Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Meia Verdade


Há muito que ouvia falar daquele bar, tal como há muito falavamos em experimentar... e vinha sempre à baila o medo do “dia seguinte”. Nunca pensamos verdadeiramente em swing, mas em partilha, em juntar outro ou outros nos nossos jogos sexuais. Nos mais variados sítios provocavamo-nos mutuamente:
- Leva aquele, não gostavas de ter dois dentro de ti?
Ou então:
- Já imaginaste comeres-me enquanto aquela ali lambe o meu grelo e os teus tomates?
Nestas conversas, muitas vezes na rua, em brincadeiras, outras seriamente, no recato da casa, falavamos em ir ao bar (talvez alguns dos meus leitores, conhecedores de Lisboa, saibam do que falo). A Joana tinha lá ido há uns anos, mas nunca mais lá voltara, eu... só tinha ouvido falar.
Há pouco tempo, sem que estivessemos a pensar nisso, um casal amigo, que conhece as nossas hesitações, convidou-nos para lá ir, numa noite de sábado.
O Bar (vou-lhe chamar assim), já não é no mesmo local que a Joana conhecia, é agora um espaço fechado, uma espécie de clube onde só entra quem foi convidado. Nós fomos uma excepção, mas só entramos por os nossos amigos serem sócios e terem pedido que nos autorizassem.
Numa zona antiga da cidade, batemos à porta e pouco depois subiamos uma escadinha que dava acesso à sala. A um dos cantos, um pequeno bar onde os proprietários e animadores do clube serviam as bebidas. A sala, com uma zona um degrau mais elevada, devia ter cerca de 100 m2 e 4 ou 5 postes onde as deusas se podiam agarrar e exibir. O sanitário era unisexo, tal como o duche que ali estava à disposição de todos. Na sequência da passagem para estas instalações, uma estreita passagem levava-nos a duas divisões com duas plataformas, à altura do joelho, estofadas de negro e bastante amplas. A elas volatríamos bastante mais tarde.
Os nossos amigos já lá estavam e por isso fomos buscar uma bebidas e começamos a admirar o ambiente. Havia gente de todas as idades e feitios, dançando ao som de uma música razoavelmente moderna. Junto a nós um casal de perto de sessenta anos estava animadíssimo. Ali alguns que pouco passavam dos vinte. Quando entrámos dir-se-ia que estavamos numa pequena discoteca de província, mas rapidamente fomos notando alguns pormenores que a distinguiam.
Quando há uns anos a Joana tinha vindo ao Bar, este era já um local de reunião de swingers, mas nessa altura era um bar aberto, onde toda a gente podia entrar, e que não passava disso mesmo, um ponto de encontro.
Agora era diferente. O ambiente foi aquecendo rapidamente, na pista de dança os casais trocavam-se, tocavam-se. Eu fui com a Joana para a pista, mesmo não sabendo se procuravamos alguma coisa, para ver melhor quem por ali dançava, para melhor observar tudo o que se passava, para, devo confessá-lo, ir escolhendo quem nos agradava. Danaçamos no meio da pista durante um bocado, vendo casais esfregarem-se uns nos outros, apalparem-se e beijarem-se. O ambiente era completa e crescentemente sexuado, febril. Voltamos um pouco para a zona mais elevada onde estavamos sentados a uma mesa. Os nossos amigos apresentaram-nos um outro casal, com quem tinham travado conhecimento e estavam a conversar. Falamos um pouco com eles, mas claramente não foram do nosso agrado, por isso nos sentamos à mesa a conversar um pouco, distraídos do que se passava à nossa volta. Quando voltamos a olhar para os nossos amigos eles tinham trocado de parceiros e beijavam-se sofregamente. Junto a eles havia um terceiro casal com quem também se misturavam de modo bem sensual. Na pista uma jovem faziam topless, mostrando umas mamas bem apetitosas. Depois subiu para o balcão, no que foi secundada pela dona do Bar, deliciando-nos com danças sugestivas, à medida que as roupas iam caíndo, mostrando dois corpos elegantes e apetitosos.
Estimulados por esta visão nós dançavamos, na zona mais elevada. Agarrada a dois postes, a Joana dançava sensualmente e eu, por detrás dela, agarrava-a e apalpava-a, correndo as mãos pelo seu corpo. Na sala várias mulheres mantinham-se somente com a roupa interior, rodopiando os corpos em movimentos provocatórios. Excitados, descemos para o meio da pista e sem termos combinado previamente, começamos a procurar parceiros que nos agradassem. A vista caiu-nos em dois casais próximos, que tal como nós dançavam bem agarrados, esfregando-se, olhando à volta, escolhendo as presas.
A escolha foi nossa, mas também fomos escolhidos e aos poucos fizemos a aproximação, tocando-nos enquanto dançavamos, sem que o espaço a isso obrigasse. As mulheres ficaram de costas uma para a outra, enquanto eu e o outro começamos a tocar o par que não era nosso. Eles eram experientes e por isso a outra, que por coincidência também se chamava Joana, virou-se para nós, abraçando a Joana por detrás. Esta interrogou-me:
- E agora, que faço?
- Vira-te também, segue-a, que ela guia, respondi-lhe.
De frente a Joana 2 (vou chamar-lhe assim) abraçou-a e deu-lhe um beijo fundo na boca, com as línguas a cruzarem-se. A Joana, que é completamente hetero, surpreendeu-se, mas não se fez rogada e correspondeu. Depois a Joana 2 beijou-me longamente enquanto a Joana beijava o Pedro (o outro) e as mãos corriam os corpos, apalpando. Dançando estivemos algum tempo neste jogo e só depois interrompemos para um cigarro e para nos apresentarmos. Falamos um pouco, rimos da coincidência dos nomes delas e, sem grandes demoras e nenhuns rodeios, fomos convidados para ver as divisões lá de cima, onde estavam as plataformas estufadas. Subimos. Na sala maior havia um bacanal, numa confusão de corpos e de sexos, onde estavam os nossos amigos, entregando-se ao prazer. Dez pessoas comiam-se com tesão. Da entrada viamos uma que era enrabada enquanto fazia um minete a outra que, por sua vez, resfolgava com um profundo broche. Outra gozava com uma dupla penetração, com os olhos vítreos do prazer, as mamas abanando com os movimentos de vai-vem. Finalmente o outro comia à canzana uma outra que estava num elegante 69 com a que restava.
Não era aquilo que nós procuravamos, por isso saimos daquela sala e fomos para a outra, mais pequena, mas que tinha a vantagem de proporcionar alguma privacidade, pois tinha porta e fechadura. Para lá, ainda mais excitados pelas imagens que acabáramos de ver, entramos os 4 bem excitados. Eles sabiam, porque lho tínhamos dito, que era a nossa primeira vez e por isso tomaram naturalmente a iniciativa, mas de um modo bastante suave, para que nós fossemos entrando no esquema.
Fomo-nos beijando, apalpando, crescentemente excitados. Naturalmente fomos trocando de parceiros, mas várias vezes voltavamos atrás. O Pedro, muito lentamente foi despindo a Joana, tocando-lhe o corpo em carícias suaves, deixando-a cada vez mais excitada. A Joana 2 tirou-me a camisola, desabotoou-me a camisa. Beijava-me o tronco, oferecia-me os peitos já desnudos para chupar. Enquanto lhe beijava as costas virou-se para a Joana e tirando-lhe o sutien chupou-lhe os mamilos já espetados. Excitada a Joana nem sentia que as últimas peças de roupa lhe tinham abandonado o corpo, enquanto a Joana 2 continuava a mamar e eu e o Pedro fazíamos minete ao par um do outro. Entretanto estavamos todos nús, iniciando um pequeno bacanal. A Joana deitada de costas estava a ser tratada pelos dois, enquanto por trás da joana 2 lhe lambia a cona, já bem molhada, e o olho do cú, deixando-o lubrificado e desejoso. O Pedro enfiava os dedos nos buracos da Joana que começava a perder a noção do que dizia, entregando-se completamente ao prazer.
- Enterra-mo, querido. Fode-me! Mete-me um caralho grande e grosso!
A estas palavras o Pedro não se fez rogado e ajoelhado à sua frente enterrou-lhe o mangalho na cona. Enquanto era espetada a Joana 2 beijava-a na boca, deixando a cona à minha disposição, o que aproveitei para a comer à canzana, dando-lhe umas palmadas leves no traseiro que me oferecia. Gostou e eu aumentei um pouco a força, avermelhando levemente aquele rabo apetitoso. Enquanto a fodia enfiei-lhe o polegar no cú, estimulando-o, recebendo como reacção movimentos fortes dos quadris para que mais enterrasse. O Pedro fez a Joana deitar-se de lado, mas antes que ele se enterrasse apontei-lhe a cabeça da Joana 2 para que lhe fizesse um pouco de broche, segurando-a firmemente pelos cabelos. A Joana sentiu-se momentaneamente abandonada, mas virando-se foi lamber os colhões do Pedro, alternando com a Joana 2 no broche. A Joana 2 atingiu assim o primeiro orgasmo, com um caralho na cona, dois dedos no cú e outro caralho enterrado até à garganta, urrando de prazer. Saí de dentro dela e coloquei-me a jeito para que as duas me chupassem, enquanto o Pedro fodia novamente a Joana, depois de finalmente a deitar de lado, dando-lhe palmadas fortes, alargando-lhe o cú com os dedos. A Joana rapidamente atingiu também o orgasmo, gritando com força para que a fodessem, lhe enterrassem caralhos, chupando sofregamente na minha piça.
Enquanto recuperava foi-me chupando suavemente, enquanto a Joana 2 me beijava e o Pedro lhe lambia o cú. Sentado, puxei a Joana para mim e fi-la enterrar-se no meu caralho, começando rapidamente no sobe e desce, beijando-a e beijando a Joana 2 alternadamente. Disfarçadamente fiz um sinal ao Pedro que imediatamente compreendeu e, pondo-se de joelhos atrás da Joana começou a encostar o caralho ao estreito buraco. A Joana gosta realmente de ter um caralho no cú, mas nem sempre e não é algo que façamos com frequência e, por isso, tentou fugir, mas ambos a agarramos e ela não conseguiu sair. Também diga-se que enterrada no meu mangalho o esforço não foi grande. As Joana 2 lambia-lhe as mamas, mordiscava os mamilos e a sua excitação crescente diminuiu a resistência a nada. Com um pouco de creme o Pedro lubrificou-a e lentamente foi-se enterrando, com pequenos recuos, com algum vai-vem, aos poucos estava todo dentro dela. Durante um bocado mantivemos movimentos lentos, e foi mesmo ela que começou a aumentar o ritmo, enterrando-se nas duas piças.
- Abram-me toda, espetem-me esses caralhos. Batam-me. Com força. Fodam-me filhos. Foda-se. Espeta. Enterra com força! Isso! Fooooooooooda-se!
Ai, queridos, foi tão bom.
A Joana 2, que se tinha entretido a beijar tudo e todos, apressou-se a dizer:
- Agora sou eu, também quero dois caralhos dentro de mim. Fodam-me, enrabem-me. Rebentem-me toda.
Desta vez foi o Pedro que se sentou, pedindo à Joana que, antes de começar, lhe fizesse um broche muito lento pois assim iria aguentar mais tempo. Enquanto ela o chupava sofregamente, agradecendo pela forte enrabadela que lhe tinha proporcionado, eu fazia um botão de rosa à Joana 2, enterrando a língua toda naquele buraco apertado.
Então peguei-lhe ao colo e cuidadosamente coloquei-a sobre o Pedro, enquanto a Joana abandonando o broche, apontou o caralho que facilmente se enterrou na cona bem molhada. Puxando a Joana obriguei-a a ajoelhar atrás deles e a prosseguir o beijo negro, para depois a afastar e abrir aquele buraco já bem estimulado com a minha piça. A Joana 2 estava bem mais habituada a ser enrrabada e estimulada como estava começou a bombar com força atingindo rapidamente o orgasmo, dando urros fortes.
- Não saiam, continuem a espetar-me, tenho direito a um pouco mais de tempo. Joana, ajoelha-te com o cú virado para mim. Vou-te lamber o cú para que te espetem novamente.
Durante mais um pouco seguimos este movimento até que a Joana 2, que tinha assunido a direcção de cena, pediu para pararmos e deitando-se por baixo da Joana começou um 69, no que foi correspondido por esta. Juro que fiquei surpreso, sempre me tinha dito que nada queria com mulheres, mas estava totalmente excitada. A Joana 2 disse-me para a foder e ao Pedro para enrabar a Joana enquanto ela a chupava.
Neste movimento nos mantivemos um pouco, até que sem aguentar mais saí da paxaxa quente da Joana 2 e tirando o preservativo vim-me na boca da Joana, que engoliu tudo o que tinha para lhe dar e me continuou a chupar atingindo um novo orgasmo, quase desfalecendo de prazer. O Pedro bombava agora com força no cú, e ela pedia pressa pois começava a doer. Louco de tesão ele lubrificou com mais creme e continuou a bombar, a abrir-lhe as pregas do cú, a rebentá-la. Assim atingiu o orgasmo vindo-se na boca da Joana 2 que por baixo da Joana continuava a fazer o minete ou a lamber os tomates do Pedro. Estavamos satisfeitos, por isso limpamo-nos e voltamos à sala.
Conversamos um pouco sobre o bar, como as pessoas se escolhiam, o que as atraía. A Joana 2 fez um comentário interessante:
- É simples! Os bonitos escolhem os bonitos. Os feios escolhem os feios. Os gordos com os gordos, os magros com os magros, os novos com os novos os velhos com os velhos.
Olhamos para eles, olhamos à nossa voltam, aos grupos que se formaram. É realmente assim, ali como na vida.

Assim poderia ter terminado a noite, se a Joana não estivesse com o período e nós não tivessemos hesitado. Talvez da próxima, porque eles eram realmente atractivos e eramos do mesmo grupo.

Se me estão a ler (“Joana” e “Pedro”) e reconhecem a parte real da história, espero que numa próxima vez aceitem voltar a tentar. Nós continuamos a desejá-lo.


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:05
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