Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Minha esposa numa festa


Minha esposa na festa da cidade de praia...
Meu nome é Marcos e minha esposa é a Patricia.
Temos ambos 34 anos e ela é uma morena linda
com uma bunda de fechar o comércio.
Haviamos planejado aquele final de semana para
exibi-la na praia.
Comprei biquinis bem ousados, alguns minusculos,
outros transparentes quando molhados.
Comprei uma mini-saia de colegial e
alguns tops que quase nao seguravam
os peitos grandes que ela tem.

No primeiro dia da praia, ela colocou um biquini branquinho que ficava bem transparente. Foi a agua e quando saiu me convidou para dar uma volta por aquela praia. Praia de surfistas, deixei ela ir na frente para poder ver a reação da machaiada. Ela recebia várias cantadas. Colocava a maior parte das mulheres na praia no chinelo.

Ao final da praia, um grupo de rapazes meio que a cercou e eu cheguei junto. Mesmo assim eles não perderam a oportunidade, e convidaram a nós dois para uma rave que iria ocorrer naquela noite em uma praia afastada da cidade.

Pegamos os convites e voltamos para o chalé alugado onde trepamos como coelhinhos lembrando as cantadas da praia. Quando acordamos decidimos que iriamos naquela festa. Comecei a separar a roupa para ela usar. Não tive muito trabalho. Estava muito quente e separei a mini-saia, um topzinho que deixava a barriguinha dela bem a vista e uma calcinha minuscula para nao marcar.

Como já não somos desta geração, chegamos na festa as 23:00 e ela ainda estava vazia. Aproveitamos para beber pois até a 1 da manha bebida era livre.

Depois da 1 começou a encher a festa. Uma garotada bonita, moças lindas e rapazes idem. A musica começou a bombar e eu que não sou muito de dançar ficava só por perto da Paty e as vezes a deixava só para trazer mais bebidas.

Em uma destas vezes, quando voltei ela tinha sido rodeada por um grupo de rapazes bonitos. Ela dançava sensualmente no meio da rodinha. Olhei para ela que me deu uma piscadela e eu fiquei a observar.

Após algum tempo os rapazes começaram a ficar mais ousados e eles mesmo traziam bebida para minha Paty que começava a dançar cada vez mais sensualmente. Vira e mexe dois dos rapazes chegavam mais perto para colocar ela no meio dos dois. Percebi algumas passadas de mào mais ousadas em sua barriga e logo a seguir subindo e descendo pela lateral do corpo.

Nesta hora ela sai da rodinha em direção ao banheiro. Vou atras dela que entra no banheiro. Deppois de alguns minutos ela sai, sinto a mão dela entrando pelo bolso de minha bermuda e cochicha em meu ouvido: "Ou voce me leva embora daqui agora ou não me responsabilizo mais pelo que vai acontecer".

Senti o hálito de alcool e o cheiro de suor misturado. Sua mao massageava meu pau em meu bolso. Digo para ela: "Quero ficar mais um pouco...estou adorando ver seu show de dança"

Com isto ela tira a mao de meu bolso, e vai em direção a pista de dança, da uma olhadinha para tras e me manda um beijo no ar. Ponho minha mao no bolso e descubro que ela havia tirado a calcinha no banheiro e enfiado ela no meu bolso.

A garotada fez festa para ela quando voltou e começaram a leva-la para um canto mais escuro onde de longe acompanhava que a dança estava quase se transformando em uma esfregação total. Uma hora percebi a mao dela passando na frente da bermuda de um dos rapazes, um mulato forte, alto.

Logo a seguir ele pega ela pela mão e começa a puxa-la em direção ao estacionamento. Eu me posiciono entre eles e a porta e quando ela passa por mim ela me manda outro beijo, desta vez com a cara mais safada que eu já tinha visto.

Sigo os dois mas mantenho uma certa distância para ele não perceber. O mulato e ela começam a se beijar. A mão dele passeia pelo corpo inteiro dela. Quando sobe pela perna dela percebe que ela está sem calcinha.

Ele fica com as maos entre as pernas dela provavelmente com os dedos em seu grelinho e bucetinha. Vira ela de costas e coloca uma mao por baixo da saia dela naquela bucetinha e a outra começa a subir o topzinho deixando os peitos dela expostos e sendo massageados por aquela mao grande.

De longe começo a ouvir os gemidos de prazer de minha mulher na mao daquele mulato. Percebi que aquele ponto seria decisivo em nossas vidas. Que nossas fantasias poderiam todas se tornar realidade.

Ela se vira ajoelha na frente daquele mulato e abaixa a bermuda dele liberando um mastro preto e duro que bate em seu rosto. Ela bota aquele pau grosso na boca e começa a chupar como se fosse a ultima coisa que fosse fazer na vida.

Depois de um tempo ele a levanta, cochicham algo um no ouvido do outro e percebo que ela ficou desapontada. Ele sobe a bermuda e sai em direção à festa. Ele passa por mim sem perceber e eu corro na diração dela que me diz: "quero um pau agora".

Eu viro ela de costas abaixo ela sobre o capo do carro em que estava encostada, abaixo minha bermuda, levanto a saia dela e entro de uma vez na bocetinha encharcada de minha esposa. Começo a meter com força, faço-a gritar de tesao. Depois de alguns minutos nao aguento e encho aquela bocetinha de porra.

Quando olho para o lado o mulato estava atrás de nós novamente punhetando aquele pau enorme com uma mao e segurando uma camisinha com outra. Ele me puxa para o lado, coloca a camisinha, vira a minha esposa de frente coloca-a sentada no capo do carro. Sem falar nada enterra aquela vara negra em minha Patizinha. Aos poucos vai entrando cada vez mais. QUando as bolas dele encostam naquela bundinha percebo que ela esta gozando novamente.

Ele da um tempo para ela se acostumar com tudo aquilo dentro da bocetinha e depois começa o vai e vem cada vez mais forte, tirando e enterrando aquele pau grosso naquela bocetinha que nunca mais seria a mesma. Ela começa a gozar ininterruptamente, gemendo, xingando puxando ele para dentro dela.

Ele começa a enterrar mais rapida e profundamente se aproximando do gozo. Em um movimento rápido tira aquela vara de dentro dela, arranca a camisinha e puxa o rosto dela para aquela vara.

As primeiras esguichadas vao em seu rosto e cabelo, enquanto ela procura com a boca aquele pau negro. Ele goza na boca, ela engole o que consegue e deixa escorrer pelo corpo uma quantidade enorme de porra. Eu que estava me punhetando olhando tudo acontecer gozo também em cima do rosto dela.

Depois de gozar ele limpa o pau no top levantado, me dá um tapinha nas costas e sai sorrindo.

Ajudo minha esposa a se recompor, nao ha muito o que fazer. Ajusto a saia dela subo o top por cima da porra que estava escorrendo no peito dela. O cabelo dela cheio de porra deixa-a com um ar de vadia. O sorriso em seu rosto confirma. Para chegar a nosso carro, que estava no estacionamento do outro lado, tivemos de passar pelo salao. Ela ouviu muitos assobios e alguns rapagoes mais ousados ainda deram uma passada de mao na minha esposa.

Antes de entrar no carro beijei-a longamente.
O sabor era diferente. E para sempre o foi.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:52
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