Sábado, 5 de Abril de 2008

Feliz Aniversario


O telemóvel deu sinal que havia chegado uma mensagem. Dizia: telefona-me. Ana. Ana é uma amiga de há vinte cinco anos, Conhecemo-nos era eu um adolescente e ela uma mulher de 24 anos. Foi ela que me tirou os "três". Desde essa altura até agora nunca mais perdemos o contacto quer de amizade quer de amantes. Hoje, Ana tem 49 anos e uma figura capaz de fazer inveja a muita jovenzinha. Fisionomicamente é muito parecida com a Demi Moore.
Telefonei-lhe para saber o que se passava. Disse-me que tinha um casal de amigos que queriam uma brincadeira especial para comemorar o seu aniversário de casamento. Ele pretendia alguém que possuisse a mulher à frente dele. Concordei e marcámos um encontro num café próximo da casa da Ana para nos conhecermos. Depois das apresentações ( eles chamavam-se Artur e Gabriela) e troca de algumas palavras de circunstância, dirigi-me ao WC, conforme combinado, para a Ana perguntar-lhes se eu lhes tinha agradado e se queriam avançar, - entretanto já tinha dado o minha concordância através de um toque por debaixo da mesa. Fiz um tempinho e quando regressei já estavam prontos para sair e a Ana acenou-me, com a cabeça, afirmativamente e piscou o olho.
Chegámos a casa, Ana pediu-nos os casacos e pela primeira vez pude ver o corpo da Gabriela sem o sobretudo - estamos em Dezembro. Deve ter cerca de 170cm, elegante, a sua saia ligeiramente por cima do joelho mas rachada lateralmente deixava ver umas pernas muito bem delineadas e com conta peso e medida. O lenço que trazia ao pescoço ocultava um peito 40/42, que mas tarde veio a revelar-se rijinho e no sítio apesar da idade - devia andar pelos 50/52. Artur era homem para 178 cm, ligeiramente grisalho, nem gordo nem magro e muito simpático.
Pedi licença, desculpando-me que ia ajudar a preparar as bebidas e perguntei à Ana, como é que era se podia começar quando me apetece-se ou se era ele que tinha de dar o "tiro de partida"? Ana disse-me que estava tudo nas minhas mãos e que ela encarregava-se dele. E pediu-me para ser dominador com ela e mesmo com ele.
Chegamos à sala, um com os copos e a garrafa e o outro com o balde do gelo e os guardanapos.
Não querendo estar a perder tempo, dirigi-me aos dois directamente e disse que teria muito gosto em conviver com eles e se tinham alguma limitação que quisessem mencionar, pois a partir daquele momento estariam na minhas mãos. Avisei-os que não exerceria violência física sobre eles. Olharam-se e Artur disse-me com um sorriso nos lábios que se entregavam nas nossas mãos, pois já tinham estados muitas vezes com a Ana e tinham boas referências de mim.
Sentei-me ao lado da Gabriela e a Ana foi sentar-se no braço do sofá onde estava o Artur fazendo -lhe uma carícia no cabelo. Passei o meu braço por cima do ombro da Gabriela e o olhar dele fixou-se em nós. Aproximei-a de mim e como se fosse beijar-lhe o ouvido, perguntei-lhe se as meias eram colants ou de ligas. Respondeu-me que eram colants. Pedi-lhe que discretamente fosse ao WC e tirasse os colants e as cuecas. Os seus olhos azuis olharam os meus como concordando e levantando-se dirigiu-se à WC.
Dirigi-me à Ana e provoquei-a no sentido do o espicaçar também: Então estamos só como espectadores? Seria melhor se fizessem qualquer coisa para aquecer! Ana, riu-se e colocando a sua mão na região púbica do Artur, disse aqui parece estar tudo em brasa. Artur sorriu, meio embaraçado. Gabriela havia voltado, a minha visão com meias foi confirmada com aquelas belíssimas pernas de tez morena. Sentou-se, de novo , ao meu lado. Voltei a colocar mão em torno dos seus ombros e aproximando-a de mim disse: Artur desculpa, mas não vou resistir à tentação de beijar a tua mulher. Os meus lábios procuraram os dela, primeiro num contacto leve e fugidio, a que se seguiu um outro mais prolongado e até que lhe penetrei a boca com a minha língua que ela aceitou, sugando-a, lambendo-a e oferecendo-me a dela. Pelo cantinho do olho pude aperceber-me que o marido não tirava os olhos de nós e mostrava-se impávido à mão da Ana que já lhe tinha aberto as calças e começava a esfregar, interiormente, o pénis.
Comecei a minha acção de mandão; então Artur, seu menino malandro, está ver a sua mulherzinha deliciada! Está a gostar do espectáculo? Com a cabeça anuiu afirmativamente. Ordenei-lhe, vamos lá a pôr-se de pé e descascar-se todo, para ver o que temos aí. Agora somos nós que queremos ver, não é minha querida, dirigia-me a Gabriela que concordou. E tu também Ana, despe-te. Rapidamente ficaram como Deus os trouxe ao mundo. Artur era possuidor de uma bela ferramenta, talvez com uns 20 cm embora fosse para o fino, não deveria ter mais de 3 cm de diâmetro, que apresentava um bom estado de erecção.
Olha o malandrão, está de pau feito e ainda não viu nada! Mandei-os colocar de joelhos a dois passos do nosso sofá e disse-lhes que só iam ver não podiam mexer em nós nem neles. Despi-me e dirigi-me todo nú à Ana e pegando no meu pénis que já estavam semi-erecto disse-lhe para abrir a boca que lhe ia enfiar todo até à garganta. Aproximei o meu caralho da boca da Ana que se preparava para o receber, mas não a penetrei e o olhar de Artur mostrou alguma decepção. Dirigindo-me para Gabriela, disse-lhe, para ti, minha querida, as honras de casa. Abre essa boca para receberes o tolinhas, coloquei-me lateralmente para que ambos pudessem ver a sua boca abrir-se para engolir o meu pénis que apesar de não ser muito grande 15 cm é bastante grosso 5,5 cm. O caralho do marido era um autentico barómetro da excitação que vivia. A sua boca exercia movimentos cadenciados de vai-vém e a sua língua varria-me o corpo do pénis. Tirei-lho da boca e fui colocar-me defronte do marido, mostrando-o disse-lhe vez ainda está molhadinho da boca de tua mulher. O seu olhar estava fixo no meu pénis, ainda hesitei em oferecer-lhe mas não quis deitar tudo a perder pois estava com enorme vontade de lhe papar a mulher.
Gabriela - disse - senta-te. Sentou-se. Abre as pernas. Abriu as pernas deixando-me ver pela primeira vez a sua ratinha, que se apresentava toda barbeada e evidenciava alguma humidade nos lábios. Dirigi-me à Ana e ordenei-lhe despe a tua amiga. Ana cumpriu rapidamente a ordem com a cumplicidade e ajuda da Gabriela. Abre bem as pernas, Gabriela, quero te ver bem aberta. Sentando-se, levantou as pernas agarrando-as pelos tornozelos e formando com estas um V. Artur vem cá, vê lá este espectáculo de ratinha que eu vou comer e tu vais ver. Mas antes vais lambe-la para eu depois a papar. Coloquei-o com a face entre as coxas da mulher e a sua língua começou a trabalhar em movimentos circulares. Ana tinha se colocado por detrás dele e começara a lamber-lhe os tomates, o rabo e o caralho. Gabriela começava a mostrar sinais de excitação, à medida que o marido lhe lambia a cona e eu lhe apalpava e mordiscava as mamas.
Achei que havia chegado a altura para sairmos dos sofás e passarmos para uma cama, Ana pegou na mão de Artur e levou-o para o quarto. Eu fiquei ainda um pouco com a Gabriela na sala trocando beijos e acariciando os nosso sexos e a fazer-lhe algumas propostas para de seguida implementarmos. A todas disse que sim.
Peguei-lhe na mão, quando chegámos ao quarto Artur e Ana estavam envolvidos no valente 69, mas quando não é o meu espanto Ana à medida que chupa o grande margalho do amigo enfiava-lhe um dedo indicador no cú. Deitei-me na cama e ordenei à Gabriela que me chupasse que pouco depois estava sentada em cima de mim, com a sua rata molhadíssima preenchida pelo meu caralho. Gabriela pediu ao marido e à Ana quem lhe lambessem o cú. Estes cumpridores aprestaram-se a satisfazer o seu desejo. Enquanto ela me cavalgava de forma enérgica, eles lambiam-na. Eu, antevendo a proximidade da ejaculação, retirei o meu pénis do interior da sua cona e avisei que era melhor parar, para as coisas durarem mais um pouco. Ana e o amigo continuavam o seu trabalho em Gabriela que esta deitada sobre mim e me beijava de forma terna. Subitamente senti o meu caralho ser engolido por uma boca, era Ana que o sugava de forma gulosa. Gabriela havia saído de cima de mim e beijava o marido, agarrou-lhe a mão e encaminhou-a para os meus tomates. O primeiro contacto foi, para o Artur, como se tivesse apanhado um choque, tocou e afastou a mão. Para mim não era nada de novo, já havia comido vários homens amigos da Ana. Para quebrar o gelo e estimulá-lo peguei-lhe no caralho e masturbei-o um pouco. Gabriela insistia com ele, aos poucos foi-me apercebendo que era uma fantasia que pretendia realizar. Perante as insistência começou a mexer-me com mais vigor repetindo o que lhe havia feito à instantes. Agora, ambos, estávamos agarrados aos caralhos do outros batendo uma valente punheta um ao outro. Elas observavam trocando carícias e beijos entre si. Apercebendo-me que Artur estava a ficar muito excitado, ordenei à Ana que se colocasse de quatro e sugeri ao meu parceiro que lhe comesse o cú. Ana não se fez rogada pois era o seu prato preferido. Eu próprio apontei o marsápio ao buraco anal da minha amiga que se abriu de forma experiente para engolir aqueles 20 cm de carne em rolo. Olhei para Gabriela e disse-lhe não te estejas a rir que vais levar a mesma dose.. Artur como com receio do acto na mulher avisou que ela nunca tinha feito, tranquilizei-os que não a magoaria. Dirigi-me á casa de banho e trouxe um frasco de óleo de bébé, esfreguei n meu caralho e no rabo da Gabriela. Disse-lhe para levantar o rabo e baixar o tronco, encostei o meu caralho ao seu buraquinho apertado e pressionei levemente, solto um gemido, pressionei mais um pouco, a minha glande havia desaparecido dentro daquele buraquinho ao mesmo tempo que soltava mais um gemido. Perguntei-lhe se queria parar. Respondeu que não, que lhe enfiasse tudo mas com carinho. Assim o fiz, o seu corpo tremeu todo e ficou todo arrepiado. Os meus movimentos aumentavam a cadência. Artur havia parado a movimentação para assistir ao desfloramento anal da mulher e confessou que era a primeira vez que ia ao cú a alguém, apesar de já conhecerem Ana há muitos anos nunca lhe tinham sugerido tal. Sentido que estava quase a vir-me, tirei o pénis do cú da Gabriela e ordenei-lhe que se colocasse de joelhos e olhasse para mim.. Masturbando-me ejaculei abundantemente na boca e rosto de Gabriela. Artur olhando para a mulher proferiu " valente puta estás toda esporrada". Gabriela esfregando a cara com as mãos respondeu ao marido: "ainda não viste nada meu cabrão". Pegou no meu caralho ainda erecto e segredou-me ao ouvido que queria que comesse o cú do marido. Este continuava a bombar no traseiro de Ana que gemia de prazer e contentamento. Gabriela apontou o meu membro ao cú do marido e disse-lhe: " agora vais sentir o que eu senti". Tentei levemente a penetração para ver a reacção dele. E como aceitando, parou de matraquear a peida da minha amiga enquanto eu lhe enfiava o meu caralho pelo anus adentro, comecei a vibrar movimentos de penetração primeiro lentamente e depois mais rápidos. Artur continuava com o caralho na peida da Ana mas deixara de se mover e pedia para eu continuar. Satisfiz-lhe a vontade e após algum tempo enchi-lhe os intestinos de leitinho, enquanto Gabriela me beijava e ainda pude saborear os restos da minha anterior esporradela.. Artur tremia e gritava de gozo. Quase em simultâneo vinha-se no traseiro de Ana que só pedia mais. Cansado, sugeri um iontervalo e um banho para retemperamos energias e depois um jantar, para continuarmos a dar aso às nossas fantasias. O nosso encontro começou no café às 17 h e separamo-nos em casa da Ana às 04h30m, após mais um conjunto de novas experiências para os meus novos amigos, mas que para mim nada eram de novo pois Ana é pródiga em arranjar estes "caldinhos".
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:25
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