Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

A tres é melhor


Sou professor num Colégio fino de Lisboa, e além da disciplina curricular também ensino informática aos mais pequeninos, e a história que vou descrever dá-se em resultado deste último facto. Certo dia um dos meus alunos informou-me que a mãe lhe tinha oferecido um computador mas que não tinha nada instalado, e acompanhando esta informação a mãe mandava um cartão a saber da minha disponibilidade para passar lá por casa a ver se punha o computador a funcionar. Enviei a resposta de imediato dizendo que sim, mas que tinha de ser durante uma tarde porque à noite dava aulas noutra Escola. Marcamos o dia e lá compareci. Quando toquei à campainha daquele nº 18 de uma rua da Lapa, jamais me passaria pela cabeça o que eu iria viver naquela tarde. Fui recebido por uma criada loura trajando a rigor, talvez a iniciar-se na casa dos 30 anos - que posteriormente descobri chamar-se Ivone - que me encaminhou para uma saleta e pediu para aguardar a senhora D. Isaura. Passado um instante entrou uma senhora na casa dos 35/38 anos, muito alta, loira e pelas pernas dava para perceber que devia fazer musculação. Apresentamo-nos, e ela agradeceu a minha presença, indicando-me o local onde estava o computador e o software. Pediu-me desculpa porque precisava de se ausentar para dar umas ordens à Ivone, recomendando-me que se necessitasse de algo tocasse uma campainha. Comecei o processo de instalação do software que dispunha e em cerca de 45 minutos tinha concluído e como continuava sozinho resolvi tocar a campainha para informar que tinha terminado. A Ivone acedeu de pronto e por recomendação da senhora encaminhou-me a uma dependência da casa onde se encontrava a senhora sentada de pernas cruzadas. Logo que entrei, num jogo de pernas copiado da Sharon Stone, deixou antever umas cuecas que dificilmente tapavam o seu ninho de amor, o que me obrigou a dirigiu o olhar nessa direcção à espera de repetição. De imediato, prontificou-se a pagar-me o trabalho, a que eu respondi que não fui lá a casa na expectativa de ganhar dinheiro mas apenas de ajudar o garoto. Foi então que deu continuação ao seu jogo de pernas e sugeriu que me brindaria com um strip-tease. Notando a minha estupefacção, esclareceu se não quisesse assistir não havia problemas, ao que eu retorqui que era uma honra ser obsequiado com tal espectáculo. Tocou a campainha e a Ivone, como por telepatia apareceu com um pequeno leitor de CD e um jogo de algemas que a senhora esclareceu que era para me prender à cadeira para eu não ter ideias de atacar com a excitação. Concordei e deixei que a Ivone me algemasse aos braços da cadeira enquanto a senhora punha a música a tocar e começava o espectáculo na minha presença e da criada, a um ritmo cadenciado, insinuador e provocante o que me provocou uma enorme tesão ainda ela não tinha tirado as cuecas nem o soutien, mas já deixava antever um corpo maravilhosamente bem esculpido. A Ivone sentara-se aos meus pés entre as minhas pernas e de vez enquanto deixava a cabeça dela cair para trás e tocar no meu sexo, o que me excitava ainda mais. Terminado o strip a senhora disse á Ivone para ir buscar um copo de água e os seus objectos pessoais. Tarefa cumprida de imediato, Isaura bebeu o copo de água e disse-me que eu tinha duas hipóteses; "ir-me embora" ou "ficar", mas se ficasse ela é que mandava no jogo. Perguntou-me se percebia o que estava a dizer-me e respondi-lhe que sim, e que queria ficar para o que desse e viesse. "Muito bem", disse ela dirigindo-se-me ao mesmo tempo que me libertava as mãos, "dispa-se". Apressei-me a cumprir a ordem e a deixar evidente o efeito que a visão daquela mulher nua e da sua dança tinha provocado no meu pénis. Dirigiu-se para mim esfregando qualquer coisa entre as mãos, que depois esclareceu ser um gel retardante e que simultaneamente permitia uma erecção mais prolongada, para me massajar o membro erecto. O contacto daquelas mãos e o seu movimento quase que me faziam vir. Entretanto a Ivone, que se tinha ausentado, quando me comecei a despir regressou com uma roupa interior preta mas para minha surpresa, como por milagre, com um vibrador de cinto tão perfeito e natural que quase parecia ter-lhe nascido um pénis. Dirigiu-se à patroa penetrando-a por detrás enquanto me oferecia as suas mamas duras para eu a lamber, tarefa para a qual não me fiz rogado. Quando os movimentos da criada começavam a tornar-se mais ritmados sentia que a excitação da patroa ia aumentando e resolvi morder-lhe o mamilo, primeiro com alguma delicadeza e depois cada vez mais violentamente, o que lhe aumentava a excitação e a levava a pedir que lhe mordesse mais, e assim continuou até que atingiu um orgasmo como nunca tinha visto, ela estremecia como se estivesse a ter um ataque e gemia a um ritmo que pensei que fosse perder os sentidos. Arrisquei apalpar-lhe a vagina, a que acedeu facilitando a penetração dos meus dedos, e era um autêntico mar de água. Acto continuo a Ivone, já liberta do seu membro, dirige-se a mim, e começa a chupar-me o pénis com movimentos circulares de língua procurando que a sua boca ficasse bem preenchida e a trabalhar-me os testículos com lambidelas longas e molhadas. Isaura tinha-se apoderado do membro da sua serviçal e trocara de posição, era ela quem comia a empregada enquanto que esta me chupava de modo que daí a pouco me faria vir. Avisei-a que a continuar assim ia-lhe inundar a garganta. A senhora ao ouvir a minha advertência disse de imediato que quando me viesse tinha de ser na sua boca. Não demorei muito a realizar-lhe o desejo, pois enchi-lhe a boca de enorme quantidade esperma que ela partilhou com a serviçal num beijo sugado e lambido que deve ter demorado alguns dois minutos. Pediu-me que as beijasse. Este pedido provocou-me um misto de enojamento e excitação. Sentir o sabor do meu próprio esperma, embora já bastante diluído nas suas bocas, originou que houvesse um compasso de espera, em que ela insistiu questionando se eu tinha nojo de mim mesmo. Acedi e beijei-a primeiro levemente, e depois de forma mais intensa partilhamos a três um beijo que me provocou uma intensificação da erecção. Deitámo-nos no chão, e Ivone perguntou se alguém queria tomar um duche. Respondi que sim e fomos os dois para a casa de banho, onde tomámos um duche retemperante intercalado com algumas carícias e beijos. Perguntei-lhe como é que ela tinha aquela relação com a patroa e se faziam estas sessões muitas vezes, a que respondeu com um enigmático silêncio. Limpámo-nos e quando intencionava vestir-me, Isaura, agora com um robe de cetim preto, perguntou-me se não podia ficar mais um bocado porque tinha uma surpresa. Anui com a cabeça. Pegou-me na mão e levou-me para um quarto todo espelhado onde a Ivone nos esperava toda nua em cima da cama. Deitámo-nos e recomeçamos as carícias, os beijos, as lambidelas e chupadelas, e foi então que elas me contaram que eram irmãs, bissexuais, embora a preferência dominante fosse o lesbianismo e que a situação de criada/patroa foi só uma fantasia, na opinião delas, que todos os homens gostavam de viver. Explicaram-me a razão da minha escolha dizendo que a Ivone me tinha visto no Colégio e achado interessante e resolveram arriscar neste jogo. Voltaram a perguntar-me se queria continuar. O meu ar espantado divertia-as e foi entre os risos delas que acedi ao convite. Resposta de imediato, "vamos à surpresa". Ivone ofereceu-me um preservativo, tendo no entanto referido que da parte delas não havia qualquer problema de saúde e que sendo eu casado em princípio também não deveria ter, mas que não levavam a mal se eu quisesse usá-lo. Resolvemos usá-lo. E entre elas começaram um jogo de carícias a que eu assisti interessado e extasiado pois elas trabalhavam tão bem entre elas que pareciam peças de um puzzle que encaixam perfeitamente. Enquanto a Isaura estava em cima da Ivone sugando-lhe a vagina eu fui por trás e comecei a esfregar a cabeça do meu endurecido pénis nos lábios inchados daquela vagina, alastrando os movimentos até ao buraco anal. Quando lhe toquei de forma mais forte no rabo, estremeceu, suspirou e pediu-me que a trespassasse, e eu com cuidado pressionei o meu pénis contra o seu orifício, que se abriu e admitiu o meu grosso pénis ( 18 cm de comprimento e 5 de diâmetro, em erecção) até aos testículos. Ivone deixou-nos. Comecei a movimentar-me, primeiro de forma lenta e cadenciada e depois de forma mais alternada, entre os movimentos suaves e lentos e os movimentos rápidos e violentos, a que ela respondia com gemidos e estremeções do corpo. Entretanto, Ivone havia regressado com um outro pénis implantado num cinto e colocando-se debaixo da irmã, obrigou-a a enfiá-lo na vagina. Que sensação! Sentia o meu pénis a roçar no da minha parceira como consequência dos movimentos compassados e acertados que ensaiávamos. Não tardou que Isaura atingisse o êxtase e gritasse de prazer, mas eu estava cheio de tesão e não me tinha vindo - era o creme que voltaram a aplicar-me a fazer efeito. Comentei, "então todo o mundo goza e eu?" Ivone deitou-me de costas na cama e colocando-se de pé e de pernas abertas sobre a minha cara, começou a esfregar a sua vagina com os dedos e em movimentos de levantamento e abaixamento de pernas que por vezes levava a sua vagina húmida a tocar o meu rosto. O cheiro dos seus líquidos estava a deixar-me louco de excitação. Apercebendo-se do meu estado, desceu o seu corpo de forma a que a sua vagina fosse penetrada pelo meu endurecido pénis e iniciou um vai-vém cadenciado que lhe devia estar a provocar um enorme prazer pois sentia as suas paredes vaginais cada vez mais apertadas. Apercebendo-me disso voltei-a e mudámos de posição. Disse-lhe, agarrando-lhe os pulsos acima da cabeça, que agora eu é que mandava e mandei-a mexer o corpo se queria ter prazer, o que ela fez de imediato. Estávamos neste jogo quando chegou a Isaura, que se juntou a nós começando por esfregar-me as costas e depois começou a percorrer-me o corpo com a língua até chegar aos testículos. Abriu a boca e meigamente chupou primeiro um e depois outro, enquanto me afagava as nádegas. Aos poucos e timidamente a sua língua dirigiu-se para o meu buraco anal dando-lhe umas passagens leves primeiro e mais prolongadas e vigorosas depois. Em voz baixa perguntou se eu gostava e se podia continuar. Respondi-lhe que sim. Entretanto a irmã, continuava a movimentar-se sobre o meu corpo e cada vez mais excitada, levava as mãos, que lhe havia libertado, à cabeça e puxava o cabelo. O trabalho de língua de Isaura, era agora complementado com ténues tentativas de penetração com o dedo. Mal eu sabia que com o seu dedo estava a esfregar-me o ânus com um creme para relações anais que favorece a dilatação dos músculos. Estes movimentos tornaram-se cada vez mais penetrantes, e voltou a dizer-me que se eu quisesse bastava mandá-la parar, mas por estranho que pareça a excitação aumentava em mim. Logo eu, que sempre me considerei um machão, nunca tinha pensado que alguma vez tivesse prazer em ser penetrado. Mas não era tudo, daí a pouco senti algo mais grosso que um dedo junto do meu buraco. Voltei-me e Isaura tinha um novo implante, mais fino dos que os anteriores, mas que para mim se tornou assustador, porque nunca tinha sido penetrado analmente. Disse-o, elas sossegaram-me, dizendo-me que queriam que eu tivesse prazer e que com o creme esfregado não sentiria dor e que a qualquer altura podia desistir e ela parava. Ivone tinha parado os seu movimentos, mantendo-se penetrada pelo meu pénis e acariciando-me a face, beijava-me apaixonadamente na boca enquanto que Isaura ensaiava de forma lenta e suave a penetração, que para meu espanto se realizou num ápice. Estava pasmado, como é que o meu rabo tinha engolido aquele pénis de 12/15 cm, sem que me tivesse provocado qualquer dor, mas tão só uma enorme onda de prazer que se transformou num arrepio que me percorreu o corpo e de que ambas se aperceberam, iniciando os movimentos de penetração. A ideia de estar a comer uma mulher e ser comido por outra extasiava-me. Pensei para mim mesmo: que grande paneleiro me saíste! Agora era eu que me mexia e enfiava bem fundo o meu pénis na vagina de Ivone ao mesmo ritmo que Isaura o enterrava em mim. Estivemos assim neste frenesim, talvez dois a três minutos, quando Ivone me pediu para me tirar o preservativo pois queria sentir os meus leites nas suas entranhas. Completamente fora de mim, anui com a cabeça e acto contínuo ela desencovou o meu membro, retirou-lhe a protecção e enfiou-o de novo na sua vagina. Pediu-me para a avisar quando estivesse pronto para a ejaculação. Perguntei-lhe porquê. Respondeu-me que era surpresa. Após mais meia dúzia de penetrações avisei que ia acontecer e para meu espanto, quando iniciei a ejaculação dentro de Ivone, senti algo quente e líquido inundar-me os intestinos. As duas entalaram-me entre elas, beijando-me e dizendo-me palavras apaixonadas. Eu não conseguia dizer nada dada a excitação que me atingiu. Refeitos desta cena, disseram-me que o pénis da Isaura tinha um reservatório para colocar uma geleia previamente aquecida e ejectada através de uma bomba de aperto manual. Disseram-me que podia ficar tranquilo quanto ao facto de não ter usado o preservativo até ao fim, que há mais de três anos que não estavam com um homem e que entre mulheres só funcionam as duas. Elogiaram-me por ser tão carinhoso e pela minha entrega total aos seus jogos e convidaram-me a participar regularmente em jogos com elas, mas com a condição de ser só com elas e de elas o fazerem só comigo, para preservação da nossa saúde. Disse-lhes que não podia prometer isso porque era casado, mas que lhes garantia fidelidade, como ao longo de doze anos tinha garantido à minha mulher.
Concordaram e selámos o acordo com um beijo. Isaura levantou-se, dirigiu-se a um penteador e de dentro de uma gaveta retirou uns papéis que me deu, dizendo: "é a nossa prova de confiança para ti". Eram as análises de sangue que ambas realizaram havia menos de dois meses e que tinham sido necessárias para o seguro do empréstimo da casa. A partir desta tarde de Novembro de 1995, semanalmente, desloco-me aquele nº 18. E a imaginação daquelas senhoras é infindável, todas as semanas há uma nova fantasia e jogos a três de deixar qualquer um de rastos... mas isso são outras histórias.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:49
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