Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Negro Bem Apetrechado


Olá. Sou a Filipa e após ler os contos aqui do site resolvi contar as minhas aventuras que tanto gozo me deram e dão a relembrar. Sou Alentejana, tenho 28 anos, loira, olhos azuis, peito 36, cintura fina e ancas largas. Sou uma mulher muito atraente, gosto de provocar e adoro sexo. O que vou contar aconteceu há quatro anos atrás quando estava a estagiar num centro de saúde em Loulé. Um dia apareceu no Centro um trabalhador de umas obras que se tinha magoado numa perna. Era um negro dos seus 40 anos, pequeno, mas todo musculado. Vinha todo sujo, todo suado e cheirava muito mal e a minha primeira impressão foi de repulsa, mas trabalho é trabalho e lá tratei dele. Tive que o mandar despir as calças para limpar a ferida e fazer o curativo e quando o fez não pude deixar de reparar no volume nas suas cuecas.

Era um volume enorme e por mais que tentasse não conseguia tirar os olhos daquilo. Ele percebeu os meus olhares e não sei se por isso ou por sentir as minhas mãos nas pernas foi ficando excitado e às tantas metade do seu pau saiu das cuecas deixando ver uma cabeçorra negra e enorme. Eu já não conseguia disfarçar, nunca tinha visto uma coisa daquele tamanho e sem me conter perguntei se podia ver ao que ele anuiu com prazer e baixando as cuecas libertou um monstro negro com 28cm da grossura do meu pulso e com os maiores tomates que alguma vez vi. Até salivei, e olhando à volta perguntei se podia tocar. Mais uma vez a resposta foi sim e peguei-lhe com as duas mãos. Era lindo, de veias salientes e mesmo com as duas mãos não o conseguia segurar todo, baixei-me e dei-lhe um beijo na cabeçorra sentindo um cheiro a azedo e a mijo que me excitaram ainda mais, enquanto sentia aquelas manápulas a apertarem-me as mamas. Sentia um calor entre as pernas e fiquei toda molhada, mas consegui recompor-me e passei-lhe um papel para as mãos com a minha morada dizendo-lhe para aparecer à noite.

O resto do dia foi passado quase em transe a pensar naquele preto e no seu maravilhoso caralho e quando a campainha tocou às nove da noite eu estava mais do que preparada e recebi-o só de tshirt sem mais nada por baixo. Não perdemos tempo e fomos para o quarto onde sem qualquer cerimónia ou pudor lhe baixei as calças expondo aquele monumento sobre o qual caí de boca. Esforcei-me o mais que pude mas pouco mais que a cabeça conseguia engolir e mesmo isso era difícil. Passei a língua de cima a baixo e demorei-me longo tempo a chupar e lamber aquelas bolas enormes que prometiam litros de esporra que eu iria beber. Ele já não estava a aguentar mais, queria comer-me e eu queria ser comida, deitei-me de costas e abri as pernas preparando-me para receber aquele pau. Honra lhe seja feita foi carinhoso e cuidadoso pois um membro daqueles podia fazer estragos consideráveis.

Ao fim de algum tempo e com muito esforço lá consegui aceitar metade dele, o suficiente para me sentir cheia e preenchida como nunca sentindo coisas que julgava impossíveis. Depois de habituada pedi para me foder o que fez, de forma ritmada e lenta enterrando mais a cada estocada. Eu gritava que nem uma louca e quando com uma estocada mais forte senti as bolas a baterem-me no cu vim-me, em ondas avassaladoras que se prolongaram por tempo interminável e que quando finalmente pararam me deixaram prostrada sem reacção na cama. Mas ele não estava satisfeito e continuo a foder-mee quando me sentiu recuperada virou-me pos-me de quatro e comeu-me assim. Vim-me mais duas vezes quando finalmente o senti contrair e guinchando veio-se dentro de mim. Rios de esporra como eu calculava, tanto que em pouco tempo escorriam de dentro de mim pelas pernas abaixo.

Virei-me rapidamente e limpei-lhe o pau deixado-o brilhante. A sua esporra era grossa, espessa, amarelada de quem não se vinha há muito tempo. Como o seu pau não tivesse baixado, deitei-o e experimentei montá-lo. Apesar de já ter sido fodida por este monstro foi difícil a penetração e apenas os litros de esporra dentro de mim facilitavam a entrada. Em pouco tempo cavalgava aquele monstro de forma louca atingindo mais uns orgasmos que a esta altura se encadeavam uns nos outros e perdendo a cabeça deixei-me cair com todo o peso em cima dele enterrando-o até às bolas. Foi uma dor lacinante e um prazer indescritível que me fizeram gozar que nem doida mais uma vez terminando desmaiada em cima dele. Recuperei algum tempo depois deitada de rabo para cima sentido a sua língua no meu cu. Tive medo, mas continuava muito excitada e a ideia de ser enrrabada por aquele pau trouxeram-me de novo à vida e comecei a rebolar na sua língua. Lubrificou-me bem com a língua e com os restos da sua esporra.

Ajeitei-me na cama tentando relaxar o máximo possível e pedi-lhe para ir com cuidado. Quando a cabeçona finalmente entrou a dor era quase insuportável, mas eu queria mais e ele foi empurrando lentamente mas sem parar até que anuncio com um grito que estava todo. A mim doía-me tudo, sentia-me como que a rasgar ao meio. Aos poucos a dor deu lugar ao prazer e apesar do desconforto de me sentir cheia como nunca estava a gozar o momento e em pouco tempo anunciei mais um orgasmo e poucos segundos depois foi a vez dele anunciar que se vinha, e veio dentro do meu cu enchendo-me a tripa do seu grosso leite.

Quando finalmente começou a ficar flácido saiu de dentro de mim com um “plop” audível e senti um ria de esporra a sair de dentro do cu. Olhei para as pernas e vi fios de sangue misturados, tinha o cu todo arrebentado, mas tinha sido muito bom. Estava exausta, pedi-lhe para sair e adormeci ali mesmo. No outro dia de manhã quando acordei estava toda dorida, tinha a cona e o cu assados e doridos e não me conseguia sentar. Fui tomar banho e quando estava a sair de casa vi um papelinho no aparador com o numero de telefone dele.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:36
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