Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

Meu Macho me Chama De Maezinha


Devido a um acidente, meu marido ficou paraplégico. Ele era vinte anos mais velho que eu e estávamos casados há catorze anos. O acidente aconteceu dois anos atrás e tinha esperança de que ele voltasse a andar. Assim, continuamente ele tinha um fisioterapeuta e recentemente nós contratamos um jovem atlético para ajudar com os exercícios aquáticos. Meu enteado, Ivan, a quem eu considerava como meu próprio filho, foi fruto do primeiro casamento de Ivo, meu marido e estava com casamento marcado para dentro de um mês. Daniel, o jovem atlético, nos foi recomendado por nossa nora Valéria, que estudava na mesma universidade que ele. Eu nunca imaginaria que eles fossem amantes também! Certo dia flagrei, sem que eles me vissem, os dois se beijando dentro da lavanderia, enquanto meu filho conversava com o pai, sentado a beira da piscina! Imediatamente quis saber quem era aquele salafrário que estava desvirtuando minha nora, pois, definitivamente ela só poderia estar sendo forçada aos desmandos dele! Mas, nova surpresa. Vally, ainda abraçada a Daniel, enfia as duas mãos em cada lado da sunga dele e a abaixa com um sorriso cínico e sensual nos lábios.

Vi que Daniel balançava a cabeça negativamente e tenta soerguer a sunga. Mas, em vão, seu descomunal pênis balança no ar e as mãos de minha nora tomam conta dele! Pra culminar, Vally se ajoelhou na frente de Daniel e rapidamente engoliu com a boca toda a bela coluna genital! Um calor intenso tomou conta de mim que chegou a me faltar ar. Eu não sabia o que fazer. Sair aos berros denunciando os dois? Livrando assim de meu filho continuar sendo corno? Ou esperar quando estivesse a sós com ele e lhe contar tudo? Só não gostaria que Ivo ficasse sabendo daquela porcalhada que acontecia em nossas dependências! Fui até o quartinho que designamos pra Daniel se trocar e vasculhei suas coisas, encontrando um álbum de fotos. Lá estava toda a prova de que Vally e Daniel eram amantes, ou melhor, eles faziam sexo com diversos parceiros! - Meu deus! Minha nora é uma rampeira safada! Desqualificada! Vou ficar com estas fotos! Já na minha suíte vendo as fotos, eu notei que a maioria era da nora com Daniel e outra exuberante mulher de cabelos escuros e muito clara de pele. Era uma das mulheres mais belas que eu já tinha visto. E ela era tão ou mais safada que Vally! Numa das fotografias ela segurava um penis apontado pro seu rosto, enquanto ria para a câmera. Ela estava sentada encima da virilha de alguém e outro mais estava com as coxas encostada nas belas nádegas dela. Via-se claramente que os dois tarugos lhe enchiam os orifícios.

Foi esta a primeira vez que vi um ato de sodomia que eu não julgava possível! Não sei se foi a imagem da bela mulher em estado de graça em êxtase ao ser tomada por três pirocas simultaneamente, somando por eu não estar sendo tocada por meu marido por quase três anos, que eu me senti tremendamente excitada e fui procurar alivio no meu consolo que eu escondia numa das gavetas da cômoda. Eu estava tão doida de excitamento que me imaginava no lugar da Vally e da bela mulher. Naquele momento eu julgava que isso seria o segredo mais bem guardado do mundo. Mesmo que depois eu tivesse que expulsar Vally do nosso convívio. Mas agora eu queria experimentar qual a sensação de ter o anus penetrado e deixar uma tora deslizar por ele! E foi exatamente isso que fiz com meu consolo. Eu própria, aos trinta e quatro anos, deflorei meu cusinho! Não senti todo o prazer que esperava, mas daí em diante eu pensava que seria mais um modo de eu me masturbar, sem ter que cair naquela depravação que eu via nas fotos! Quando desci pra piscina, encontrando todos lá, esperei que Daniel passasse perto de mim e lhe pedi que me ajudasse em preparar um refresco para todos. Já dentro da copa, rispidamente contei a Daniel o que tinha visto entre ele e Valéria e exigi que discretamente eles fossem embora e que nunca mais aparecessem na frente de Ivan. Daniel me surpreendeu com sua gabolice juvenil e numa atitude delinqüente disse que tinha me fotografado quando me masturbava com o consolo enfiado em meu anus, pois meu marido minutos antes, tinha lhe pedido que apanhasse a câmera para tirar fotos daquele dia. A partir daí não me lembro direito o que aconteceu. Mas sei que fui sodomizada pela primeira vez, na copa de nossa casa, a poucos metros de meu marido, meu filho e minha nora por um delinqüente juvenil. Sei que subi as escadas correndo e me preparava para tomar um banho na tentativa de me livrar do esperma que teimava em escorrer do meu cusinho e por entre minhas coxas. Eu me culpava por ter sido tão displicente e ao mesmo tempo por ver que tudo que eu tinha planejado, foi por água abaixo! Agora, aquele fedelho desavergonhado iria fazer de mim gato e sapato! Meu cusinho estava um pouco ardido e eu enfiei um dedo para melhor limpá-lo. Ao toque, parece que uma descarga de eletricidade erótica cobriu meu corpo. Sem pensar, levei minha mão até minha xotinha e iniciei um dedilhamento frenético. Eu sentia que precisava de algo mais. Um só dedo dentro de meu cusinho não era suficiente. Eu precisava da sensação do dilatamento do anus e o conseqüente estofamento do canal retal! Foi neste momento que o delinqüente apareceu a minha frente. Não me perguntem o porque de tais coincidências, mas o certo é que o menino era audaz e sabia se aproveitar das situações.

Para meu enlevo, parecia que ele tinha se tomado de amores por mim, porque a carinha de tezão e ternura que ele fazia quando me encarava e olhava meu corpo, deixaria qualquer mulher envaidecida pro resto da vida. Acho que foi devido a isso tudo que escondi todos meus valores morais e o amor pela minha família, bem no fundo da minha mente e literalmente cai de boca na estupenda rola do meu dominador juvenil. Pela primeira vez na vida suguei esperma de um homem e pela segunda vez, em menos de meia-hora fui divinamente sodomizada! Eu não acreditava que tinha pedido pra ser sodomizada novamente e que estava concordando com tudo com que ele me propunha de perversidade. De repente me dei conta que pouco faltava pra que eu me tornasse tão depravada como a madura mulher das fotos! Envergonhada, mas em pleno estado de êxtase, eu me perguntava como e por que cheguei aquele nível de depravação e submetida a um jovem que poderia ser meu filho!? “Será que eu sempre fui assim...puta? Sim, uma puta! Será que meus pais já sabiam que se eu não fosse domada desde cedo, eu seria a mais depravada das mulheres logo, logo? Foi por isso que qualquer menção a sexualidade me foi reprimida? Eles sabiam que eu era assim? Gostar de ser puta, de dar a bunda? De chupar pau?!” Eu gozei e gozei, chorava e ria ao mesmo tempo. O belo delinqüente fazia seu colosso sexual deslizar num frenético vai e vem pelo meu cusinho até gozar novamente e eu ter a esperada sensação de seu esperma escorrer como lava fervente por entre minhas coxas! Eu permanecia de quatro, mas quase como uma posição fetal, enquanto Daniel saía de dentro de mim e procurava normalizar sua respiração. De repente escutamos um grito e depois vários impropérios. Daniel colocou sua sunga e zarpou da suíte. Eu ainda estava um pouco molenga pra pensar em sair correndo. Portanto fui acabar de me lavar e me vestir. Dez minutos depois, Daniel bateu na porta e ele entrou com meu marido na cadeira de rodas. Ivo tinha uma expressão de tristeza e ao mesmo tempo envergonhada no rosto. - Daniel, nos dê licença, por favor. Mas, não vá embora ainda, está bem? Lea, veja o que me aconteceu! Meu marido retirou a toalha que lhe cobria o colo e vi estupefata que seu penis estava arroxeado de tanta rigidez! - Eu estava dentro da piscina com a Vally e o Ivan e nem vi quando isso aconteceu. Sei que a Vally deu um pulo quando “isto” encostou nela e aí o Ivan se tornou possesso e começou a me xingar, dizendo que eu era um pervertido que não lhe respeitava a noiva, etc. etc. Eu mereço isso, Lea? Ele nem me deu tempo de explicar que eu não sinto nada!

Como um filho pode dizer umas coisas dessas para um pai? E logo a mim! Lágrimas escorreram pelas faces do meu adorado marido, que um dia fora tão atlético quanto Ivan ou Daniel. Eu me ajoelhei ao lado da cadeira de rodas e encostei sua cabeça em meu busto. Suas lágrimas caíram em cima dele e a agradável quentura escorreu pro meio do vale, alcançando um dos mamilos. Deus do céu! Tudo me excitava agora! Daniel tinha aberto as portas da minha luxuria! Sem que Ivo esperasse, eu levantei seu rosto e lhe beijei apaixonadamente. Ao mesmo tempo minha mão alcançou seu penis mediano em comparação ao de Daniel, mas igualmente endurecido. Senti que a parte viva de meu marido estremeceu. Um fulgor tomou conta de meu rosto e eu fiquei felicíssima por essa melhora que lhe devolvia a virilidade! Ivo também ficou radiante e respondeu ao meu beijo como se fosse alguns anos atrás e me disse. - Querida...minha querida! Vamos trepar! -Aaah, meu amor, meu amor! Como estou feliz! Feliz! Eu estava nua por debaixo do robe. Então era só levantar-me e sentar encima do meu objeto de desejo e de orgulho pra ele. Mas estava quase fazendo isso quando um pensamento libidinoso passou por minha mente. Afastei as inertes pernas de meu marido e me ajoelhei entre elas. Com os olhos arregalados, meu marido massagear sua recente virilidade entre meus fartos seios e depois engoli todo seu penis de uma vez só até meu queixo encostar-se a seu saco! No inicio havia um leve sabor de cloro, mas depois era puro gosto de piroca sedenta por uma bocetinha. “Ou cusinho?”

– Eu já pensava nas coisas que aprendi com Daniel e que poderia fazer com meu maridinho!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 03:06
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