Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Experiencia Lesbica


A minha adolescência sempre foi passada ao lado de outras raparigas. De todas a Rita sempre foi a minha melhor amiga…. Vivíamos perto uma da outra, andávamos na mesma escola, estávamos na mesma patrulha nos escuteiros, etc, etc. Crescemos juntas!
Naquela coisa de amiguinhas costumávamos dizer que ela era a minha mãe e que eu era a filha dela, e juntava-mos a isto muitos abraços e beijinhos normais para nós naquela idade.
Tinha já cerca de dezasseis anos quando, num fim-de-semana, fui acampar com os escuteiros para os lados de Sintra. Foi o grupo todo, e claro a Rita também.
Já tinha notado nessa altura que a Rita andava mais melosa comigo do que era normal, os carinhos e abraços andavam mais frequentes e também mais intensos.
Nessa noite estávamos já só meia dúzia à volta da fogueira e eu estava deitada com a cabeça no colo da Rita, que me ia fazendo festas na cabeça e no pescoço, quando alguém exclamou em tom de galhofa: - "vocês as duas com essas coisas parece mesmo que se comem!". Foi a rizada geral, e a Rita não se fazendo rogada respondeu: - " pois comemos! Não sabias? Olha!" e, dito isto inclinou-se sobre a minha cabeça e começou a beijar-me a boca. Nós já tínhamos dado beijinhos na boca várias vezes na brincadeira., tipo toca e foge, mas desta dez foi diferente, ela colou os seus lábios aos meus e a sua língua abriu-me a boca e logo se enrolou na minha por alguns momentos. Fiquei em choque, não sabia muito bem o que é que havia de pensar ou de dizer, não sabia se tinha gostado ou não, não sabia nada! Mas estes pensamentos acabaram rápido porque logo seguido ao beijo houve uma algazarra tal, com assobios e tudo, que um chefe saiu da tenda meio irritado e mandou toda gente dormir depois de nos dar um belo sermão sobre o barulho à noite.
Fomos todos para as nossas tendas. Na minha tenda estavam a Rita e outra miúda chamada Joana. A Rita estava excitadíssima, só dizia disparates, mas notava-se que estava perfeitamente acesa. Abraçava-se a mim a torto e a direito, beijava-me o pescoço e lá ia dizendo coisas do tipo "eles têm é inveja de nós"; "esta boazona é só minha", etc. Eu e a Joana, um bocado contaminadas por aquela euforia íamos rindo que nem umas desalmadas, enquanto a cena se ia desenvolvendo. Como eu ia sempre aos acampamentos com a Rita, nós já tinha-mos o hábito de juntar os nossos sacos-cama, de forma a que, um ficava aberto por baixo e outro por cima, fazendo uma espécie de cama. Como a noite estava muito agradável a Rita mandou a boca: - "embora dormir nuas! ", e nós as duas logo acedemos alinhando na brincadeira. Deitamo-nos as três e a Rita voltou às cenas dela, abraçou-me, beijou-me o pescoço e começou a percorrer-me com as mãos enquanto ia dizendo mais daqueles disparates. Só que desta vez estávamos as duas nuas, e embora fossem frequentes as nossas intimidades nunca tinham sido tão intensas. Senti pela primeira vez as mãos dela a passarem-me pelos seios, depois pelo rabo e muito rapidamente pela minha vagina. Eu já estava um bocado molhada e talvez por constrangimento repeli a mão dela disfarçadamente, mas ela já tinha sentido o meu calor e a minha humidade e, num impulso, largou-me e lançou-se à Joana com o mesmo tipo de abordagem, certamente, porque passado pouco tempo ouvi a Joana a dizer-lhe: -"tu hoje estás de todo, precisas é de um banho frio, vamos é dormir!". E assim foi, a Rita abraçou-se a mim por trás e depois de meia dúzia de bocas disparatadas lá adormeci com as festinhas leves da Rita no meu cabelo, tal como estava habituada. Passado pouco tempo acordei. Sentia-me percorrer por umas mãos suaves, não sabia se era ainda a sonhar ou se era real, mas estava excitadíssima. Aquelas mãos suaves da Rita iam-me massajando os mamilos que estavam já tesinhos. De fundo o som dos roncos da Joana que dormia o mais profundo dos sonos. As mãos da Rita desceram em direcção à minha flor de prazer e quando me alcançaram lembro-me que automaticamente gemi e abri levemente as pernas sussurrando: - "não pares Rita!". Ela chega a sua boca à minha e começa a mordiscar-me os lábios suavemente, envolvendo-me depois em longos e demorados beijos. Inconscientemente as minhas mãos também já lhe percorrem o corpo. Lentamente vou-lhe massajando o clítoris completamente encharcado e ela vai gemendo muito baixinho. Passado um bocado já os dedos dela me penetram toda e eu penetro-a a ela suavemente. As duas gememos baixinho e viemo-nos brutalmente, primeiro eu, depois ela num orgasmo estridente que eventualmente acordou a Joana. No fim beijamo-nos demoradamente e assim adormecemos abraçadinhas uma à outra… A Rita viria a confessar-me mais tarde, que embora não fosse virgem, aquele tinha sido o primeiro orgasmo da sua vida. Quanto a mim embora não tivesse sido o primeiro, foi certamente um dos melhores.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:34
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