Terça-feira, 20 de Maio de 2008

A MULHER A DIAS


«Na minha adolescência ia trabalhar a casa uma mulher a dias; chamávamos-lhe a “Besoura”; talvez por falar muito; deveria ter uns 40 anos; era para o cheio e com umas grandes mamas.

Um dia fui até ao quintal onde ela estava a dar comida às galinhas. Ficámos um pouco à conversa; no galinheiro, enquanto as galinhas iam comendo o milho, o galo resolveu dar uma galadela.

Voltei para a cozinha; passado algum tempo apareceu ela. Conversa para aqui, conversa para ali e diz-me: “o menino gostava de fazer como o galo?!”; “se tivesse uma galinha” respondi-lhe. De imediato, por cima das calças, começou a mexer-me no caralho; fiquei um pouco indeciso em deixar, mas soube-me bem. Vendo a correspondência, da minha parte, meteu a mão dentro das calças e tirou-o já bem teso. Ao mesmo tempo pôs-me a mexer-lhe nas grandes mamas. É claro que eu estava cheio de tesão ( como ainda hoje fico sempre que me lembro deste episódio ). Pôs-me cuspo na ponta do caralho e bateu-me uma punheta; vim-me de imediato; lambeu-me o caralho, “para limpar”.

Pediu-me para lhe meter a mão debaixo das saias e mexer-lhe nas cuecas; à medida que a minha mão ia descendo, as pernas dela iam-se abrindo; bem no meio das pernas tinha as cuecas todas molhadas.

Deitou-se em cima da mesa da cozinha de barriga para cima, dobrou as pernas, empurrou-me a cabeça para debaixo das saias e disse-me para lhe morder as cuecas; era mesmo bom aquele cheiro e sabor; a seguir mandou-me pô-las para o lado e lamber-lhe a cona; foi a cona mais peluda que me lembro de ter visto; com as mãos abriu-a bem, mostrando-me o seu interior rosado e molhado; então foi-me dizendo como devia fazer para lhe dar prazer; disse para lhe pôr saliva; de seguida fui-lhe passando com a língua de baixo para cima, chupei-a, mordisquei-a, passei-lhe com a língua no clitóris; ela estava a ficar muito excitada; mandou-me molhar-lhe o cú com saliva e meter-lhe um dedo bem fundo enquanto lhe enfiava a língua o mais fundo que podia na cona; voltei a chupar o clitóris e rapidamente atingiu o orgasmo; foi a minha primeira vez e soube tão bem. Foi um belo baptismo.

Com ela outras aconteceram; umas parecidas, outras com novas variações mas essas ficarão para contar noutra vez.»
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:44
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