Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Zoofilia - Minha Mulher e Um Cavalo


Olá de novo. Sou o António, casado com a Teresa.
Minha mulher a Teresa confessou-me que se sentia preparada para outro "tipo" de aventuras.
Longe estava eu de imaginar o que ela pretendia dizer com "tipo". Depois daquela aventura em nossa casa ao jantar falámos sobre isso. A custo ela lá me foi dizendo do que se tratava. Sabes que costumamos fazer Downloads de filmes de zoofilia da net não sabes? perguntava ela. Eu respondi que sim e que já tinha reparado que ela se excitava imenso sobretudo com os filmes com cavalos. Pois é isso mesmo que eu queria dizer. Sei que é dificil conseguir-se isso mas adorava uma vez na vida experimentar.

Não achei muito estranho mas disse-lhe que era uma coisa mais "complicada" dados os preconceitos e tabus existentes na nossa cultura. De qualquer modo disse-lhe que ia fazer todos os possiveis para lhe fazer a vontade. Falei então com um amigo que já nos conhecia e que já tinha estado connosco. Era de absoluta confiança e muito sério nestas coisas. Ele achou a ideia excitante pois já conhecia a fogosidade da Teresa. Disse que curiosamente conhecia um amigo de infância no qual depositava enorme confiança e que esse amigo tinha uma quinta na região de Coruche. Prometeu falar com o amigo com muita discrição e sigilo. Uns dias mais tarde telefonou-me e disse que queria falar pessoalmente comigo pois isto não era assunto para tratar ao telefone. Marcamos um encontro e ele disse-me que tinha falado com o tal amigo e que ele estava disposto a satisfazer o pedido da Teresa mas que ela devia tomar algumas precauções, nomeadamente de higiene, pois que um cavalo não é a mesma coisa que um humano. Disse que ele tinha vários cavalos mas que tinha um em particular já mais velhote e muito dócil. Achei a ideia óptima e encarreguei o Filipe de tratar de tudo. Nessa noite contei o resultado à Teresa e ela ficou excitadissima. Passamos a noite depois do jantar a ver videos de zoofilia com cavalos e a ler tudo o que havia sobre isso.

Curiosamente há mais do que imaginavamos. Passados dois dias o Filipe foi a nossa casa e disse que se quisessemos o próximo fim de semana era o ideal pois o tal amigo estava sózinho na quinta e não esperava visitas. Combinamos tudo e tratamos as coisas para passar o fim de semana em Coruche. Chegamos no sábado ainda cedo, cerca das 9e30 da manhã. O amigo do Filipe era um homem já dos seus 50 anos mas muito charmoso e com uma voz que denotava educação. Depois de arrumarmos as nossas coisas o Artur, amigo do Filipe, convidou-nos para irmos dar uma volta à herdade. Era uma herdade muito bonita e bem cuidada onde nem uns lagos faltavam. A visita durou cerca de uma hora até que chegamos às cavalariças. Ele possuia 3 poldros, uma poldra e o tal cavalo, o "russo" que era enorme e parecia muito pachorrento. O Artur estava habituado às tarefas inerentes ao "chegamento" dos cavalos às éguas e foi explicando à Teresa os cuidados que ela devia ter. Quanto à higiene ele garantiu que não haveriam problemas. Ele próprio se encarregaria disso. Depois aconselhou a Teresa a começar por acariciar o animal para ir tendo a noção do tamanho e das reações e para ganhar confiança. Disse-lhe que era essencial não fazer movimentos bruscos pois podia assustar o cavalo. Ela escutava tudo com muita atenção e parecia determinada. Antes de qualquer outra coisa confessou que gostaria de começar connosco para ganhar tesão.

O Artur olhou para mim e para o Filipe e como mostrei sinal de assentimento apressou-se a despertar as calças e a tirar o membro já meio duro para fora. Nós fizemos o mesmo. A Teresa vinha de saias e colocou-se de cócoras connosco à frente dela. Começou a fazer-nos uma mamada deliciosa. Ia metendo um de cada vez na boca enquanto masturbava os outros dois. O Artur apesar da idade era um homem bem, dotado e com boa ereção. Ela ia rodando os caralhos na boca e, curiosamente ou não, o "russo" ia olhando e começou a deixar descair aquele pau monstruoso. Não quero exagerar mas seriam talvez uns 50 cm bem grossos. De solslaio a Teresa ia vendo o evoluir do animal e isso parece que lhe aumentou a tesão e o desejo. Começou a chupar com mais rapidez e mais energia. O Artur foi o primeiro a esporrar. Ia a tirar o caralho da boca da Teresa mas ela não deixou. Enterrou mais a cabeça no pau e o leite foi directinho ao estomago. O Filipe e eu que já sabiamos como ela era acabamos a bater a punheta para nos virmos na cara da Teresa. Esfregou a cara com as mãos dizendo que fazia bem à pele. Levantou a saia, tirou o fio dental que trazia e dirigiu-se ao cavalo conforme o Artur tinha ensinado. O cavalo estava tesissimo. Ela ao lado do cavalo ia passando a mão pelo caralho do bicho e rebolava as ancas. O cavlo parecia querer corresponder e dava umas estocadas em seco.

O Artur disse: toma cuidado quando é nessa altura pois ele não sabe a força que tem. De seguida os 3 vemos a Teresa baixar-se e agarrar, a muito custo, aquele cacete demasiado grosso só para uma mão. Começou a beijar e a passar a lingua no caralho do "russo" enquanto mexia no grelo dela. Voltou a segurar o pau com as duas mãos e fez uma primeira tentativa de meter o cacete na boca. À primeira não teve sucesso mas continuou. Passados momentos vimos ela meter aquele caralhão na boquinha bem aberta. O Artur disse suavemente: Teresa masturba o caralho ao vcavalo que ele gosta enquanto o mamas. Ela assim fez e o cavalo ia dando impulsos para a frente. Notava-se que estava a gostar. Não fças muitos movimentos senão o bicho vem-se rápido disse o Artur. Ouvindo isso a Teresa levanta-se e pergunta se é preciso ter ajuda para tentar meter na cona aquele monstro. O Artur disse que iria ajudar. Colocou a Teresa na melhor posição, virada de costas para o cavalo, e ele foi-se colocar agachado do outro lado. Pediu à Teresa para ela abrir o mais possivel os lábios da cona pois isso facilitava a penetração.

Ela assim fez e o Artur apontou o caralho da cavalo à cona da Teresa. Assim que entrou a cabeça ela cerrou os olhos e mordeu os lábios. Não era dor. Era prazer por ser penetrada assim pela primeira vez. O Artur ia segurando o cacete do "russo" não fosse el dar uma estocada maior e rebentar com a Teresa. O resto fazia a Teresa como já tinha visto nos filmes. Mexia-se para a frente e para trás controlando a penetração. Quisemos ver melhor e reparamos que ela conseguia meter quase até meio. A cona estava inchadissima mas ela não parava. Foi aí que o Artur a aconselhou a não deixar vir o cavalo dentro dela caso ela não tivesse tomado algumas providencias. Assim ela parou e voltou a baixar-se. Ia terminar a tarefa fazendo broche aquele monstro. Começamos a ver que os movimentos do cavalo eram mais rápidos e de vez em quando dava um relincho. O Artur disse-lhe: prepara-te que ele está quase. Não demorou um minuto. Acelerou os movimentos e vimos a Teresa a ficar meio engasgada.

O "russo" estava a esporrar-se na boca da Teresa mas ela não parava. Juro que é bem melhor que nos filmes. A esporra saía em quantidade abundante. A Teresa conseguiu engolir alguma mas o resto não conseguia. Era muita. Então era ver a blusa dela ensopada em leite quente e grosso do cavalo e a boca dela perfeitamente inundada.

Foi assim a primeira experiencia da minha Teresa. No final comentou que até tinha gostado do sabor da esporra do cavalo. Era adocicada e ela só não engoliu mais por não ser capaz. Estava iniciada na zoofilia. Outras sessões iriam acontecer.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:49
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