Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Minha visinha - Oscar dos BROXES


Há uns anos atrás, meu pai comprou um apartamento nos arredores de Lisboa para servir de base a mim e o meu cunhado que estavamos ambos a estudar na Universidade. A minha irmã que é uns dois anos mais nova, tinha já uma criança. Naturalmente como é normal em Portugal, havia o café da esquina onde a minha irmã acabou por fazer amizade com outras mulheres na mesma situação. Através dela eu também fiquei a conhecer as vizinhas. Havia uma, loira com olhos azuis, corpo bem feito mas desfeado pela forma de vestir, que dava em cima de mim discretamente. Eu feito parvo e moralista achava que era minha imaginação. Mas não, não era imaginação como pude comprovar umas semanas mais tarde.

Ela tinha um rapazinho de uns dois anos muito bonito e um marido que trabalhava em Lisboa numa gráfica e era militante dum partido da extrema esquerda. Embora eu não tivesse muita confiança com ele, sempre nos cumprimentávamos e trocávamos umas palavras, algumas vezes de política. Até era um tipo simpático. Um dia estávamos no café ainda da parte da manhã e a minha irmã pediu que lhe cedessem um limão para o almoço. A loira ofereceu-se e disse que tinha e que ia para casa e se eu fosse com ela podia trazer o limão. Lá fui eu com ela. Entramos no elevador e ela imediatamente se encostou a mim. Eu comecei imediatamente a excitar-me. Ela abre a porta do apartamento, eu seguio-a e ela imediatamente fecha a porta do apartamento e de novo se encosta. Aí eu tive mesmo de deixar de ser parvo.

Pus-lhe as mãos a contornar o rosto e beijei-lhe os lábios. Isso despertou a febre dela que se agarrou a mim a beijar-me furiosamente. Rápidamente começou a despir-me. Passou-me pela cabeça uma entrada inesperada do marido e pergunto: E o Rui? Ela responde que ele está a trabalhar. Vamos para o sofá meio despidos e ela começa-me a fazer um broche tão inebriante que eu não conseguia suportar. Era quase um prazer dor insuportável. Nunca ninguém até hoje me fez sentir aquele prazer tão intenso. Vou despindo-a e vejo umas mamas um pouco descaídas , grandes veias azuis e com algumas rugas. Grandes mamilos entumescidos fizeram com que os chupasse automáticamente e ela pressionou a minha cabeça contra o seu peito. Eu comecei a pressiona-la lentamente para se deitar no sofá para a penetrar e ele diz-me com grande surpresa minha: Espera, quero fazer amor contigo no gradeado do meu filho. Vocês sabem, aqueles gradeados onde se põe um cobertor e uns brinquedos para entreter uma criança e ela não se escapar.

Claro que estranhei mas noblesse oblige, ela manda. Ela deita-se e levanta as pernas e eu imediatamente fui lamber a sua xana. Já lambi muitas xanas e sei que elas têm cheiros e gostos ligeiramente diferentes, mas aquela cheirava-me de alguma forma a lexivia. Ora eu nunca gostei do cheiro de lexivia, mas nos meus verdes anos, não havia cheiro que me impedisse de foder. Penetreia-a e ela cruza as pernas sobre mim. As minhas naturalmente passavam pelas grades para fora. Começamos num ritmo lento e ela sempre a gemer. Ela começou a impulsionar-me nas nádegas para o fazer mais fundo e rapidamente. Ela começou a gemer mais profundamente e quando começou com pequenos gritos roucos no seu auge, põe-me a boca no ombro e começa a morder-me e grunhir.

Eu, ainda um pouco inexperiente, com toda aquela situação nova e insólita para mim, começo também a vir-me. Mesmo depois de me vir continuei a bombar até perder a erecção. Quando ambos recuperámos a respiração, ela diz: é melhor levares o limão se não, a tua irmã vai desconfiar. Levantei-me e vesti-me rapidamente e recebi um sermão quando cheguei. A partir daí ela começou a procurar-me. No principio era fantástico só de pensar naqueles broches tão maravilhosos quanto insuportáveis. O problema veio quando ela começou a manifestar o desejo de deixar o marido e vir morar comigo.

Eu não estava ainda psicológicamente preparado para isso. E depois sempre gostei de mulheres bem vestidas e não propriamente da farda de militante da extrema esquerda. Mas que ela tem o Oscar dos broches, tem. Quando a minha irmã começou a desconfiar, eu neguei, neguei sempre e é hoje, pela primeira vez e sem nomes, que o confesso a alguém.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:15
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