Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Escorria-me pelas pernas


Tudo começou quando decidi explorar uma das muitas partes divertidas da internet. Entrei num chat, sempre sem saber bem o que iria encontrar, mas já muitos amigos haviam-me falado desses tão famosos chats, estava um pouco desorientada mas ao mesmo tempo curiosa... E, eis que entre tantos nomes engraçados, lá estava o meu: Deusa, era o meu nick. Fui logo abordada por muita gente e fiquei sem saber a quem responder, até que me decidi por um... achei que fora uma boa escolha e mais tarde tive a certeza que sim. Era o mais discreto de todos os que tentavam "engatar-me", sabia conversar, tinha sempre assunto, não ofendia, "ouvia-me" pacientemente e adorava-me pelo menos foi o que disse quase desde o começo. Claro que isso ainda se arrastou por algum tempo, teclávamos quase todos os dias e também tínhamos conversas por telefone, íamos nos consolando apenas com a voz um do outro e é claro com as conversas mais perversas que tínhamos através do chat. Ainda não referi que a distância entre nós ainda era alguma, mas isso não foi obstáculo para nós, ou melhor para ele, eu na altura não pude deslocar-me mas ele disse-me que queria conhecer-me pessoalmente e que iria conseguir vir até mim.
Logo á partida não acreditei, não que desconfiasse da boa intenção dele, mas porque sabia que também trabalhava.
Ele foi sempre insistindo em dizer que queria-me e que teria-me como um homem quer e pode ter uma mulher... o meu coração batia fortemente como que acreditando que seria realmente verdade e aquela insistência por mais remota e absurda que parecesse excitava-me e eu sentia-me endoidecida por aquele desejo...um homem quase estranho.
Sonhava com aquela possibilidade, com aquele encontro e masturbava-me fogosamente só de imaginar o que poderia acontecer que quase podia sentir o calor do corpo dele ali...dentro de mim!
O dia começou mal, chovia e o trânsito estava congestionado, cheguei tarde ao emprego como é de prever e tinha muito serviço acumulado, eram 11:30h quando o telemóvel tocou, era ele, àquela hora era de estranhar ele estaria a trabalhar... atendi com o meu habitual sorriso de simpatia pois nada daria-me mais alegria naquele "mal começado dia" do que falar com ele.
Pensei que iria morrer quando o ouvi dizer: -"Disse-te que vinha e aqui estou á tua espera para irmos almoçar", "tira o resto do dia", "vem trabalhar comigo".
De repente aquela chuva intensa começou a fundir-se num sol tão escaldante que eu sentia-me queimar...afinal de contas era verão e eu vestia nada mais nada menos do que uma saia curta e um top discretos.
Hesitei por um instante, não estivesse ele a brincar comigo, tinhas os nervos em franja que nem conseguia andar sem que todos notassem o meu nervosismo.
Cheguei ao hall de entrada e estremeci quando o vi ali parado a olhar para mim... devorando-me com o olhar...sentia-me tão molhada, tão quente, tão desejada que não pude evitar de corar. Não pude nem falar.
Ele olhou-me novamente com aquele olhar devorador e com malícia disse:
-"Vamos comer", "estou cheio de fome".
Fomos almoçar a um restaurante que por coincidência ficava a uns escassos metros de um hotel, durante o almoço falámos de nós e do que gostaríamos que acontecesse naquele encontro e é claro que, quer para ele, quer para mim não existiam tabus, tudo era permitido.
Acabámos de almoçar, um prato mexicano bastante apimentado, espectacular estava uma delícia mas ele reclamou dizendo que ainda não estava satisfeito e cor ar sacana, disse que faltava a sobremesa, estremeci, o meu coração disparou pois havia percebido o que ele quisera dizer, levantámo-nos, pagámos e saímos.
"E agora?", pensei, "para onde vamos?", mas ele certamente tinha algo em mente, restava-me saber o quê, quando ele olhou em direcção ao hotel e disse: -"Tenho de instalar-me, afinal vou passar o fim de semana. "Não o podia convidar para passar aquele fim de semana em minha casa porque morava com umas amigas, que, acho eu, nem conheciam um homem...
estava tão excitada com aquela situação mas ao mesmo tempo queria fugir dali. Entrámos e ele pediu um quarto. Ele sorriu e pediu-me ajuda para arrumar as suas coisas é claro que sabíamos o que iria acontecer, eu já estava toda molhada só de pensar naquelas mãos a tocarem-me e aquele corpo musculado a devorar-me de todas as maneiras naquele quarto de hotel com varanda e vista para o mar. Dirigimo-nos para o elevador e só de pensar que iríamos subir sózinhos quase morri de excitação, quando o elevador se fechou reparei que algo mais estava subindo, ele notou a minha percepção e não demorou nem um segundo para sentir a minha temperatura... e era tão elevada...começou por beijar-me e ao mesmo tempo acariciar as minhas mamas com uma das mãos, a outra já se encontrava entre as minhas pernas onde parecia que tudo escorria por elas abaixo, aqueles dedos grossos à procura de um buraquinho quente que dava origem áquele molho todo, a minha mão não se conteve e procurou, onde encontrou logo, aquele volume enorme e escaldante que roçava nas minhas nádegas quase tirando-me todos os outros sentidos à excepção do tacto, e, entre gemidos ouvia-o dizer que eu iria pagar por tudo o que o havia feito "sofrer" na net, sofrendo agora as consequências e sem poder fugir, o que ele não sabia era que eu queria pagar por aquilo tudo, gemíamos tanto que,
eu acho que todos os hóspedes ouviam e isso era mais um condimento apimentado para nós, foi quando ele arrancou minha tanguinha e eu desapertei as suas calças que eu pensei que o elevador ia explodir, antecipei-me a ele, baixei-me e engoli o seu pau quente e friccionei-o com uma vontade doida e com movimentos de trás para a frente que quase queria rebentar na minha boca pois sentia-o crescer cada vez mais, ele completamente desvairado gemia como doido e segurava a minha cabeça para que eu não parasse de o fazer...como se eu fosse deixar de fazer uma coisa que quase me matava de tesão... e depois junto com a minha mão finalizei o meu trabalho fazendo realmente explodir, mas foi uma explosão quente de leite espesso que o "atrevido" jorrou na minha boca sem pedir licença... e que bem que soube... parece que tudo isso levou muito tempo mas só demorou cinco andares, ele disse-me que nunca o tinham feito vir tanto em tão poucos minutos! Senti-me lisonjeada.
Chegámos ao quarto mas como uma parte da tarefa dele não estava concluída mal deu tempo de fechar a porta quando ele jogou-me contra a parede e esgravatou a minha rachinha com a sua língua quente que eu quase não podia respirar, estava completamente louca, eu gemia como uma louca, parecia que ele procurava alguma coisa lá dentro e tinha vontade de a encontrar... e encontrou... um jacto de desejo acumulado que resolvera rebentar, apertei sua cabeça entre as minhas pernas e deixei-o deliciar-se.
O seu pau por si falava quando veio ao encontro do meu buraco quente; ele pegou nas minhas pernas abriu-as á volta da sua cintura e nem foi preciso indicar a direcção tudo estava á medida da nossa vontade. Aquele pau era grande, grosso e quente preenchia-me por completo, a minha vontade era que ele nunca saísse de dentro de mim, depois ele voltou-me contra a parede e fodeu-me por trás primeiro na rachinha, claro, mas já avisando que iria-me foder toda, as suas mãos na minha cintura, o seu pau na minha cona aqueles movimentos todos brutos, mas deliciosos, completamente selvagens estavam-me enlouquecendo... até que decidi parar, empurrei-o para cima da cama, deitei-o, despi-lhe a camisa, arranquei-lhe as calças que já se encontravam nos joelhos, despi o meu top onde já se encontrava uma mama de fora e saltei-lhe em cima enfiei o seu car... na minha cona e pulei em cima dele fazendo-o quase gritar de tesão, esta era a posição ideal para ele ver-me de frente e em "serviço", desta forma ele aproveitou para acariciar o meu corpo todo, beliscando e acariciando os meus mamilos, agarrando o meu cú e acompanhando os meus movimentos segurando-me pela minha cintura minúscula que tanto o excitava, acho que ele quase morreu quando decidi tirar o car... da minha cona e resolvi metê-lo no meu cuzinho apertado e sem experiência, quase gritei de dor mas contive-me e fui introduzindo muito devagarinho até se lubrificar por completo nessa altura fui-me mexendo devagarinho e quando acostumei-me áquela sensação a dor foi passando a prazer e ... não conseguia parar de o foder com o meu cuzinho até que ele pediu para eu parar porque pensava que iria morrer de tanto tesão e novamente tudo o que ele tinha saltou para fora para cima do meu buraquinho agora um pouco mais aberto...Que foda!!!
O mesmo pensou ele, nunca havia sentido tantas sensações quase ao mesmo tempo e tão completas.
Passei aquela e as duas seguintes noites com ele, fazíamos de tudo e em todo o sítio, ora na varanda, ora na piscina, ora no elevador, era uma autêntica loucura, não tínhamos medo nem vergonha afinal tínhamos de aproveitar bem aquele fim de semana pois sabíamos que agora muito dificilmente nos voltaríamos a ver...
E assim foi, tempos depois soube que ele havia-se casado e que mudara de emprego.
Agora restam-me as boas recordações dos maravilhosos momentos que passámos juntos, de quando ele me dizia que aquela tinha sido a viagem mais proveitosa da sua vida e ainda me lembro da nossa despedida quando ouvi a sua voz ardente murmurando nos meus ouvidos dizendo: -"Eu nunca te esquecerei".
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 02:59
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