas ainda teve coragem de dizer: “desculpe, mas são tão bonitas…”. “Não me digas que gostas assim tanto delas? – insinuei a puxar por ele. Sorriu, ia a dizer qualquer coisa mas entretanto parei o carro e, apertando-lhe a perna, disse-lhe que tínhamos chegado. Uma vez em casa apressei as coisas. Indiquei-lhe o escadote para ele subir para tirar o saco de cima do armário que tinha no meu quarto, segurei-o pelas pernas com o pretexto de ele não cair e fiquei com a cara encostada à coxas dele e quando desceu perguntei se era aquele o saco que queria. Disse que sim, agradeceu o empréstimo e ficamos um em frente do outro. Então eu disse: “só isso? Obrigado e mais nada? Nem direito a um beijinho de agradecimento?”. Ele inclinou-se para me beijar na face, no ultimo momento rodei a cara e as nossas bocas encontraram-se. Sem perder tempo, agarrei-o pela nuca e puxei-o bem colado a mim e beijei-o longamente”.Ele correspondia e comecei a sentir a pressão do pau nas minhas pernas. Desabotoei-lhe a camisa e beijei-o no pescoço e nos mamilos, chupava-o, lambia-o. Ele já estava louco e então empurrei-o e fi-lo cair na cama e tirei-lhe as calças e o slip.

Tinha um pau de bom tamanho, vibrante de tanto tesão, as veias entumecidas. Acariciei-o, beijei-o, suguei-o até sentir que ele não ia aguentar mais. Nesse momento meti-o todo na boca enquanto apertava as minhas coxas e ele se veio descarregando o leite em ondas sucessivas enquanto eu o sugava e também gozava pelo puro prazer de saber que lhe estava a proporcionar prazer. Sentia as minhas cuequinhas todas húmidas. Engoli uma grande parte do leite e com o resto lambi-lhe o peito deixando todo húmido. “Foi bom”? – perguntei olhando-o nos olhos. Afogueado respondeu que sim, que nunca tinha gozado tanto. “Nem com as tuas amiguinhas?”- insisti a puxar por ele. Entretanto tinha-me despido, e ele puxou-me para cima dele e beijamo-nos novamente. Ele estava entusiasmado e então deitei-me ao lado dele e pedi-lhe para fazer o mesmo comigo. Que fosse meu amigo… O Pedro então beijou-me toda, notava-se que já tinha alguma prática, senti a língua a percorrer o meu corpo também todo untado com o leite dele e levei-o a fazer um minete com todas as regras. Ele correspondia aos meus pedidos e fez-me vir outra vez. Depois puxei-o para cima de mim e o teu pau novamente teso entrou por mim adentro.

Demos uma foda maravilhosa, comigo a comandar as operações para ele se aguentar o mais possível e consegui conjugar com ele o momento para gozarmos juntos. Foi delicioso. Quando se preparava para sair de cima de mim, não deixei. Prendi-o com os meus braços e pernas e assim ficamos agarrados como lapas. Gosto cada vez mais de rapazes novos, por isto mesmo. Sou eu quem comanda as operações e gosto de ficar assim com ele apertado a mim, com o pau dentro de mim. Gosto e sentir o pau a diminuir de volume e, depois de recomeçar as carícias e os beijos, sentir que o pau começa de novo a inchar, até ficar túmido e pronto para nova arremetida. Foi o que aconteceu e demos mais uma foda deliciosa. No meio do meu gozo lembrei-me que a Helena, se tudo tivesse corrido bem, também estaria a sentir-se feliz e aliviada como eu naquele momento. Mas estava na hora de o Pedro ir embora e só fomos tomar um duche rápido para ele não chegar a casa a cheirar a sexo por todos os poros. Seria que a mão ia dar por isso? Duvido. Ainda demos uns chupões durante o banho, mas por fim lá nos separamos.

Ele ficou em vir entregar o saco depois da viagem e ambos percebemos que ainda íamos ter muita festa no futuro próximo. Mais tarde a Helena telefonou-me a agradecer a minha colaboração, que tinha sido delicioso, que o Bruno de facto estava perdido por ela, que ia tratar do caso com atenção mas que durante uns tempos ia aproveitar. “Obrigada por tudo querida Carla”- terminou ela o telefonema. Desliguei e fiquei a sorrir e a dizer para comigo: “obrigada eu, Helena, pela pérola que criaste e com a qual me vou divertir durante uns tempos. Seremos duas mulheres felizes enquanto o encantamento durar”.

EMAIL: explicando-08@sapo.pt

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Domingo, 26 de Outubro de 2008

Quarentona Deliciosa


Nunca escondi os meus fetiches das mulheres que vou conhecendo.
A lingerie sensual e sexy , as mulheres na casa dos 40 e o sexo oral, sao os meus maiores fetiches.
Ha dias conheci a Silvia, atraves deste site, uma mulher de quarenta anos num corpo de vinte...
Hoje enviou-me uma mensagem para ir ter a casa dela que precisava de mim.
Como estava por perto, fui.
Entrei e como ja conheço acasa, e tenho um certo a vontade, sentei me no sofa da sala.Passado uns minutos, surge-me a Silvia numa lingeria completamente irresistivel, assim daquelas que deixam um homem deliciosamente taradao...
Cumprimentamo-nos com um belo e delicioso beijo na boca com as nossas linguas a tocarem-se de uma forma ardente.
Estava dado o mote para uma tarde de aventura e loucura...
Num instante estava aser premiado com uma boca gulosa e sedenta a lamber-me o sexo de uma forma que ha muito nao sentia...
Enquanto isso ia passando a mao pela pele macia da Silvia, ate que ela parae diz-me baixinho a sussurar ao ouvido que hoje era a minha putinha privada e que o cuzinho dela estava sedento de um pau grosso e a coninha a pedir desesperadamente por uma boca quente e uma longua sensual...
Assim foi, lambi com gosto aquela coninha cheirosa e suculenta...
Cumi-lhe o cuzinho como ela queria...
Demoro algum tempo a vir-me mantendo sempre o pau erecto e grosso, e a Silvia estava encantada e deliciada com o gozo que estava a ter sem eu perder o ritmo e o andamento.
Até que chegou o momento em que era impossivel aguentar , apercebendo-se a Silvia , rapdamente se poe de joelhos e me faz uma mamada delirante ate me vir...
Já exausto ainda tive tempo de lhe proporcionar mais um orgasmo de lingua e boca naquela coninha deliciosa.
Descansamos, tomamos um banho bem erótico os 2 juntos e mais uma vez o prazer e a loucura andou à solta na banheira da Silvia...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:08
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

A 1ª Vez foi C/Professora Biologia


O que vou contar aconteceu em finais de Maio de 1988 quando tinha 16 anos, frequentava o 11º ano da área de saúde. Apesar de ser o melhor aluno da turma não deixava de ser um Pândego, sempre na brincadeira, a jogar futebol com os amigos e apanhando grandes bebedeiras sempre que possível. A turma onde andava era muito unida e fazíamos quase tudo em conjunto, inclusive muitos de nós namorávamos com colegas da turma. Eu nunca namorei, ia namorando pois não tinha maturidade suficiente para compromissos.

No início desse ano tivemos diversos professores novos, entre os quais uma professora de biologia, natural da terra. Era recém licenciada, tinha 24 anos, muito bonita, cabelos com madeixas, olhos castanhos muito pestanudos, um peito não muito grande mas que ela realçava com grandes decotes, cintura fina, rabo bem proporcionado e as pernas mais bem feitas que vi até hoje e que ela fazia questão de exibir usando sempre minisaia. Para nós rapazes com 16/17 anos era um rastilho que nos incendiava o fogo da juventude. Como professora era uma excelente professora, explicava bem, preocupava-se connosco e participava de diversas actividades extracurriculares. Devido à sua jovem idade participava em algumas das actividades que organizávamos como passeios, piqueniques e jogos de futebol.

Em Maio, estávamos quase no final do período e havia muita gente preocupada com as notas e eu, sendo o melhor aluno era constantemente assediado pelo colegas para os ajudar. A Anabela, assim se chamava a professora, sendo directora de turma resolveu organizar um dia de estudo na sua casa onde a turma toda se encontraria para estudar e ela nos tentaria ajudar. Eu como não precisava sempre que podia escapulia-me para o jardim para dar uns toques na bola e morder as pernas e o rabo da professora. Nesse dia, talvez pelo informalismo da situação eu estava particularmente atrevido fazendo algumas piadas sobre e com ela e ela sempre a entrar na brincadeira. No final da tarde, já cansados do estudo entramos numas brincadeiras e aproveitando o calor começamos a brincar com a mangueira atirando água uns aos outros.

Ficamos todos molhados e podia-se ver as maminhas da Anabela debaixo da t shirt molhada. Fiquei encantado a olhar para elas e fui surpreendido por ela que ao contrário do que eu esperava não fez nenhuma fita limitando-se a sorrir. Aos poucos o pessoal foi saindo e com a desculpa de que precisava de falar comigo por causa da associação de estudantes pediu-me para ficar. Quando ficamos só os dois e estávamos ambos molhados ela levou-me para dentro indo buscar toalhas para nos limparmos. Eu despi a tshirt ficando só de calções e para minha surpresa ela também tirou a tshirt ficando com os seios à mostra e bem de frente para mim, sem qualquer pudor. Fiquei paralisado sem saber o que pensar ou fazer e pior fiquei quando ela lentamente se aproximou beijando-me levemente nos lábios.

A medo respondi ao seu beijo que gradulamente aumentou de intensidade até as nossas línguas se enrolarem explorando as bocas sedentas de beijos. A medo levei as mãos aos seus seios desnudos arrancando-lhe um suspiro profundo ao toque da minha mão. Assim permaneci tempo sem fim, explorando e tacteando cada cm de seus seios e, quebrando o beijo, chupando-os gulosamente, qual bombom exótico nunca provado. Desejosos de mais fomo-nos empurrando para o sofá onde fiquei desnudo, expondo à vista da minha professora a dureza do meu sexo experiente de tanta masturbação e inexperiente do contacto de uma mulher. Soube, sem me perguntar que eu era novo nestas lides, e com todo o carinho acariciou o meu corpo que vibrava ao seu toque como a corda de uma viola sendo tocada por hábeis dedos. Sussurrando ao meu ouvido fazia-me relaxar, a língua brincando com os meus mamilos, as mãos acompanhando a boca, e sem pressa chegou a meu sexo que doía de excitação e ansiedade.

Depositou leve beijo na ponta da glande, com a língua e com a mão percorreu todo o comprimento fazendo-me sentir bem, dando a entender que tinha um belo sexo. Fazendo-me torcer de prazer e surpresa abriu a boca engolindo primeiro a cabeça e depois todo o membro. Para mim era demais e sem pensar explodi em vagas de prazer na sua boca, ejaculando ininterruptamente, gemendo e tremendo. Nunca durante o longo tempo que demorou o meu orgasmo largou o meu pénis. Quando finalmente sentiu que tinha terminado deixou-me escapar, sorrindo e lambendo os lábios procurou a minha boca provocando-me uma reacção de nojo, recuando, até que preso pelas costas do sofá senti a sua língua na minha boca dando-me a provar o meu cheiro e o meu sabor.

Trocou comigo deitando-se na beira do sofá e abrindo as pernas expôs o seu sexo muito rosado emoldurado por um pequeno tudo de cabelos muito bem aparado. Puxou-me para baixo aproximando a minha boca da sua xana. A medo e com nojo lá me fui aproximando, sentido pela primeira vez o cheiro do sexo feminino. Fui ensinado sobre o que fazer e como fazer. Devo ter feito bem pois ao fim de algum tempo a minha cara foi presa entre as suas pernas enquanto ela gritava atingindo o orgasmo. Mais uma surpresa para mim que sem fuga fui obrigado a beber todos os seus sucos, apreciando cada gota ao contrário do que esperava. Mantendo a posição pediu-me para a penetrar, o que fiz a medo e sem jeito.

Mais uma vez não demorei vindo-me quase de imediato, ficando envergonhado ainda dentro dela. Sem uma recriminação encorajou-me e devido à minha idade nem sequer fiquei flácido continuado de imediato a minha iniciação sexual. Agora, passada a excitação inicial comecei verdadeiramente a apreciar o momento e também a Anabela que vibrava a cada investida. Resolvida a completar a minha iniciação, fez-me penetrá-la em todas as posições e por toda a casa, aproveitando a minha inexperiência e claro a minha juventude que me faziam continuar erecto não obstante os diversos orgasmos que tive. Após umas horas de sexo estava exausto, todo suado, assim como ela que, no entanto, para acabar a minha iniciação disse faltar uma coisa e que agora era a altura para isso e colocando-se de quatro no meio da sala indicou-me que a penetrasse no ânus.

Incrédulo olhei para ela sem saber se estava a brincar ou não, mas com um movimento fez-me perceber que era a sério. Aproximei-me e comecei a tentar penetrá-la, sem jeito e com medo de a magoar, o que consegui após muitas tentativas. Mais uma vez a minha surpresa foi total. Tinha adorado todos os segundos e tudo o que tinha feito até ao momento, mas a sensação do seu ânus era completamente diferente, muito apertado, muito quente e muito suave, como veludo e rapidamente me habituei à sensação, demorando o máximo que me aguentei e sem saber como vim-me em quantidades que julguei impossíveis depois de tudo o que tinha acontecido e caí prostrado no chão, exausto mas com um ar de estúpida felicidade estampada no rosto. Olhei para a Anabela que tinha o mesmo sorriso e o mesmo ar de cansado.

Por toda a casa se notavam marcas da nossa passagem, roupas amarrotadas, bocados de esperma espalhados, cheiro a sexo. Lá fora já era noite e saí a correr pois os meus pais já deviam andar á minha procura

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:01
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Esposa é Para essas Coisas !!!


Oi, gente.
Este é meu primeiro conto aqui.
Sou brasileiro e espero que as diferenças linguísticas não prejudiquem o entendimento do texto.
Esta história foi apenas inspirada num caso que de fato ocorreu com uma amiga. Espero que gostem do conto.
Quem quiser pode se comunicar comigo enviando e-mail para :

virgingirlnomore@yahoo.com

Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail.
Obrigado.

Esposa É Pra Essas Coisas!

Era um vidrinho de comprimidos, vazio e cilíndrico. O pacotinho coube bem apertado. Abri o preservativo e coloquei o vidro dentro. Expulsei o ar e dei um nó na boca. Sou facilmente excitável e, quando fiquei de cócoras no banheiro, já estava húmida. O vidro na camisinha lubrificada entrou fácil em minha vagina. Empurrei bastante com os dedos para que ficasse bem no fundo. Assim não haveria riscos. Fiquei de pé, dei passos e percebi que tinha ficado firme. Porém fazia cócegas e me dava uma agonia boa! Mas o momento não era de prazeres e eu estava ficando atrasada. Contudo, ainda quis conferir minha aparência no espelho. Era necessário não demonstrar nervosismo e me apresentar com naturalidade e elegância. Bonita eu estava. Tinha meus cabelos castanhos bem amarrados para trás num coque redondo. Maquiagem discreta que combinava com meu ar sério de mulher honesta e bem casada. Não que eu seja vaidosa, mas há momentos em que beleza e charme são as únicas armas de uma mulher sozinha, indefesa e desesperada. Uma última olhada de lado e gosto do modo como meu vestido florido me aperta a cintura e cai sensualmente sobre a bonita curva de meu traseiro. Então apanhei minha bolsa, as chaves do carro e saí dando passos cuidadosos por causa do vidrinho lá dentro, que agora eu notava ser um pouco grande demais e me incomodava, ainda que gostosamente. Mas tinha que me manter serena e concentrada. Não cheguei muito atrasada.

Havia movimentação no estacionamento e na entrada do prédio,mas tive privacidade para abrir as pernas, afastar a calcinha e conferir se a camisinha não aparecia. Estava tudo ok. Respirei fundo e saí do carro com passos cautelosos. Era dia de visita íntima e a porção de cocaína que salvaria meu marido ameaçado de morte estava dentro de mim. Só estávamos casados havia alguns meses e eu tinha levado um choque quando soube de sua prisão por tráfico de drogas. Minha decepção fora enorme, mas agora eu tinha que ajudá-lo de qualquer forma. Cadeia de cidade pequena é um reduto de corrupção e irregularidades de administração pública. A arbitrariedade reina solta e quem sofre humilhações tanto quanto os detentos são os familiares e amigos que os visitam. Eu tinha apenas uma vaga idéia do que me aguardava, pois era a primeira vez que iria pôr os pés em ambiente semelhante, pois Jorge ainda não tinha me permitido que o fosse visitar naquele inferno. Sou uma pessoa calma, quase sangue frio, mas quando soube que seria revistada por aquela mulher de jaqueta jeans com aspecto de homem, olhando-me com ar interessadamente suspeito, vi que me metera numa grande encrenca e tremi de medo e apreensão. Era meio gorda, porém jovem e até bonita com seu cabelo loiro curto e olhos verdes e grandes.Conduziu-me para um quartinho que ficava logo ali na entrada, do lado interno do grande portão de grades de ferro. - Baixe a calcinha e levante o vestido para eu examiná-la, ela ordenou pondo as mãos na cintura, um sorriso nos lábios finos de cobra maliciosa. - O quê?! fiz eu, alarmada. - É regulamento, Dona; não pode entrar sem estar inteiramente limpa, explicou-me com uma voz suave e gentil que me tranqüilizou um pouco. Eu já sabia que teria de passar por aquela situação vexatória e estava preparada, mas a própria experiência era revoltante demais. Subi o vestido e desci a calcinha. Um vento frio soprou entre minhas coxas com uma sensação de pudor ofendido.

Em seguida a mulher ordenou que eu me agachasse e eu hesitei. Ela insistiu com delicadeza e eu obedeci constrangida. Então abaixou-se também, olhou-me nos olhos sorrindo simpaticamente e pôs a mão sobre meu sexo. Fiquei gelada. Pensei rápido, segureis seu braço e disse: - Sem luvas, moça?! Ela se deteve, encarou-me e ergueu-se me olhando com raiva. Foi apanhar um par de luvas novinho na gaveta de um móvel de aço. Eu queria ganhar tempo para melhor raciocinar e decidir o que fazer. “Se ela quiser me tocar mais fundo, levanto-me e vou embora. Mas antes tenho que correr esse risco; é por Jorge.” Agachou-se ao meu lado e eu senti a mão enluvada roçar em minhas nádegas. Meu coração batia forte a ponto de doer . A borracha fria tocou a borda de meu ânus e tive um calafrio de indignação.Um dedo me massageou ali, pressionou-me de leve e temi que fosse me penetrar a seco, mas logo escorregou para minha vulva, subiu até meu púbis e remexeu em meus pêlos. Ela olhava para mim de vez em quando com seu ar insinuante e eu baixava os olhos, muito envergonhada.Demorava-se demais em passar a mão por toda minha fenda. Achei que abusava de mim mas não me atrevia a contestá-la, pois era muito delicada minha situação e não queria desagradá-la. O vidro dentro de mim se movia naquela posição e ameaçava sair com os apertões involuntários de seu esconderijo vivo e lubrificado. Eu notava a respiração da mulher se tornar cada vez mais ofegante. Eu mesma me inquietava eroticamente com sua mão curiosa vasculhando meus pêlos e dobras, o objeto sendo apertado, apertado, já quase saindo. Fiquei furiosa com meu próprio corpo ao me dar conta de que os toques daquela mão xereta me excitavam e me prejudicavam em meu segredo criminoso. - Já não me examinou o bastante?! eu perguntei, louca para me livrar de tamanha perturbação. - Só falta verificar uma coisinha, ela disse, e senti dois dedos procurando a entrada de meu sexo.

- Não! eu gritei me levantando rápido e suspendendo minha calcinha. Ela se ergueu surpresa com minha reação. Olhou-me em silêncio por um instante parecendo desconfiada de alguma coisa. - Vou embora! venho outro dia, eu disse apanhando minha bolsa. Meu nervosismo era evidente. Tentei atingir a saída mas ela não permitiu. - Aguarde só um instante, por favor, ela pediu, e deixou o quarto trancando a porta. Fiquei confusa e assustada. O que ainda havia para aguardar?! Retornou logo em seguida acompanhada de um homem de seus quarenta anos que, pelas roupas, o ar autoritário e um grosso bigode negro, fez-me supor que se tratava de um superior seu, talvez um elevado funcionário da carceragem . Eu continuava apertando minha bolsa contra o peito, nervosa, enquanto o homem me olhava à entrada da porta, um sorriso cafajeste de estar apreciando as formas de meu corpo. Ele virou-se para a mulher e disse com uma voz forte e grossa. - Obrigado, Ana; pode ir agora que eu assumo. A funcionária deixou o quarto me lançando um olhar e um sorriso de desprezo. Eu quis acompanhá-la mas o homem obstruiu minha passagem. - Qual o problema, meu Senhor? Por que isso?! Apenas quero ir embora; com licença! - Não pode, Senhora. Está detida até que se deixe examinar por completo. A Senhora é suspeita de estar ocultando alguma coisa ilegal em seu corpo. Estava perdida. Minha garganta se fechou com um nó de choro. - Mas isso é um absurdo! - Se estiver limpa, será solta de imediato, mas minha experiência diz que você é uma criminosa, afirmou ele me olhando nos olhos com um sorriso perverso, parecendo se divertir com meu desespero. Não gostei nem um pouco de seu jeito ambíguo de me tratar por Senhora enquanto passeava os olhos por meus seios mal escondidos pela pequena bolsa. Até me arrependi do decote ousado e que nem era meu estilo, pois sou recatada e pouco vaidosa. Mas eu estava detida e ele foi rápido em sua ação.Atordoada, nem tentei evitar que puxasse meus braços e me algemasse. Eu era ignorante em relação aos meus direitos em tal situação, porém tinha certeza de que seu procedimento era ilegal e abusivo. Tentei argumentar, mas foi em vão; virou-me de costas e me obrigou a me inclinar e apoiar as mãos algemadas sobre uma mesa. Foi até a porta e trancou-a. Perguntei o que iria fazer e ele respondeu que teria de me revistar. - Como?! Só pode estar brincando! exclamei. Mas ele falava sério e suspendeu meu vestido, prendendo-o com um nó na cintura. Tentei me virar mas ele me empurrou com força e deu um berro para que eu ficasse quieta. Apavorei-me com sua violência e fiquei imóvel. Enquanto baixava minha peça íntima, alertou-me de que eu me complicaria mais ainda se tentasse resistir. - Bela bunda, moça! seu esposo tem bom gosto! ele atreveu-se a dizer de modo muito grosseiro após abaixar-se detrás de mim e descer a calcinha até os tornozelos. Eu apenas fungava e enxugava minhas lágrimas, pois estava derrotada. Contudo ainda protestei alegando que não era correto um homem fazer aquilo. Por que ele e não a moça que tinha me revistado antes? Respondeu-me que agora eu era sua responsabilidade e começou a apertar minhas nádegas. A indignação me invadia mas o medo me fazia tremer e apenas chorar em silêncio. - Não tenha medo, meu bem; só estou fazendo meu trabalho, garantiu-me, mas com uma voz de gentileza pouco confiável. Eu não podia fazer nada exceto torcer para que tudo terminasse logo e eu pudesse deixar aquele lugar horrível para sempre. Eu soluçava enquanto ele me tocava. Passava as mãos em meu traseiro de forma muito desrespeitosa. Seus dedos bolinavam meu ânus e sexo com bastante demora e insistência. Outra vez tive a impressão de estar sendo abusada. Dessa vez, numa esperança ingênua, não exigi luvas para não encorajá-lo a me vasculhar internamente. Mas aconteceu o que eu mais temia: a camisinha já estava na boca de meu sexo e aparecia. Ele a viu, puxou um pouco e disse num tom canalha: - Então não esconde nada, hein! moça?! Ou será que alguém deixou isto aqui por esquecimento? há! há! Comecei a soluçar forte, abalada pelos mais amargos sentimentos. Além de não poder ajudar meu pobre marido, ainda seria presa como uma criminosa, logo eu que só pensava em ser uma boa esposa e dona de casa, vivendo honestamente ao lado de Jorge. O homem obrigou-me a deitar de bruços sobre a mesa.Passou a mão em minha vulva e em seguida puxou a camisinha devagar. Esta esticou saindo lentamente com o vidro. Ele tinha perdido todo o respeito comigo e dizia: - Isso aqui é uma visão maravilhosa, moça! Sua buceta é linda quando se abre! He!He! Eu soluçava ao sentir a prova de meu crime sair de dentro de mim, e de um modo tão vergonhoso. - Meu Senhor, por favor me ajude. Não me prenda! Não sou criminosa, só estou tentando ajudar meu esposo, que pode ser morto por um bandido aí dentro se eu não lhe entregar essa coisa, eu implorei. - Sim, mas vamos ver o que temos aqui primeiro. E retirou o vidro de uma vez. Eu me virava de lado e vi que ele levou o objeto dentro do preservativo molhado ao nariz, cheirando-o de olhos fechados como se aspirasse um aroma agradável. Fiquei enojada quando colocou o vidro na boca e chupou-o. - A senhora é deliciosa, moça! Se for mesmo uma boa esposa, vai me deixar examiná-la melhor, depois poderá ir ver seu marido e ir pra casa. Está bem assim? O que eu mais podia fazer?! Era ser prática e evitar arruinar minha vida para sempre, assim como ajudar meu Jorge. Até agradeci a Deus por ele querer fazer aquele acordo, apesar de humilhante e repulsivo. Apenas balbuciei: - Está bem... Ele já tinha baixado as calças e vi seu pênis feio e branco sair da cueca. Fechei os olhos e virei-me, escondendo o rosto, que ardia de vergonha. Deitou-se sobre minhas costas e beijou meu pescoço, minhas orelhas e lambeu meu rosto. Seu hálito trescalava álcool. Seu bigode fazia cócegas em minha pele fina com uma sensação de bicho peçonhento. Ele murmurava como que deliciado e respirava cada vez mais forte, seu pênis pegajoso rolando quente logo abaixo de meu espinhaço. Eu odiava o que ele estava fazendo e ao mesmo tempo, para meu próprio desgosto, descobria que tinha arrepios suaves e prazerosos. Ele quis beijar minha boca mas não permiti . - Gostosa e recatada, hein! ele comentou, e mordeu meu pescoço, babando-o todo. Seu membro encaixava-se entre minhas nádegas, depois descia e tocava minha fenda . Era horrível sentir aquele homem enorme e cabeludo deitando-se sobre minhas costas, tão diferente de meu Jorge, o único homem que já me havia tocado em toda minha vida. Mas...oh! meu Deus! Para minha grande infelicidade,dei-me conta de que estava ensopada sob suas carícias imorais! Não era possível!

Outra vez minha sensibilidade exacerbada conspirava contra minha dignidade! Eu tinha contrações e até parecia que meu sexo queria capturar o pênis que o incitava, abria e lambia sem penetrá-lo. Meus seios inflavam de desejo enquanto as mãos dele os apertavam. De repente, abaixou-se e senti uma lambida molhada e forte percorrer de meu clitóris até meu ânus, causando-me intensos arrepios.

- Oh! eu fiz, sem saber o que realmente sentia. Era tão nojento e depravado que fez meu ânus se abrir à força com sua própria língua, que ficou se revirando dentro de mim. - Ãh! Ãh!! que está fazendo, meu Senhor?! eu gemia com repugnância e ao mesmo tempo delirando com o prazer áspero se revolvendo em minha carne. Ele se impacientou e voltou a ficar de pé. - Maravilhosa, Moça! Maravilhosa! ele exclamava massageando minha vulva com muita força causando me choques na raiz do clitóris. Eu olhava tudo sobre meu traseiro e via um pênis grande e empinado se agitar enquanto tinha um dedo entrando em mim no lugar menos apropriado. E, sem que eu esperasse, pegou o vidrinho que estava sobre a mesa e introduziu-o de volta em seu local de origem, quase bruscamente, causando-me uma dor com uma pontada de prazer. - Hei! moço! Por que fez isso?! Machucou-me! - Sua buceta é linda, mas por enquanto está cheia. Quero ver o que tem neste outro buraco. - Como?! Mas não vai encontrar nada aí! Por que isso agora?! perguntei assustada e sem querer dar a entender, por pudor, que compreendia sua intenção. É regulamento, minha senhora, gracejou ele descaradamente. Já excitada, isso me deu uma sensação estranha, um desejo esquisito e inconfessável de ser mesmo examinada ali. Mas eu não aceitava esse sentimento e dizia para mim mesma: “ É só por Jorge, por mim, por nós dois.” Entretanto, ele não se demorou e eu senti a glande molhada beijar meu orifício desocupado. Forçou e aos poucos veio para dentro bastante grosso e rígido, dilatando-me dolorosamente e comprimindo o vidrinho no outro canal. - Ai! meu Senhor, não entre mais, por favor! implorei, mas ainda assim adorando o incômodo de ser preenchida por dois cilindros de uma só vez. Mas ele foi docemente cruel e não deixou de forçar até introduzir-se todo. Ajeitei-me para facilitar e acolher melhor aquele castigo bom. E suportei porque não era tão ruim o modo como fez(e não era mais virgem ali desde meu casamento).

Segurou em minha cintura e começou a se satisfazer, dizendo com voz estrangulada de prazer: - Hum! coisa gostosa é essa sua bunda apertada, moça! Puta que pariu! Horrível saber que eu gostava daquela fricção grossa e quente ardendo em meu reto. Por que eu gostava , meu Deus?! Por que Jorge não invadia aquele quarto pra me salvar?! - Gostoso, hein, Dona? ele murmurava no meu ouvido colando o corpo no meu, o membro latejando fundo em minhas entranhas. E voltava a escorregar com força, causando barulhos molhados que me envergonhavam ainda mais. Meu corpo indeciso queria expulsá-lo mas ao mesmo tempo senti-lo mais dentro. Porém não cabia a mim controlá-lo, apenas recebê-lo sem reclamar. Fez devagar e incompleto a princípio, enquanto me afagava as nádegas e me elogiava grosseiramente. Mas logo enlouqueceu e não me poupou, empurrando-me junto com a mesa cada vez que me atingia bruscamente. Doía quando entrava todo de uma vez, mas era gostosa a sensação de tê-lo passando rápido e escorregadio por meu ânus e pressionando o objeto arredondado em minha vagina. Eu me esforçava para não deixá-lo notar isso.Tapei até a boca para abafar meus gemidos de gozo. Ele também grunia e me estapeava as ancas dizendo obscenidades, já sem nenhum respeito. Mas isso não me incomodava pois era invadida por um prazer insuportável, gozando repetidas vezes com minha vagina espremendo o vidrinho lá dentro. Por fim ele se moveu com violência, ficou parado, apenas dando trancos esparsos em meu traseiro com a virilha. Ejaculava fartamente em meu interior. Deixou-me cheia de seu líquido e afastou-se urrando com satisfação: -Ôh!Ôh moça! o seu rabo é gostoso pra caralho!!!

E deu uma palmada forte em minha bunda, dizendo: - Está liberada! Vá ver seu marido e não se preocupe com o horário de visitas. Apareça sempre que quiser e não se esqueça de me procurar. Então retirou as algemas. - Obrigada, moço! não vou esquecer o que fez por mim e por meu marido,eu agradeci. Fim

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Domingo, 17 de Agosto de 2008

Chegada a casa mais cedo


Dias depois daquela louca e tórrida noite de amor em que a minha namorada esteve pela 1ª vez com outra mulher que nunca mais se falou em mais alguém na relação.
Eu como tenho a chave de casa dela muitas vezes chego mais cedo que ela e vou preparando um ou outro jantar mais romântico, imaginando entretanto as formas como vou possui-la mais uma vez.

Um dia desta semana chego a casa dela sem avisar carregado de compras e bom vinho.
Ao abrir a porta eu vejo que as luzes estão ligadas pensando que seria a mãe dela pouso as compras e pé ante pé sigo em direcção a divisão iluminada, oiço sorrisos vindos da sala de jantar e pensei “a mãe dela não sorri assim talvez a minha sacaninha esta a preparar-me alguma”.
Como a sala dela tem uma porta com vidros fumados para a sala de jantar eu em vez de ir directo para a sala de jantar fiquei por ali a para ver 1º o que estaria a fazer…
Surpresa lá estava ela com a mesa cheia de papeis e mais uma colega de trabalho a Sara que é uma trintona (36 anos bem malhados) ambas estão a olhar para o portátil de Sara a sorrir curioso eu tento ouvir com atenção o que falam.
Entre sorrisos e olhares Sara prega um valente beijo nela que não oferece resistência, a duas beijam-se novamente de forma louca, dá para perceber que paira tesão pelo ar, sinto o meu pau subitamente a subir e todos os poros da minha pele arrepiados (contagiante não é?) .
Sara e T. estão vestidas ainda com a classe e brilho de quem trabalha numa empresa de nome e exigente. De saia cinzenta camisa branca bem como o cabelo divinamente apanhado (Sara de óculos à executiva que eu tanto adoro!) T. já não usa pois fez o lasik e não precisa.

A cena parecia tirada de um filme, S. fecha a tampa do portátil e afasta os papeis ergue T. para cima da mesa abrindo-lhe as pernas subindo a saia e afastando a tanga beija-a novamente e delicadamente acaricia a sua ratinha dizendo-lhe “esperei tanto por esta oportunidade” e eu pensei “Eu também”.
O meu pau latejava de tesão mas tinha de me manter sossegado em silencio (que suplicio), enquanto observava as duas gatas a deliciarem-se mil e uma duvidas sobre a atitude a tomar ocupavam a minha alma “Vou não vou, fico não fico” era demasiada excitação para o meu coração.

Seguidamente camisas caem pelo chão saias também, cabelos soltos e o prazer mantém-se naquela sala de ambiente quente, a língua de Sara penetra a boca e a rata de T. que cada vez mais ofegante implora por prazer. S. rapidamente a retira de cima da mesa e a coloca a seus pés encostando-se a uma parede pegando pelos cabelos a dirige ás suas mamas e lhe vai dizendo “chupa mordisca!”, obediente que é T executa (parece que S. gosta de dominar ou sabe o que gosta) daí ate a ratinha é uma língua Obriga-a a lamber, chupar, penetrar até que explode num silencioso orgasmo,”hummmm, cabra” diz ela, a minha gata sente o gozo na sua boca e exige-lhe o mesmo tratamento, S. troca de posição e acaricia-a enquanto lambe invadindo o seu sexo com um dedos, dois, três até que uma mão abre de forma definitiva aquela rata deliciosamente quente e húmida, subindo uma perna de T. por cima da cabeça rondando até que de costas fique e com outra mão abre as nádegas enfiando a língua dentro do olhinho do cu.

A minha felina geme, treme e arrepia de prazer até que um violento orgasmo ocorre, eu sentindo que já havia terminado novamente pé ante pé vou em direcção á porta que novamente abro e fecho com barulho, fazendo o mesmo com os sacos e falando, “T. cheguei” e dando algum tempo, pois fui arrumando as compras e 5 minutos depois elas aparecem como se nada se tivesse passado indagando “o que vamos jantar, hoje temos visitas” eu com ar de surpreendido “ok! A comida chega para todos…têm muita fome?”

vashaya@hotmail.com

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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008

Á Lareira


Aguardava ansiosamente a chegada da minha amiga virtual.

Receava que à ultima da hora te tivesses acobardado e que não comparecesses ao encontro há tanto tempo planeado. Foram longas semanas de conversa online até te decidires a dar-me uma foto e mais algumas até ganhares coragem para nos encontrarmos por isso não estava muito seguro de que aparecerias. O tempo passava, a hora combinada já tinha passado e eu olhava nervosamente para o relógio pensando que já não vinhas quando subitamente vi umas luzes no início da estrada. A minha cara abriu-se num sorriso, sabia que eras tu mesmo à distância.

Paraste o carro e desci da varanda para te ir abrir a porta. A tensão e o nervosismo estavam estampados nas nossas caras, os olhos brilhavam-nos perscrutando o rosto um do outro tentando ler todos os sinais. Saíste do carro, cumprimentamo-nos com um beijo na face e fazendo conversa de circunstância dirigimo-nos para a cabana, refugiando-nos do frio que se abatia lentamente sobre a paisagem. Aproveitei para ficar ligeiramente para trás e apreciar-te discretamente. Vinhas vestida de forma casual mas cuidada, uma saia preta pelo joelho que dava para ver um bocado das pernas e realçavam o rabo, camisola de gola alta azul marinho e um casaco preto por cima, cabelo solto pelos ombros. A cara pouco maquilhada, um pouco de rímel, um risco para sobressair os olhos azuis e mais nada. Estavas sensual mas ao mesmo tempo simples. Notaste os meus olhares e sorriste chamando-me malandro.

Entramos e ficamos mais à vontade. Sentamo-nos em frente à lareira que tinha acendido antes de chegares e que já espalhava no ar um calor tépido e aconchegante. Servi-nos vinho, brindamos à nossa e iniciamos uma amena conversa. Durante um bocado rimo-nos e conhecemo-nos confirmando, ou não, a informação partilhada na net. Estava boa a conversa, o vinho bebido lentamente mas em quantidade soltava-nos a libido, o calor da lareira convidava e timidamente beijamo-nos. Primeiro um leve encostar de lábios, um recuar, olhar nos olhos, o reaproximar desta vez com menos receio. Dando liberdade ao desejo caímos nos braços um do outro, as bocas em furiosa exploração, mãos que se entrelaçavam, que exploravam, desbravando caminho à loucura. Não pensávamos, o desejo reinava, impelia-nos um para o outro e sem muita demora possuímo-nos ali no sofá de forma sôfrega e arrebatada satisfazendo semanas de desejo reprimido. Satisfeitos os desejos carnais ficamos deitados juntos repousando e sorrindo que nem uns idiotas.

Mas se os desejos carnais estavam momentaneamente satisfeitos os estômagos pediam atenção. Fomos à cozinha buscar o que tinha previamente comprado. Abrimos mais uma garrafa de vinho e fomos comer para a sala. Reforcei a lenha na Lareira, escolhi uma música, Jazz, romântica, calma, apropriada para o momento. Jantamos à luz da lareira ao som da Aretta, brincávamos com a comida, um com o outro, a carne começava a pedir mais, enlaçamo-nos mais uma vez num beijo ardente, corpos a tocarem-se a vibrar. Já nos tínhamos possuído o desejo primário satisfeito, explorávamo-nos agora com satisfação, os beijos eram longos, quentes, as carícias sucediam-se, aproveitando as deixas dadas na net beijei-te o pescoço, os ombros as costas.

Deliciava-me com as tuas dentadas as tuas festas. Perdi-me no teu peito, na tua barriga, o teu sexo chamava e para lá me dirigi. Durante minutos que pareceram horas deliciamo-nos desta maneira. Com carinho, olhando-te nos olhos disse que te queria, e penetrei-te. Novamente perdidos num misto de êxtase, prazer e desejo fizemos amor de todas as maneiras, de forma violenta, com carinho, gritando e suspirando.

Não sei quanto tempo estivemos assim, sei que a lareira estava quase apagada e nós completamente esgotados quando terminamos. Não tínhamos força para nada mas os olhos e a cara não enganavam, um sorriso de satisfação persistia teimosamente.

Beijamos-nos, abraçamo-nos e deitamo-nos para dormir.

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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

Noite Inesquecivel


Era Sábado, decorria o mês de Outubro e tinha planeado sair com um casal amigo para conhecer um rapaz com quem eu teclava que vivia relativamente longe. Com tudo combinado, sai de casa cedo, logo a seguir ao almoço passei na minha amiga e lá fomos nós ter com o namorado dela. Quando chegamos o carro estava lá mas não se encontrava ninguém em casa, ligamos para o telemóvel e ele não atendia, fartas de estar ali a fazer figura de parvas fomos dar uma volta. Passadas umas horitas voltamos lá e nada! Estava eu completamente lixada, o tempo a passar e as coisas não podiam estar a correr pior...
A noite chegou, decidimos ir jantar, já eram horas de comer qualquer coisita, falei-lhe da situação desagradável, odeio quando combinam alguma coisa e falham, que irritação que isso me dá! Já de regresso ao carro lá toca o telemóvel dela, finalmente o homem estava a dar noticias! Lá voltamos novamente até casa dele. Ainda saímos naquela de ir ao encontro mas já era tarde e acabamos por não ir. Fiquei triste com a situação, os sms com esse rapaz que iria conhecer não paravam e eu não podia fazer nada! A noite estava super agradável, era tudo o que me apetecia e estava ali a servir de ama-seca!
Fomos beber uns copos, conversar um bocado, não estava mesmo com feeling, queria era esquecer a porcaria de dia e noite que estava a ter...
Já no regresso por volta da uma da manhã recebo um sms que dizia assim "estás acordada?", eu nem queria acreditar, bom demais para ser verdade! Acho até que me belisquei!!! Era de um amigo muito especial para mim, um verdadeiro pedaço de mau caminho que raramente dá sinal de vida! Nem pensei duas vezes e liguei-lhe de imediato!
Conversa pra cá, conversa pra lá, muito engraçada a parte em que ele pergunta se eu tenho balões, ao que respondo afirmativamente e oiço do outro lado assim um "elahh" muito surpreendido! Combinamos o encontro mesmo onde eu estava, sai do carro dos meus amigos e fiquei ali para apanhar uma agradável boleia, que não tardou a aparecer por se encontrar nas proximidades...
Eu estava excitada, sentia-me molhada, só de imaginar o que iria acontecer, é que este meu amigo provoca-me sensações fora do normal, o meu corpo vibra ao seu toque, é incrível como eu em fracções de segundos arrepio-me da cabeça aos pés!
Entrei no carro dele, cumprimentamo-nos, trocamos um beijo e seguimos falando um pouco da situação, pois não estávamos nada a contar que acontecesse assim, foi um super bónus mesmo!
Continuava excitada e comecei a acaricia-lo, senti aquele caralho duro, apertado naquelas calças, desabotoei-as, tirei-o para fora, não resistindo ao que estava a ver e tocar, tirei o cinto de segurança, debrucei-me, comecei a passar a língua naquele caralho saboroso, pu-lo na boca em movimentos vai-vem, percorri-o com a língua e ao mesmo tempo dava suaves trincas, parei naquela cabecinha maravilhosa, enfiei a língua no minúsculo orifício, suguei-lhe loucamente...ele já muito excitado, agarrava-me pelos cabelos para controlar os movimentos da minha boca, adoro esse lado dele selvagem, dá-me mesmo uma tesão incrível!
Continuei a percorrê-lo com a língua, passei-a nos tomates enquanto lhe batia suavemente uma punheta, voltei a enfia-lo na minha boca em movimentos de vai-vem, sugando aquela cabecinha toda! Estava tão entretida ali a devorá-lo que quando dei conta lá estávamos nós a parar no sítio do costume...
Sem meias medidas, o grau de excitação já era elevado, ele agarrou-me nas mamas, deu-me uns chupões, umas leves trincas, torceu-me os bicos, encontrava-me completamente molhada... Começamos a tirar as roupas, naquele momento só estavam ali a mais, ele não levou muito tempo para meter a mão na minha coninha que estava toda encharcada de seguida introduziu o dedo naquele buraco húmido e quente, enquanto me beijava na boca e no pescoço...
Com uma mão continuava a apalpar-me as mamas, com a outra massajava-me o clítoris, enfiava-me o dedo na minha coninha escaldante e eu a devorar aquele caralho magnífico, a excitação estava ao máximo, os nossos corpos ferviam, estava na altura de ser penetrada! Ele colocou o preservativo e eu saltei para cima dele...
Senti aquele caralho a entrar em mim, que tesão!!! Ele apertava-me as nádegas, movimentando-me para cima e para baixo, sentia-me em brasa, começou a dar-me umas palmadinhas...hummmm...como adoro ser um bocadinho maltratada, dá-me imensa pica!! Quanto mais maluquinha mais cavalgava em cima dele...
A minha boca percorria o seu pescoço, orelhas dando-lhes leves trincas....as minhas mãos passavam pelo seu corpo, agarrava-lhe aqueles peitos, mordiscava-lhe os mamilos, nas costas passava-lhe as unhas ao de leve.....ele puxava-me pelo cabelo, agarrando-me penetrava-me freneticamente, dava-me palmadas que me deixavam fora de mim... estava perdida no meio de tanta excitação!
O ambiente aqueceu de tal forma que estava insuportável continuarmos ali, decidimos ir para a rua, ele deitou-me sobre o capô do carro, penetrou-me novamente, as suas mãos percorriam o meu corpo, que vibrava a cada passagem, pegou na minha mão e colocou-a no meu clítoris para eu o acariciar, encontrava-me completamente molhada, nem sei descrever...
Agarrou e levantou-me as pernas para me penetrar mais fundo, eu acariciava o clítoris de uma maneira mais agressiva, passava a outra mão pelo meu corpo, pelo dele, puxava-lhe os cabelos, dava-lhe uns chupões nos lábios....Os movimentos eram tantos que eu teimava em escorregar!
Tivemos que mudar, na posição "canzana", penetra-me loucamente, continuando eu a acariciar o clítoris, ele com uma mão puxava-me os cabelos, com a outra agarrava-me na anca, continuando a bombar sem parar, deu-me umas valentes palmadas, implorava-lhe para que me desse mais, estava completamente fora de mim, o meu corpo fervilhava de excitação, desejando-o loucamente, só me apetecia "levar com ele"... Agarrou-me pelas mamas, beliscou-me os bicos continuando ali a bombar e sempre alternando entre puxões de cabelos, palmadinhas, o agarrar-me e penetrar-me bruscamente, que me fazia ver estrelas! Já nos nossos limites, exaustos, acabamos por atingir o orgasmo...
Acabou sendo, sem sombra de dúvida, uma bela noite, muito agradável e sobretudo inesquecível!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:54
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O lourinho do Euro


Tudo começou durante o euro.
A minha mulher é 10 anos mais nova do que eu, e completamente louca por sexo.
Estamos casados á meia dúzia de anos, ela tem 26 anos, e o meu ritual diário para a satisfazer inclui três relações e muitos mais orgasmos por parte dela com muito ruído, pois quanto mais alto geme mais prazer têm, eu com os meus 36 anos é que não vou ter capacidade para continuar a monta-la como a monto actualmente. Nestes últimos tempos comecei a excitar-me, sempre que vejo outros homens a tirar-lhe as medidas e a come-la com os olhos, resolvi arranjar ajuda durante as férias para a manter saciada e para ganhar tesão suplementar para a comer. Tudo começou durante o euro, na verdade não sou muito apreciador de futebol mas como estava a passar férias num parque de campismo do centro, e o parque estava repleto de adeptos de vários países e em maior número de Holandeses. Tudo começou na praia estava a minha mulher a tomar banhos de sol, eu tinha ido até ao mar, e quando regressei estava um grupo de cinco jovens e uma rapariga falando e rindo e brincando com uma bola de bolei, alguns dos rapazes não tiravam os olhos da minha mulher, um deles, esfrega o caralho disfarçadamente por cima dos calções. Apercebi-me que a minha mulher tinha adormecido ao sol com os seus belos peitos amostra, o biquine tinha-se desapertado acidentalmente e pelo olhar deles, vontade não lhes faltavam para lhe saltarem para cima, mantive-me á distancia durante muito tempo a observa-los aquela situação deixou-me muito excitado, imaginei os cinco garanhões a comerem a minha mulher. No fim do dia eu e a minha mulher resolvemos ir a uma discoteca, ela adorava dançar, eu preferia ficar no bar, por coincidência o grupo de rapazes estava lá também, mal a viram não mais tiraram os olhos de cima, coisa que a minha mulher reparou e comentou comigo sem saber que eles a tinha estado a observar na praia, ela foi dançar eles seguiram-na e eu fiquei como de costume no bar, não demorou muito que ganhassem confiança com ela, depois muito dançarem, rirem vieram até ao bar para se refrescarem com uma bebida. A minha mulher apresentou-mos, paguei-lhes as bebidas, e já pela noite dentro voltamos todos juntos para o parque, reparei que a minha mulher estava caídinha por um deles, um rapagão enorme loirinho. A minha cabeça fervilhava, estava terrivelmente excitado e imaginava uma forma de por a minha mulher a fuder com o lourinho, não me parecia difícil sabendo como ela é, o meu receio é que depois de ela fuder pela primeira vez com outro, vai-lhe apanhar o gosto e nunca mais parará de me por os cornos, mas o meu desejo agora é maior do que o meu receio. No parque começamo-nos a separar, ficando só lourinho numa amena cavaqueira com a minha mulher, via-se perfeitamente que se atrai-ão mutuamente,só presisavam de um empurrão para os por nos braços um do outro. convidei-o para vir até á minha rolote para beber uma ultima bebida. Já no avançado da caravana com as bebidas nas mãos resolvi introduzir no tema da conversa sexo, o que levou o lourinho a descontrair-se e contar algumas aventuras pelo que tinha já passado, começou a falar de peitos grandes e lindos foi nessa altura que eu aproveitei a deixa para lhe dizer que dificilmente encontrará peitos mais lidos do que os da Ana (Ana a minha Mulher) o que ele disfarçou dizendo não sei, nunca os vi, reparei que a minha mulher já apertava as pernas, deveria estar com o vulcão quase a entrar em erupção. A Ana olhou para mim, um pouco espantada eu aproximei-me dela, desapertei o top e desloquei-o para baixo até a cinta ficando com os seus belos peitos á mostra, o lourinho arregalou os olhos, disse-lhe para tocar neles, olhou para mim mas não hesitou. Sai da caravana para os deixar sós dizendo que ia á casa de banho. Fique a espreita-los pela parte de fora do avançado na escuridão, ele já lhe beijava os peitos, chupava os bicos, uma das mãos já se encontrava no meio das pernas da Ana, pelo suspiro que ela deu, os dedos dele já tinham encontrado o clítoris, rapidamente despiu-a sem que a minha mulher oferece-se qualquer registência, aninhou-se abriu-lhe as pernas, os lábios vaginais e passou rapidamente a chupar-lhe o clítoris. A Ana não tardou a soltar longos gemidos com o seu primeiro orgasmo, ele levantou-se e ela ajoelhou-se. Ele já apresentava um enorme enchumaço, ela desapertou-lhe e desceu-lhe as calças fazendo saltar um monumental pénis que a deixou pasmada a olhar para ele durante longos momentos, como se não acreditasse no que estava a ver, até eu que já me encontrava com o meu na mão e que achava que os meus 18 Cm de comprimento e 4 de diâmetro era um pénis grande, senti-me pequenino mas cada vez mais excitado. Como a Ana tinha ficado pasmada a olhar para aquele gigante o lourinho aproximou o seu pénis da boca dela que começou logo a lamber, beijar aquela enorme cabeça, seguidamente abocanhou-a e com as duas mãos começou a pulheta-lo. Aquele gigante já se encontrava em plena forma. Ergueu a Ana sentou-a na mesa, abriu-lhe as pernas, em que ela respondeu abrindo-as desmesuradamente, e ficando com aquele ar de medo e excitação, o lourinho apontou-lhe o caralho á racha da Ana, empurrou-o para dentro, sentiu bastante resistência, meteu-lhe dois dedos na cona e besuntou cabeça da pissa, coma a grande quantidade de líquidos vaginais que retirou, abriu-lhe os lábios da cona e apontou de novo aquele enorme caralho, que começou logo a entrar, foi botando saliva para ajudar aquele pedaço de carne a enterrar-se, centímetros a centímetro dentro da Ana, já com metade da pissa dentro dela começou o vai bem, sempre que entrava e saia aquele rolo de carne ficava brilhante dos lubrificantes da cona da Ana, e quanto mais lubrificada estava mais se enterrava dentro dela. Ana deitou-se na mesa com as pernas nos braços dele, os gemidos cada vez mais altos e cada vez mais longos demonstravam que estava a gozar com aquele gigante dentro dela, o lourinho acelerou os movimentos dando uma estucada de vez em quando mais violenta que era respondido um gemidos mais alto, a Ana estava cada vez mais descontrolada, virava a cabeça de um lado para o outro, ferrava o lábio inferior para abafar os berros, mas não se aguentou muito não tardou á abrir a boca e durante 20 segundos berrou e gemeu sem parar talvez com o maior e mais longo orgasmo que já teve, a Ana colocou-lhe a mão na anca para o impedir de continuar os movimentos de penetração, como sempre depois de um grande orgasmo sentia muitas cócegas o que a fazia estremecer sempre que aquele caralho se enterrava, mas era só alguns longos momentos, logo que a comichão passe fica logo pronta para continuar a fuder. Nunca cheguei a saber qual é o limite dela, mas esperava que aquele lourinho com o seu grande soldado se aguentasse firme até ela não querer mais. O lourinho pegou nela em peso sempre com aquele rolo de carne bem enterrado dentro dela, ela agarrou-se ao pescoço dele e como as pernas entrelaçadas na anca dele, subiram o degrau de entrada para a rolote, nesse momento deixei-os de os ver, resolvi entrar para junto deles pois, Ana já tinha alcançado dois orgasmos e ele certamente não ia parar agora de a fuder, Entrei no avançado, subi o degrau e senti a caravana á abanar toda, estavam deitados, ela continuava com as pernas entrelaçadas na cinta dele como quisesse ajuda-lo no vai e bem ele obedecia acelerando o ritmo, sentiram a minha presença mas continuaram a fuder, junto deles ajoelhei-me para ver de perto aquele rolo de carne dentro da cona da Ana, naquela posição ele enterrava-se todo dentro dela, os gemidos cada vez mais altos demonstravam o gozo que ala estava a sentir, retirou as pernas da cinta dele, abriu-as todas entre gemidos cada vez mais altos dizia fukme, fukme, e lourinho com o corpo coberto de suor lá lhe ia dando estucadas atrás de estucadas cada vez mais rápidas o que me levou a crer que o lourinho não ia aguentar muito mais tempo sem despejar o leitinho todo, Ana não tardou a entra pela terceira vez num longo orgasmo parecia histérica, gemia tanto que sem se aperceber enterrava as unhas nas costas do lourinho, acabou como no segundo orgasmo com aquela comichão, mas o lourinho estava nas ultimas não ia tardar a injectar todo o seu leitinho dentro da Ana, ela tentava impedi-lo de se movimentar, nece momento ele retirou aquele grande soldado de dentro da Ana, ajoelhou-se em cima dela pegou nos fartos seios e apertou o caralho no meio deles, enquanto ele esfregava aquele rolo de carne no meio das mamas dela, a Ana por sua vez tentava beijar aquela enorme cabeça vermelha que parecia que em qualquer momento iria vomitar, eu já completamente despido e com o meu pau na mão a bater a punheta aproximei-me das pernas da minha mulher e ou ver a aquela cona toda molhada, encaixei os queixos nela, lábia toda, tentei enterrar-lhe a língua dentro dela, chupei-lhe o clítoris e não tardei a sentir os movimentos de anca que demonstrava que estava a ficar pronta para mais um orgasmo, eu sabia por experiência própria que sempre que lhe chupava aquele clítoris a fazia vir-se rapidamente. Com os movimentos de anca cada vez mais rápidos não tardei muito a ouvir a Ana a gemer outra vez, mas desta vez acompanhado dos roncos do lourinho, enquanto lhe chupava o clitoris vi aquelas nádegas do lourinho a contraírem-se todas, levantei a cabeça do meio das pernas da minha mulher, para assistir aquela esporradela, a Ana tinha a língua completamente esbranquiçada, um segundo jacto de esperma saia a grande velocidade riscando-lhe a cara, um terceiro jacto já menos intenso encharcou-lhe o queixo, os lábios e o nariz, o lourinho espremia aquele rolo de carne retirando-lhe todo o leite que podia, para a cara da Ana com um enorme gozo, esfregou aquela enorme cabeça na cara da minha mulher molhando-a nas suas próprias esporras, passou-a pelos lábios da da Ana que os abriu para ele a introduzir na boca, Ana chupava-a como se quisesse arrancar mais algumas gotas daquele licor.
Eu já transpirava, aquela cena ia-me fazer esporrar sem eu querer, nunca tinha visto nada tão excitante como aquilo que estava a presenciar, com a mão direita a esmagar a minha piroca para não me esporrar, dirigi-me para a minha mulher que estava com as pernas abertas, enterrei-me todo até aos colhões, naquela cona toda alagada o lourinho colocou-se ao lado para ela continuar a mamar no caralho dele e eu deitei-me em cima dela, a minha cara ficou juntinho da linda cara da minha mulher agora completamente cheia de esporras, aquele cheiro, aquele bacamarte a poucos centímetros da minha boca, sem pensar comecei a lamber a cara da minha mulher, aquele sabor até que não era assim tão mau como pensava, aproveitei o momento em que ela tirou o bacamarte da boca para a beijar, chupei-lhe a língua que estava cheia de esporras, com aquela enorme cabeça vermelha mesmo ali ao lado da minha cara que já começava a desfalecer, abocanhei-a, chupei-a, tentei tirar-lhe mais algum leitinho que padece ainda ter, comecei a sentir aquele bacamarte a ficar rijo de novo, comecei a senti-lo a querer enterrar-se na minha garganta, o lourinho estava a ficar excitado de novo, segurou-me a cabeça, e tentou enterra-lo mais, senti um sufoco, mas logo ele recuava para se enterrar de novo na minha garganta, aquilo sufocava-me, mas não me importava, se pudesse engolia-o todo mas era grande e grosso de mais, ele excitava-se cada vez mais sempre que me via engasgado e a sufocar, num desses momentos eu estrebuchei todo queria gritar de prazer mas estava com aquela coisa bem entalada na garganta, no meio daquele sufoco, espurrei-me todo no maior orgasmo que tinha tido em toda a minha vida, encharquei a cona da minha mulher toda, tirei aquele bacamarte da boca, e ainda a recuperar o folgo disse-lhe trata da Ana que ela já esta cheia de tensão de novo. ele deitou-se com aquele pau bem teso, a minha mulher subiu para cima dele, vi ela enterrar-se nele até aos colhões, quando se levantou para se enterrar de novo vi aquele rolo de carne todo encharcado das minhas esporras. Dirigi-me para um beliche que tinha no fundo da caravana e deitei-me para mim já chegava,estava admirado comigo mesmo, nunca se tinha passdo pela minha cabeça laber esporras de outro homem muito menos mamar num caralho daqueles, numa só noite fui curnudo pela primeira vez, e brochista.Adormeci com o abanar da caravana e com os gemidos da minha mulher, fiquei sem saber quantos orgasmos mais ela consegui ter, só sei que quando acordei eles estavam a dormir, todos nus, deitados de lado agarradinhos, ele com uma das mamas na mão, ela ainda com aquela picoca mucha no meio das pernas com a cona toda alagada desmontava que a noite tinha sido longa para eles, o meu desejo naquele momento era mamar naquele caralho denovo e lamber aquela cona toda. Deixa-los ficar a dormir era o melhor neste momento. Vesti-me, fui tomar o pequeno-almoço ao café, e depois desta extraordinária experiência não ia deixar de a repetir nem a Ana depois de uma noite como esta deixaria de querer passar mais noites iguais. Enquanto tomava o café já começava a imaginava como seria a Ana e os cinco amigos, mas este conto fica para a próxima vez. Neste momento o que vale é as recordações desses fantásticos momentos que me permitem ter longas conversas excitantes com a minha mulher e tesão para a fuder alternados de tempos a tempos com um grande par de cornos, foi o que ganhei depois de a ter deixado fuder com outros machos durante o euro 2004, e é consequência por termos uma mulher bonita e mais nova 10 anos, mas para mim prefiro partilhar um bom bife com os amigos do que comer pão seco todos os dias.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:51
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Minha Sogra Quarentona


Há dias cheguei a casa da minha sogra antes da minha mulher. Supostamente teria que a ir buscar à estação de caminhos de ferro mas, à última hora não foi preciso.
Quando lá cheguei, toquei à campaínha e fiquei a aguardar que me viessem abrir a porta. De repente veio à janela a minha sogra e, quando vi que era eu, disse-me logo que ainda bem que era eu que a estava a acordar.
A minha sogra tem 43 anos, muito bem conservada, muito bonita e com um corpo fenomenal; pena ela andar cheia de fome e de vez em quando mandar uns olhinhos e fazer umas caras engraçadas.
Quando ela me abriu a porta, vinha com um vestido de dormir completamente rendado, e dava para ver as suas mamas ainda perfeitas e tesas; quando se virou eu vi que tinha uma cueca de fio dental que mostrava com muita evidência aquele rabo fantástico e rechonchudo, tipo bolinha de queijo. Perguntei-lhe na brincadeira se nao tinha frio; ela perguntou-me pela filha ao que respondi que só chagava daqui a mais de uma hora; ela disse-me logo: "então não te preocupes com o meu frio que tens mais que tempo para me aquecer!"
Fiquei parvo cvom o que ela disse e segui-a sem uma única palavra para o quarto dela. Mal entramos e ela fechou a porta, tirei-lhe o vestido e comecei a chupar-lhe as mamas com sofreguidão e ela gemia como sei lá o quê... de repente atira-se ao chão de joelhos, abre-me as calças e agarra com toda a força no meu pau e começa a chupa-lo com toda a sua garra e de uma forma fascinante; parecia que já me tinha chupado vezes sem fim, que já sabia aquilo que eu adorava; vim-me na boca dela, deixei-a cheia de leite e ela engoliu tudo satisfeita.
Logo de seguida deitou-se na cama, puxou-me a boca para a sua coninha, toda depilada e obrigou-me a chupa-la sem compaixão; chupei até que o meu pau já nao aguentava de estar fora daquela ilhinha paradisíaca e penetrei-a com toda a minha força; como tenho um caralho muito grande e grosso ela gemeu um misto de dor e prazer e disse-me que nunca um pau assim a tinha comido!
Ainda eu nao tinha aquecido na coninha dela e já o meu pau estava dentro de um cu lindo e estreitinho! Vim-me naquelas bordas magníficas e ela gemia de pleno prazer...
Assim foi o meu fim de tarde com a minha sogra... de seguida fomos tomar banho juntos onde ela ainda me fez outro broche fantástico. Combinamos passar uma tarde juntos num motel qualquer... fico a aguardar cheio de tesão... a minha sogra é fera! :)
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:49
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Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Passeio pelo Jardim


Um passeio pelos jardins de um verde fresco e coloridos arranjos orais, ajudam à reconstrução de uma noite passada no mais quente momento de excitação, enquanto caminha embrenhada nos seus pensamentos povoados de luxúria, cada passo intensifica as sensações e toques recebidos fazendo-a transpirar, as sua coxas roçam conscientemente o seu sexo, a vontade de caminhar mais e mai apressam o libido que novamente envolve o seu corpo quente e ansioso.

Estes caminhos de calçada irregular dão os toques finais necessários ao acariciar os seus seios de encontro ao espartilho que se torna sufocante para a acelerada respiração. Decide então parar junto do fontanário recolhida entre as sebes altas colhendo um pouco de água para refrescar o calor da tarde e o fervor do corpo.

Escuta sorrisos, sorrisos acompanhados de duas vozes femininas que
aparentemente se refrescam num fresco banho. As sebes têm uma pequena
abertura que permitem uma atitude voyeur no mais discreto e anónimo prazer, observa que junto às cavalariças duas jovens, uma dentro da tina de metal nua, outra esfrega suavemente as suas costas entre segredos e olhares cúmplices, sentindo ela que um senhora da sua posição não deveria sequer ousar em manter a sua atitude de espia.

Despontava um interesse normal pois contactava agora com duas meninas da plebe sem que ambas se apercebam de tal ousadia. A sua mente novamente a coloca numa fantasia carregada pelo desejo que a consome, debruça-se perigosamente sob a sebe olhando o corpo que se banha inocentemente, ao mesmo tempo que sobe o seu vestido deixando a descoberto as finas meias meia perna que cobrem umas coxas bem torneadas e suadas. Acaricia-se, sua mão percorre as nádegas apertando e deslizando em direcção ao seu sexo molhado, quiçá,tentando saciar o seu estado de imperatriz do desejo.
Num dos seus movimentos, talvez o mais brusco de todos, provoca um certo alarido e agitação denunciando o seu leito de prazer. O impulso imediato é solicitar ajuda, justificando que ao tentar arranjar um dos seu finos sapatos perdeu o equilíbrio ao mesmo tempo sorrindo quando tenta adquirir a compostura, as moças rapidamente vendo que a sua senhora estava realmente em apuros rapidamente atenderam à solicitação, uma correndo rapidamente para o fontanário enquanto a outra com as suas modestas roupas se tenta cobrir.

Chegando ao fontanário a moça verifica que o vestido se encontrava puxado para cima revelando uma magnífica e tentadora imagem, sem saber como agir pede à amiga que ajude a empurrar na sua direcção, esta tentando cobrir-se ao mesmo tempo que empurra deixa cair os trapos que a envolvem aproximando-se de sua senhora ao ponto de quase a beijar, logo uma mão segue directa a um dos seios que lhe provocam um certo rubor facial, agora é tarde, pensa, não conseguindo largar aquele rijo seio, um sorriso maldoso de consentimento por cima de suas costas, acompanhado de um tentador beijo deixando-a à mercê de ambas. Por sua vez uma mão acaricia o seu sexo que alagado se encontra como que preparado para sofrer as consequências de tal
acto, desejando no seu intimo um louco momento de prazer, o beijo tentador dá lugar a um prolongado e molhado trocar de línguas, as carícias dão lugar a uma língua que percorre sorve o seu sabor, cerra os olhos e deixa-se encaminhar nas mãos do lascivo destino esquecendo que na noite anterior o prazer tomara conta do seu corpo.

É forçada agora a ganhar novamente o equilíbrio sendo puxada pelas ancas e sentada na borda do fontanário, olha novamente e já não está lá a nudez que tanto admirou ficando apenas com a sua salvadora que imediatamente lhe coloca um seio na boca silenciando qualquer pedido de ajuda, não oferecendo resistência, entrega-se beijando, trincando e mexendo, conseguindo obter uns gemidos discretos enquanto a outra conviva chega para participar no mais imediato momento, ajoelhando-se a seus pés, vai afastando as pernas para mais um vez fustigar o seu sexo com a língua. Esta sensação de subjugada provoca o tremor que vai conquistando todos os pontos do seu corpo culminando num
fantástico orgasmo mas desta vez abafado por um volumoso peito.

Esquecendo-se do lugar que ocupa na corte, permite que as aias a envolvam num excitante baile a três, só comparado aos que habitualmente frequenta nos imensos salões, mas desta vez uma baile de corpos, de desejos e de ansiedade. Deixa-se conquistar pela devassa, pelo deleite do momento, enquanto afaga os cabelos já soltos de uma delas. A boca percorre avidamente o corpo da aia, enquanto o fresco da água do fontanário ajuda a eliminar as gotas de suor que escorrem pelos corpos em movimentos irregulares, enquanto as finas e claras mãos de pele tratada procuram os sexos quentes e ao mesmo tempo húmidos das camareiras que se abandonam totalmente aos desejos da sua imperatriz. O prazer consome-as intensamente, e naquele trio nada mais se ouve que pequenos carpidos, suspiros profundos que culminam em brutais sensações de um frenesim que só elas partilham entre si.

Apressadamente, compõem os longos cabelos desarranjados, soltando gritinhos de alegria como numa brincadeira de crianças. Correm em direcção aos seus aposentos deixando a imperatriz num extenuado repouso.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:06
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