Sábado, 24 de Maio de 2008

Surpresa no hipermercado


Esta história é rigorosamente veridica.
Faz cerca de 1 semana fui, após o jantar, fazer umas compras urgentes de poucas coisas num hipermercado perto de casa. Sendo fim da noite e dia de semana havia pouquíssimo movimento.
Assim que acabei de adquirir o que queria, dirigi-me a das caixas abertas na qual estava, à minha frente, um Sr. indiano. Tinha cerca de 50 anos, cerca de 170cm, uma certa barriguinha e muito boa aparência. Este Sr. encontrava-se a pagar um dos novos coletes obrigatórios para o trânsito, mas em amena conversa com a menina da caixa sobre se seria realmente aquele o colete homologado ou se seria um modelo que, depois, não era reconhecido.
Quando cheguei à caixa, pousei o meu cesto no chão bastante encostato aos pés do gajo e levantei-me. Confesso que fui percorrendo o corpo do gajo com os olhos à medida que me ia levantando e, portanto, se calhar, a culpa de toda esta cena foi minha; mas também acho que fui suficientemente discreto para ninguém perceber (nem ele). Quando, finalmente, estou em pé o homem desata a falar comigo com 1 ar de grande amabilidade. Ainda na caixa perguntou se já tinha colete, que era importante comprar, se queria que ele fosse à prateleira buscar 1, que tinha perguntado numa bomba de gasolina e que o preço era bem mais caro, ... bom e por aí a fora. Para culminar tudo acabou por ir à prateleira buscar-me um colete enquanto a menina me fazia a minha conta. Achei aquilo inacreditável. Quando veio eu paguei e lá sai dali com ele na conversa.
Nunca me tinha acontecido nada assim por isso não acreditei na ocasião que se tratasse de um engate, mas coloquei essa hipótese...
Como eu ia carregado o Sr. ofereceu-se para me ajudar e, pelo caminho, lá me ia fazendo elogios à simpatia. Num dado momento do caminho era suposto separarmo-nos de mim, já que os carros estavam para locais diferentes. O homem, perante a situação, ofereceu-se para me acompanhar ao carro e ajudar co os sacos e,em contrapartida, eu dar-lhe-ia boleia depois até ao carro dele. Assim foi... Dessa vez é que pensei: é engate!! O gajo quer levar-me para a cama. O jogo estava a agradar-me (até porque para mim era a 1ª vez) e foi concordando para ver onde ia parar.
Já dentro do meu carro, o Sr. não parava de me elogiar o carro... de dizer que era uma "granda" máquina, essas conversas para fazer conversa... Rapidamente chegámos ao carro dele e, aí, ele elogia-me a simpatia e convida-me para tomar 1 café. Saímos e eu fui atrás do carro dele.
O gajo pediu 1 carioca de limão e eu fiz-lhe companhia.
Convidei-o, depois, e porque estava aver o gajo sem imaginação para ir dar uma volta no meu carro do qual ele tinha gostado tanto. Lá fomos. O gajo recebe então 1 chamada. Indeciso de havia de antender, lá atende. Começa a falar ao telefone em indiano (apesar de me ter dito que estava há 20 anos em Portugal) com alguém. Percebi que não queria que eu entendesse a conversa...Depois de desligar disse-me, no entanto, que, brevemente, teria de ir para casa. A mulher dele tinha chegado do emprego... Parei o carro e ficámos lá dentro à conversa. Disse-me a profissão, fizemos mais alguma conversa. De repente o gajo volta-se para mim e diz-me:
- Sei que o amigo tem alguma coisa para me dizer.
- Eu? Não, nada para lhe dizer. Por mim está tudo dito. Aliás conhecendo-o tão mal, estava com dificuldade em arranjar mais conversa.
- Mas eu percebi deste que comecei a falar consigo que há aí qualquer coisa para dizer - diz o gajo
- Porque é que acha isso? O amigo tem algo para me dizer a mim? - Digo eu
- Desculpe ... você é que parece que me quer dizer alguma coisa.
Eu nessa altura comecei a ficar fodido e a perder a paciência, mas lá me controlei. Pensei: este gajo sabe que desde o inicío que se criou 1 clima, mas agora não tem coragem de falar. Pensei ainda não tendo essa coragem era porque não era 1 tipo "batido" neste tipo de situações.... Percebi então que tinha que tomar a iniciativa!
- OK. Eu posso dizer que um acho 1 gajo atraente, sexy, bonzudo desde que o vi no hipermercado! - digo sem hesitação.
- Eu acho o mesmo.- acrescenta o gajo
- Só isso? Então já podemos ir embora. Disse-lhe eu. - Não me quer dizer mais nada?
Foi nessa altura que o gajo perdeu a coragem e disse:
- Gostava de estar consigo, mas ainda gostava mais que fodesse comigo e com a minha mulher....
E passa-me a mão pela perna, perguntando:
- Importa-se?
- Não, disse eu (já a imaginar a cena de estar a comer a mulher dele com ele).
- E se eu fosse mais atrevido?
E dizendo isto, sobe com a sua mão grossa e enorme até à minha picha, já meia mole, meia dura!
- Aposto que não tem coragem para fazer o mesmo!
Este gajo 'tá a pedi-las, pensei...E coloco-lhe a mão no caralho por cima das calças (mais por uma questão de curiosidade que por outra razão qualquer), mas tiro logo. Percebo que o gajo tá cheo de tesão e que o caralho dele era - quase de certeza - um caralhão.
- Você tem um corpo que põe qualquer pessoa a "bater mal", diz-me o gajo. E a sua cara não lhe fica atrás...Neste momento, se fizesse o que me apetece, dava-lhe 1 beijo na boca.
Nessa altura concei a ficar assustado. Imaginei o gajo se ia esquecer que estavamos dentro de um carro, mas na rua e que, ás tantas, ainda ia tentar beijar-me; coisa que não ia dar autorização! Em vez disso, pergunta:
- Não gostava de sentir esta granda pichota? Se quiser pode ser sua...
Agarra por dentro das calças e mostra o tamanho da sarda! Era brutal ...comprida e grossa. Olhei para ela, olhei-lhe nos olhos. Pensei: este cabrão pensa que só ele é que tem a verga grande? Continuando nos olhos dele, exibo orgulhosamente o meu mangalho por dentro das calças, como que a dizer: se eu levar com esse, tu tens que levar com este!
- Eu acho que se vê melhor por fora das calças, não acha?
Dizendo isto agarra-me nas mãos põe-me no fecho bem como quem quer dizer "abre" e, ele próprio, vem abrir o meu. 1º ele e pouco depois eu estávamos com as mãos cheias com o caralho um do outro.
- Foda-se! Você tam algum defeito? Isto é que é um caralho! - diz o indiano
- Olhe que você não se fica atrás... isto é que é um cacete! E era, de facto! Cerca de 24 cm, grossão, praticamente preto (indiano) e com 1 cabeça des-co-mu-nal como nunca imaginei que fosse possível. Na verdade estava a achar o caralho do gajo uma delicia, mas não lhe queria dar a isso de bandeja...
O gajo foi mais sincero e disse:
- Este caralho só é pena não ser meu e da minha mulher...com 2 caralhos na cona ou no cu de 24 cm cada 1, acho que a gaja subia ao céu. Eu não gosto particularmente de picha, mas acho que neste caso, vou abrir 1 excepção. - diz o gajo!
- Temos que combinar 1 dia destes. - respondo com o chouriço preto ainda na mão...
Entretanto o gajo outro telefonema. Tira-me a mão do vergalho e atende. Era a gaja.
- Tenho que me ir embora, diz ele; mas vamos trocar de tlm. Combinamos já encontro na proxima semana. Eu este fm de semana tenho 1 casamento daqueles indianos que demoram 3 dias e, a seguir ao casamento vou falar com a minha mulher e ligo para combinar-mos e "granda" foda a 3.
- Que idade tem a sua mulher?
- 47.
Os meus olhos brilharam porque adoro gajas mais velhas.
- Gostas, não é?
Acho que a minha cara não deixou margem para dúvida...
- E o que e que fazemos a este tesão? - pergunta
- Aqui não podemos fazer nada! Estamos na rua, foda-se.
- E se fossemos para outro local? - diz o gajo louco de tesão ...
- Mas tens que ir embora!
- Só 15 minutos. Disse à minha mulher que ia só dar 1 salto à livraria...
Afastamos o jeep para uma zona muito escondida e, já com as pichas murchas parámos o carro. Olho-lhe para a vara... o que me impressionava neste caralho dele não era o enorme tamanho e grossura. Era a cabeça. Mesmo murcha era enorme.
- Mal sabe a minha mulher onde estou, desabafo com ele!
- Também és casado meu cabraozão? E não dizias nada ...! Quando é que fodemos a tua puta? Outra coisa boa era trocarmos de gaja! Tu fodias a minha e eu a tua, enquanto nos beijavamos na boca. Adorava experimentar swinging...
- Sim, acho que podemos pensar nisso tudo! Só falta convencer a minha mulher... isso é que é o pior!
- Achas? A minha também me disse sempre que não e que a nossa religião não o permitia, etc. Mas agora não me fala noutra coisa. Ela aliás sempre quis, nunca o admitiu. As gajas são todas iguais. Só tens que ir dando tesão à tua com a ideia até ela se descair...
- Prometo que vou tentar. Não há nada que me apetecesse mais.
Estivemos uns minutos a imaginar o que faríamos a 3 e a 4. Fiquei doido de tesão e decidido a convencer a minha mulher.
- Para já começamos a 3 e vais convencendo a tua puta.
- Isso. Assim tenho algum tempo! - disse convencido.
Chagamos os bancos para trás. Ficamos com MUITO espaço adiante de nós. o gajo pega-me na mão e lava-a ao mangalho teso. Enfia a mão por baixo dos meus colhões e prende-os na mão enorme. Com isto, fico com 24x6 cm de rolo de carne seguro e imóvel....Dobra-se e abocanha sem cerimónias. Começa a chupar e a cuspir-me. Mama durante cerca de 1 minuto. Metade do meu caralho gordo desaparece na boca dele.
- Mama meu cabrão. Chafurda nesse caralho...
- Foda-se, granda picha!! Nunca tinha mamado o caralho de 1 homem. Só tinha dado a mamar, mas 1 vez a um primo há já uns anos. Anda cá agora tu oh paneleiro do caralho.
- Fica para a próxima. Quando estivermos a 3...
- Foda-se! Qual é a tua? Fode já a picha do monhé com essa boca linda.
Dizendo isto agarra-me na cabeça e empurra-me para o caralho.
- Mama meu "granda" cabrão. Se não gostas, pensa que tás a fazer 1 minete à minha mulher que adora que lhe lambam a conaça. Vá, caralho. Chupa!
Abro a boca e o caralho do gajo que estava a empurrar os meus labios entra-me pala boca adentro e enche-me a boca toda. O gajo começa-me a foder a boca antes que eu o comece a mamar e vai-me empurrando a cabeça com força contra o instrumento que baba tanto que parece 1 fonte.
- Toma cabrão. Foda-se a tua boca parece 1 cona.
- Então vai-me à cona, porco do caralho!
E o gajo enterra-me o caralho na boca e fode sem sequer me deixar mamar.
Mal sinto o gajo tirar a mão da minha cabeça levanto-me.
- Foda-se, já chega!
- Cabrão... queria-me esporrar. Deixa-me encostar a picha ao teu cuzinho. Só encostar....
- Foda-se! Nem pensar. Tás parvo o quê? - Disse-lhe!
- Não tens confiança em mim? Eu tenho em ti! Dizendo isto, tira as calças e os sapatos e senta-se em cima de mim, que estava ainda sentado no meu banco.
Agarra no meu caralho e encosta-o ao cu. Escusado será dizer que fiquei logo a mil à hora ...
- Tás a ver? Eu nem sequer ligo a caralho e sentei-me em cma do teu. Se quiseres podes-me papar a peida!
O gajo ia dizendo isto e roçando-se na minha pintelheira pra me por louco.
Já louco de tesão, abro o porta-luvas e saco de 1 preservativo. Enfio-o a correr no caralho e abro-lhe bem o cu. O indiano senta-se em cima da minha arma. Empurro com força contra o buraco do cu dele. Não entra. O gajo enche-me a picha e o o caralho de cuspo e eu contribuo.
- Agora entra! Vá, parte-me a bilha cabrão. Tira-me os 3 do cu, pá.
- Juras que es virgem de cu? - pergunto cheio de tesão.
- Acredita que sim! Nunca levei nem nunca me interesei por levar, mas só para me deixares ir-te ao cu, faço tudo!
O buraco do cu vai cedendo à minha cabeçona e ao meu caralho e o gajo vai fugindo porque lhe está a doer. Queixa-se. Rebento de tesão, mas vou com calma. Quase que lhe rasgo o buraco do cu de tanto afastar as bordas. O rabo dele vai engolindo a pouco e pouco e vamos parando para ele se habituar à tora de carne dentro dele...
- Uuuuui! Acho que tenho a peida a transbordar de caralho. Foda-se que sorte eu tive em encontrar 1 macho que gosta de cona e de cu! Que granda monstro de caralho!
- Ai que bom! Adoro comer cu! Tá todo enterrado ... Tá a doer?
- Não, mas não mexas para já ....
Ficamos um bocado imoveis. O gajo tenta habituar o cu ao meu mastro. É nesse momento que me espeta a lingua no fundo da boca e me começa a chupar os lábios e a língua. Eu retribuo. Não nos mexemos.
Começo então a bombar-lhe a peidola indiana.
- Aaaaaaai cabrão. Estás-me a ir ao cu!
- Sim meu cabrão. E tu estás a adorar. Cavalga nessa pichota tesa!
- Faz-me paneleiro. Põe os cornos à minha mulher...
- Ponho os cornos à tua puta e vou te pôr os cornos a ti quando lhe comer a cona preta...
- Isso! Vamos-lhe comer a cona os 2. Agora martela-me bem essa peida.
- Vou-te rasgar o cu todo. Toma! Toma nesse rabo guloso meu cabrão.
Começo a bater-lhe uma punheta enquanto lhe papo o buraco do cu. O gajo cavalga em cima do meu caralho. De vez enquanto paramos para nos beijarmos.
- Estou-me quase a vir ... digo-lhe
- Deixa-me me ter agora em ti cabrão. Vá lá... - pede!
Pára então de me foder o caralho com o cu. Largo-lhe as bordas que me caem em cima das calças. Eu, ainda vestido, só com a pichota e os colhões de fora fico pensativo por segundos. O gajo enterrado em cima do meu caralho olha para mim...
- Tira aí outro preservativo pá...podes-me ir ao cu!
O gajo solta o cu, abre o porta-luvas e tira mais outro preservativo... Cobre o caralho... Eu olho arrependido por ter aceitado...
- E se aparece alguém?
- Quando me estavas a comer, não estavas preocupado com isso. Tou fodido contigo... diz o gajo!
Perante estes argumentos não soube o que responder. Passei para o lado dele e sentei-me no banco.
O gajo tira-me as calças até aos pés. Põe-me as pernas para cima para ter acesso ao meu rabo e para o lado para ter acesso completo à minha cara.
- Não me queres tirar as calças cabrão?
- Não, eu como-te assim!- diz
Começa então a forçar a entrada pelo meu cu virgem adentro.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai foda-se! Tira já. Não aguento.
- Calma amor! Se eu consegui, tu também consegues...
- Foda-se mas o teu cu é mais largo e o teu caralho e mais cabeçudo que o meu... não dá, desculpa!
O gajo não desiste e continua a tentar com muita calma e cuidado! Afasta-me tanto as bordas da peida que quase me esgaça o buraco.
- ENTROU! A cabeça já lá está...
- Aaaaaaaaaaaai caralho! Que dor!
- Não faças força para fora cabrão! Aceita o meu vergalho nessa peida!Aguenta com ele! Aguenta, caralho! Vai valer a pena...
Tento relaxar o buraco do cu para aceitar aquele caralho de cavalo dentro de mim... O gajo começa a tentar meter o resto!
- Vá querida! Aguenta-te com ele. Aguenta...toma nessa peida. Consola-te!
Á medida que vai falando, vai-me enterrando. Quando dou conta:
- Tás todo encavado. Ía, foda-se!!! Que peida fenomenal. Engoliu-me a pichota toda! Olha que a minha mulher nunca conseguiu enfia-lo todo...
Sem sequer tirar 1 cm o gajo vai fazendo movimentos de anca para ajustar a picha gorda à minha peida cheia...
- Tás à vontade? Já estás relaxado? Então toma!
E começa a bombar devagar. Pouco depois aumenta o ritmo.
- Dá-me no cu... vai-me a esse cu. Come-me o buraco meu cabrão. Fodilhão do caralho. Tou a adorar sentir o que a tua puta vai sentir quando eu a enrabar.
Como estou com as pernas juntas e encostadas para o lado, decide tirar a pixota do cu.
- Foda-se. Agora já n consegues enterrar de novo.
Sem responder tira-me os sapatos e as calças e afasta-me as pernas. Tem agora completo acesso ao meu cu e à minha cara...
- Agarra-me nesse mangalho e espeta-te nele paneleiro.
Eu agaro na picha do indiano e oriento-a para o meu cu. Encosto-a e ele enterra-se de uma só vez. É nessa altra que o gajo começa a martelar com toda a força. Era uma coisa brutal!!
- Toma com o caralho do indiano meu paneleiro. Come com ele na peida cabrão. É isso que tu gostas...
- Vai-me à peida. Parte-me esse cu todo com essa sarda fodilhona.
- Foda-se! Sabes mesmo levar na peida! Engoles este pichão todo! Que tesão vê-lo desaparecer dentro de ti.
Começa a bater-me à punheta e a cuspir-me para a cara enquanto se afunda no meu cu.
- Ai que enrabadela. Come-me bem comido. Desvirgina-me esse buraco. Não pares de me papar. Cobre-me como se eu fosse 1 égua.
- Ai cadela do caralho. Mal sabe a puta da tua mulher o paneleiro que tu és... Toma picha no cu. Toma picha. Toma cabrão...
- Fode, enterra, espeta, come! Vai-me a esse cu! REBENTA-ME. Alarga-me esse buraco.
- Aaaaaaaaaaaaaaaai não aguento mais. Vou-me vir...
Tira o caralho do meu cu e enfia-me na boca.
- Espera. Tenho uma ideia melhor.
Saltamos para o banco de trás e, de lado, com as pichotas na boca um do outro desatamos a foder. pouco tempo depois estavamos com as bocas cheinhas de esporra...
Vestimo-nos e em pouco tempo estavamos em casa. Neste momento aguardo ansiosamente o telefonema dele para combinarmos o trio com a mulher dele.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:38
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