Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Carta de 1 Lesbica Casada


Meu amor,

Você não sabe o que fiz ontem. Como meu marido viajou e só volta hoje, sábado depois das 2 da madrugada, tendo ficado impressionada com aquele travesti na televisão, procurei um anúncio de putas travestis. Ganhei coragem e liguei para ver se ele saia com mulheres. Combinamos, chamei um taxi e lá fui eu para a zona do edifício do JN, no centro do Porto, até ao apartamento dele. Nem queira saber o medo que senti de alguém me ver, de ser assaltada, enfim medo de coisas más.

O anúncio dizia que o travesti era bonito, mas pessoalmente era muito mais lindo. O nome dele era Bruna. Vestia jeans e uma blusa solta que lhe marcava os bicos dos seios. Os seus quadris eram muito bonitos e as suas pernas eram longas e bem torneadas.

Entrei no seu apartamento e percebi que era decorado com muito bom gosto. Bruna serviu-me um sumo e perguntou-me o que gostaria de fazer. Nessa altura, já queria era ir embora sem fazer nada, de tão nervosa que estava.

Ao perceber o meu nervosismo, sentou-se a meu lado e inclinou a minha cabeça no seu ombro. O seu perfume era muito suave e saboroso. Enquanto me confortava, passando a mão nas minhas costas, para cima e para baixo, não aguentei. Pus a minha mão sobre as mamas dela e comecei a acariciá-la. Não era silicone. Apenas o resultado de muitos anos de hormonas femininas. Bruna perguntou se eu queria que ela tirasse a blusa. Não conseguia nem falar, mas fiz que sim com a cabeça. Tirou a blusa e guiou a minha mão para as suas mamas enquanto enfiava a mão por detrás de meus Jeans. Acariciava-me por detrás, enquanto eu, gulosa, já chupava as suas mamas. Tirei e seu sutiã e enfiei a minha cara naquelas mamas maravilhosas. Também tirei as minha calças e a minha blusa. Ao ver as minhas mamas, Bruna os achou lindos (muito maiores do que os dela) e perguntou se podia beijá-los e começou a passar a língua nas mamas e a chupar os bicos, um pouco num bico, depois no outro. Os bicos ficaram duros e salientes, oferecendo-se para a língua da Bruna.

Nessa altura eu já queria ficar toda nua abrir as pernas e para a Bruna me foder. Pedi-lhe que tirasse as calças e ficasse só de calcinhas. Quando desceu os jeans, vi o volume nas suas calcinhas. Não me contive e enfiei minha mão na sua calcinha. Bruna tinha um pau muito, mas muito maior do que o de meu marido. Acho que nunca tinha visto um assim tão grande, pois não conseguia encostar o polegar no indicador ao redor do pau dela.

Acariciando-a, tirei-lhe as cuecas e comecei a roçar nela.O meu tesão era muito grande, mas só conseguia pensar em você. Pedi a ela se lhe podia chamarPatrícia. Ela então me perguntou se eu era lésbica. Disse que era e que estava apaixonada por ti e que gostaria de fazer de conta que estava a foder contigo.

Fomos até ao quarto da "Patrícia" e deitei-me na cama. Ela começou a beijar-me na boca, deitou-se por cima de mim e esfregava-me o pau entre as minhas coxas. Abri as pernas para recebê-la, mas ela enfiou dois dedos na minha cona e perguntou-me se eu já tinha sido enrabada. Disse que sim, mas só com vibrador e dedo. Ela lubrificou um dedo e enfiou-mo no cú enquanto tinha três dedos na minha cona. Comecei a mexer. Quando mexia para trás, um dedo entrava no meu cuzinho; quando mexia para a frente, três dedos entravam na cona. Enfiou mais um dedo no cú e encostou a cabeça do seu pau na minha cona. Era muito grande. Disse-lhe que não conseguiria enfiar tudo. Patrícia afastou-se, enfiou a sua cabeça nas minhas pernas e lambeu-me a cona até me encher de saliva. Em seguida pediu que abrisse a cona bem aberta e foi deslizando o seu pau para dentro de mim: punha um pouco, tirava um pouco. Cabeça, metade e meteu tudo, até encostarmos os nossos pelos.


Aquilo foi me preenchendo tanto que pensei que chegaria aos ovários. Depois de um pouco de dor e desconforto, comecei a mexer-me com o caralho do travesti a rasgar-me a cona. Estava a ser tão bom que desejei você que estivesse ao meu lado. Gozei como uma tarada e gemia, "Ai, Patrícia, mete, enfia-me esse caralho, rasga-me a cona, me arromba, Patríciaaaaaaa!. Levantava os quadris para cima, até não ter mais nada que entrar. Fiquei inteirinha molhada.

Patrícia também queria gozar. Estava com preservativo mas disse que eu a havia deixado louca. Então pedi-lhe que se deitasse e comecei a lamber-lhe as mamas, desci pelo umbigo e enfiei o caralho dela na minha boca. Apesar da camisinha, ela começou a meter na minha boca, como se fosse uma cona. Segurou-me pelos cabelos e puxava e empurrava minha cabeça tanto que cheguei a ficar zonza. De repente veio-se. Pena que estava de camisinha. Enfiou-me o caralho na garganta e pensei que morreria asfixiada, mas gozou tanto que teve de sair a correr para a casa de banho para não estourar o preservativo. Ao voltar da casa de banho, perguntou se estava satisfeita com a "Patrícia". Disse-lhe que gostaria de gozar um pouco mais, mas não poderia voltar para casa muito tarde.

Fiquei deitada de bruços. Ela deitou-se a meu lado e começou a acariciar as minhas costas. Passava a língua e me mordia de leve até chegar às minhas nádegas. Em seguida começou a separar minhas nádegas e a lamber-me o cú. Você não sabe como é bom ter uma língua invadindo seu traseiro. Ela lambia e enfiava um pouco a língua, enquanto metia 3 dedos dentro da minha cona. Quanto mais me lambia, mais eu me abria para trás. Parou de lamber-me e enfiou-me um dedo no cú. Em seguida enfiou outro, até que enfiou 3 dedos em mim e eu queria mais. Enlouquecida, eu dizia, "Mete, Patrícia. Põe a mão inteira, põe tudo no meu cú!!!"

Ela mexia os 3 dedos dentro de mim e me massagava tudo por dentro. Aí não aguentei mais e pedi, "Enraba-me com o teu caralho. Enfia devagar para não doer. Se doer, você tira, promete? Patrícia lubrificou o seu caralho com bastante vaselina e começou a forçar a minha abertura traseira. Senti uma dor aguda e gemi de dor. Patrícia tirou o seu pau e me massageou com os dedos para me abrir um pouco mais. Em seguida, percebi que a cabeça do pau dele já tinha entrado, mas faltava todo o resto, e eu não iria aguentar esse mastro dentro do meu cúzinho. Comecei a gemer, "Chega, tira, está a doer muito. O seu caralho pau vai me arrebentar toda. Tira, mete na frente. Mete quanto quiser, mas mete na cona. Tira, tá a queimar tudo por dentro. Come a minha cona ou deixa que eu chupo o seu pau. Chega, por favor, você está a rasgar-me. Vem, mete na minha cona. Você já gozou nela!!!"

Mas Patrícia não teve dó. De um só golpe, enfiou o seu caralho por inteiro no meu cuzinho virgem.. Eu gemia de dor porque tudo doía e queimava por dentro, mas Patrícia continuava a meter em mim, enfiando e tirando o seu pau de meu buraquinho enquanto me acariciava a cona com os dedos.

Senti que Patrícia ia começar a gozar. Ela se arrepiou, enfiou o pau até o fim, fazendo sentir o seu líquido quente dentro da camisinha e do meu cú.

De repente, comecei a gozar como uma louca. "Estou-me a viiiiiiiiiirrrrrrrrrrrrrrrr, mexe esse pau no meu cú, enfia tudo, mexe esse caralho. Fode-me como nunca. Mete em mim, fode a sua cadela, come o cú da sua putinha. Patríciaaaaaaaaaa." Gozei tanto que manchei todo o lençol da cama dela.

Com o cú dolorido, sentei-me no sofá, paguei-lhe o combinado e perguntei-lhe se também tinha gostado. Ela perguntou-me se não poderia trazer você para fodermos as três. Ela disse que é só avisar e ir até lá de tarde para passarmos mais tempo juntas. Bruna também me disse que a minha namorada tem muita sorte por eu ser tão sensual O bom é que é tudo com preservativo, sem nenhum perigo.

Quero ver-te a chupar o caralho da Bruna enquanto me enfia um vibrador na cona. Se quiseres, posso trabalhar-te o cú com os meus dedos e vibrador e preparar-te para receber o caralho enorme da Bruna na frente e atrás. Se não quiseres, vai ser à força. Vou puxar-te pelos cabelos e enfiar a tua boca na minha cona. Quero sentir a tua língua no meu útero, quero que me faças gozar, com a Bruna a foder-te. Então não poderás gemer de dor porque a tua boca estará dentro de mim. Enquanto isso, quero sentir as tuas mamas, beijar a tua boca e lamber a tua cona para beber o teu gozo, inteirinho.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:30
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1 comentário:
De Nina a 20 de Abril de 2008 às 04:50
Delicioso teu texto. Só pra constar: eu sei o que é ter uma língua no cu.


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