Terça-feira, 20 de Maio de 2008

O Despertar Sexual


Este relato é verdadeiro. Passou-se há cerca de 2 Anos. Desde essa altura, a nossa vida mudou radicalmente.
Estavamos casados há 6 anos. O Fernando é um homem maravilhoso que toma conta de mim tanto emocionalmente como financeiramente e por isso nunca me tinha passado pela cabeça enganá-lo. No entanto, a minha promiscuidade começou quase por si só, sem nenhuma acção premeditada da minha parte. Antes de avançar mais, dexem-me falar-vos um pouco sobre mim.
Chamo-me Carla, tenho 32 anos e vivemos no Porto. Tenho 1,73 de altura e peso 52 kg. Tenho cabelos loiros, olhos castalhos clarose pode-se dizer que tenho um corpo muito bem feito, á custa de muito exercicio. O Fernando é Director de Marketing de uma Farmaceutica. Eu tenho uma Licenciatura em Matemática aplicada, mas como o Fernando ganha muito bem, prefere que eu não trabalhe e eu não me importo muito, ainda pensei em dar aulas, mas desisti da ideia.
Como eu disse, há cerca de dois anos deram-se os eventos que iriam mudar a nossa vida por completo.
Numa sexta feira, estava ele em Milão, numa viagem de trabalho, ligou-me por volta das 21:00 muito aflito poerque se tinha esquecido de colocar no correio uns documentos importantes para o chefe dele. Como o chefe (Pedro) mora perto de nossa casa, pediu-me para ir lá a casa entregar-lhos pessoalmente. Assim fiz. Peguei na pasta e fui a casa do Pedro. É uma vivenda com um jardim grande e com uma zona nas traseiras muito bonita, com piscina. Cheguei a casa dele e toquei á campainha do portão uma série de vezes. Como ninguém me respondia e o portão está só encostado, resolvi entrar e procurar outra entrada nas traseiras. Ao circundar a casa, vi á distância duas pessoas junto á piscina. Aproximei-me mais um pouco e vi o Pedro deitado numa espreguiçadeira e uma loira completamente nua, para aí com 20 anos ajoelhada ao lado dele a chupar-lhe o caralho O corpo do Pedro é quase perfeito. Musculado e moreno. A loira continuava a chupar-lhe com todo o empenho e ele estava a gostar. De repente, o Pedro tirou-o da boca dela, virou-a de costas para ele, ela colocou-se de gatas e ele montou-a, espetando com muito vigor.
Eu nuca tinha visto outro casal a foder e estava, por isso, completamente hiptotizada. Recuei mais um bocadinho, com medo que eles me vissem e fiquei á espreita a ve-los foder. Quando ela parecia que ia ter um orgasmo, ele inclinou-se, agarroua pelos cabelos e puxou-a para trás, fodendo com toda a força. Foi o sufciciente para ela explodir num orgasmo que se deve ter ouvido em toda a vizinhança.
Assustada, fui-me embora para casa. Nessa noite não conseguia parar de pensar no que vira. Na manhã seguinte, fui novamente a casa do Pedro para lhe entreguer os documentos, o Fernando dissera que era importante que ele os recebesse ainda naquele fim-de-semana. Mais uma vez fui pelas traseiras, desta vez com medo (ou excitação) do que ia encontrar. Podem imaginar o meu alivio quando vi o Pedro sozinho. Estava sentado numa das meses, com um roupão branco, a ler o Expresso e a tomar o pequeno almoço. "Bom dia Pedro!", disse eu, "Estás bom? O Fernando pediu-me para lhe entregar estes documentos". "sim, ele falou-me", disse ele. Equanto ele me cumprimentava, só conceguia pensar na cena da noite anterior.
"Por favor, sente-se e beba um cafá comigo, enquanto analiso os documentos..."
"Tenho mesmo que ir, desculpe..." comecei eu a dizer, mas ele interrou-me "por favor, insisto..."
Não tive outro remédio senão aceitar, e sentei-me em frente a ele a beber um café. Quando ele se sentou e pegou nos documentos, o seu roupão abriu um pouco e ficou a ver-se o seu caralho. Nunca tinha visto um caralho tão grande e tão bonito. Tentei virar a cara e controlar os meus instintos, mas só me conseguia lembrar da noite passada. Estava a sentir uma "comichão" caracteristicas no meio das pernas e estive uma eternidade a olhar directamente para o seu caralho, não ouvindo nada do que ele dizia.
De repente ele levantou-se, deixando cair o seu roupão. Quase me engasgava ao ver o que ele estava a fazer, mas fiquei imóvel a olhar para ele. Deu um passo em frente e o seu caralho ficou a um palmo da minha cara. Pegou nele e levou-o aso meus lábios. Esafregou-o nos meuslábios e depois recuou.
"Vá lá, não doi nada...", disse ele enquanto o esfregava mais uma vez nos meus lábios. Eu, lentamente, levei a minha mão ao seu caralho e abri os meus lábios deixando-o introduzi-lo na minha boca. Nunca tinha sentido uma caralho na minha boca, nem o do Fernando. Venho de uma familia conservadora católica e não era coisa que me passasse pela cabeça. Senti-lo na minha boca era inebriante. Nunca tinha chupado um homem, mas por alguma razão não conseguia resistir ao Pedro. Ele colocou ambas as mãso na minha cabeça e começou um vai vém constante.
Tinha que admitir a mim mesma que não só ia deixar este homem possuir-me como oqueria ardentemente. O meu corpo parecia que estava a arder a medida que ele ia e vinha dentro daminha boca, como se tratasse da cona de uma puta. Eu estava maravilhada com a sensação da pele sedosa e das veias do seu caralho, e pensava porque tinha resistido ao Fernando tanto tempo. Passado pouco tempo, o corpo do Pedro ficou tenso e o seu caralho começou a disparar jactos de esporra directamente na minha boca. O meu corpo tremeu e tive o primeiro orgasmo da minha vida que foi não provocado pelo contacto físico com a minha cona. Depois de lamber o seu caralho até á última gota, ele levantou-me e sem dizer uma palavra, deu-me um beijo na minha boca cheia de esporra. Nuca um beijo me soube tão bem. Enquanto me beijava, desapertou-me a blusa e o soutien.
"ohh não, merda!" disse eu, enquanto ele me deitava no chão e me tirava a saia e as cuecas.
"Estás pronta", perguntou ele enquanto guiava o caralho para o meio das minhas pernas.
"Por favor Pedro, não deviamos..." murmurei eu, enquanto a minha cona ia á procura do seu caralho. Pensei no Fernando e sabia que era tarde de mais. Estava tão excitada que a minha cona estava literalmente encharcada e parecia que tinha um iman para o caralho do Pedro. Ele facilmente entrou em mim e com uma só investida enfiou metade do seu enorme caralho.
"Ohhhhhhhh, foda-se!" gritei enquanto tinha uma especie de convulsões. Nunca tinha sentido um caralho tão grande e tão grosso e ainda só tinha enfiado metade. Na sua próxima investida, enterrou-o por interi e tive o maior orgasmo da minha vida "Ohhhhh, Meu Deus Pedro, estou-me a vir...foda-se!!!!".
Ele inclinou-se e deu-me um beijo. Eu não queria acreditar no que estava a acontecer. Após ser completamente fiel ao meu marido, aqui estava eu deitada, a deixar que o seu chefe (e logo o chefe!), enterrasse o seu caralho no meu buraco esfomeado.
"Foda-se! És uma mulher muito quente!" á medida que me fodia cada vez mais depressa, "o Fernando é um homem de sorte".
Fodeu-me com força durante mais uns minutos e depois veio-se mais uma vez, desta vez dentro da minha cona. Era como se eu fosse a sua escrava da foda. Passei o resto do dia em sua casa. Ele fodeu-me de todas as maneiras e feitios. Quando a noite chegou, eu era dele completamente. Eu sabia que faria o que lel quisesse, desde que ele me satisfizesse com o seu caralho maravilhoso. Só cheguei a casa por volta das 5 da manhâ de domingo e passei o dia inteiro no sofá a pensar no dia anterior.
Não fiquei muito surpreendida quando o meu marido telefonou a dizer que apareceram mais uns problemas e que teria de continuar em Milão mais duas semanas. Disse-me ainda que sem saber porquê, o Pedro o tinha promovida a Director de Marketing para os Assuntos internacionais e que por isso iria ter que viajar mais vezes. Porque será?...
AS nossas aventuras começaram aqui, mas fica para a próxima...
Beijinhos

Carla e Fernando
(fernantomor@hotmail.com)

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:40
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