Terça-feira, 13 de Maio de 2008

Explicaçao a 3


Vou contar-vos a melhor situação que já se passu comigo. Sou casado há cerca de 10 anos. Catarina é o nome da minha mulher. É professora e para ganhar mais alguns trocados dá explicações de filosofia em nossa casa, ao fim-de-semana.
Sempre tivemos uma relação muito boa e trocámos as nossas fantasias, algumas incluindo sexo com outras pessoas, mas nunca tinhamos experimentado, até porque nos satisfaziamos mutuamente. O ano passado apareceu um jovem com 17 anos a quem ela dava explicações e para quem ela começou a olhar de maneira diferente.
Um dia, no final da aula, reparei que ela lambeu os lábios ao despedir-se do Rafael, como a dizer, comia-te todo. Ele não viu porque já tinha virado as costas.
Foi então que lhe disse: - Interessante esse teu aluno…
Ao que ela respondeu: -Pois, não é nada mau.
Nesse mesmo dia à noite enquanto nos acariciávamos e nos preparávamos para uma noite de sexo em grande perguntei-lhe se gostava de fazer sexo comigo a pensar no Rafael. Ela respondeu que gostava mesmo era de ter ali o Rafael.
Fui buscar um dos vibradores que lhe tinha oferecido e enquanto ela me lambia e chupava o caralho comecei a meter-lho na coninha, já bem lubrificada pelas caricias que tinhamos trocado. Depois de uma noite de sexo bem quente,com várias quecas, em várias posições adormecemos. No dia seguinte de manhã, disse-lhe que podia convidar o Rafael a juntar-se a nós quando quisesse.
Passado algum tempo, num sábado de manhã pediu-me para não sair – porque normalmente vou dar uma volta de bicicleta - e ficar no quarto ao lado da sala onde dá explicações. Acedi e lá fiquei às escuras. Pouco depois chegou o Rafael para mais uma aula. Aí, já desconfiado aproximei-me da janela e fiquei à espreita, sem que o Rafael soubesse que eu lá estava. Quando ele se sentou e abriu os cadernos para mais uma aula de filosofia, a Catarina perguntou-lhe se ele estava disposto a ter uma aula sobre outro assunto. Ele ficou calado, sem saber o que se passava e ela perguntou-lhe se já havia aulas de educação sexual na escola onde ele andava. Ele repondeu que não, e que até tinha andado em manifestações porque achava que eram importantes e começou a falar em sida, doenças e por aí fora.
É aí que a Catarina abre a blusa que tinha vestida, põe os seus lindos seios à mostra e lhe diz para se preparar para uma aula de educação sexual….. prática. O Rafael corou, baixou os olhos e virou as costas como quem não sabe o que fazer. Ela começou a massajar-lhe as costas, o pescoço e as orelhas e foi aí que ele começou a reagir. Virou-se e começou a beijar-lhe as mamas enquanto com as mãos lha apalpava o traseiro. Eu estava todo excitado com a situação e nem sei como consegui ficar ali quieto.
Foi um instante enquanto se despiram, e ela desceu lambendo a barriga e depressa chegou ao caralho dele, que começou a chupar como só ela sabe.
Ele gemia e tentava apalpá-la até ao momento em que ela o mandou fazer-lhe um minete. É que ela não sabia o que era. Ela lá lhe explicou, sentou-se toda aberta num sofá,agarrou na cabeça dele e enquanto ele lhe lambia a cona ela gemia a fazia-me caretas, pois estava de frente para mim. Foi então que se colocou de costas para ele, em pé e dobrada sobre o sofá e lhe disse para a foder. O inexperiente rapaz não conseguia enfiar-lhe o caralho na cona e ela teve mesmo que agarrar com a mão dela e enfiá-lo. Começou então o vai-vem, com ela a gemer, dizer: - isso, enfia-mo todo, vem, mais, mais, mais….hummm é bommmm… Ele no inicio esforçava-se para não fazer barulho mas depois começou a gemar alto e bom som: é bommm, aiiiii, professora…..
Reparei que estavam a vir-se e assim que vi que tinha gozado decidi aparecer na sala.
- Então que é isto? A comer a minha mulher?
- O Rafael não sabia onde havia de se enfiar, tentou vestir-se, mas a Catarina não deixou. Eu aproximei-me dela, tirei o meu caralho duro de dentro das calças e enfiei-lho de uma só vez, comecei a fodê-la com tanta força que me vim em pouco tempo. Já mais calmo, fiz sinal ao Rafael para se aproximar e começá-mos os dois, um de cada lado da Catarina, a lamber-lhe as mamas, enquanto lhe enfiávamos uns dedinhos na cona toda encharcada e cheia dos nossos leites. Ela começou a gemer, gemer, gemer e veio-se mesmo assim, no meio de nós os dois. Como já não se segurava em pé, colocámo-la de gatas e disse ao Rafael para lhe enfiar o pau na boca enquanto eu a fodia. Nunca tinha estado tão excitado, foder a minha mulher e vê-la a chupar o caralho de outro homem fazia com que o meu pau estivesse tão duro que até doia. Ela atingiu mais uma vez o orgasmo, mas eu ainda aguentava mais algum tempo e como o Rafael estava com cara de quem se estava a vir, disse-lhe para se aproximar e fodê-la naquela coninha tão gostosa. Ele assim fez e ao vê-lo, assim de costas, a entar e sair de dentro da Catarina, não resisti, e ….
Aproximei o meu caralho do cu do Rafael e enfiei-lho tão depressa que ele só teve tempo para dar um berro. A Catarina pensava que ele tinha gozado. O Rafael tentou tirar-me de dentro dele, mas eu tinha-o agarrado pela cintura e disse-lhe que era a forma de ele pagar as fodas que tinha dado na minha mulher. Ficámos assim alguns minutos, ele a foder aminha mulher, por trás e eu a fodê-lo a ele, qual comboio que náo se desencaixava. Gozámos todos mais uma vez e no final todos confessámos que tinhamos gostado. Até mesmo o Rafael, que confessou a sua pouca experiência com mulheres, e durante aquela aula aprendeu até a levar com um pau no cu. Foi uma aula fantástica, que não se voltou a repetir, apesar do Rafel continua a ter explicações com a Catarina.

Se gostaram desta aventura podem enviar-me as vossas para

foto@aeiou.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:45
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