Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Sou Corno e Gosto


Olá, o meu nome é Alexandre, tenho 1.83m, olhos e cabelo castanho. Estou casado há 11 anos com a Margarida que tem 1.68m olhos e cabelos castanhos.
A nossa relação é bastante boa tanto a nível pessoal como e nível sexual. Como todos os casais também temos fantasias, e depois de muito tempo consegui descobrir algumas da Margarida , entre elas há uma que eu pessoalmente gostava de pôr em prática... ela gostava de foder com outro homem comigo a assistir sem lhe poder tocar , só assistir mesmo.
Sempre foi difícil de pôr essa situação em prática porque temos 3 filhos e quem tem filhos pequenos sabe o quão difícil é de ter tempo só para nós conversarmos quanto mais para foder fora de casa.
Um dia conseguimos esse abençoado tempo porque fomos a um jantar da empresa onde sou engenheiro e os meninos ficaram em casa da minha sogra por essa noite.
Nesse dia combinamos que depois do trabalho a Margarida iria ter comigo á empresa e iríamos depois então para o jantar. Por azar nesse dia tive que sair para uma situação normal de uma avaria mas não contava que demorasse tanto tempo como demorou. Telefonei para ela diversas vezes mas nunca consegui falar, então pedi a um colega meu para que esperasse por ela e a levasse para o restaurante que eu iria lá ter depois de acabada a obra. Quando lá cheguei o jantar já tinha sido servido e a Margarida estava linda com um vestido curto preto sem costas, numa enorme cavaqueira com o Paulo, o meu colega que é um pouco mais baixo que eu e menos entroncado também. Juntei-me a eles e o resto do jantar foi passado com enorme alegria. No fim depois de todos os pratos serviram café e digestivos, onde estranhei a Margarida que bebia vários cálices de licor, coisa que era raro, muito raro ela fazer em tantos anos que nos conhecíamos .
No fim do jantar e dos discursos da praxe o Paulo sugeriu irmos a um bar em Santos, que nós aceitamos logo, há tantos anos que não tínhamos tempo para ir a um bar ou até mesmo ao cinema.
Chegados lá ao dito bar, achei aquilo um bocado estranho, porteiro, ambiente escuro, filmes eróticos numa televisão de écran panorâmico, etc. fiz sinal á Margarida ao que ela riu-se e disse: espera que isto é interessante. Bem aquilo para mim já era o álcool a falar por ela mas deixei-me ir na onda.
Passa do pouco tempo o Paulo levanta-se e faz um sinal á Margarida, e entra numa porta ao fundo da sala meia tapada por uma cortina de veludo grosso. Não demorou um minuto e a Margarida levanta-se também agarra-me na mão, puxa-me com um sorriso na cara e vamos direitos á tal porta. Entramos numa sala ainda mais na penumbra onde dava para ver um pequeno balcão a um canto uma espécie de palco talvez com meio metro de altura todo coberto de colchões com uma capa em cetim, alguns bancos baixos e toda espelhada no tecto. A Margarida larga-me a mão e vai directa ao Paulo que estava na borda de um dos colchões num canto senta-se e começa a falar com ele num ar cúmplice , aproximei-me deles e ela diz-me: Posso realizar hoje a minha fantasia? Merda desta eu não estava á espera e devo ter feito uma cara estranha porque ela disse logo de repente: Desculpa, devia ter-te dito logo o que se possou de tarde ( essa história fica para uma outra oportunidade ). Mas lá consegui articular umas palavras em surdina: Se é o que tu queres tens todo o meu apoio, e é já hoje!... Afastei-me para o lado e sentei-me num banco olhando para eles já com uma enorme tesão a crescer dentro das calças, vendo aquele quadro da minha mulher a encornar-me á minha frente com um prazer estampado no rosto.
O Paulo começou a lamber-lhe as orelhas enquanto a Margarida apalpava o margalho por cima das calças, beijaram-se apaixonadamente, ele tirou-lhe as alças do vestido e puxou devagar para baixo sem nunca largar a boca dela, ora enrolando a língua na dele ora chupando até que ela já com as mamas de fora com os bicos muito rijos e erectos o largou e encaminhou a boca dele para lhe chupar os mamilos, coisa que eu sei que ela gosta e a deixa com a cona completamente húmida e latejante pedindo que seja penetrada. Ela olhava para mim e piscava-me olho e ainda consegui ler nos lábios dela a chamar-me: Corno, cabrão, estou a ser comida e tu ai a ver.... bate uma punheta enquanto ele me come a rata...
Ele entretanto endireitou-se e ela não perdeu tempo abriu a braguilha e tirou o já mais que rijo caralhão dele para fora e começa um estrondoso broche, primeiro com a língua na cabeça rósea, depois pelo corpo abaixo até ao colhões, chupando e mordendo como só ela sabe fazer, o que deixa qualquer um que goste que lhe façam um broche louco de prazer. Quando o Paulo achou que estava quase a vir-se recuou um bocado e agarrando-lhe pelos ombros indicou-lhe o colchão, que ela subiu e de gatas com as mãos arreganhou as bordas do Cu dando uma vista maravilhosa da cona e do buraco do Cu , negro e enrugado, local de prazer que eu tanto adoro. O Paulo colocou uma camisinha no pau que estava em riste qual míssil pronto para o lançamento e aproximou-se dela com cuidado e enterrou primeiro a cabeça grossa na racha depois de uma só vez enterrou até ao colhões o que fez com que a Margarida desse um grito languido do prazer que estava a ter, não só de estar a ser fodida com um pau alheio como também de eu estar a ver e a bater uma punheta sem lhe poder tocar. Oh , caralho como eu estava cheio de tesão esfregava o meu pau com tanto vigor que quase arrancava a pele tal não era o gozo que estava a ter.
A foda estava a ser tão boa que os sucos vaginais da Margarida escorriam pelas pernas dela abaixo tal como uma cascata e teimavam em não parar, indo direitinhos ao lençol de cetim. Depois de muito bombar na pachacha, e de apalpar as mamas, tirou da gruta do prazer e pôs um bom bocado de gel no pau e apontou ao buraco negro, ai quase que saltei para a frente para impedir mas como tinha prometido não interromper, contive-me e assisti a uma foda no Cu dela que comigo ainda só uma vez tive o prazer de fazer... A Margarida gritava num misto de prazer e dor enquanto o Paulo rasgava o anel do Cu todo com dotes de masoquismo. Olhei á volta para ver o que acontecia na sala com tanto barulho e qual não é o meu espanto que quase todos os homens presentes estavam a bater uma punheta a ver aquela cena de sexo com a minha mulher.
Pouco tempo depois o Paulo esporrou-se dentro do Cu dela e ficou exausto, caindo para o lado. Aproximei-me da Margarida dei-lhe um beijo na boca que ela correspondeu e disse: Não fiquei satisfeita, quero mais . Olhei para o lado e estava um homem a fazer sinal, aproximou-se e perguntou se também podia experimentar os buracos dela, fiz um sinal de interrogação para a Margarida, mas que não deu tempo de nada, ela levantou-se , encaminhou-se para o homem baixou-lhe as calças começou a fazer outro monumental broche .
Aquilo durou até de manhã, ora um ora outro e ela aviou 7 machos até que já não podia mais com a cona quase em ferida de tanta fricção de caralhos na cona e alguns no Cu, e eu já não tinha mais esporra nos colhões de tanta vez que me vim.
Foi assim que concretizámos uma fantasia da Margarida.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:04
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