Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Ver e mostrar no Meco


A história que se segue é verídica e aconteceu à alguns dias, realizei uma fantasia antiga de ver uma mulher masturbando-se com prazer para eu ver numa praia em público bem junto a várias pessoas, inclusive o marido.

Cheguei à praia do Meco por volta das 14:30. O calor era abrasador, a areia queimava os pés descalços enquanto eu caminhava pelo areal em direcção à zona nudista. O chapéu na cabeça ajudava a aguentar a força do sol, com o chapéu-de-sol ao ombro e a mochila às costas fui-me aproximando da zona onde as pessoas se encontravam deitadas na areia. A praia estava bem composta mas não a abarrotar, afinal, Agosto estava a terminar e era dia de semana. Vi uma loira boazona, mas já com uma certa idade sozinha, estava nua e deitada de pernas abertas em direcção ao Sol. Decidi ficar por ali um pouco a ver o que dava. enfiei o guarda-sol na areia e deitei-me um pouco observando as vistas. A loira lia um livro com um ar muito concentrado e pouco amigável, no entanto mostrava um corpo muito bem feito e um par de mamas que já deviam ter algum trabalho externo, silicone provavelmente. Fui à agua para arrefecer. Voltei e a loira continuava sem me ligar nenhuma. Resolvi mudar de local, caminhar um pouco mais para o interior da zona nudista na esperança de apanhar alguma senhora ou casal mais amigáveis. Mal sabia que isso iria mesmo acontecer.
Fui andando até chegar a um local onde estavam alguns casais e pareceu-me que de ali em diante a maior parte dos banhistas eram gays, por isso resolvi ficar por ali já com poucas de esperanças de ver qualquer coisa interessante. enfiei o chapéu-de-sol na areia e reparei que um tipo que estava por perto não gostou muito, fez uma cara de desagrado que ignorei completamente e fiquei a pensar porque tanto desagrado. Só mais tarde iria entender que o espectáculo que iria assistir provavelmente seria para ele se eu não tivesse aterrado ali.
O mar estava agitado e por isso deitei-me um pouco, logo depois um casal que estava na água retorna às suas toalhas mesmo ao meu lado esquerdo. Ela deitou-se do meu lado e por isso pude apreciar-lhe as curvas generosas que o seu corpo nu mostrava. Ele deitou-se de costas para mim com a cabeça apoiada na barriga dela. Pareciam estar muito bem dispostos rindo-se várias vezes. A certa altura era reparou que eu a estava a apreciar e olhou-me directamente nos olhos, coisa rara numa mulher perante um homem nu como eu estava. Notei a persistência dos seus olhares de fugida e reparei que o tipo do chapéu vermelho estava discretamente a bater uma mostrando-lhe o mangalho. percebi que ela o olhava sem qualquer problema e que o marido fazia o mesmo olhando um casal que estava mais à minha esquerda. Reparei que ela não se importava com o divertimento do marido e que ele também não parecia preocupado com ela. Rocei-me um pouco na areia, esfregando o mangalho na toalha, quando já estava algo entesado virei-me para cima para ela poder ver. ela olhou e pareceu-me sorrir com os olhos. A esta altura eu já lhe sorria com agrado, pela sua desinibição e naturalidade. Pouco depois, o marido perdeu a rapariga a quem mostrava o mangalho e trocou de posição. qual não foi o meu espanto quando percebo que ela arrumava a toalha e as almofadas de modo a ficar com as pernas bem viradas para mim. O marido deitou-se com os óculos escuros e parecia que olhava na minha direcção mas de forma discreta. A partir desta altura já não tirei mais os olhos da senhora. Que entretanto pôs os óculos, possivelmente para me ver melhor. Ela era de estatura baixa, forte e com um excelente par de mamas, estava bem morena e tinha o cabelo um pouco abaixo dos ombros, castanho escuro. O mais interessante era o seu sorriso e o à vontade de quem gosta de mostrar o corpo. Quando ela se deita com as pernas bem abertas na minha direcção mal pude acreditar. deitei-me de costas para a apreciar bem enquanto me roçava com prazer na toalha deixando o sol aquecer-me as costas e o rabo. a sua rata estava bem depilada tinha apenas um pequeno tudo de pelos negros mesmo em cima da conita. Era uma faixa estreita que mostrava uns lábios muito apetecíveis de lamber e chupar. Ela olhava também para mim, por isso coloquei-me de lado mostrando-lhe o meu tesão, por esta altura já estava muito bem armado. Ao ver que eu estava a gostar do espectáculo ela decidiu subir o nível e começou a tocar na cona com a mão esquerda, o espectáculo de uma mulher casada a esfregar a cona a poucos metros de mim com o marido deitado a ignorar tudo, inclusive o meu caralho bem em pé, deixou-me praticamente de boca aberta. Ela já esfregava o pequeno clítoris com muito à vontade quando, para meu desespero aparece um tipo que os conhecia e se senta na toalha ao lado dela virado para o mar. Começam todos a conversar e eu pensava que o bem-bom tinha acabado mas estava ainda completamente teso. Mostrei-lhes o meu pau como quem não quer a coisa e não notei qualquer reacção negativa, antes pelo contrário, a senhora deitou-se outra vez abriu ainda mais as pernas na minha direcção e continuou a esfregar a sua cona com um grande sorriso na cara, o seu à vontade era estupidificante, falava com o marido e com o amigo, rindo-se enquanto esfregava a cona completamente aberta na minha direcção, por vezes dava uma pequena chapada na cona e outras percebia-se que procurava esfregar o clítoris para eu ver bem. Que locura, um sonho tornado realidade, mantive-me sempre discreto mas muito interessado no espectáculo que ela me proporcionava. A certa altura o homem deve ter percebido que ela não lhe passava cartão, pois ela só tinha olhos para mim e não parava quieta abrindo as pernas, esfregando um pouco o clítoris, ou metendo-se de quatro e abrindo rapidamente o rego do cu para eu ver. Um tesão de vista. Então o tipo foi-se embora e o casal voltou à posição inicial: ele deitado com a cabeça à sombra voltada na minha direcção e ela com as coxas largas bem escancaradas na minha direcção. A esta altura o nosso olhar já se tinha cruzado várias vezes e já ambos sabíamos o que queríamos. Ela coçou um pouco o grelo enquanto eu lhe mostrava o meu pau já quase a explodir de tesão. Mostrei-lhe toda a extensão do meu pau e apertei-o bem para ela topar a largura, enfim um sonho realizado. Comecei a roçar-me ritmadamente na toalha olhando a sua cona aberta, a mulher começou a abanar uma perna exactamente ao mesmo ritmo que eu me esfregava na toalha, um tesão absurdo, quse que me vim nessa altura, mas o melhor ainda estava para vir.
Ás tantas noto que ela tinha um isqueiro azul na mão, daqueles bic grandes. Ainda pensei que ela o fosse usar para se masturbar, mas isso era demais, não seria possível. Qual quê passado pouco tempo ela já tinha inventado o jogo mais entesado que vi com um isqueiro e uma cona aberta. Primeiro passou com ele nos bicos das tetas, depois foi fazendo-o tombar lentamente girando-o com os dedos, um comprimento de cada vez em direcção da cona. Fiquei completamente sem reacção quando ela enfia o isqueiro na cona na primeira vez. Mordi o lábio de baixo e abanei a cabeça em aprovação. Ela repetiu o acto algumas vezes, mas fomos interrompidos algumas vezes por alguns gays a passar. Mas ela insistia e eu já não tinha olhos para mais nada, o marido não se mexia e se calhar até dormia, não faço ideia. Uma das vezes enfiou o isqueiro quase totalmente na cona e deixou apenas a parte de metal de fora, então tirou a mão e deixou-me apreciar a vista alguns segundos. Imaginem, um mãe de família, com as pernas bem abertas, as coxas grossas abertas, deixando ver o metal do isqueiro enfiado na sua belíssima cona. foi o momento do dia. Ela ainda repetiu o acto umas vezes, eu masturbei-me bem para ela ver como eu estava, mas a certa altura o marido começou a mexer-se ela disse-lhe algo e percebi que a festa tinha terminado. Ela levantou-se fez-me uma cara de quem diz, “enfim, ele quer ir-se embora”. Ela olhou-me umas duas vezes nos olhos e eu sorri e abanei a cabeça com agrado ela fez o mesmo e entendi que se iam mesmo embora. Vestiram-se e eu fui até perto da água, quando se estavam a ir embora ela acenou-me um adeus quando ele não reparava, eu respondi levantando a mão e eles desapareceram no areal sem eu perceber se poderia ter ido com eles ou não. Esta história é verídica e se alguma senhora gostar destas brincadeiras pode contar comigo. Se você for a senhora que me proporcionou este espectáculo diga qualquer coisa que estou-lhe a dever uma fantasia.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:19
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