Sábado, 26 de Abril de 2008

Dia de praia quente


Esta história é semi-verídica pois têm partes que realmente aconteceram e outras que eu gostaria que tivessem acontecido. Tinha acabado de chegar a uma praia meio escondida, mas bem perto de Lisboa, onde se costuma fazer nudismo quando reparei num casal deitados nas suas toalhas debaixo de um guarda sol vermelho. Eles tinham um corta vento que lhes dava uma certa intimidade. Achei por bem deitar-me ali por perto, de maneira a que pudesse ver o casal melhor mas sem os incomodar.Ela era uma morena dos seus 40 anos com umas coxas bem largas como eu adoro e com um corpo bem torneado, os seios fartos e o púbis apenas com uma pequena faixa de pelos. Estava deitada virada para o mar e assim via-a apenas de lado, mas pude perceber alguns sorrisos dela, talvez suscitados pela minha presença. Ele estava virado de pernas bem abertas para mim, com grande à vontade e não pareceu importunado pela minha presença. Fui dar um mergulho e quando voltei fiquei espantado com a cena que via: Ela masturbava-o com a mão de costas para mim mas como ele estava virado para mim de pernas bem abertas pude ver o espectáculo ao promenor. Ele tinha um mangalho bem grande, pois eu estava a cerca de 20 metros e via-o bem. A cena provocou-me uma grande excitação e comecei a acariciar-me enquanto os observava. De vez em quando ela virava-se para trás e sorria, diziam qualquer coisa um ao outro e continuavam a acariciarem-se, eu já estava em ponto de ebulição, virado bem para eles, mostrando o meu pénis que não é um monstro mas é um bocado largo. Passado pouco tempo reprarei que ela foi buscar algo a um saco e estava agora a passar bronzeador nele. Depois de besuntar bem o mangalho, fiquei surpreso ao vê-la acariciar o anûs dele com os dedos. Começou a meter-lhe um dedo enquanto o masturbava com a outra mão, e continuava a olhar para mim ocasionalmente. Eu estava agora deitado masturbando-me furiosamente e sorrindo para ela também. De repente ela parou e chamou-me com um gesto. Fiquei curioso, levantei-me com o pau bem rijo e fui caminhando para eles. Quando chegei perto ela perguntou-me se eu estava gostar do espectáculo ao que eu respondi bem envergnhado: - Sim, estou. Na verdade ela continuava com um dedo bem enfiado no anûs dele e coma outra mão naquele mangalho que agora via bem e era enorme. Perguntei se podia sentar-me ali perto. Ao que ele respondeu: - Senta-te aí mesmo, amigo, está à vontade. A situação era estranha mas o objectivo de todos era bem claro, pura satifação sexual. Continuei a masturbar-me e perguntei se podia tocar nela, como resposta ela pegou na minha mão e levou-a às suas belas mamas. Ficamos assim algum tempo em pura tesão. Entretanto ela já chupava o mangalho dele enquanto me oferecia a sua vagina bem molhada para eu lamber. Não me fiz de rogado e mergulhei a boca naquela bela passarinha. No meio disto a tesão era total. Ela parou de mamá-lo e perguntou se eu queria provar um pouco. No estado em que estava pareceu-me bem tentar, visto que ele me oferecia a sua mulher de forma tão natural. Enquanto tentava sorver aquele mangalho descomunal senti a língua dela no meu cuzinho. Aí fui ao céu. Era demais, estar com um casal de desconhecidos no meio da praia, protegidos apenas por um quebra vento e um guarda-sol, eu a mamar um mangalho e a mulher dele a mamar o meu. Estivemos nisto algum tempo até ela me dizer ofegante: - Fode-me agora, já não aguento mais. Fiz-lhe a vontade e fodemos que nem coelhos, rapidamente ele colocou-se de joelhos com o pénis bem junto das nossas bocas e enauqnto fodiamos iamos dando umas lambidelas com a boca. Como tudo o que é bom tem de acabar, ele esporrou-se todo na boca da mulher e ela veio-se mais ou menos ao mesmo tempo, quanto a mim saquei o meu vergalho de dentro dela e esporrei-me em cima das suas tetas. Ela estava toda esporrada e molhada com os nossos liquidos. Após esta loucura conversamos um pouco e seguimos para casa. O tempo passa rápido quando se está nestas loucuras. Se gostaram da história e quiserem tentar algo do género escrevam-me à vontade para
miguel_bisex_lx@hotmail.com
Divirtam-se pois não vivemos duas vezes.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:54
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