Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

Meu Macho me Chama De Maezinha


Devido a um acidente, meu marido ficou paraplégico. Ele era vinte anos mais velho que eu e estávamos casados há catorze anos. O acidente aconteceu dois anos atrás e tinha esperança de que ele voltasse a andar. Assim, continuamente ele tinha um fisioterapeuta e recentemente nós contratamos um jovem atlético para ajudar com os exercícios aquáticos. Meu enteado, Ivan, a quem eu considerava como meu próprio filho, foi fruto do primeiro casamento de Ivo, meu marido e estava com casamento marcado para dentro de um mês. Daniel, o jovem atlético, nos foi recomendado por nossa nora Valéria, que estudava na mesma universidade que ele. Eu nunca imaginaria que eles fossem amantes também! Certo dia flagrei, sem que eles me vissem, os dois se beijando dentro da lavanderia, enquanto meu filho conversava com o pai, sentado a beira da piscina! Imediatamente quis saber quem era aquele salafrário que estava desvirtuando minha nora, pois, definitivamente ela só poderia estar sendo forçada aos desmandos dele! Mas, nova surpresa. Vally, ainda abraçada a Daniel, enfia as duas mãos em cada lado da sunga dele e a abaixa com um sorriso cínico e sensual nos lábios.

Vi que Daniel balançava a cabeça negativamente e tenta soerguer a sunga. Mas, em vão, seu descomunal pênis balança no ar e as mãos de minha nora tomam conta dele! Pra culminar, Vally se ajoelhou na frente de Daniel e rapidamente engoliu com a boca toda a bela coluna genital! Um calor intenso tomou conta de mim que chegou a me faltar ar. Eu não sabia o que fazer. Sair aos berros denunciando os dois? Livrando assim de meu filho continuar sendo corno? Ou esperar quando estivesse a sós com ele e lhe contar tudo? Só não gostaria que Ivo ficasse sabendo daquela porcalhada que acontecia em nossas dependências! Fui até o quartinho que designamos pra Daniel se trocar e vasculhei suas coisas, encontrando um álbum de fotos. Lá estava toda a prova de que Vally e Daniel eram amantes, ou melhor, eles faziam sexo com diversos parceiros! - Meu deus! Minha nora é uma rampeira safada! Desqualificada! Vou ficar com estas fotos! Já na minha suíte vendo as fotos, eu notei que a maioria era da nora com Daniel e outra exuberante mulher de cabelos escuros e muito clara de pele. Era uma das mulheres mais belas que eu já tinha visto. E ela era tão ou mais safada que Vally! Numa das fotografias ela segurava um penis apontado pro seu rosto, enquanto ria para a câmera. Ela estava sentada encima da virilha de alguém e outro mais estava com as coxas encostada nas belas nádegas dela. Via-se claramente que os dois tarugos lhe enchiam os orifícios.

Foi esta a primeira vez que vi um ato de sodomia que eu não julgava possível! Não sei se foi a imagem da bela mulher em estado de graça em êxtase ao ser tomada por três pirocas simultaneamente, somando por eu não estar sendo tocada por meu marido por quase três anos, que eu me senti tremendamente excitada e fui procurar alivio no meu consolo que eu escondia numa das gavetas da cômoda. Eu estava tão doida de excitamento que me imaginava no lugar da Vally e da bela mulher. Naquele momento eu julgava que isso seria o segredo mais bem guardado do mundo. Mesmo que depois eu tivesse que expulsar Vally do nosso convívio. Mas agora eu queria experimentar qual a sensação de ter o anus penetrado e deixar uma tora deslizar por ele! E foi exatamente isso que fiz com meu consolo. Eu própria, aos trinta e quatro anos, deflorei meu cusinho! Não senti todo o prazer que esperava, mas daí em diante eu pensava que seria mais um modo de eu me masturbar, sem ter que cair naquela depravação que eu via nas fotos! Quando desci pra piscina, encontrando todos lá, esperei que Daniel passasse perto de mim e lhe pedi que me ajudasse em preparar um refresco para todos. Já dentro da copa, rispidamente contei a Daniel o que tinha visto entre ele e Valéria e exigi que discretamente eles fossem embora e que nunca mais aparecessem na frente de Ivan. Daniel me surpreendeu com sua gabolice juvenil e numa atitude delinqüente disse que tinha me fotografado quando me masturbava com o consolo enfiado em meu anus, pois meu marido minutos antes, tinha lhe pedido que apanhasse a câmera para tirar fotos daquele dia. A partir daí não me lembro direito o que aconteceu. Mas sei que fui sodomizada pela primeira vez, na copa de nossa casa, a poucos metros de meu marido, meu filho e minha nora por um delinqüente juvenil. Sei que subi as escadas correndo e me preparava para tomar um banho na tentativa de me livrar do esperma que teimava em escorrer do meu cusinho e por entre minhas coxas. Eu me culpava por ter sido tão displicente e ao mesmo tempo por ver que tudo que eu tinha planejado, foi por água abaixo! Agora, aquele fedelho desavergonhado iria fazer de mim gato e sapato! Meu cusinho estava um pouco ardido e eu enfiei um dedo para melhor limpá-lo. Ao toque, parece que uma descarga de eletricidade erótica cobriu meu corpo. Sem pensar, levei minha mão até minha xotinha e iniciei um dedilhamento frenético. Eu sentia que precisava de algo mais. Um só dedo dentro de meu cusinho não era suficiente. Eu precisava da sensação do dilatamento do anus e o conseqüente estofamento do canal retal! Foi neste momento que o delinqüente apareceu a minha frente. Não me perguntem o porque de tais coincidências, mas o certo é que o menino era audaz e sabia se aproveitar das situações.

Para meu enlevo, parecia que ele tinha se tomado de amores por mim, porque a carinha de tezão e ternura que ele fazia quando me encarava e olhava meu corpo, deixaria qualquer mulher envaidecida pro resto da vida. Acho que foi devido a isso tudo que escondi todos meus valores morais e o amor pela minha família, bem no fundo da minha mente e literalmente cai de boca na estupenda rola do meu dominador juvenil. Pela primeira vez na vida suguei esperma de um homem e pela segunda vez, em menos de meia-hora fui divinamente sodomizada! Eu não acreditava que tinha pedido pra ser sodomizada novamente e que estava concordando com tudo com que ele me propunha de perversidade. De repente me dei conta que pouco faltava pra que eu me tornasse tão depravada como a madura mulher das fotos! Envergonhada, mas em pleno estado de êxtase, eu me perguntava como e por que cheguei aquele nível de depravação e submetida a um jovem que poderia ser meu filho!? “Será que eu sempre fui assim...puta? Sim, uma puta! Será que meus pais já sabiam que se eu não fosse domada desde cedo, eu seria a mais depravada das mulheres logo, logo? Foi por isso que qualquer menção a sexualidade me foi reprimida? Eles sabiam que eu era assim? Gostar de ser puta, de dar a bunda? De chupar pau?!” Eu gozei e gozei, chorava e ria ao mesmo tempo. O belo delinqüente fazia seu colosso sexual deslizar num frenético vai e vem pelo meu cusinho até gozar novamente e eu ter a esperada sensação de seu esperma escorrer como lava fervente por entre minhas coxas! Eu permanecia de quatro, mas quase como uma posição fetal, enquanto Daniel saía de dentro de mim e procurava normalizar sua respiração. De repente escutamos um grito e depois vários impropérios. Daniel colocou sua sunga e zarpou da suíte. Eu ainda estava um pouco molenga pra pensar em sair correndo. Portanto fui acabar de me lavar e me vestir. Dez minutos depois, Daniel bateu na porta e ele entrou com meu marido na cadeira de rodas. Ivo tinha uma expressão de tristeza e ao mesmo tempo envergonhada no rosto. - Daniel, nos dê licença, por favor. Mas, não vá embora ainda, está bem? Lea, veja o que me aconteceu! Meu marido retirou a toalha que lhe cobria o colo e vi estupefata que seu penis estava arroxeado de tanta rigidez! - Eu estava dentro da piscina com a Vally e o Ivan e nem vi quando isso aconteceu. Sei que a Vally deu um pulo quando “isto” encostou nela e aí o Ivan se tornou possesso e começou a me xingar, dizendo que eu era um pervertido que não lhe respeitava a noiva, etc. etc. Eu mereço isso, Lea? Ele nem me deu tempo de explicar que eu não sinto nada!

Como um filho pode dizer umas coisas dessas para um pai? E logo a mim! Lágrimas escorreram pelas faces do meu adorado marido, que um dia fora tão atlético quanto Ivan ou Daniel. Eu me ajoelhei ao lado da cadeira de rodas e encostei sua cabeça em meu busto. Suas lágrimas caíram em cima dele e a agradável quentura escorreu pro meio do vale, alcançando um dos mamilos. Deus do céu! Tudo me excitava agora! Daniel tinha aberto as portas da minha luxuria! Sem que Ivo esperasse, eu levantei seu rosto e lhe beijei apaixonadamente. Ao mesmo tempo minha mão alcançou seu penis mediano em comparação ao de Daniel, mas igualmente endurecido. Senti que a parte viva de meu marido estremeceu. Um fulgor tomou conta de meu rosto e eu fiquei felicíssima por essa melhora que lhe devolvia a virilidade! Ivo também ficou radiante e respondeu ao meu beijo como se fosse alguns anos atrás e me disse. - Querida...minha querida! Vamos trepar! -Aaah, meu amor, meu amor! Como estou feliz! Feliz! Eu estava nua por debaixo do robe. Então era só levantar-me e sentar encima do meu objeto de desejo e de orgulho pra ele. Mas estava quase fazendo isso quando um pensamento libidinoso passou por minha mente. Afastei as inertes pernas de meu marido e me ajoelhei entre elas. Com os olhos arregalados, meu marido massagear sua recente virilidade entre meus fartos seios e depois engoli todo seu penis de uma vez só até meu queixo encostar-se a seu saco! No inicio havia um leve sabor de cloro, mas depois era puro gosto de piroca sedenta por uma bocetinha. “Ou cusinho?”

– Eu já pensava nas coisas que aprendi com Daniel e que poderia fazer com meu maridinho!

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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

O Filho da Minha Amiga


Conheci Helena há uns anos, ainda ela estava casada, numas férias no estrangeiro. Era um grupo em que ambas íamos integradas com mais uma outra amiga, Júlia. Depois durante uns tempos ainda nos voltamos a reunir nuns jantares desse grupo, mas tudo acabou e os meus contactos com Helena passaram a ser esporádicos. Íamos sabendo coisas uma da outra através de Júlia, que a via com frequência. Assim soube do seu divórcio e da sua vida com o filho que com ele ficou. Há um mês atrás, estava eu com a Júlia (amiga a que já fiz referência no meu conto “Como iniciar um jovem”, aqui publicado nas Fantasias) a lanchar numa das esplanadas do Chiado, apareceu Helena, inesperadamente.

Depois dos beijos e abraços da praxe, “estás cada vez mais nova”, “ e tu que bom ar que tens”, “os anos não passam por ti”, etc, etc , sentou-se à nossa mesa e disse que estava à espera do filho e do amigo do filho que vinham fazer umas compras pois partiam daí a 2 dias no Inter-rail a visitar umas cidades europeias durante duas semanas. Eu sabia pela Júlia que o filho da Helena estava um belo rapaz com os seus 18 anos e que o amigo dele, o Bruno, também era um borracho. E disse-me mais, que a Helena tinha um tesão grande pelo rapaz, mas que tinha receio de avançar por causa da amizade entre ele e o filho. Quando soube que os rapazes iam aparecer, a Júlia disse-me que ia ver como eram uns belos exemplares e que não era de admirar a “paixão louca” – disse a brincar com a amiga - que a Helena sentia pelo rapaz.

Entretanto eles chegaram, fizeram-se as apresentações e sentaram-se também à mesa. Lanchamos os cinco e depois a Júlia foi embora pois tinha uma consulta no dentista. O Pedro ficou ao lado da mãe, voltado para mim e o Hugo ao meu lado voltado para a Helena. O Pedro não tirava os olhos do meu decote, que nesse dia era bastante generoso e deixava antever as minhas mamocas de que aliás me orgulho. Também reparei que o Hugo olhava embevecido para a Helena com quem falava parecendo não haver mais ninguém no mundo. Às tantas os rapazes levantaram-se e forma lá dentro e eu aproveitei para dizer à Helena que o Bruno estava vidrado nela e que não tivesse receio em o atacar porque estava no ponto.

Ela também concordou, mas tinha o problema de ele e o filho andarem sempre juntos e entretanto agora irem viajar. Teria de tentar numa outra ocasião. O Pedro também me tinha agradado muito (qualquer rapazote assim desempenado e boa figura me atrai cada vez mais) e resolvi – não me mostrando interessada no assunto – dar uma sugestão à Helena. Tinha percebido que o Pedro queria comprar um saco de viagem mas que o Bruno estava com uma certa pressa de voltar para casa. Então disse à Helena para ela falar com os rapazes no sentido de ela regressas a casa dando boleia ao Bruno enquanto eu acompanhava o Pedro às compras e depois o levaria no meu carro. Assim ela teria oportunidade de estar a sós com o rapaz e depois eram com ela, mas que não perdesse a ocasião. Concordou, propôs isso quando eles voltaram, e assim foi. O Bruno seguiu com a Helena e eu e Pedro descemos o Chiado em direcção à loja onde ele ia comprar o saco.

Durante o passeio brinquei com ele, disse-lhe que tinha muita sorte por ir fazer aquela viagem, que ia arranjar muitas namoradas, que comprasse um saco bem grande para levar dúzias de camisinhas e outras coisas no género. Ele sorria meio corado e assim chegamos à loja. Enquanto ele dava uma vista pelos sacos eu só pensava que naquela altura já a Helena devia estar a “depenar” o frangote do Bruno e isso dava-me um tesão danado. Até apertava as coxas uma contra a outra de puro gozo. E eu ali com o outro na loja… Por fim o Pedro optou por um saco por sinal igual a um que eu também tenho. Disse-lhe isso e que se ele assim quisesse, lho emprestava. Sempre poupava um bom dinheiro que lhe ia dar jeito na viagem. E na compra das camisinhas, disse-lhe a brincar. Ele aceitou e fomos em passo rápido (a pressa era minha, claro) para o carro, para irmos para minha casa. Durante a viagem disse-lhe, pondo uma mão nas pernas dele com certa naturalidade mas deixando-a lá ficar para ele ir sentindo o calor dela: - “Pedro tem cuidado com os teus olhos. De tanto olhares para as minhas maminhas ainda te caiem pelo rego abaixo e depois fazem-te falta para veres as tuas namoradinhas”.

Ele voltou a corar, mas ainda teve coragem de dizer: “desculpe, mas são tão bonitas…”. “Não me digas que gostas assim tanto delas? – insinuei a puxar por ele. Sorriu, ia a dizer qualquer coisa mas entretanto parei o carro e, apertando-lhe a perna, disse-lhe que tínhamos chegado. Uma vez em casa apressei as coisas. Indiquei-lhe o escadote para ele subir para tirar o saco de cima do armário que tinha no meu quarto, segurei-o pelas pernas com o pretexto de ele não cair e fiquei com a cara encostada à coxas dele e quando desceu perguntei se era aquele o saco que queria. Disse que sim, agradeceu o empréstimo e ficamos um em frente do outro. Então eu disse: “só isso? Obrigado e mais nada? Nem direito a um beijinho de agradecimento?”. Ele inclinou-se para me beijar na face, no ultimo momento rodei a cara e as nossas bocas encontraram-se. Sem perder tempo, agarrei-o pela nuca e puxei-o bem colado a mim e beijei-o longamente”.Ele correspondia e comecei a sentir a pressão do pau nas minhas pernas. Desabotoei-lhe a camisa e beijei-o no pescoço e nos mamilos, chupava-o, lambia-o. Ele já estava louco e então empurrei-o e fi-lo cair na cama e tirei-lhe as calças e o slip.

Tinha um pau de bom tamanho, vibrante de tanto tesão, as veias entumecidas. Acariciei-o, beijei-o, suguei-o até sentir que ele não ia aguentar mais. Nesse momento meti-o todo na boca enquanto apertava as minhas coxas e ele se veio descarregando o leite em ondas sucessivas enquanto eu o sugava e também gozava pelo puro prazer de saber que lhe estava a proporcionar prazer. Sentia as minhas cuequinhas todas húmidas. Engoli uma grande parte do leite e com o resto lambi-lhe o peito deixando todo húmido. “Foi bom”? – perguntei olhando-o nos olhos. Afogueado respondeu que sim, que nunca tinha gozado tanto. “Nem com as tuas amiguinhas?”- insisti a puxar por ele. Entretanto tinha-me despido, e ele puxou-me para cima dele e beijamo-nos novamente. Ele estava entusiasmado e então deitei-me ao lado dele e pedi-lhe para fazer o mesmo comigo. Que fosse meu amigo… O Pedro então beijou-me toda, notava-se que já tinha alguma prática, senti a língua a percorrer o meu corpo também todo untado com o leite dele e levei-o a fazer um minete com todas as regras. Ele correspondia aos meus pedidos e fez-me vir outra vez. Depois puxei-o para cima de mim e o teu pau novamente teso entrou por mim adentro.

Demos uma foda maravilhosa, comigo a comandar as operações para ele se aguentar o mais possível e consegui conjugar com ele o momento para gozarmos juntos. Foi delicioso. Quando se preparava para sair de cima de mim, não deixei. Prendi-o com os meus braços e pernas e assim ficamos agarrados como lapas. Gosto cada vez mais de rapazes novos, por isto mesmo. Sou eu quem comanda as operações e gosto de ficar assim com ele apertado a mim, com o pau dentro de mim. Gosto e sentir o pau a diminuir de volume e, depois de recomeçar as carícias e os beijos, sentir que o pau começa de novo a inchar, até ficar túmido e pronto para nova arremetida. Foi o que aconteceu e demos mais uma foda deliciosa. No meio do meu gozo lembrei-me que a Helena, se tudo tivesse corrido bem, também estaria a sentir-se feliz e aliviada como eu naquele momento. Mas estava na hora de o Pedro ir embora e só fomos tomar um duche rápido para ele não chegar a casa a cheirar a sexo por todos os poros. Seria que a mão ia dar por isso? Duvido. Ainda demos uns chupões durante o banho, mas por fim lá nos separamos.

Ele ficou em vir entregar o saco depois da viagem e ambos percebemos que ainda íamos ter muita festa no futuro próximo. Mais tarde a Helena telefonou-me a agradecer a minha colaboração, que tinha sido delicioso, que o Bruno de facto estava perdido por ela, que ia tratar do caso com atenção mas que durante uns tempos ia aproveitar. “Obrigada por tudo querida Carla”- terminou ela o telefonema. Desliguei e fiquei a sorrir e a dizer para comigo: “obrigada eu, Helena, pela pérola que criaste e com a qual me vou divertir durante uns tempos. Seremos duas mulheres felizes enquanto o encantamento durar”.

EMAIL: explicando-08@sapo.pt

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Domingo, 26 de Outubro de 2008

Quarentona Deliciosa


Nunca escondi os meus fetiches das mulheres que vou conhecendo.
A lingerie sensual e sexy , as mulheres na casa dos 40 e o sexo oral, sao os meus maiores fetiches.
Ha dias conheci a Silvia, atraves deste site, uma mulher de quarenta anos num corpo de vinte...
Hoje enviou-me uma mensagem para ir ter a casa dela que precisava de mim.
Como estava por perto, fui.
Entrei e como ja conheço acasa, e tenho um certo a vontade, sentei me no sofa da sala.Passado uns minutos, surge-me a Silvia numa lingeria completamente irresistivel, assim daquelas que deixam um homem deliciosamente taradao...
Cumprimentamo-nos com um belo e delicioso beijo na boca com as nossas linguas a tocarem-se de uma forma ardente.
Estava dado o mote para uma tarde de aventura e loucura...
Num instante estava aser premiado com uma boca gulosa e sedenta a lamber-me o sexo de uma forma que ha muito nao sentia...
Enquanto isso ia passando a mao pela pele macia da Silvia, ate que ela parae diz-me baixinho a sussurar ao ouvido que hoje era a minha putinha privada e que o cuzinho dela estava sedento de um pau grosso e a coninha a pedir desesperadamente por uma boca quente e uma longua sensual...
Assim foi, lambi com gosto aquela coninha cheirosa e suculenta...
Cumi-lhe o cuzinho como ela queria...
Demoro algum tempo a vir-me mantendo sempre o pau erecto e grosso, e a Silvia estava encantada e deliciada com o gozo que estava a ter sem eu perder o ritmo e o andamento.
Até que chegou o momento em que era impossivel aguentar , apercebendo-se a Silvia , rapdamente se poe de joelhos e me faz uma mamada delirante ate me vir...
Já exausto ainda tive tempo de lhe proporcionar mais um orgasmo de lingua e boca naquela coninha deliciosa.
Descansamos, tomamos um banho bem erótico os 2 juntos e mais uma vez o prazer e a loucura andou à solta na banheira da Silvia...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:08
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

A 1ª Vez foi C/Professora Biologia


O que vou contar aconteceu em finais de Maio de 1988 quando tinha 16 anos, frequentava o 11º ano da área de saúde. Apesar de ser o melhor aluno da turma não deixava de ser um Pândego, sempre na brincadeira, a jogar futebol com os amigos e apanhando grandes bebedeiras sempre que possível. A turma onde andava era muito unida e fazíamos quase tudo em conjunto, inclusive muitos de nós namorávamos com colegas da turma. Eu nunca namorei, ia namorando pois não tinha maturidade suficiente para compromissos.

No início desse ano tivemos diversos professores novos, entre os quais uma professora de biologia, natural da terra. Era recém licenciada, tinha 24 anos, muito bonita, cabelos com madeixas, olhos castanhos muito pestanudos, um peito não muito grande mas que ela realçava com grandes decotes, cintura fina, rabo bem proporcionado e as pernas mais bem feitas que vi até hoje e que ela fazia questão de exibir usando sempre minisaia. Para nós rapazes com 16/17 anos era um rastilho que nos incendiava o fogo da juventude. Como professora era uma excelente professora, explicava bem, preocupava-se connosco e participava de diversas actividades extracurriculares. Devido à sua jovem idade participava em algumas das actividades que organizávamos como passeios, piqueniques e jogos de futebol.

Em Maio, estávamos quase no final do período e havia muita gente preocupada com as notas e eu, sendo o melhor aluno era constantemente assediado pelo colegas para os ajudar. A Anabela, assim se chamava a professora, sendo directora de turma resolveu organizar um dia de estudo na sua casa onde a turma toda se encontraria para estudar e ela nos tentaria ajudar. Eu como não precisava sempre que podia escapulia-me para o jardim para dar uns toques na bola e morder as pernas e o rabo da professora. Nesse dia, talvez pelo informalismo da situação eu estava particularmente atrevido fazendo algumas piadas sobre e com ela e ela sempre a entrar na brincadeira. No final da tarde, já cansados do estudo entramos numas brincadeiras e aproveitando o calor começamos a brincar com a mangueira atirando água uns aos outros.

Ficamos todos molhados e podia-se ver as maminhas da Anabela debaixo da t shirt molhada. Fiquei encantado a olhar para elas e fui surpreendido por ela que ao contrário do que eu esperava não fez nenhuma fita limitando-se a sorrir. Aos poucos o pessoal foi saindo e com a desculpa de que precisava de falar comigo por causa da associação de estudantes pediu-me para ficar. Quando ficamos só os dois e estávamos ambos molhados ela levou-me para dentro indo buscar toalhas para nos limparmos. Eu despi a tshirt ficando só de calções e para minha surpresa ela também tirou a tshirt ficando com os seios à mostra e bem de frente para mim, sem qualquer pudor. Fiquei paralisado sem saber o que pensar ou fazer e pior fiquei quando ela lentamente se aproximou beijando-me levemente nos lábios.

A medo respondi ao seu beijo que gradulamente aumentou de intensidade até as nossas línguas se enrolarem explorando as bocas sedentas de beijos. A medo levei as mãos aos seus seios desnudos arrancando-lhe um suspiro profundo ao toque da minha mão. Assim permaneci tempo sem fim, explorando e tacteando cada cm de seus seios e, quebrando o beijo, chupando-os gulosamente, qual bombom exótico nunca provado. Desejosos de mais fomo-nos empurrando para o sofá onde fiquei desnudo, expondo à vista da minha professora a dureza do meu sexo experiente de tanta masturbação e inexperiente do contacto de uma mulher. Soube, sem me perguntar que eu era novo nestas lides, e com todo o carinho acariciou o meu corpo que vibrava ao seu toque como a corda de uma viola sendo tocada por hábeis dedos. Sussurrando ao meu ouvido fazia-me relaxar, a língua brincando com os meus mamilos, as mãos acompanhando a boca, e sem pressa chegou a meu sexo que doía de excitação e ansiedade.

Depositou leve beijo na ponta da glande, com a língua e com a mão percorreu todo o comprimento fazendo-me sentir bem, dando a entender que tinha um belo sexo. Fazendo-me torcer de prazer e surpresa abriu a boca engolindo primeiro a cabeça e depois todo o membro. Para mim era demais e sem pensar explodi em vagas de prazer na sua boca, ejaculando ininterruptamente, gemendo e tremendo. Nunca durante o longo tempo que demorou o meu orgasmo largou o meu pénis. Quando finalmente sentiu que tinha terminado deixou-me escapar, sorrindo e lambendo os lábios procurou a minha boca provocando-me uma reacção de nojo, recuando, até que preso pelas costas do sofá senti a sua língua na minha boca dando-me a provar o meu cheiro e o meu sabor.

Trocou comigo deitando-se na beira do sofá e abrindo as pernas expôs o seu sexo muito rosado emoldurado por um pequeno tudo de cabelos muito bem aparado. Puxou-me para baixo aproximando a minha boca da sua xana. A medo e com nojo lá me fui aproximando, sentido pela primeira vez o cheiro do sexo feminino. Fui ensinado sobre o que fazer e como fazer. Devo ter feito bem pois ao fim de algum tempo a minha cara foi presa entre as suas pernas enquanto ela gritava atingindo o orgasmo. Mais uma surpresa para mim que sem fuga fui obrigado a beber todos os seus sucos, apreciando cada gota ao contrário do que esperava. Mantendo a posição pediu-me para a penetrar, o que fiz a medo e sem jeito.

Mais uma vez não demorei vindo-me quase de imediato, ficando envergonhado ainda dentro dela. Sem uma recriminação encorajou-me e devido à minha idade nem sequer fiquei flácido continuado de imediato a minha iniciação sexual. Agora, passada a excitação inicial comecei verdadeiramente a apreciar o momento e também a Anabela que vibrava a cada investida. Resolvida a completar a minha iniciação, fez-me penetrá-la em todas as posições e por toda a casa, aproveitando a minha inexperiência e claro a minha juventude que me faziam continuar erecto não obstante os diversos orgasmos que tive. Após umas horas de sexo estava exausto, todo suado, assim como ela que, no entanto, para acabar a minha iniciação disse faltar uma coisa e que agora era a altura para isso e colocando-se de quatro no meio da sala indicou-me que a penetrasse no ânus.

Incrédulo olhei para ela sem saber se estava a brincar ou não, mas com um movimento fez-me perceber que era a sério. Aproximei-me e comecei a tentar penetrá-la, sem jeito e com medo de a magoar, o que consegui após muitas tentativas. Mais uma vez a minha surpresa foi total. Tinha adorado todos os segundos e tudo o que tinha feito até ao momento, mas a sensação do seu ânus era completamente diferente, muito apertado, muito quente e muito suave, como veludo e rapidamente me habituei à sensação, demorando o máximo que me aguentei e sem saber como vim-me em quantidades que julguei impossíveis depois de tudo o que tinha acontecido e caí prostrado no chão, exausto mas com um ar de estúpida felicidade estampada no rosto. Olhei para a Anabela que tinha o mesmo sorriso e o mesmo ar de cansado.

Por toda a casa se notavam marcas da nossa passagem, roupas amarrotadas, bocados de esperma espalhados, cheiro a sexo. Lá fora já era noite e saí a correr pois os meus pais já deviam andar á minha procura

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:01
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