Sábado, 26 de Abril de 2008

Uma Aventura



Relato de uma aventura

A sede de luxúria que em certos momentos existe em nós e que inexplicavelmente negamos, mas que identificamos com uma clarividência alheia à nossa própria consciência, porque o sentimos com pureza.
Como um chamamento do que mais puro e genuíno brota de nós, chamamento esse que por vezes teimamos em ignorar, porque não o entendemos, porque nos escapa o verdadeiro sentido que tem, e nem sempre tem de ter um sentido, sensações transcendentes.
Sentimentos ambíguos de fronteiras impostas por uma sociedade hipócrita que estabelece padrões de comportamento, ditos normais, e que se esconde em criticas mordazes. Todos aqueles que não experimentam e simplesmente criticam pelo facto de eles mesmos ansiarem e invejarem faze-lo, mas que se retraem porque receiam o olhar intolerante que os persegue.
Mas deixemo-nos de divagações, até porque, nunca me preocupei com a imagem que dou à sociedade, importo-me com o meu equilíbrio físico e emocional, maneira como encaro o que me rodeia e a forma como o que me rodeia me pode “alimentar” o corpo e a alma, as relações e interacções com o mundo, a natureza, os animais e os meus semelhantes. Ressalvo apenas que não abdico de conceitos basilares da simples convivência humana de forma a poder viver em livre harmonia com tudo.
Decidi partilhar esta aventura, que vai mais além do que poderia pensar ou sequer imaginar, quando a vivi. E pô-la no papel, sem pudores, nem tabus, é uma forma de libertar a mente e o espírito de algum resquício de dúvidas que ainda pudessem restar.
Existem momentos em que toda a luxúria e volúpia surgem em nós de forma flagrante e inevitável, momentos aos quais nem sempre damos a devida atenção, por os acharmos passageiros e mesmo por nos parecerem indecifráveis. Mas quando nos surge a oportunidade de os decifrar, devemos aproveitá-la sem temores de juízos de valor por parte dos que não sabem nem querem perceber e que apenas se limitam a criticar. Não é fácil.
Encontrei na internet a passagem, os códigos, mais uma peça para encaixar no meu puzzle das sensações, um puzzle, praticamente infinito. Fui abordada por alguém que já conhecia o terreno que pisava, ao contrário de mim, que trilhava pela primeira vez os caminhos de um mundo novo que se abria para mim e que eu ansiava descobrir com grande apetite, mas com igual temor.
Na Internet as conversas surgem com naturalidade e fluidez flagrante de quem procura, mesmo não sabendo o quê, que anseia por partilhar e até vivenciar fantasias, sensações, desejos, muitas vezes misteriosos até para nós. As nossas conversas acabaram por se desenrolar de forma muito espontânea (primeiro no Messenger e mais tarde ao telefone), Depois vieram as trocas de fotografias, as conversas, o sentir do timbre, o sentir de mais um fragmento que se compõe em nós, um mar de imagens e sensações, como num rebobinar lento e que se deseja demorado e lento de forma a que não termine. O descrever de toques, o sentir quase numa realidade indescritível e febril, das imagens descritas e plenamente sentidas, a sensualidade de uma imagem que muitas das vezes só existe em nós, e que é saborosamente descrita. Como é que estás vestida? Sabes quero-te beijar. O que gostavas de me fazer? Estou a tocar o meu clítoris, sinto-me dentro de ti, Ah! Vou-me esporrar. Diz-me onde gostas de sentir o esperma? Qual a posição que mais gostas. Quais são as tuas fantasias? Não sei se tenho coragem de as contar (que se lixe afinal é apenas um estranho). Sabes, sempre desejei ser tratada como uma cadela, usar uma coleira, ser penetrada por de trás. Adoro sentir um bom caralho no meu cú. Estou excitada, vou-me vir. Fode-me, quero-te. Sinto o teu caralho que rasga as entranhas, não aguento mais. Quero sentir-te, quero por em pratica todas as nossas excitantes conversas, desejo que possas ver e sentir com os teus olhos e com as tuas mãos o arrepiar da minha pele a cada palavra tua, a cada descrição. Queres que eu leve saia e sem cuecas!? Mas está frio. Onde nos encontramos? O Shopping é uma excelente ideia. Até logo Pupo.
Estava a minha espera sentado numa mesa na praça de alimentação, estranho o exercício mental que se faz para ser reconhecer alguém que apenas temos uma imagem, imagem essa construída muitas das vezes apenas na nossa mente, apesar das fotografias.
Um olhar ansioso e completamente luxuriante espalha-se por todo o meu corpo, custa-me enfrentar aquele olhar devorador. Um misto de medo e de excitação percorre o meu corpo. Ele é simpático, cordial, beija-me num instante sem se quer ter tido oportunidade de reagir, a sua mão percorrer a minha anca à procura do pedido dele, mas o frio era muito que não pode corresponder. Num olhar cúmplice e receoso da minha parte dirigimo-nos para o parque de estacionamento, entramos no carro, o olhar dele fixa-se no meu, os lábios percorrem os meus, as mãos procuram o contacto com a pele. Mas continuava tensa apetecia-me um cigarro. Finalmente arrancamos, saímos daquele local onde perco a minha privacidade, e os meus instintos perdem fluidez, só me apetece sair dali, e ao mesmo tempo aquela situação deixa-me completamente hipnotizada.
Chegamos a casa dele, estacionamos o carro, subimos. A Conversa entre nós era circunstancial, ele dizia-me o quanto eu era bonita, o quanto estava a espera daquele momento, iríamos ter oportunidade de partilhar tudo aquilo que à algum tempo vínhamos confidenciando. Eu nada dizia, estava simplesmente bloqueada, mas o meu corpo fervilhava de desejo. Ao abrir da porta, o entrar, o reconhecer de um espaço que era de todo para mim estranho, numa assimilação constante. Ele não tirava os olhos de mim. Sentei-me e como num reflexo procuro na carteira o maço de tabaco, puxo de um cigarro e quase compulsivamente fumo. Ele olha para mim, aproxima-se afirma vezes sem fim o quanto me deseja. Enquanto fumo começa-me a despir-me. Tira-me as calças a noite é fria, noite de Inverno contrastante com o escaldante e transtornando desejo, percorre as minhas coxas com as mãos firmes, beija-me as pernas sinto a sua língua a sua saliva, afasta-me as cuecas. Estou completamente atónita com o momento, o cigarro apaga-se demasiadamente rápido, mais uma vez como à procura de uma forma de instintivamente desacelerar o ritmo cardíaco, o meu coração parece quer saltar fora. Ele simplesmente aborda-me a minha vagina com as suas mãos, percorre o meu púbis, e fixa o olhar em mim. Ele sente o desejo que me percorre a minha humidade revela toda a minha excitação, para além do nervosismo que eu sei que os meus olhos não conseguem esconder. Aquele toque, aquelas mãos que me esfregam o clítoris deixam-me simplesmente rendida. Enfia a cabeça no meio das minhas pernas e começa a chupar e a lamber o meu clítoris, em movimentos suaves e depois firmes, penetra-me com a sua língua, as mãos percorrem as minhas ancas, as minhas coxas, e eu simplesmente estática sem nada fazer, apenas a sentir a volúpia daquele momento, aquele estranho que me dá prazer. Levanta-se e olha-me de frente, beija-me de forma decidida enquanto os seus dedos me penetram, o meu beijo é tímido e esquivo, mas a sua língua percorre toda a minha boca, contorna os meus lábios, penetra a minha boca, sinto uma excitação cada vez mais crescente.
Pergunta-me pela coleira, vou buscar ao meu saco. Passo-a para as mãos deles, ele termina-me de despir, sente o meu peito duro, e mais uma vez exclama a sua admiração e desejo por me tocar e possuir. Mais uma vez a excitação do meu corpo não me deixa mentir. Aquele momento provoca em mim um misto de sensações que não consigo lidar, mas que saboreio de forma nunca antes sentida. Ele coloca-me a coleira no pescoço como se de um ritual se tratasse. A coleira é simples, tem umas pedras brilhantes e é completamente de veludo, puxa por ela suavemente e com esse movimento sou obrigada a ir para o chão. Estou de quatro ele passeia-me pela sala como um bicho de estimação. Ele tira as calças e revela o seu pénis completamente erecto, um membro grande e delicioso aos olhos, intimamente naquele preciso momento ansiava experimenta-lo saboreá-lo. Levanta-me de forma a ficar de joelhos, e de forma decidia coloca o caralho na minha boca, comecei de forma tímida a sentir aquele caralho, ele ordena-me. “Chupa-me minha cadela, não o gostas de sentir, de que tens medo. Chupa!” A minha língua começa a movimentar-se de forma mais convicta, as palavras dele excitam-me. Sinto aquele caralho todo na minha boca, enquanto ele puxa pela coleira e eu de joelhos, fixo o meu olhar nele, e observo todo o prazer que estou a dar… e aquilo excita-me cada vez mais. Mais uma vez ele diz-me “Chupa-me os colhões, lambe-me, não és tu uma cadela?”. Seguro aquele caralho na minha mão, e começo a chupar metodicamente cada testículo, consigo sentir o arrepiar da pele, sinto o gemer de prazer. Sinto que ele está próximo do orgasmo, mas eu não quero sentir o esperma dele na minha cara, e dou-lhe a entender que ainda é cedo para ele se esporrar. Subitamente empurra-me de forma a ficar de quatro, e penetra-me a minha cona, completamente encharcada. Sinto caralho dele dentro de mim que entra de uma estucada só, entra e sai de mim, num vaivém firme que me deixa simplesmente extasiada. Continua a penetrar-me a cona as suas mãos seguram a coleira, puxa por mim, puxa pelos meus cabelos, alternando a sua mão livre pelo meu corpo, pelos meus mamilos. Entretanto peço-lhe para que ele me foda o cú, num ápice ele tira o caralho da minha cona e sinto toda a minha langonha a escorrer pelas minhas pernas, começa a lubrificar o meu cú, com a minha humidade que escorrer das minhas pernas e da minha vagina, misturando-a com a sua saliva, conseguindo assim a mistura perfeita para a lubrificação do meu anús, penetra-me com a língua e com um dedo, introduz um segundo dedo, e de seguida um terceiro, o prazer era tanto que mal conseguia controlar-me. Num movimento rápido e ao mesmo tempo firme, põem-se de forma a conseguir enfiar aquele caralho no meu cú, sinto-o dentro de mim, rasga-me, delicia-me, é simplesmente indescritível. Ele grita geme, tudo se mistura, as palavras com os grunhidos de prazer, “Minha puta como o teu cú é bom!!! Hum, hum” Sinto a sua mão a puxar a coleira que empurra o meu corpo para aquele caralho que o ajuda a entrar ainda mais fundo em mim, os testículos dele batem na minha vagina. Olho para trás em tenho uma visão sublime do prazer dele, de todo prazer que eu estou a dar aquele estranho, e consequentemente do prazer e do desejo cada vez mais crescente que provoca em mim. É uma imagem que está gravada em mim. Vou-me esporrar-me, grita ele, sinto-o a explodir dentro de mim, o esperma dele que em jactos longos percorrem as minhas entranhas, é uma sensação indescritível sentir aquele néctar a escorrer dentro do meu cú. Caímos para o lado extasiados com aquele momento. Nunca pensei sentir alguma algo assim. Apesar de estarmos no cão ele não larga a coleira, e deitados tentamos recuperar as energias despendidas naquele momento. Eu no silêncio, completamente rendida aos encantos daquele caralho, e ele simplesmente afirmava: “Maravilhoso, nunca me tinha acontecido nada assim”. Sentia mesmo assim apesar de todo o tesão um misto de confusão e estranheza que não conseguia decifrar.
Sinto a coleira a puxar por mim, ele levanta-me, sinto a esporra dele que escorrer pelo meu cú e se mistura com a minha humidade e escorre pelas minhas coxas. Ele beija-me e sinto a sua língua na minha que me penetra com o desejo que sinto crescente. Beija-me os meus mamilos e ligeiramente os morde, sinto mais uma vez uma arrepiar do corpo que se estende pela alma, por estar a viver aquele momento. Vou buscar o nosso amiguinho, diz ele com um sorriso enorme nos lábios. Pensas que esqueci-me dele, de o comprar? Ele arrasta-me pela sala, até ao local onde tinha o nosso “amiguinho”. E afirma abanando-o e exibindo-o à minha frente: “Gostas minha cadelinha? Agora está na hora de o experimentar”. Era um vibrador enorme, não sei precisar as suas medidas. Mais uma vez puxando-me pela coleira leva-me para o centro da sala, onde me senta no sofá. Abre-me as pernas e começa acariciar a minha vagina com aquele monstro de plástico de cor pálida. À medida que o ia esfregando na minha vagina, encontrou forma de me dar a sua piça a chupar, que crescia de forma estonteante na minha boca, ainda sentia o sabor da minha humidade, e da esporra que ele tinha derramado no meu cú. Ele roçava aquele mastodonte na minha vagina, pressionando-o ao meu clítoris, começou rapidamente e penetra-lo, primeiramente de forma suave mas sempre intensa. Repentinamente sinto a entrar de forma vigorosa dentro de mim, sinto aquele tronco de plástico que me eleva por prazeres nunca antes sentidos. Sinto mais umas vez a coleira a ser puxada e colocar-me de quatro no sofá, isto sem nunca o nosso “amiguinho” ter saído dentro de mim. O movimento continua firme, sinto aquele monstro na minha cona, enquanto sinto novamente a humidade da saliva a escorrer pelo meu anús. Uma voz meiga e ao mesmo tempo decidida diz-me ao ouvido “Estas a gostar minha cadelinha? Agora vamos ter a nossa primeira dupla penetração”. Enfia-me no meu cú aquele caralho novamente enorme. Com isto sinto o prazer intenso, uma volúpia luxuriante, nunca antes sentida, o meu tesão era de tal ordem que não estava em mim, atingir orgasmos sem fim. A dupla penetração continuava como dois membros dentro de mim. O “amiguinho” sai de repente dentro de mim, o interromper súbito de todo aquele prazer, ele tira também o seu caralho do meu cú, e, começa a foder a minha cona com o seu caralho, cuspindo no meu cú de forma a lubrificar, tenta penetrar o meu cú com aquele monstro, sinto a cabeça do “amiguinho” a entrar, mas a dor é insuportável e digo para ele parar. Mais uma vez, ele enfia o nosso “amiguinho” na minha vagina e penetra-me com o seu caralho no meu cú. Estas quebras, o acelerar e o parar no momento em que quase estou atingir o clímax deixa-me completamente louca. O ritmo é alucinante, mais uma vez sinto a minha a vagina a explodir nos orgasmos múltiplos. O movimento dos dois paus é alto, sinto os dois membros a roçar as bordas dos meus buracos, os meus lábios vaginais ardem de prazer, o meu clítoris esta enorme. Sinto a tirar o caralho do meu cú. E começa uma série de manobras para tentar penetrar a minha cona, com o nosso “amiguinho” em plena labuta, num movimento sempre firme. Até que sinto o caralho dele a entrar na minha cona, agora tinha dois membros dentro da minha cona, uma sensação indescritível, a sede de luxúria que em certos momentos existe em nós e que inexplicavelmente negamos, mas que identificamos com uma clarividência alheia à nossa própria consciência, porque o sentimos com pureza.
Como um chamamento do que mais puro e genuíno brota de nós, chamamento esse que por vezes teimamos em ignorar, porque não o entendemos, porque nos escapa o verdadeiro sentido que tem, e nem sempre tem de ter um sentido, sensações transcendentes.
Sentimentos ambíguos de fronteiras impostas por uma sociedade hipócrita que estabelece padrões de comportamento, ditos normais, e que se esconde em criticas mordazes. Todos aqueles que não experimentam e simplesmente criticam pelo facto de eles mesmos ansiarem e invejarem faze-lo, mas que se retraem porque receiam o olhar intolerante que os persegue.
Aqueles dois membros que penetrava-me ao mesmo tempo na minha cona, olhava para trás e via escrito no rosto daquele homem um prazer nunca antes sentido. Eu gritava de prazer, descompunha-me em orgasmos incessantes, intermináveis sensações, que foram muita além das conversas partilhadas e de fantasias exploradas pelo telefone. Sinto-o a tirar o caralho da minha cona, e enfia-lo novamente no meu cú, mais um grito de prazer. Adoro que me fodam o cú. Conforme ele entra em mim no meu cú e sinto atingir os limites do prazer, sinto aquele caralho a sair, e a derramar o seu liquido nas minhas costas, que escorre pelo rego do meu cú, que o contorna e cai em cascata na minha vagina e no meu clítoris, para um chão tão quente e suave como os nossos corpos, consumidos por aquele prazer.
Descansamos no chão, conversamos no meio de um cigarro agora mais sereno, e exploramos as sensações vividas, as fantasias que ainda não experimentadas. Revelei-lhe que gostava de ser possuída por dois homens, que gostava de sentir o calor da urina no meu corpo.
Entretanto o telefone toca, instintivamente atendo-o, era uma “amigo” a conversa começasse a desenrolar de uma forma que se arrastava e não parecia terminar, não queria desligar o telemóvel. Num gesto irreflectido, reflexo de todo o prazer que tínhamos até ali vivido, aproxima-se de mim e começa-me a beijar, a percorrer o meu corpo, passando as suas mãos e a sua língua por todo o meu corpo, sinto a sua língua saborosa novamente na minha vagina. Continuava ao telefone, e tentava falar com naturalidade, ouvido as perguntas incessantes que me invadiam aquele momento. Ele deita-me no chão e penetra-me, com as minhas pernas bem abertas, sentia aquele caralho a entrar dentro de mim, e podia olhar no rosto dele todo aquele prazer que eu provocava nele, e ele em mim, e continuava a falar a ouvir alguém que estava a ser inoportuno, mas que de repente contribui para uma atmosfera crescente de luxúria que não estaria à espera de acontecer, aquela imagem deixava-me uma visão ampla do prazer que estava a ter naquele dia, a ser usada, mesmo ao telefone estava a ser fodida. O gemer abafado que indicia mais uma vez um banho de esporra, tira o caralho dentro de mim e sinto o esperma dele na minha barriga no meu corpo. A partir daquele momento o telefonema não fazia mais sentido e desliguei.
Mais uma vez exaustos de prazer nos escancaramos nus no chão, senti a mão sobre o meu rosto o olhar completamente surpreso daquele homem, não tinha imaginado que poderia ter sido assim. Retomamos a conversa que estávamos a ter antes de sermos interrompidos pelo telemóvel, e onde abordamos novamente a questão do sexo com dois homens, formando assim um trio. Confessou-me que gostaria de me satisfazer esta fantasia e que tinha a pessoa ideal. Esticou-se de forma a chegar ao telefone digita um número, do outro lado da linha atendeu o irmão. Expôs a situação, nas infelizmente ele não estava. Falei com ele ao telefone a pedir que ele fosse lá ter, mas estava longe. Confesso que naquele ambiente de loucura e prazer, seria capaz de o fazer, mas infelizmente não podia ser, simplesmente porque a única pessoa disponível estava longe.
A partir daquele momento, não faria sentido estar ali. Levantei-me e disse que tinha que ir embora, ainda tinha uma viagem a fazer e que era longa. Pediu-me para eu ficar, mas eu sabia que não faria sentido ficar. Amanhã é um novo dia e tinha que partir.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:41
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