Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Erotismo Na Praia


Olá!

Há já algum tempo que estava para aqui vir deixar duas experiências que tive. No início estive um pouco relutante mas, pelo que já li aqui neste Blog, as pessoas são sérias e merecem o benefício da dúvida. Pelo menos têm-se cingido ao assunto.
Há umas semanas entrei em contacto com um casal aqui do “burgo” para uns encontros softswing, já que a ideia me andava a matutar há algum tempo e me deixava deveras excitada.
Depois de vários e-mails, lá cheguei a acordo com um local para a minha experiência.
Foi numa praia da zona de Setúbal. O local foi bem escolhido, pois, embora, estivessem algumas pessoas, não havia enchente e podia-se estar à vontade.
Perto do local, reconheci-os porque me haviam deixado alguns sinais particulares. Nesse caso não foi difícil. Eu, embora tivesse dito que ia acompanhada, porque eles insistiram com só alinhavam com casais, apareci sozinha com os sinais particulares que tinha deixado para me identificarem.
Como eles já estavam na praia, coloquei-me de maneira em que eu visse e fosse vista. E instalei-me.
Verifiquei que ficaram um pouco confusos de inicio e sem saberem o que fazerem comigo. Vi logo, que teria de tomar a iniciativa.
Depois de as coisas acalmarem, deitei-me de modo em que as minhas partes íntimas ficavam viradas para eles. Assim fiquei um pouco, até que reparei que a parte masculina foi até perto da água. Nessa altura, comecei a bronzear-me mais um pouco e de maneira sensual. A senhora reparou em mim e, continuou a olhar-me furtivamente de vez em quando. Eu, por outro lado, começava a excitar-me seriamente. A situação estava a tornar-se deveras surpreendente e agradável. Não sendo eu bi, e do outro lado também não, como soube anteriormente, estava a surpreender-me pela positiva.
Parei! Daí a pouco, o companheiro da minha amiga, chegou junto dela. Apercebi-me que ela lhe disse alguma coisa e, ao que ele, olhou na minha direcção.
Daí a pouco, ele estava sentado sobre as pernas delas a massajar-lhe as costas com bronzeador (pensei eu). Ele ia-lhe acariciando as costas e nádegas. De vez e quando, passava-lhe as mãos pelas partes intimas. Não passou muito tempo e vi que ele ajeitava o seu pénis e o encaixava entre as nádegas.
Eu, de pernas abertas, ia-me acariciando. Já estava em brasa e a minha gatinha estava toda suculenta. Estava, pela primeira vez a ter a minha experiência soft e estava maravilhada. A minha fantasia estava a realizar-se.
Eles também deviam estar a gostar. Ele continuava sentado e a balançar-se. Não sei se estavam a consumar o acto ou se estavam a roçar-se. Seja como for, estavam a partilhar esse momento comigo. Seja como for eu vim-me e saboreei esse momento como nunca.
Do outro lado ainda durou mais um pouco até que ele ficou debruçado sobre ela, beijando-a. Nessa altura é que desejei que o meu companheiro também tivesse ido.
Depois desse encontro, marcámos um outro numa praia ao sul do distrito de Setúbal. Não vou dizer qual é para que não vire moda e perca o interesse.
Dessa vez já levei o meu companheiro.
O casal já lá estava. São pontuais pois chegámos mais ao menos à hora combinada.
Essa praia ainda é mais deserta e, no local aonde ficámos só lá estavam eles e outro casal.
Eles tinham um pára-vento, pelo que tivemos de ficar do lado exposto. Eles devem ter pensado nisso, pois, aonde estavam, permitiam que fossem vistos quem estava desse lado. Ficámos um pouco recuados para termos uma visão diagonal. Montámos o nosso toldo e assentámos arraial. Tínhamos um pano grande que nos permitia rebolar à vontade.
Eles não esperaram muito. Como já tinham ganho confiança, passaram logo ás carícias.
Enquanto o meu companheiro de bronzeava e acariciava, via-os a fazer o mesmo. Ela estava a masturbá-lo e ele estava passivo. Para meu espanto, talvez pela espontaneidade e entrega, ela começou a fazer-lhe o felacio. Toda eu tremi por aquela visão. O meu companheiro sentindo-o, pediu-me para eu lhe fazer o mesmo. Eu anui sem pestanejar. Como gostei de o fazer e mostrar para os nossos amigos.
Daí a pouco, do outro lado, era ele que, nos meios das pernas delas, lhe fazia o cuninlingus. E a gente ia repetindo com eles.
No meio disto tudo, havia o outro casal que também estavam a fazer carícias um ao outro. Eles estavam um pouco longe mas dava para perceber o que estavam a fazer. Eles não viam os nossos amigos directos por causa do pára-vento.
Bem, eu e o meu companheiro estávamos excitadíssimos. Eu deitei-me de lado e ele encostou-se a mim por detrás e introduziu o seu brinquedo na minha ratinha mais do que húmida. Foi um delírio. Nunca me tinha vindo tão depressa e com tanta intensidade.
Deixámo-nos ficar assim, enquanto os nossos amigos continuavam com a brincadeira.
Agora, ele estava deitado de costas e ela, de cócoras (porque eu não me lembrei disso?), estava com ele todo enterrado. Via-se que se ia balançando e estava a impor o ritmo. Ela ia olhando para o nosso lado com movimentos ligeiros de cabeça. Nós estávamos encostados um ao outro e, nessa altura, já o meu companheiro me masturbava. E assim continuamos.
Do outro lado, ela deu-se por vencida! Endireitou-se para logo de seguida se debruçar sobre ele. E assim ficaram.
Quanto a nós, eu vim-me novamente.
Nós fomos depois até à água e eles também. Não nos cruzámos e voltámos para os nossos lugares.
Ainda tentamos mais tarde mas não aconteceu nada. Entretanto tinha chegado mais um casal e, depois, um daqueles mirones irritantes que estragou o resto do dia.
E assim foram os meus primeiros encontros voyeuristas/exibicionista. Adorei e o meu companheiro também e esperamos repetir novamente.
Quando as pessoas são honestas e sérias e sabem o que querem as fantasias sexuais podem-se tornar realidade. Nós, as mulheres, não podemos deixar-nos levar por tabus ancestrais. Já é altura de passar sobre eles e, também, sonhar e saborear com a nossa sexualidade.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:42
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