Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Uma Noite nas Urgências


Sentado no sofá de tons verdes apalpou o bolso à procura do maço de cigarros. Um gesto repetido infinitamente nessa noite que os tinha esquecido ... não se lembrava onde.
Por detrás de uma porta de vidro martelado distinguiu dois vultos graciosos que cochichavam e riam com gestos rápidos do corpo.
Continuava a sentir uma impressão dolorosa nas costelas do lado esquerdo.
Respirava em movimentos pausados e breves para não sentir o agravamento da dor.
Entretinha-se, num jogo paciente, a contar as lâmpadas da sala, com a finalidade de diluir o tempo de espera. Tudo estava anormalmente calmo nas Urgências do Hospital.
Finalmente, uma jovem sorridente e elegante, de bata imaculadamente branca, com um decote pronunciado que fazia adivinhar um apetecível peito, pronunciou, com a voz bem timbrada, o seu nome Senhor Elísio Rocha.
O jovem doente estranhou o tratamento de senhor e levantou-se mecanicamente, sentido uma ligeira pontada, distraído do seu passatempo
Sou eu disse com voz empastada.
Entre para o gabinete do seu lado esquerdo ... tire o casaco e sente-se ... A senhora doutora não demora.
A cadeira era menos confortável do que o sofá. Olhou com curiosidade para os aparelhos médicos que repousavam em cima da secretária e tentava identificá-los pelos nomes técnicos. Esqueceu-se de despir o casaco.
Boa noite ...
cumprimentou a médica ao entrar apressada.
O jovem deparou com uma mulher de meia idade, talvez de trinta e muitos anos, quem sabe quarenta. Sentou-se à sua frente irradiando uma hiper-actividade. Era magra e não teria mais de um metro e sessenta e cinco.
Em fracções de segundo reparou nas suas mãos que eram muito brancas e pequenas com as unhas bem tratadas. Sempre se tinha sentido atraído pelas mãos femininas. Do bolso da sua bata espreitava a escala de um termómetro.
Então ...
e olhou para os papeis que estavam na sua secretária
senhor Elísio
Encarando-o novamente
que se passa para vir às urgências.
O jovem relatou, com uma voz em que transbordava a timidez, o pontapé de que
tinha sido vítima na zona das costelas
levei um pontapé aqui ...
com o dedo indicador tocava ao de leve no seu lado esquerdo e exprimia dor com trejeitos do seu rosto
Dói-me sempre que toco ... e quando faço uma inspiração mais profunda.
A médica levantou-se em silêncio e retirou com os dedos ágeis o estetoscópio da caixa.
E quando respira normalmente também sente dor?
Não ... por exemplo agora não me dói.
Dispa o casaco e levante a camisa ... vou auscultá-lo.
Em movimentos lentos o rapaz cumpriu a ordem enquanto a médica ajustava o estetoscópio.
Respire fundo e de forma continuada.
Tacteava o corpo jovem, enquanto repetia as indicações sobre a forma de respirar.
Não deve estar partido ... deverá ser uma lesão muscular. ... Não saia daqui. Já volto!
Enquanto estava sentado Elísio voltou a ouvir cochichos imperceptíveis e risos declarados. Parecia mais aliviado com o diagnóstico médico.
Passaram mais vinte minutos e entretanto voltou a procurar nos bolsos o maço de tabaco, mesmo que o tivesse consigo ali não poderia fumar. Percorreu interminavelmente com os olhos o pequeno gabinete. Uma secretária moderna, uma marquesa, um cabide e uma cadeira formavam a parca mobília do minúsculo
escritório.
De repente ouviu que a porta nas suas costas se abria e por ela entravam a médica e a enfermeira.
A primeira disse-lhe
A senhora enfermeira vai aplicar-lhe uma injecção de um anti-inflamatório ... não tem medo de agulhas pois não?
E com este último comentário, médica e enfermeira soltaram uma ligeira gargalhada.
O rapaz balbuciou qualquer coisa, que ninguém percebeu, enquanto a enfermeira depunha as seringas plásticas em cima da secretária.
Dirigindo-se ao jovem
Pode baixar as calças e deitar-se na marquesa ... a injecção é aplicada nas nádegas.
Com as mãos tremelicantes desapertou o cinto, o botão das calças e baixou o fecho. Puxou ligeiramente as cuecas.
Baixe as cuecas mais um bocadinho e deite-se na marquesa.
repetiu a enfermeira com a seringa na mão direita.
Baixou as cuecas um pouco mais e deitou-se de barriga para baixo na marquesa.
Vai ser só uma pica
disse sorrindo e piscando o olho com a médica, também ela sorridente.
Está a doer
Não ... nada
Está a ver ... A senhora enfermeira tem umas mãos de fada.
A médica fez à enfermeira um sinal com a palma da mão ao que a enfermeira aplicou uma sonora palmada no traseiro do doente.
E esta ... doeu
... Nada
Respondeu surpreendido Elísio. A enfermeira com movimentos bruscos despojou-o das calças e cuecas.
Agora não se mexa sem a minha autorização
Disse a médica com um tom agressivo.
Vamos castigá-lo por nos ter vindo importunar sem qualquer motivo urgente.
Nisto, abriu a gaveta da secretária de onde retirou uma palmatória de madeira, semelhante a uma raquete de ping-pong, só que com o cabo mais cumprido, e entregou-a à sempre sorridente enfermeira.
Levante os joelhos ... ofereça o seu traseiro às palmatoadas da senhora enfermeira.
A jovem enfermeira não esperou mais tempo. Levantou o braço e fez cair a palmatória com estrondo nas nádegas do rapaz, que gritou assustado.
Enquanto a enfermeira repetia este movimento, de forma pausada mas cada vez com mais violência, a médica dizia-lhe.
Não se atreva a mexer ... está a ser castigado. ... Faz o favor de não gritar senão terei de lhe colocar uma mordaça.
As pancadas choviam copiosamente no seu traseiro, cada vez mais vermelho, Elísio mordia os lábios e respirava de forma ofegante.
Dou-lhe mais dez?
Perguntou a enfermeira.
Aplica-lhe mais vinte.
As palmatoadas pareciam queimar-lhe as nádegas. A dor era insuportável.
O olhar frio da médica revelava o gosto sádico de assistir ao cumprimento do castigo.
Terminada a aplicação das vinte prometidas palmatoadas a médica, com o termómetro seguro na sua mão direita diz ameaçadoramente
Vou verificar se tem temperatura. Descontraia o ânus senão pode ser doloroso.
E imediatamente impulsionou o referido objecto pelo recto de Elísio. Repetiu
um vai e vem langoroso enquanto a enfermeira despia a sua bata sem retirar
os olhos do movimento do termómetro.
Necessito de um orgasmo ... vire-se de barriga para cima para que a
senhora enfermeira o possa excitar.
Elísio, estonteado pelo tratamento aplicado, repara na nudez da enfermeira.
Uma mulher jovem, alta e magra. O peito rijo testemunha o seu cuidado em
manter uma boa forma física. As mãos eram largas mas finas com os dedos
muito compridos.
O seu pénis foi manipulado pelas mãos experientes da enfermeira. A médica,
apenas com a bata vestida, sentou-se em cima da sua cara
Vai fazer-me um belo minete ... não vai ... quero que essa língua trabalhe
bem ... isso ... foda-me com a língua ... vai mais fundo ... isso ... isso
... não pare ... continue ... mais fundo ... ahhhh ahhhhhhh!
Elísio sentiu escorrer pelos lábios os fluidos da doutora. O sabor agridoce
fixou-se na sua língua enquanto a enfermeira lambia com sofreguidão o seu
potente pénis. Cuspia-lhe com afinco na glande que parecia explodir.
Senhora enfermeira vamos trocar de posições ... este jovem tem uma língua
de veludo, vai ver.
A médica enfia de forma violenta o pénis na sua vagina e inicia uma louca cavalgada, fixando as mãos nas pernas do jovem e fechando os olhos deixou
cair para trás a cabeça. A enfermeira esfregava o clitóris já húmido na língua cansada de Elísio. Passados alguns minutos
Bom é bom ... estou quase vir-me ... ah ahhhhh ahhhhhhhhh
Senhora doutora não deixe que ele se venha ... também o quero
experimentar.
Médica e enfermeira voltam a trocar de posições. Agora Elísio sugava com a sua língua a vagina molhada da doutora enquanto a enfermeira se encavava com golpes profundos no pénis de Elísio.
Que rica piça ... também me vou vir ... não posso mais ... ah ahhhhhhh.
Satisfeitas, as duas mulheres inclinam-se para a frente e beijam-se longa e ternamente sem abandonarem as suas posições.
Num gesto de profundo simbolismo a médica ordena a Elísio que lhe beije o ânus, enquanto ela chupa as mamas rígidas da enfermeira.
Mete a língua mais fundo ... isso ... gosta de cú não é. A senhora enfermeira também tem um belo ânus para lamber.
De joelhos
Ordena a médica enquanto a enfermeira oferece o traseiro ao nível da cara de Elísio. Agarrando-lhe nos cabelos a médica esfrega o nariz e boca de Elísio
no ânus da enfermeira.
Chupe-lhe o cú que a senhora enfermeira gosta.
Elísio, empurrado pela médica, que o continuava a incitar, enterrava a língua no ânus da enfermeira.
Agora a médica, vestindo rapidamente a bata, sentava-se na cadeira junto à secretária e, alisando a bata com as mãos diligentes, ordenava a Elísio que se dobrasse sobre os seus joelhos.
Aplicou-lhe com força algumas dezenas de palmadas no rabo ainda vermelho enquanto lhe dizia rindo e fazendo rir a enfermeira
É este o tratamento que aplico a meninos mal comportados e irreverentes.
Por alguns instantes no minúsculo gabinete só se ouvia o som das palmadas no traseiro de Elísio ... trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás,
trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás ...
Levante-se ... agora de joelhos agradeça o tratamento que lhe apliquei
Sim senhora ...
Respondeu Elísio recebendo de seguida uma estrondosa bofetada no rosto que o deixou estonteado
Senhora doutora ... parece que ainda não aprendeu ... sente-se no colo da senhora enfermeira. São necessárias mais algumas palmadas para ser mais educado.
O sorriso da enfermeira foi enorme. Elísio cabisbaixo dirigiu-se para o seu colo reparando com terror que a enfermeira descalçava um enorme chinelo com
sola de pneu.
Assim que se sentou no seu colo as chineladas começaram a cair no desprotegido traseiro
Sempre gostei de castigar meninos marotos ... principalmente quando têm um rabinho tão jeitoso voltaram a ecoar os risos e depois novamente o som das chineladas ecoou isolado ... trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás,
trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás ...
Está bom. Parece-me mais dócil. Agradeça de joelhos à senhora enfermeira os cuidados que tem consigo.
De joelhos Elísio beijou, verdadeiramente agradecido, as mãos do seu carrasco.
Era tanta a dor no seu traseiro que já não sentia a dor nas costelas que ali o tinha levado.
Médica e enfermeira afastaram-se sorridentes e satisfeitas, novamente com cochichos imperceptíveis enquanto Elísio, de joelhos, procurava novamente o ausente maço de cigarros nos bolsos do seu casaco.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:17
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