Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

O convidado e minha esposa


Olá a todos! Sou o Pepe casado como sabem com a Ana uma loira fantástica de corpo escultural. Eu e a Ana não temos uma vida sexual muito activa pois eu sou um homem demasiado dedicado ao trabalho e embora ela nunca se tenha queixado eu sei que sente muito a falta de sexo e a prova disso são os “flagras” que já presenciei sem que ela saiba.

Este é o preço que tenho de pagar por não lhe dar a atenção que ela merece. A mim parece-me justo. O que vou relatar é um desses “flagras” que aconteceu em Outubro passado. Regressava do trabalho já tarde, 23H40 de uma sexta-feira, já perto de casa numa área de pinhal o carro que seguia à minha frente despistou-se e embateu numa árvore fora de estrada. Parei o meu carro e aprontei-me para socorrer o único ocupante, um senhor com 66 anos de idade de nome Francisco com ferimentos ligeiros apenas.

Como nos encontrava-mos numa zona sem cobertura de rede e a viatura acidentada não oferecia perigo para a circulação do trânsito levei o Sr. Francisco para o Hospital mais próximo. Aí liguei para a Ana a contar o sucedido. Cerca da 1H00 o Sr. Francisco estava já liberto do Hospital e eu perguntei-lhe se precisava de boleia para algum lugar ao que ele respondeu que não sabia pois ia em viagem para o Alentejo onde residia e não conhece ninguém próximo. Como me pareceu ser uma pessoa de bem pedi-lhe que ficasse em minha casa e ele aceitou o convite. Ao chegar a casa chamei pela Ana para que viesse conhecer o Sr. Francisco e que o dirigisse ao quarto onde iria ficar. Ana veio em camisa de dormir preta quase transparente e muito curta deixando ver o seu corpo esbelto na plenitude e quando se apercebeu da presença do convidado voltou repentinamente ao quarto para vestir algo menos provocante e regressou à sala onde nos encontrava-mos.

Expliquei-lhe a situação e logo após pedi-lhe que instalasse o Sr. Francisco no quarto vago junto ao nosso enquanto eu ia tomar um banho. Quando me deitei na cama nessa noite Ana lançou-se a mim como uma fera pedindo-me para a foder pois estava “desejosa de me sentir corno”. Esta é uma expressão que ela usa quando quer foder comigo pensando noutro homem. Desceu para debaixo do lençol agarrou-se ao meu pau e eu embora cansado fiz-lhe a vontade. Nessa noite ela gritou mais do que o normal de tal forma que era impossível o nosso convidado não a ter ouvido. Na manhã seguinte o acordar foi o normal para uma manhã de sábado e quando nos levantamos o Sr. Francisco estava já sentado na sala com o banho tomado. - Bom dia! Tomei a liberdade de tomar banho, espero que não se importem. Ana colocou-o à vontade dizendo: - Faça de conta que está em sua casa Sr. Francisco.

Ao pequeno-almoço eu disse ao Sr. Francisco que iria tratar do reboque do carro dele e ele disse que tinha ligado já a um filho para o vir buscar. Coloquei-o à vontade quanto à estadia dele e apressei-me para sair pois tinha o rebocador já a caminho do local do acidente. Antes de sair de casa fui ao escritório ligar o sistema de escutas que instalei no último verão junto com o sistema de alarme em toda a casa. Ana e o convidado ficaram ainda a terminar o pequeno-almoço e tudo o que se passou naquela manhã eu só soube no dia seguinte quando ouvi a gravação. O Sr. Francisco é um sexagenário bem constituído, alto e com alguma barriga, cabelos grisalhos e olhos azuis. Ana pergunta-lhe: - Então Sr. Francisco dormiu bem esta noite apesar do acidente? - Deixa o Sr. de parte Ana, dormi bem sim, embora demorasse algum tempo a adormecer. - Sinta-se à vontade então Francisco, eu vou tomar um banho. Ana sobe para o quarto e durante alguns minutos não se ouve qualquer movimento ou som dos dois. Eis que de repente se ouve um barulho forte de algo a cair no quarto e… - Ana?! Está tudo bem? Era o Sr. Francisco na porta do quarto. Ana não responde pois estava no WC com a água ligada e não o ouvia.

Ele então abre a porta do quarto devagar e vai entrando. Dirige-se para o WC, onde encontra Ana apenas com a toalha enrolada no corpo. Ela fica imóvel quando o vê e imediatamente diz: - Francisco o que faz aqui? - Ana!? Está tudo bem? Ouvi um barulho. - Oh! Foi a cadeira que caiu no chão Francisco. - Isso Ana, assim fica muito melhor sem o Sr., vês que não custa nada. -Claro que não! - Bem vou para baixo então! - Francisco? Porque não conseguia adormecer ontem? - Bem! Por causa do acidente também, mas principalmente porque quis ouvir todos os teus gemidos até ao fim. - Oh Francisco, assim fico sem jeito. - Sabes Ana, um homem na minha idade não faz amor com muita frequência. Os sons que ouvi ontem foram música para os meus ouvidos. - Gostou mesmo de me ouvir? - Sim. Há muito tempo que não ouvia alguém gemer dessa forma. - Gostava de ouvir novamente Francisco? Agora? - Agora? Aqui? - Sim! Naquele momento Ana ajoelha-se e prontamente e saca o caralho de Francisco para fora. - Ai Francisco! Que belo pau aqui tem! Hummm! Que grosso que é! - Gostas? Isso chupa assim chupa. Ana chupou o caralho durante alguns minutos como só ela sabe, ouviam-se os gemidos de ambos. - Oh! Francisco, beije-me, abrace-me com força. - Sim Ana, como tu és quente e carinhosa! Estás muito carente não estás filha!? - Sim Francisco, preciso muito sentir-me possuida por um homem de verdade. - Oh Ana! Eu vou-te mostrar como o corno do teu marido te deveria sentir. - Sente-se neste banco Francisco, quero senti-lo agora.

Ana cavalga então o grosso caralho do convidado gemendo de prazer durante largos minutos. Ouvem-se os gemidos e o som dos corpos a baterem um no outro. - Oh! Oh! Que grosso que está! Nunca senti nada igual Francisco. - Oh! Ana, mais devagar, não aguento muito mais!!! - Deixe-me chupá-lo novamente. Quero sentir o seu leitinho espalhado no meu corpo. Ana chupou então novamente Francisco até ele explodir na cara dela. Ana adora sentir a esporra quente nos seios e na cara e depois espalha-a por todo o corpo. -Simmm! Ui! Tanto leitinho você tinha guardado para mim. Oh! Tão bom! - Sim Ana, toma todo para ti. - Oh sim, sim! - Foste a foda da minha vida Ana.

Quando cheguei a casa estavam ambos recompostos sem que nenhum deles denunciasse o encontro escaldante. Após o almoço o filho de Francisco chegou para levar o pai de regresso. Ana fala agora em ir visitá-lo ao Alentejo e até já mencionou a época do Carnaval para o fazer-mos.

Até breve amigo!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:19
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