Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

O Pai Da Minha Amiga


Conheci a Rosa no liceu, quando tinha 17 anos, ficamos logo muito amigas. Juntas descobrimos muito e a certo ponto éramos inseparáveis. Um dia ela convidou-me para dormir em casa dela, depois de uma ida à discoteca. Falei com os meus pais e ficou tudo Ok. Depois de uma noite muito divertida, chegámos a casa às 5 da manhã, em silêncio para não acordar o pai dela. Íamos pelo corredor quando de repente senti um corpo quente esbarrar comigo - Quem é? - respondeu uma voz; acendi a luz e vi um homem moreno de olhos castanhos que apenas vestia uns boxers, senti um calor invadir-me e as quequinhas a ficar molhadas, quando a Rosa disse, Bárbara este é o meu pai; ela deu-lhe um beijo de boa noite e eu impulsivamente fiz o mesmo. Fiquei louca ao tocar-lhe, nem conseguia dormir a pensar naquele corpo de homem e o vulto nos boxers.De manhã já tinha passado, mas decidi que naquele dia não vestiria quequinhas, ia brincar um pouco. A Rosa foi comprar o pão e eu fiquei pela sala a ver televisão. Quando o pai dela apareceu cumprimentei-o cordialmente - a festa ia começar! Tinha um vestido azul bem curtinho, de modo que me levantei e comecei a procurar uma revista, de costas para ele; baixei-me o suficiente para que me pudesse apreciar o rabo e a ratinha. Quando me ia levantar reparei que estava sentado no sofa e que se acariciava por cima das calças. Sorri. Levantei um pouco o vestido e comecei também eu a acariciar a minha ratinha. Chamou-me com um sinal, a que acedi de imediato. Deitou-me no sofá e começou a lamber-me a ratinha. Eu gemia baixinho, a mãe da Rosa ainda dormia e a minha amiga podia chegar a qualquer momento. De repente vi o membro dele sair das calças, duro e pronto para me penetrar. O prazer que senti foi maravilhoso, nem sei bem quantas vezes me vim. Aquele homem sabia o que fazer. Estávamos a ter mais um orgasmo quando a chave entra na porta, levantámo-nos descontraidamente e aguardamos que a Rosa entrasse - Bárbara, ainda bem que fizeste companhia ao papá, vamos tomar o pequeno almoço - Sorri e levantei-me para a seguir, ela virou costas para se dirigir à cozinha e ele ainda me levantou o vestido e deu-me a última lambidela na ratinha.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:58
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