Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

No Monte Alentejano


Tenho 33 anos, solteiro, alto, com 1,88, 90Kg e corpo musculado pois jogo rugby. Na minha vida profissional sou consultor informático e o ambiente na empresa é muito informal e damo-nos todos muito bem. Existem inclusive diversos grupinhos que saem juntos e fazem programas em conjunto, e como é obvio eu faço parte de um desses grupos.

Nestes grupos, entram, naturalmente, os respectivos cônjuges ou namorados de cada um. A história que conto envolve a mulher de um colega meu. Desde que se começaram a dar estes jantares e saídas a Filipa, mulher do meu colega passava o tempo todo a insinuar-se, tocava-me, roçava-se e fazia todos os possíveis para estar comigo a sós. Eu, apesar de gostar da atenção e de ela ser muito interessante, 1,75, 63 kg, pernas longas e um par de mamas a pedir para ser chupado, sempre tinha fugido porque não queria arranjar confusões no trabalho e porque ela, diga-se a verdade, era muito chata. Era tão gira como era chata. Mas um homem não é de ferro e o inevitável acabou mesmo por acontecer.

Num fim de semana grande de 4 dias o grupo foi todo, umas 12 pessoas, passar o fim de semana para um monte alentejano. Muita diversão, muitos copos, muita conversa. Mal tínhamos acabado de chegar e estávamos a retirar as bagagens do carro a Filipa aproxima-se de mim, dá-me uma palmada no rabo e diz “é este fim de semana que me comes ou és maricas?”, olhei para trás bem nos olhos dela e respondi “sou homem para te foder como nunca foste fodida”, e afastei-me com as malas. Mais tarde encontrei-a na cozinha a arrumar as coisas e encostando-me a ela sussurrei-lhe ao ouvido “Este fim de semana vou comer esse cu e dar-te muito leite” e dando-lhe uma palmada no cu afastei-me sem a deixar responder.

Se ela queria ser fodida então eu ia tratar disso. A seguir ao almoço, o pessoal foi andar de bicicleta e eu que estava lesionado fiquei em casa a tomar conta das coisas. Ainda não tinham passado 10 minutos e apareceu a Filipa, que desculpando-se com uma indisposição tinha voltado para trás. Eu estava deitado numa espreguiçadeira e chamei-a para ao pé de mim, já com o pau de fora, duro e a brilhar. Anda mama, ordenei e ela ajoelhou-se e começou a mamar com gosto. “não querias ser comida? Pois agora não te queixes.” “Não precisas de ser mal criado”. “cala-te!” ordenei. “Fazes como quero ou então vais foder com o corno do teu marido” e empurrei-lhe a cabeça para baixo fazendo o caralho entrar-lhe na garganta o que lhe provocou uma sensação de vómito e a fez recuar, o que não deixei. “continua a mamar, disse que te ia dar leite e vais beber tudo o que te der este fds” e comecei a vir-me em jactos espessos que entravam directo na garganta e que ela a custo engoliu.

“Porco, cabrão, nunca engoli esporra e tu fazes-me isto”. “Não pediste para eu te comer? Não te portaste como uma putinha? Então vais ser tratada como uma”. Estava toda corada de raiva, mas também de excitação, puxei-a para mim, dei-lhe um beijo e passei a mão na cona, que estava já bem molhadinha. Deitei-a na espreguiçadeira e dei-lhe um banho de língua nas mamas e no corpo todo que a fizeram derreter-se toda, mas sempre sem lhe chupar a cona. Eu já estava mais que pronto para a foder e pondo-lhe as pernas nos meus ombros entrei de um movimento só provocando-lhe um grito de dor e de prazer, “filho da puta, tas a magoar-me”, “já passa” e continuei a bombar com tudo o que podia, indo o mais fundo que podia e com toda a força que podia e não demorou muito já ela gritava de prazer “fode-me cabrão, fode-me. Ai que me venho, ai. Isso, dá com força” e eu dava. “então minha puta, o corno fode-te assim? Faz-te vir assim?” e senti que ela se estava a vir, revirou os olhos, deu um grito e começou toda a tremer, tremia tanto que até tive medo. Saí de dentro dela deixei-a recuperar e quando ela disse que estava bem mandei-a pôr-se de quatro, “agora vou partir essa peida putinha”, “Não por favor, nunca fiz anal”, “não?

Nunca deste o cu ao corninho?, logo vais dar para ele sentir o que é bom” e dito isto cuspi-lhe no cu e aproveitando os sucos dela besuntei tudo bem e comecei a enfiar. Ela gritava , tentava fugir, mas segurei-a bem pelas ancas e aproveitando os movimentos dela enfiei a cabeça, fui-lhe fazendo festinhas no rabo e nas costas para ela se acalmar e habituar ao pau no cu. Passado uns 2, 3 minutos sentindo-a relaxar fui enfiando tudo até ao fim. Que cu apertado, que maravilha. Ela nesta altura já misturava gritinhos de dor com gemidos de prazer e para melhorar as sensações dela comecei a brincar com o grelinho e em pouco tempo ela já só gemia de prazer até se vir novamente. Eu também estava quase a vir-me, tirei do cu, tirei o preservativo e ordenei para pôr na boca que me queria vir, “não, isso não, é nojento”, “cala-te e bebe o que tenho para ti” e despacha-te porque eles devem estar a chegar e meti-lho novamente na boca e comecei a vir-me.

Novamente bebeu tudo, com uma cara de nojo mas bebeu. Nisto começamos a ouvir vozes era o resto do pessoal que chegava. Eu vesti-me e continuei na espreguiçadeira enquanto ela correu para o quarto. Na hora de jantar apareceu de braço dado com o marido a andar meia esquisita. O Pessoal perguntou o que ela tinha e ela respondia que era hemorróidas mas eu sabia bem o que era e ri-me para dentro. Jantamos, jogamos as cartas bebemos e numa altura em que ela foi à casa de banho eu também fui, entrei atrás dela e fechei a porta sem lhe dar hipótese de dizer nada. “Quero-te minha putinha”, “Tu és doido, sai daqui alguém pode aparecer”, estão todos na conversa e há outras casas de banho” e despi os calções mostrando o caralho pronto para a acção, “anda, tu também queres” e queria porque estava já toda excitada quando eu lhe baixei as calças e sentando-me na sanita fi-la sentar-se em cima de mim.

Ficamos assim com ela a cavalgar-me durante um bocado os dois a gemer-mos baixinho, eu com as maminhas dela na boca até que ela atinge o orgasmos mordendo-me a camisa para não gritar, quando acabou eu pedi-lhe para me acabar e ela percebeu e começou a mamar-me. Estava a começar a vir-me quando batem à porta “Tas bem Filipa?” Era uma das colegas que tinha vindo à procura dela a pedido do marido. Com o susto ela tirou o pau da boca e respondeu que sim que estava mesmo a sair, mas o meu orgasmo já não tinha volta e enquanto ela respondia eu vinha-me sujando-lhe a cara, o cabelo a e roupa. Eu estava cheio de vontade de rir, ela aflita a lavar-se o melhor que podia e a dizer à amiga que saia já.

Eu escondi-me dentro da banheira a fazer um bocadinho de tempo e a Filipa saiu levando a amiga com ela. Assim que ouvi os passos a afastarem-se saí e corri para o pé do resto do pessoal, mas no caminho estava a amiga que tinha ido chamar a Filipa, a olhar para mim e a rir-se “Quando for possível quero o mesmo. Não te esqueças disto”, Respondi “quando quiseres” e segui o meu caminho Ainda voltei a comer a Filipa mais duas vezes ...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:47
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