Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

O Filho da Minha Amiga


Conheci Helena há uns anos, ainda ela estava casada, numas férias no estrangeiro. Era um grupo em que ambas íamos integradas com mais uma outra amiga, Júlia. Depois durante uns tempos ainda nos voltamos a reunir nuns jantares desse grupo, mas tudo acabou e os meus contactos com Helena passaram a ser esporádicos. Íamos sabendo coisas uma da outra através de Júlia, que a via com frequência. Assim soube do seu divórcio e da sua vida com o filho que com ele ficou. Há um mês atrás, estava eu com a Júlia (amiga a que já fiz referência no meu conto “Como iniciar um jovem”, aqui publicado nas Fantasias) a lanchar numa das esplanadas do Chiado, apareceu Helena, inesperadamente.

Depois dos beijos e abraços da praxe, “estás cada vez mais nova”, “ e tu que bom ar que tens”, “os anos não passam por ti”, etc, etc , sentou-se à nossa mesa e disse que estava à espera do filho e do amigo do filho que vinham fazer umas compras pois partiam daí a 2 dias no Inter-rail a visitar umas cidades europeias durante duas semanas. Eu sabia pela Júlia que o filho da Helena estava um belo rapaz com os seus 18 anos e que o amigo dele, o Bruno, também era um borracho. E disse-me mais, que a Helena tinha um tesão grande pelo rapaz, mas que tinha receio de avançar por causa da amizade entre ele e o filho. Quando soube que os rapazes iam aparecer, a Júlia disse-me que ia ver como eram uns belos exemplares e que não era de admirar a “paixão louca” – disse a brincar com a amiga - que a Helena sentia pelo rapaz.

Entretanto eles chegaram, fizeram-se as apresentações e sentaram-se também à mesa. Lanchamos os cinco e depois a Júlia foi embora pois tinha uma consulta no dentista. O Pedro ficou ao lado da mãe, voltado para mim e o Hugo ao meu lado voltado para a Helena. O Pedro não tirava os olhos do meu decote, que nesse dia era bastante generoso e deixava antever as minhas mamocas de que aliás me orgulho. Também reparei que o Hugo olhava embevecido para a Helena com quem falava parecendo não haver mais ninguém no mundo. Às tantas os rapazes levantaram-se e forma lá dentro e eu aproveitei para dizer à Helena que o Bruno estava vidrado nela e que não tivesse receio em o atacar porque estava no ponto.

Ela também concordou, mas tinha o problema de ele e o filho andarem sempre juntos e entretanto agora irem viajar. Teria de tentar numa outra ocasião. O Pedro também me tinha agradado muito (qualquer rapazote assim desempenado e boa figura me atrai cada vez mais) e resolvi – não me mostrando interessada no assunto – dar uma sugestão à Helena. Tinha percebido que o Pedro queria comprar um saco de viagem mas que o Bruno estava com uma certa pressa de voltar para casa. Então disse à Helena para ela falar com os rapazes no sentido de ela regressas a casa dando boleia ao Bruno enquanto eu acompanhava o Pedro às compras e depois o levaria no meu carro. Assim ela teria oportunidade de estar a sós com o rapaz e depois eram com ela, mas que não perdesse a ocasião. Concordou, propôs isso quando eles voltaram, e assim foi. O Bruno seguiu com a Helena e eu e Pedro descemos o Chiado em direcção à loja onde ele ia comprar o saco.

Durante o passeio brinquei com ele, disse-lhe que tinha muita sorte por ir fazer aquela viagem, que ia arranjar muitas namoradas, que comprasse um saco bem grande para levar dúzias de camisinhas e outras coisas no género. Ele sorria meio corado e assim chegamos à loja. Enquanto ele dava uma vista pelos sacos eu só pensava que naquela altura já a Helena devia estar a “depenar” o frangote do Bruno e isso dava-me um tesão danado. Até apertava as coxas uma contra a outra de puro gozo. E eu ali com o outro na loja… Por fim o Pedro optou por um saco por sinal igual a um que eu também tenho. Disse-lhe isso e que se ele assim quisesse, lho emprestava. Sempre poupava um bom dinheiro que lhe ia dar jeito na viagem. E na compra das camisinhas, disse-lhe a brincar. Ele aceitou e fomos em passo rápido (a pressa era minha, claro) para o carro, para irmos para minha casa. Durante a viagem disse-lhe, pondo uma mão nas pernas dele com certa naturalidade mas deixando-a lá ficar para ele ir sentindo o calor dela: - “Pedro tem cuidado com os teus olhos. De tanto olhares para as minhas maminhas ainda te caiem pelo rego abaixo e depois fazem-te falta para veres as tuas namoradinhas”.

Ele voltou a corar, mas ainda teve coragem de dizer: “desculpe, mas são tão bonitas…”. “Não me digas que gostas assim tanto delas? – insinuei a puxar por ele. Sorriu, ia a dizer qualquer coisa mas entretanto parei o carro e, apertando-lhe a perna, disse-lhe que tínhamos chegado. Uma vez em casa apressei as coisas. Indiquei-lhe o escadote para ele subir para tirar o saco de cima do armário que tinha no meu quarto, segurei-o pelas pernas com o pretexto de ele não cair e fiquei com a cara encostada à coxas dele e quando desceu perguntei se era aquele o saco que queria. Disse que sim, agradeceu o empréstimo e ficamos um em frente do outro. Então eu disse: “só isso? Obrigado e mais nada? Nem direito a um beijinho de agradecimento?”. Ele inclinou-se para me beijar na face, no ultimo momento rodei a cara e as nossas bocas encontraram-se. Sem perder tempo, agarrei-o pela nuca e puxei-o bem colado a mim e beijei-o longamente”.Ele correspondia e comecei a sentir a pressão do pau nas minhas pernas. Desabotoei-lhe a camisa e beijei-o no pescoço e nos mamilos, chupava-o, lambia-o. Ele já estava louco e então empurrei-o e fi-lo cair na cama e tirei-lhe as calças e o slip.

Tinha um pau de bom tamanho, vibrante de tanto tesão, as veias entumecidas. Acariciei-o, beijei-o, suguei-o até sentir que ele não ia aguentar mais. Nesse momento meti-o todo na boca enquanto apertava as minhas coxas e ele se veio descarregando o leite em ondas sucessivas enquanto eu o sugava e também gozava pelo puro prazer de saber que lhe estava a proporcionar prazer. Sentia as minhas cuequinhas todas húmidas. Engoli uma grande parte do leite e com o resto lambi-lhe o peito deixando todo húmido. “Foi bom”? – perguntei olhando-o nos olhos. Afogueado respondeu que sim, que nunca tinha gozado tanto. “Nem com as tuas amiguinhas?”- insisti a puxar por ele. Entretanto tinha-me despido, e ele puxou-me para cima dele e beijamo-nos novamente. Ele estava entusiasmado e então deitei-me ao lado dele e pedi-lhe para fazer o mesmo comigo. Que fosse meu amigo… O Pedro então beijou-me toda, notava-se que já tinha alguma prática, senti a língua a percorrer o meu corpo também todo untado com o leite dele e levei-o a fazer um minete com todas as regras. Ele correspondia aos meus pedidos e fez-me vir outra vez. Depois puxei-o para cima de mim e o teu pau novamente teso entrou por mim adentro.

Demos uma foda maravilhosa, comigo a comandar as operações para ele se aguentar o mais possível e consegui conjugar com ele o momento para gozarmos juntos. Foi delicioso. Quando se preparava para sair de cima de mim, não deixei. Prendi-o com os meus braços e pernas e assim ficamos agarrados como lapas. Gosto cada vez mais de rapazes novos, por isto mesmo. Sou eu quem comanda as operações e gosto de ficar assim com ele apertado a mim, com o pau dentro de mim. Gosto e sentir o pau a diminuir de volume e, depois de recomeçar as carícias e os beijos, sentir que o pau começa de novo a inchar, até ficar túmido e pronto para nova arremetida. Foi o que aconteceu e demos mais uma foda deliciosa. No meio do meu gozo lembrei-me que a Helena, se tudo tivesse corrido bem, também estaria a sentir-se feliz e aliviada como eu naquele momento. Mas estava na hora de o Pedro ir embora e só fomos tomar um duche rápido para ele não chegar a casa a cheirar a sexo por todos os poros. Seria que a mão ia dar por isso? Duvido. Ainda demos uns chupões durante o banho, mas por fim lá nos separamos.

Ele ficou em vir entregar o saco depois da viagem e ambos percebemos que ainda íamos ter muita festa no futuro próximo. Mais tarde a Helena telefonou-me a agradecer a minha colaboração, que tinha sido delicioso, que o Bruno de facto estava perdido por ela, que ia tratar do caso com atenção mas que durante uns tempos ia aproveitar. “Obrigada por tudo querida Carla”- terminou ela o telefonema. Desliguei e fiquei a sorrir e a dizer para comigo: “obrigada eu, Helena, pela pérola que criaste e com a qual me vou divertir durante uns tempos. Seremos duas mulheres felizes enquanto o encantamento durar”.

EMAIL: explicando-08@sapo.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:33
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Domingo, 26 de Outubro de 2008

Quarentona Deliciosa


Nunca escondi os meus fetiches das mulheres que vou conhecendo.
A lingerie sensual e sexy , as mulheres na casa dos 40 e o sexo oral, sao os meus maiores fetiches.
Ha dias conheci a Silvia, atraves deste site, uma mulher de quarenta anos num corpo de vinte...
Hoje enviou-me uma mensagem para ir ter a casa dela que precisava de mim.
Como estava por perto, fui.
Entrei e como ja conheço acasa, e tenho um certo a vontade, sentei me no sofa da sala.Passado uns minutos, surge-me a Silvia numa lingeria completamente irresistivel, assim daquelas que deixam um homem deliciosamente taradao...
Cumprimentamo-nos com um belo e delicioso beijo na boca com as nossas linguas a tocarem-se de uma forma ardente.
Estava dado o mote para uma tarde de aventura e loucura...
Num instante estava aser premiado com uma boca gulosa e sedenta a lamber-me o sexo de uma forma que ha muito nao sentia...
Enquanto isso ia passando a mao pela pele macia da Silvia, ate que ela parae diz-me baixinho a sussurar ao ouvido que hoje era a minha putinha privada e que o cuzinho dela estava sedento de um pau grosso e a coninha a pedir desesperadamente por uma boca quente e uma longua sensual...
Assim foi, lambi com gosto aquela coninha cheirosa e suculenta...
Cumi-lhe o cuzinho como ela queria...
Demoro algum tempo a vir-me mantendo sempre o pau erecto e grosso, e a Silvia estava encantada e deliciada com o gozo que estava a ter sem eu perder o ritmo e o andamento.
Até que chegou o momento em que era impossivel aguentar , apercebendo-se a Silvia , rapdamente se poe de joelhos e me faz uma mamada delirante ate me vir...
Já exausto ainda tive tempo de lhe proporcionar mais um orgasmo de lingua e boca naquela coninha deliciosa.
Descansamos, tomamos um banho bem erótico os 2 juntos e mais uma vez o prazer e a loucura andou à solta na banheira da Silvia...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:08
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

A 1ª Vez foi C/Professora Biologia


O que vou contar aconteceu em finais de Maio de 1988 quando tinha 16 anos, frequentava o 11º ano da área de saúde. Apesar de ser o melhor aluno da turma não deixava de ser um Pândego, sempre na brincadeira, a jogar futebol com os amigos e apanhando grandes bebedeiras sempre que possível. A turma onde andava era muito unida e fazíamos quase tudo em conjunto, inclusive muitos de nós namorávamos com colegas da turma. Eu nunca namorei, ia namorando pois não tinha maturidade suficiente para compromissos.

No início desse ano tivemos diversos professores novos, entre os quais uma professora de biologia, natural da terra. Era recém licenciada, tinha 24 anos, muito bonita, cabelos com madeixas, olhos castanhos muito pestanudos, um peito não muito grande mas que ela realçava com grandes decotes, cintura fina, rabo bem proporcionado e as pernas mais bem feitas que vi até hoje e que ela fazia questão de exibir usando sempre minisaia. Para nós rapazes com 16/17 anos era um rastilho que nos incendiava o fogo da juventude. Como professora era uma excelente professora, explicava bem, preocupava-se connosco e participava de diversas actividades extracurriculares. Devido à sua jovem idade participava em algumas das actividades que organizávamos como passeios, piqueniques e jogos de futebol.

Em Maio, estávamos quase no final do período e havia muita gente preocupada com as notas e eu, sendo o melhor aluno era constantemente assediado pelo colegas para os ajudar. A Anabela, assim se chamava a professora, sendo directora de turma resolveu organizar um dia de estudo na sua casa onde a turma toda se encontraria para estudar e ela nos tentaria ajudar. Eu como não precisava sempre que podia escapulia-me para o jardim para dar uns toques na bola e morder as pernas e o rabo da professora. Nesse dia, talvez pelo informalismo da situação eu estava particularmente atrevido fazendo algumas piadas sobre e com ela e ela sempre a entrar na brincadeira. No final da tarde, já cansados do estudo entramos numas brincadeiras e aproveitando o calor começamos a brincar com a mangueira atirando água uns aos outros.

Ficamos todos molhados e podia-se ver as maminhas da Anabela debaixo da t shirt molhada. Fiquei encantado a olhar para elas e fui surpreendido por ela que ao contrário do que eu esperava não fez nenhuma fita limitando-se a sorrir. Aos poucos o pessoal foi saindo e com a desculpa de que precisava de falar comigo por causa da associação de estudantes pediu-me para ficar. Quando ficamos só os dois e estávamos ambos molhados ela levou-me para dentro indo buscar toalhas para nos limparmos. Eu despi a tshirt ficando só de calções e para minha surpresa ela também tirou a tshirt ficando com os seios à mostra e bem de frente para mim, sem qualquer pudor. Fiquei paralisado sem saber o que pensar ou fazer e pior fiquei quando ela lentamente se aproximou beijando-me levemente nos lábios.

A medo respondi ao seu beijo que gradulamente aumentou de intensidade até as nossas línguas se enrolarem explorando as bocas sedentas de beijos. A medo levei as mãos aos seus seios desnudos arrancando-lhe um suspiro profundo ao toque da minha mão. Assim permaneci tempo sem fim, explorando e tacteando cada cm de seus seios e, quebrando o beijo, chupando-os gulosamente, qual bombom exótico nunca provado. Desejosos de mais fomo-nos empurrando para o sofá onde fiquei desnudo, expondo à vista da minha professora a dureza do meu sexo experiente de tanta masturbação e inexperiente do contacto de uma mulher. Soube, sem me perguntar que eu era novo nestas lides, e com todo o carinho acariciou o meu corpo que vibrava ao seu toque como a corda de uma viola sendo tocada por hábeis dedos. Sussurrando ao meu ouvido fazia-me relaxar, a língua brincando com os meus mamilos, as mãos acompanhando a boca, e sem pressa chegou a meu sexo que doía de excitação e ansiedade.

Depositou leve beijo na ponta da glande, com a língua e com a mão percorreu todo o comprimento fazendo-me sentir bem, dando a entender que tinha um belo sexo. Fazendo-me torcer de prazer e surpresa abriu a boca engolindo primeiro a cabeça e depois todo o membro. Para mim era demais e sem pensar explodi em vagas de prazer na sua boca, ejaculando ininterruptamente, gemendo e tremendo. Nunca durante o longo tempo que demorou o meu orgasmo largou o meu pénis. Quando finalmente sentiu que tinha terminado deixou-me escapar, sorrindo e lambendo os lábios procurou a minha boca provocando-me uma reacção de nojo, recuando, até que preso pelas costas do sofá senti a sua língua na minha boca dando-me a provar o meu cheiro e o meu sabor.

Trocou comigo deitando-se na beira do sofá e abrindo as pernas expôs o seu sexo muito rosado emoldurado por um pequeno tudo de cabelos muito bem aparado. Puxou-me para baixo aproximando a minha boca da sua xana. A medo e com nojo lá me fui aproximando, sentido pela primeira vez o cheiro do sexo feminino. Fui ensinado sobre o que fazer e como fazer. Devo ter feito bem pois ao fim de algum tempo a minha cara foi presa entre as suas pernas enquanto ela gritava atingindo o orgasmo. Mais uma surpresa para mim que sem fuga fui obrigado a beber todos os seus sucos, apreciando cada gota ao contrário do que esperava. Mantendo a posição pediu-me para a penetrar, o que fiz a medo e sem jeito.

Mais uma vez não demorei vindo-me quase de imediato, ficando envergonhado ainda dentro dela. Sem uma recriminação encorajou-me e devido à minha idade nem sequer fiquei flácido continuado de imediato a minha iniciação sexual. Agora, passada a excitação inicial comecei verdadeiramente a apreciar o momento e também a Anabela que vibrava a cada investida. Resolvida a completar a minha iniciação, fez-me penetrá-la em todas as posições e por toda a casa, aproveitando a minha inexperiência e claro a minha juventude que me faziam continuar erecto não obstante os diversos orgasmos que tive. Após umas horas de sexo estava exausto, todo suado, assim como ela que, no entanto, para acabar a minha iniciação disse faltar uma coisa e que agora era a altura para isso e colocando-se de quatro no meio da sala indicou-me que a penetrasse no ânus.

Incrédulo olhei para ela sem saber se estava a brincar ou não, mas com um movimento fez-me perceber que era a sério. Aproximei-me e comecei a tentar penetrá-la, sem jeito e com medo de a magoar, o que consegui após muitas tentativas. Mais uma vez a minha surpresa foi total. Tinha adorado todos os segundos e tudo o que tinha feito até ao momento, mas a sensação do seu ânus era completamente diferente, muito apertado, muito quente e muito suave, como veludo e rapidamente me habituei à sensação, demorando o máximo que me aguentei e sem saber como vim-me em quantidades que julguei impossíveis depois de tudo o que tinha acontecido e caí prostrado no chão, exausto mas com um ar de estúpida felicidade estampada no rosto. Olhei para a Anabela que tinha o mesmo sorriso e o mesmo ar de cansado.

Por toda a casa se notavam marcas da nossa passagem, roupas amarrotadas, bocados de esperma espalhados, cheiro a sexo. Lá fora já era noite e saí a correr pois os meus pais já deviam andar á minha procura

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:01
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Surpresa da minha Mulher


Nos dez anos do nosso casamento, Jaque e eu fomos muito fiéis e tivemos uma união normal e bastante tranqüila.
Eu sou advogado. Sou de boa estatura, 1,80m, 78 kg, 37 anos, cabelos castanhos e olhos castanhos também. Não somos ricos, mas vivemos bem, pois a vida numa cidade menor é mais fácil. Como havia dificuldade de sintonizar os canais de TV aqui, compramos uma antena parabólica e assim, nos tornamos assinantes de uma TV por assinatura. Adoramos assistir filmes e depois, descobrimos que havia um horário onde transmitiam um programa com filmes eróticos. Eu e Jaque somos bastante liberais, sempre falamos abertamente tudo o que sentíamos e nunca tivemos preconceito com relação ao sexo. Nossa vida sexual era normal, bem intensa e ativa. Mas assistir aqueles vídeos mexeu com a nossa libido, aguçou a nossa imaginação e nos tornamos mais interessados nesses assuntos. Comecei a comprar algumas revistas eróticas e líamos com interesse. Pouco tempo depois, descobri um sex-shop que enviava encomendas pelo correio e começamos a animar mais ainda as nossas relações. Ainda não havia sites de contos eróticos e a internet mal havia sido criada. Jaque, minha mulher é uma gata muito tesuda. Corpo muito bem feito e conservado, pois parecia uma garota. Foi assim que nossas transas foram sendo incrementadas até que começamos a inventar e relatar nossas fantasias eróticas um para o outro e isso fez com que não somente a libido aumentasse, como ajudou para que aprendêssemos mais sobre os nossos gostos, as preferências e os desejos. Desde então, andávamos brincando de dar asas à nossa imaginação e inventávamos loucas fantasias. Mas pareciam ser apenas fantasias e não pensávamos que iríamos ter coragem de realizar. Eu estava sempre viajando para resolver problemas da minha empresa, pois atendo clientes em toda a região e às vezes passava vários dias fora de casa. Com isso, nossa libido ficava sempre em alta e falávamos por telefone sobre nossos sonhos e desejos. Náo tínhamos celular que era uma novidade muito cara. Numa das viagens, passei quase duas semanas distante de casa. Já de regresso, Jaque me fez um pedido de comprar no trajeto da minha viagem umas mudas de plantas ornamentais que ela desejava. Seguindo as indicações que ela me passara por telefone, viajei numa estrada de terra e acabei indo parar numa fazenda que ficava na rota da nossa cidade, muito bonita, cuja sede era uma casa grande, muito agradável e aconchegante. Lá, fui recebido com simpatia por um sujeito forte, moreno, com traços bonitos no rosto, que se apresentou como Mussi. Ele não era gordo, mas corpulento, parecia mais jovem do que eu e se mostrava educado e cortês. Mussi trajava calça de jeans tradicional, camiseta azul e calçava botas tipo texano. A tarde estava chegando ao fim e haviam nuvens escuras no horizonte indicando que ia cair uma tempestade de verão. Ele confirmou ter as plantas que eu desejava. Tudo indicava que eu ia encontrar todas as mudas que Jaque me havia pedido. Mas já era sábado de tarde e os empregados estavam de folga. Logo ia começar a chover. Mussi me convenceu então a dormir na fazenda e esperar para levar as mudas colhidas no dia seguinte. Como já estava lá com alguns quilômetros fora da rota, a noite de chuva chegando e ele insistindo, acabei concordando. Entramos na casa e ele me apresentou a esposa, Moyra, uma moça também morena, quase índia, de cabelos curtos e franja, olhos pretos e sorriso franco com dentes muito brancos. Era jovem e bonita. Ela se vestia também com calças compridas, bota e camiseta branca. Reparei que não usava sutiã, pois os seios pareciam firmes e sensuais modelados pela camiseta de algodão canelado. Procurei não ser indiscreto, mas não pude deixar de olhar para aqueles peitinhos firmes e empinados. Ela nos serviu café recém passado e sentou-se perto para conversar. Pouco depois também apareceu na sala uma outra moça, morena de pele clara, cabelos pretos cortados curtos, mais jovem, muito bonita e graciosa, trajando um short estampado curtinho, camiseta regata bem cavada e sandálias de borracha. Era Luzia, uma prima de Moyra, que aproveitara o feriado para visitar a fazenda. Ela demonstrou simpatia e curiosidade, puxando conversa. Fiquei meio sem jeito com a forma descontraída dela estar vestida porque dava para ver quase todo o seio através da cava da camiseta e o shortinho largo e curto revelava parte da bunda. Conversamos coisas triviais, mas fiquei com a sensação que eu havia encontrado pessoas simpáticas e muito hospitaleiras. Nosso papo durou alguns minutos e foi suficiente para notar a simpatia e vontade de agradar dos meus anfitriões. Pouco depois, eles me levaram para conhecer o quarto onde eu deveria dormir. Eu fui buscar minha mala no carro e me preparei para tomar banho antes do jantar. No quarto de hóspedes tinha um banheiro anexo. Logo que entrei no quarto, despi minha roupa e fui para dentro do banheiro, sem me preocupar em fechar a porta que dava para o quarto. Entrei no Box de vidro transparente onde abri o chuveiro. Quando eu estava debaixo d’água, vi Moyra, a dona da casa, entrar no banheiro, trazendo toalhas, sabonete e tapetes de tecido. Eu estava completamente nu dentro do chuveiro, mas ela não se importou com aquilo e deixando as coisas sobre a bancada de mármore do lavatório, me olhou com curiosidade e simpatia. Em seguida, fez um sinal com o dedo indicador, apontando as toalhas deixadas ali e depois saiu. Senti uma certa excitação com aquela situação, mas depois, vendo que ela havia agido com total naturalidade, deduzi que ela não tinha o menor traço de receio ou timidez. Dei de ombros e continuei a me ensaboar. Mas levei outro susto.
Logo a seguir, foi Luzia que entrou no banheiro, vestindo somente um roupão de banho cor de limão. Nem tive tempo de dizer nada. Ele chegou dentro do banheiro sem titubear, e despindo o roupão, como se fizesse a coisa mais normal do mundo, veio completamente nua para dentro do chuveiro junto comigo. Eu não sabia o que fazer. E ela disse:
— Vou ajudar você a tomar banho. Somos muito atenciosos com os hóspedes.
Eu me sentia meio constrangido e também excitado, pois a garota era deliciosa, com um corpo muito sensual e mostrava uma expressão marota no olhar. Se fosse alguma sacanagem, era a mais deliciosa que já tinha visto. Reparei que ela também, como minha mulher, depilava os pelos da virilha deixando apenas um montinho deles no vértice do púbis. A xoxotinha ficava depilada e totalmente aparente. Não dava para disfarçar minha excitação e meu pau ficou empinado e duro. Ela também se deixou molhar sob a ducha e começou a passar sabão no meu corpo. Na hora me lembrei de Jaque e de nossas fantasias. Achei que ela ficaria muito brava comigo de fazer aquilo. Estava deixando as coisas acontecerem sem procurar evitar. Mas também, me sentia excitado e sem jeito de recusar a atenção especial que aquelas pessoas dedicavam aos seus convidados. Não queria ser grosseiro, não pretendia cair na sacanagem, mas estava morrendo de tesão.
A garota continuou a me ensaboar, me acariciando de forma provocante. Eu sabia que não poderia resistir durante muito tempo àquela situação. Tentei alertar dizendo que já fazia muitos dias que eu andava sem sexo. Disse que minha mulher morava em outra cidade. Tentei explicar que eu estava justamente viajando ao encontro dela e não queria fazer nada que traísse sua confiança. A garota sorriu e me tranqüilizou dizendo:
— Tudo bem, eu só estou sendo carinhosa com você. Foi o que sua mulher pediu.
Não entendi nada, e olhei espantado. Vendo minha cara de bobo, ela explicou que havia sido Jaque que lhes contara que eu adorava transar tomando banho. Fiquei totalmente admirado ao saber que minha mulher havia conversado com eles revelado nossas intimidades. A garota explicou que Jaque já conhecia Mussi e Moyra há algum tempo, pois forneciam plantas para sua loja. Ela já sabia que o casal de amigos era liberal, tinha ligado antes da minha chegada, conversado com os amigos e explicado tudo o que podiam fazer comigo.
Continuei meio em dúvida, mas o que ela havia falado coincidia com a verdade. Entretanto, já aceitava as carícias dela em meu corpo. A garota explicou que eles prometeram a ela, que seriam muito atenciosos comigo. Eu achei incrível tudo aquilo, mas deduzi que devia ser uma idéia maluca da fantasia de minha mulher. Era ela quem me havia recomendado para eles. Fiquei assombrado com a coragem e irreverência dela. Mas, diante daquela informação, sabendo que era vontade de Jaque, passei a retribuir as carícias da garota e logo estávamos nos esfregando e beijando sob o chuveiro. Não demorou muito para que o nível de tesão subisse alto em nossos corpos. Saímos do chuveiro e continuamos a nos acariciar e beijar. A garota me pediu para que chupasse os seios dela que eram firmes e empinados, com mamilos ligeiramente mais escuros que a pele tom de pêssego. Beijei os biquinhos durinhos e mamei nos mamilos como faço com minha mulher. Ouvi a garota gemer e tremer de tanto prazer. Meu pau estava entre as coxas dela e minhas mãos sentiam cada músculo do corpo dela vibrando de tensão. Ela me beijava no pescoço e nas orelhas, me acariciando a nuca. Ainda duvidando que eu estava numa situação armada pela imaginação libidinosa de minha esposa, eu cedia aos carinhos da garota. Ela sussurrava que conhecia tudo sobre mim, que Jaque lhes havia contado minhas preferências e prazeres. Luzia queria ser especial naquela noite. Saímos ainda molhados do banheiro indo direto para o quarto. Quando chegamos na cama, continuamos nossa transa. Eu me sentei sobre a cama. A garota se ajoelhou sobre o tapete no chão ao lado da cama e começou a lamber meu pau, exatamente como Jaque fazia. Eu estava completamente desnorteado. Não imaginava que Jaque tivesse tanta ousadia. Não resisti mais e puxei-a para a cama. Logo, estávamos fazendo um 69. Eu permaneci deitado de costas e ela veio se acomodar por cima, com as pernas abertas. Olhei a bocetinha cor de rosa, molhada de tesão e lambi o clitóris saliente com a ponta da língua. A garota suspirou cheia de tesão. Eu aproveitei e enfiei dois dedos na xoxotinha e um no rabinho. Ela rebolava muito tesuda. Continuamos nossa transa de língua mais três minutos até que paramos porque já estávamos quase gozando. Naquele momento eu deduzi que Jaque devia ter conhecido Mussi e Moyra há pouco tempo em algum dos seminários sobre jardinagem que haviam acontecido naquela região. Com esses pensamentos na cabeça, eu e a garota continuávamos a trocar carícias e pouco a pouco eu me havia liberado completamente, entregue ao delicioso jogo de prazer que minha própria mulher havia arranjado. Nós estávamos prolongando ao máximo as sensações de prazer, pois não havia envolvimento emocional ou afetivo, apenas o deleite do jogo sexual isento e permitido. Nesse momento, Moyra entrou no quarto. Estava completamente nua e veio para onde estávamos. Subiu na cama e me deu um beijo na boca. As duas mulheres me acariciavam e eu não sabia se me entregava ou ficava com medo do marida da Moyra aparecer.
Relaxa, disse ela, o Mussi sabe que estamos aqui. Fiquei meio cabreiro, mas as duas estavam tão sacanas e sensuais que eu não resisti e entrei na sacanagem com elas. Uma me lambia e eu chupava a xoxota da outra. Depois a gente trocava de posição na cama. Pouco depois nós ouvimos ruídos e vozes abafadas do outro lado da parede do quarto. Antes que eu pudesse me levantar da cama para ver o que acontecia, olhei para a parede lateral do aposento e percebi que o que separava um quarto de outro era uma parede falsa de espelho acrílico imitando a porta de um armário, que com a luz por trás havia ficado meio transparente.
Foi nesse momento que vi Jaque, minha mulher e o marido de Moyra no quarto ao lado, totalmente despidos, também abraçados e tocando carícias. Mussi estava de pé abraçando Jaque por trás. Estavam nus e Mussi acariciava os seios dela. Na verdade eles assistiam aquela minha transa com as duas mulheres e se acariciavam cheios de tesão. Ao verem que já os havíamos avistado, se levantaram sorridentes e vieram para junto do espelho. Mussi fez o espelho correr como uma porta embutida e eles entraram no quarto. Eles se aproximaram da cama onde eu estava, muito admirado. Jaque, completamente nua me abraçou e me beijou, demonstrando a saudade que sentia. Eu parecia congelado, muito surpreso e um pouco sem jeito com aquela situação. Jaque reparou minha expressão meio atônita e me disse:
— Oh meu querido, não fique zangado, eu quis fazer uma surpresa para você. Eu fiquei tão excitada com tudo o que já falamos que resolvi fazer com que nossa fantasia pudesse acontecer. Estes amigos são de minha total confiança e sei que vai gostar deles. Eles me contaram que fazem encontros de casais e sexo grupal. Fiquei morrendo de vontade de experimentar com você. Foi por isso que combinamos tudo para que viesse nos encontrar aqui. É minha surpresa!
Na hora, eu estava ainda sob o efeito de estranhas sensações. Havia sido surpreendido por uma situação da qual eu não tinha total controle, mas notava um clima de camaradagem e admiração nas pessoas em volta. Jaque me beijava e reparei que tremia de emoção e desejo. Notei que Mussi acariciava a bunda dela e aquilo bem na minha frente. Mas eu não podia reclamar de nada. Em seguida, Jaque perguntou se havia gostado da amiga. Antes que eu pudesse responder, Moyra também me acariciou e me beijou na boca, demonstrando que estava curtindo a situação e estava muito excitada com tudo aquilo. Olhei para o Mussi e notei que sorria simpático, ainda se esfregando na bunda de minha mulher. Eu estava muito excitado, embora perplexo com a capacidade de Jaque em inventar aquela estória e também meio incrédulo. Ela insistiu comigo, dizendo:
— Vamos meu querido, eu sei que gosta muito de transar. Mostre a eles como podemos fazer tudo com muito tesão. Vamos sentir de novo aquele tesão que fantasiamos no outro dia. Faremos junto com estes amigos.
Eu vi que Jaque estava mesmo excitada. Moyra se ajoelhou na cama e procurava lamber meu pau. Jaque pegou a minha mão e levando até sua xoxotinha, fez com que eu sentisse como estava molhada de tanto tesão. Ela falou:
— Veja como estou molhada de desejo. Vamos curtir junto nosso tesão.
Senti que descia dela um líquido macio e escorregadio. Sua bocetinha estava depilada e estufada demonstrando que sua lubrificação estava no máximo, numa excitação alucinada.
Soltei uma exclamação diante daquela demonstração de desejo. Jaque acenou com a cabeça e disse:
— O Mussi e a Moyra me chuparam enquanto nós assistíamos você e a Luzia fazendo 69 aqui no quarto. Fiquei completamente louca de vontade de entrar aqui, mas queríamos prolongar a surpresa e curtir o tesão de ver vocês transando. Eu já estava quase gozando. Agora estou louca de vontade de transar também.
Nessa altura eu também tremia de volúpia. Toda a cena era altamente erótica, todos se acariciando e se lambendo, respirando um ar carregado com o cheiro do sexo. Eu havia me sentado na cama e Moyra estava sentada ao meu lado esquerdo, alisando meu pinto. Jaque, de quatro sobre a cama, do meu lado direito, me beijava enquanto falávamos. Mussi, o marido de Moyra, havia se sentado na ponta extrema da cama, bem adiante à minha frente, meio por trás de Jaque. Ele começou acariciar e depois lamber a bunda de minha mulher. Jaque suspirou com os toques e disse:
— Ai querido, tudo o que nós imaginávamos nos sonhos eu estou sentindo agora! O Mussi me chupando e a Moyra chupando você é alucinante.
Vi que a expressão facial dela era de total volúpia, rebolando os quadris enquanto Mussi lambia a xoxota dela por trás. Perguntei para ela se estava realizando a vontade de transar com dois homens e Jaque me beijando alucinada de tesão gemeu:
— Oh, querido, é uma loucura! Estou gozando sem parar. Nunca imaginei que ia sentir tanto tesão!
Luzia, a garota mais nova, estava agora com a cabeça entre as pernas de Mussi, chupando o pinto dele que era escuro e grosso. Eu sentia grande tensão emocional e compreendi que estava totalmente tomado pelo desejo. Beijei Jaque mais uma vez e confessei que eu também estava morto de tesão.
Você está zangado comigo querido?
Claro que não!
Expliquei que não ficara zangado, apenas surpreso. Jaque me abraçou e voltou a me beijar com a língua se enroscando na minha. Nós nos acariciávamos enquanto Moyra me chupava o pau. Ficamos nos beijando, com o tesão pegando fogo. Jaque continuava ajoelhada de bunda para cima rebolando e Mussi chupava sua xoxota por trás fazendo minha mulher gemer alto com as sensações. Na seqüência Moyra e Jaque também se beijavam e eu me revezava chupando o seio de uma e da outra alternadamente. O tesão tomou conta de tudo e tive a vontade de relaxar e deixar rolar. Naquele momento podia deixar acontecer tudo que viesse. As pessoas se movimentavam e íamos alternando parceiros. Pouco depois, Jaque e Moyra também foram trocar carícias com Mussi e com Luzia. Jaque começou a chupar o pau dele e Luzia ficou entre as pernas de minha mulher, lambendo sua xoxota. Jaque gemia e lambia a pica grossa do fazendeiro, segurando o pau com uma das mãos e masturbando de leve enquanto deixava a amiga sugar seu grelinho. Luzia voltou a fazer 69 comigo e chupei a garota com total entrega. Ficamos nessa sacanagem mais alguns minutos até que Jaque se levantou e pedindo licença para Luzia, veio se sentar sobre o meu pau, completamente alucinada, pedindo:
— Enfia em mim! Enfia gostoso que eu estou gozando sem parar!
Seu corpo desceu e meu pau entrou na sua boceta molhada. Estava quente e apertada, escorrendo as secreções do tesão. Ficamos trepando como loucos e esperei que completasse seu orgasmo. Mas Jaque ainda estava gemendo cheia de prazer e não perdeu o desejo. Ela se levantou e foi se oferecer para Mussi. Mussi tinha um pinto escuro, quase preto, grosso, cheio de veias e o saco muito cabeludo. Aliás, ele era bem cabeludo no corpo. Mas não era feio. Minha mulher continuava excitada e pediu para ser penetrada pelo amigo. Vi Moyra entregar uma camisinha para Jaque e reparei que ela tentava vestir o preservativo no pau do sujeito. Depois foi montando a cavalo sobre o pau dele. Eu vi aquela cena que me deixou alucinado de tesão. Nunca pense que ia ficar excitado de ver minha mulher trepando com outro na minha frente. Logo Luzia veio substituir Jaque e vestiu uma camisinha no meu pinto. A garota se enfiou então sobre o meu caralho empinado, gemendo de prazer com a penetração. Eu estava quase gozando, mas tentava controlar o orgasmo. Vi Jaque rebolando sobre o pau de Mussi com Moyra mamando em suas tetas. As duas também ficavam se beijando.
Ela disse:
— Vem Mussi, você está me fazendo gozar de novo. Enfia esse pinto grosso em mim. Estou louca para gozar de novo com você.
Entendi então que eles já haviam transado antes de me encontrar, mas não dava para me preocupar com aquilo, pois a sacanagem rolava intensa. Enquanto isso Luzia gemia com meu caralho dentro da xoxota e mostrava que estava em pleno orgasmo. Nossa excitação não diminuía. Jaque gemia bem alto de prazer.
Nunca pensei que pudesse assistir uma cena daquela sem reagir negativamente. Ela viu que eu a observava e me disse:
— Oh querido, você não sabe como é bom trepar com ele junto de você. Eu fico louca de tesão sabendo que você está aqui junto comigo me vendo gozar assim.
Naquela hora eu via o tesão que Jaque estava sentindo ao ser penetrada por ele e aquilo me excitava muito. Parecia filme erótico, com uma visão de detalhe da sua xoxota na minha frente e o pinto entrando. Jaque gemia:
— Vem, enfia tudo! Faz-me gozar de novo!
Ela olhava para onde eu estava, mas nos seus olhos eu via apenas os globos girando em completo êxtase. Na minha mente, uma voz interior parecia repetir para me ajudar a entender que era somente sexo, prazer, erotismo, sem nada que nos abalasse afetivamente. Na verdade, estávamos juntos fazendo aquela sacanagem e os amigos pareciam também ter a mesma forma de sentir. Tentei fixar a idéia que não havia nenhum sentimento especial. Luzia Teve uns dois orgasmos seguidos no meu pau. Então foi a vez de Moyra trocar com ela. Ela trocou a camisinha no meu pau e subiu a cavalo ajudando para que meu caralho a penetrasse. Eu ouvia Jaque gemendo com a penetração do caralho de Mussi e muito excitado com aquilo, comecei a trepar com Moyra, morrendo de vontade de fazer ela sentir o mesmo que Jaque estava sentindo. Na verdade, estávamos contagiados por um clima de total volúpia e tudo tinha uma conotação excepcionalmente sensual. Moyra já estava se movimentando muito e gozava com meu pau dentro dela. Ela gemia e exclamava:
— Ui..., Ui, que gostoso! Ai Jaque, eu também estou gozando muito.
Eu sentia a xoxotinha apertar meu pinto que latejava pronto a ejacular. Luzia havia pegado um vibrador grosso de uma gaveta em baixo da cama e se masturbava enquanto trocava beijos com Moyra. Os gemidos foram ficando mais intensos e pouco depois todos gozavam o orgasmo final totalmente entregues ao desejo. Eu senti minha porra escorrendo dentro da camisinha e meu pau massageado pela xoxotinha da morena. Moyra, descabelada, agitando a cabeça no meio do orgasmo, montada a cavalo sobre meu ventre, os seios vibrando com os movimentos do corpo se esfregando com minha pica dentro dela. Luzia, de joelhos ao nosso lado, chupava os seios de Moyra e com uma mão masturbava o vibrador na própria xoxotinha. Mussi trepava ainda com Jaque, ele por cima no meio das suas pernas e eu via a bunda cabeluda dele subindo e descendo e os seus gemidos de orgasmo. Jaque estava chamando meu nome exclamando o prazer que sentia:
— Ai Pedro querido, estou gozando muito. O Mussi está gozando junto comigo e é bom demais!
Ao mesmo tempo em que a imagem daquela cena me deixava perplexo, ainda podia sentir a sensação de excitação que há pouco experimentara.
Ficamos assim, entregues aos prazeres dos orgasmos alucinantes até que pouco a pouco começamos a relaxar. Em menos de cinco minutos estávamos todos deitados sobre a cama, respirando ofegantes, saciados de prazer. Mussi e eu retiramos os preservativos e fomos jogar no vaso sanitário. Finalmente as mulheres se levantaram e nos levaram para tomar uma ducha no chuveiro. Elas nos ajudavam a lavar e enxugar. Em seguida, voltamos para o quarto e nos deitamos sobre a cama, comentando a delícia daquela aventura. Cinco minutos depois, já havíamos admitido que acabáramos de vivenciar a experiência sexual mais intensa e marcante de nossas vidas. Comentando sobre o que acontecera, verificamos que não estávamos arrependidos. Todos estávamos bem animados e compreendemos o passo que havíamos dado, perdendo o medo de materializar uma fantasia que há muito nos excitava. Jaque aproveitou que eu estava tranqüilo e então me contou que conhecera Mussi e Moyra mais intimamente no final de semana anterior, quando eu estava em viagem. Eles se encontraram num evento e depois, eles a haviam convidado para sair. No final da noite haviam vindo até à fazenda onde minha mulher tinha sido iniciada na prática do swing, junto com outro casal. Foi então que surgiu a idéia de fazerem a surpresa para mim. Durante toda a semana eles ficaram planejando tudo aquilo e com isso, Jaque acabara ficando tão excitada, com a libido acesa que havia trepado com eles várias vezes. Ela relatou então como havia sido a transa e que tinha sido excitante transar com o casal de amigos. Desde então, ele não via a hora de me apresentar a eles. Ouvindo a estória, acabei por concordar que não me arrependia do que acontecera, pois na hora da suruba, tanto para mim como para Jaque, estava bom demais. Perguntei desde quando ela estava na fazenda e Jaque confessou que chegara na tarde anterior. Concluí então que já havia passado outra noite com os amigos e ela assentiu, explicando que já se sentia muito íntima deles e que aguardavam minha chegada sem saber quando seria. Naquela noite ainda transamos outras vezes, em diferentes posições e nos entregamos às mais deliciosas modalidades de carícias entre nós. Deixamos as três mulheres brincando de se excitarem enquanto Mussi e eu assistíamos a cena. Logo ficamos de pica dura e morrendo de vontade de entrar na brincadeira. As mulheres então vieram se oferecer e nos cobriam de beijos e carícias, esfregando seus corpos nos nossos. Mussi inventou então um jogo, que chamava de roleta Beija-Flor. Tiramos a sorte, e quem perdeu, foi obrigado a ficar de mãos e pés atados na cama, sentido os outros lambendo e chupando seu corpo ao mesmo tempo durante cinco minutos. A seguir, tirava-se a sorte novamente e outra “vítima” sofria o tratamento. A primeira vítima foi Moyra e todos ficamos sobre ela, lambendo chupando e mordiscando seu corpo enquanto ela gemia de prazer. A segunda pessoa sorteada foi Jaque e também nos debruçamos sobre ela até que quase desmaiou com tantas sensações alucinantes. Depois, foi a vez de Luzia e também deixamos a garota quase louca. Pouco depois estávamos trepando de novo. Jaque teve finalmente a chance de experimentar transar com dois homens. Ajoelhada de quatro sobre a cama, transou novamente com Mussi penetrando na sua xoxota por trás enquanto ela chupava o meu pau. Depois eu e Mussi fizemos dupla penetração nela. Ele ainda penetrando na xoxotinha, mas deitado de costas com ela por cima e eu penetrando em seu ânus. Enquanto isso Luzia e Moyra faziam um 69. Foi uma noite de total orgia e adormecemos exaustos de tanto trepar. Quando finalmente partimos da fazenda deles no dia seguinte, havíamos descoberto um novo mundo de possibilidades e experiências sexuais para conhecer e desfrutar. Desde então, temos conhecido outros casais e nos divertido muito na companhia de amigos liberados e de bem com a vida.
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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

JOGOS EROTICOS


Sandra era a minha secretária há já dois anos. Foi o seu primeiro emprego. Era uma moreninha bonita de 21 anos, olhos castanhos, estatura mediana, mas com um peito digno de rivalizar com o da Samantha Fox. Tinha tido um envolvimento emocional com um jovem médico, mas ao fim de pouco mais de 1 ano, a ruptura chegou. Como não tinha família em Lisboa, frequentava com assiduidade a minha casa em épocas festivas, podia-se dizer que a relação profissional tornou-se numa relação de amizade comigo, a minha mulher e filhas.

De tal forma que fora do ambiente profissional nos tratávamos por tu. Por volta das 15 horas a minha mulher ligou para o escritório avisando que só devia chegar por volta das 22 h, pois tinha consultas até mais tarde e que tinha deixado as crianças em casa dos meus pais. Sandra, como eu estava ocupado com um cliente, informou-a que me transmitiria a informação logo que fosse possível. Assim, o fez, quando o cliente saiu, Sandra dirigiu-se ao meu escritório para me dar a notícia. Por volta das 17 horas, quando ia sair perguntei a Sandra se tinha planos para esse fim de tarde. Respondeu que não, convidei-a a aproveitar a minha boleia e a comer uma pizza comigo. Aceitou, desde que nos despachássemos cedo pois tinha um relatório para redigir. Chegámos a minha casa por volta das 18h, disse-lhe que ia telefonar para a casa das pizzas a encomendar uma perguntei-lhe se tinha preferência, respondeu que não.

Convidei-a a preparar um aperitivo. Após ter efectuado o telefonema, voltei à sala onde Sandra tinha dois whiskies preparados o meu puro e o dela com gelo. Começamos a conversar sobre trabalho, mas não tardei a perguntar-lhe meio a sério meio a brincar como ia de amores. Respondeu que de momento não tinha ninguém, decidira dar um tempo. Aproximei-me dela e pegando-lhe na mão disse-lhe que era uma pena, pois ela merecia ter alguém que a amasse. Os seus olhos procuraram os meus, num misto de vergonha e de alegria. Aproveitei para aproximar a minha boca da dela e dei-lhe um beijo nos lábios. Os seus lábios permaneceram imperturbáveis, mas os olhos cerraram-se, insisti num novo beijo e noutro, e noutro. Respirou ofegante, e disse-me que não se sentia bem, pois a Sónia tem sido tão simpática e acolhedora. Tranquilizei-a dizendo que eu e a Sónia, temos uma relação em matéria sexual muito liberal, e que por vezes temos uns devaneios, disse-lhe que Sónia era bissexual e que adora comer ou ser comida por uma mulher. Os olhos dela arregalaram-se como que incrédula, e acrescentou que gostava muito de mim, mas que não queria nenhum envolvimento que estragasse o meu relacionamento com a minha mulher. Assegurei-lhe que nos amávamos muito e que o que fazemos é por prazer, termos e dar. Não resistiu ao novo beijo que lhe dei e retribuiu abraçando-me. Apertei-a contra mim e perguntei-lhe se queria fazer amor comigo. Mais uma vez a minha mulher veio à baila.

Disse-lhe que estava a trabalhar e que lhe contaria o que se passara e que nada iria mudar nos nossos relacionamentos. Respondeu, eu quero, muito fazer amor contigo, mas ..., não a deixei argumentar. Disse-lhe que então o interesse era mútuo e sugeri-lhe que fossemos para o quarto de hóspedes. Chegados ao quarto comecei a despir-me, mas apesar de nos conhecermos há muito tempo algo de timidez e vergonha tolhia-lhe os movimentos. Sugeri que fossemos para a casa de banho, às escuras nos despíssemos e tomássemos um duche para descontrairmos. Concordou, passamos à WC do quarto, e continuámos a despir-nos com a luz apagada, pus a água a correr no duche e perguntei-lhe se já se havia despido. Respondeu que sim, procurei-a no escuro para a conduzir ao chuveiro. Nos chuveiro, a água começara a cair sobre os nossos corpos desnudos, as minhas mãos procuraram o seu corpo e aproximei-o do meu. Os nossos corpos molhados tocaram-se. Os seus mamões tocaram o meu peito e comprovei de facto aquilo que já antevia, eram monumentais, mas rígidos. A nossas bocas trocaram um beijo prolongado, dava para perceber que o seu nervosismo estava a desvanecer-se e revelava mais entrega. Desliguei água e às escuras procurei uma toalha, ofereci-lhe para que limpasse os corpo. Perguntei-lhe se já estava preparada para passarmos ao quarto. Respondeu que sim. Enxuguei-me e encaminhámo-nos para o quarto. Agora, tinha a possibilidade de observar aquela mulher completamente nua. A cona estava completamente rapada à excepção de um pequeno tufo de pelos por cima dos lábios. Os seus olhos tiravam-me as medidas, e obviamente caíram no meu caralho que evidenciava uma semi-erecção. Abraçamo-nos e deitámo-nos lado a lado, tendo começado por beijar-lhe o pescoço até atingir-lhe os mamilos. Aí, a minha língua começou a executar um bailado em torno dos seus mamilos alternando com ligeiras mordidelas. A minha mão procurou a sua cona, o meu indicador penetrou-a e constatou que estava bastante lubrificada, a minha cabeça continuou em direcção à sua cona e comecei por chupar-lhe o clitóris. Estava a ter prazer, soltou uns gemidos e as suas mãos massajavam a minha cabeça pressionando-a contra a sua cona. Eis que a porta do quarto se abre, Sónia, apareceu à porta,. Olá – disse ela, posso juntar-me a vós, Sandra deu um salto e tentou esconder o corpo revelando grande aflição. Sónia dirigiu-se a mim e beijou-me na boca e aproximando-se de Sandra, tranquilizou-a, afirmando que isto foi tudo preparado por nós, és muito bem-vinda ao nosso convívio.

Posso participar? Perguntou directamente a Sandra. Esta respondeu-lhe que nunca estivera com uma mulher, mas que não estava em condições de dizer que não. Sónia, aproximou-se de Sandra, beijou-a no rosto e acariciou-lhe a face. A minha atenção voltou-se outra vez para Sandra e tentei pô-la à vontade enquanto Sónia se despia. Não tardou estar completamente nua, dirigiu-se a Sandra e disse-lhe tens alguma restrição em relação a mim? Posso fazer-te o que me apetecer? Sandra respondeu-lhe que sim. Sónia retorquiu-lhe que ela, também, tinha total liberdade para fazer o que lhe apetecesse quer com ela quer comigo ou apenas comigo. Sónia, colocara-se entre as minhas pernas e começou a chupar-me o caralho enquanto eu beijava Sandra e apalpava-lhe aquelas duas montanhas de carne e brincava como seus mamilos. Sandra observava Sónia a fazer-me um broche e timidamente aproximou-se de Sónia e massajou-lhe as costas, Sónia levantou a cabeça de entre as minhas pernas, sugeriu a Sandra que a substituísse, Sandra pegou na minha picha com ambas as mãos e encaminhou-a para a boca, a sua boca aglutinou-a e começou a chupá-la de forma vigorosa, o que me provocava uma enorme tesão. De repente sentia tremer, levantei a cabeça e apercebi-me que Sónia lhe lambia o rego do cu, provavelmente fazendo-lhe um botão de rosa. De vez em quando, Sandra, parava os seus movimentos bocais na minha picha como resposta às acções da língua da minha mulher. Sónia, largara-a, avisou que voltava já, saiu do quarto e não tardou a regressar com um caralho postiço implantado à cintura. Pediu a Sandra que se deitasse de costas e abrisse as pernas, com cuspo humedeceu o caralho de silicone e enfiou na cona ansiosa de Sandra. As penetrações sucediam-se e eram acompanhadas de gemidos lancinantes da nossa jovem parceira. Coloquei-me por trás de Sónia, afastei-lhe o fio do suporte do caralho e penetrei-a na cona, os meus movimentos estavam descoordenados com os dela, não tardámos em acertar a cadência dos movimentos. Sandra cada vez gemia mais, a qualquer momento estaria a ter um orgasmo. Sónia, acompanhava as suas penetrações com mordidelas nos mamilos erectos de Sandra. Sónia pediu-me que lhe apertasse as nádegas, era sinal que estava prestes a vir-se. Pouco depois, Sandra primeiro e logo depois Sónia gritavam de gozo. Sónia, pediu para que me visse na sua boca. Tirei o caralho da sua cona repleta de líquidos e lambia saboreando os seus líquidos ao mesmo tempo que ela fazia o mesmo com Sandra. Sónia, perguntou a Sandra se alguma vez o namorado se tinha vindo na sua boca, respondeu negativamente com a cabeça.

Sónia sugeriu que o fizesse comigo, Sandra mostrou alguma indecisão, Sónia agarrou o meu caralho e enfiou-o na boca. Eu afirmei-lhe que a beijaria logo que estivesse com a minha esporra na boca, Sandra, não resistiu à excitação e partilhava com Sónia a minha picha num broche e dois. Senti que estava próximo de atingir a ejaculação, avisei-as que estava quase a vir-me, ambas se colocaram de joelhos, Sónia com a boca aberta e língua de fora esperando receber os meus leites, Sandra estava expectante, mas ao ver a boca da amiga aberta segui-lhe o exemplo. A primeira golfada de leite atingiu bem fundo a garganta de Sónia, virei-me para Sandra, cujo rosto foi brindado com uma esporradela que lhe cobriu a face direita, mas à terceira foi de vez na boca ansiosa por sentir o calor e gosto doce da minha esporra. A sua língua lambia os lábios. Baixei-me e beijei-as partilhando a langonha que lhes tinha ejaculado nas bocas. Abraçados, prometemos voltar a repetir, ainda, hoje, a sessão. Sandra passa, agora, longas temporadas na nossa casa. Constitui o terceiro pilar na relação entre mim e a minha mulher de forma harmoniosa e Sandra encontro o afecto que lhe faltava na vida, complementado com grandes sessões orgiásticas.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:11
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