Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Tara Pela Minha Irma


Alem de ser verdadeiro este conto, também é verdadeiro que nunca consegui comer a minha irmã. A minha tara pela irmã começou num belo dia quando mamãe ia trabalhar e minha irmã cuidava de mim. Eu na época tinha 10 anos e ela 14, apareceu o Luis e a Ruth, vizinhos nossos para brincar em casa. Fomos para o quarto dos meus pais e a brincadeira era de papai-e-mamãe. Minha irmã pediu para entramos no armário, eu e o Luis e elas na parte de fora. Minha irmã falou que era para nós tirarmos à roupa e quando ela chamasse era para sairmos do armário. Tiramos à roupa e esperamos. Quando ela nos chamou, fiquei estático.

Ela estava nuazinha, e que corpo tinha minha irmã na plenitude dos seus 14 anos. Seios de pêra e uma bundinha saliente, redondinha e roliça, que tesão, a imagem dela deitada na cama até hoje não me sai da cabeça. Então, aproveitei e pulei em cima dela e ela falou que a minha mulher era Ruth, pois ela era mulher do Luis. Sai de cima dela e fui em direção a Ruth que estava apenas de calcinha. Quando a agarrei disse que não iria brincar e foi embora. Minha irmã bem que tentou mais não consegui a Ruth foi embora e eu fiquei só. Voltei para o quarto e o Luis, um moreno de 15 anos estava em cima da minha irmã tentando comê-la com sua pica em riste, bem dura, deveria ter uns 16 cm, ele tava doido e minha irmã pedia para parar porque eu estava olhando. Como o Luis era bem forte não deixou ela sair disse que iria tirar o cabaçinho dela naquela hora, dizia que há muito tempo queria comer aquela bucetinha, que ela sempre provocava ele a não ia deixar fugir a oportunidade. Numa última tentativa ela falou que eu estava vendo e poderia contar para os meus pais.

O Luis olhou para mim e falou que se eu contasse para o meu pai ele iria me encher de porrada. Não tive alternativa, saí do quarto. Mas aproveitando que naquela época, anos 60, a porta tinha a fechadura grande e como a cama ficava lateral a porta deu para olhar pelo buraco o que eles estava fazendo. A imagem que eu via deixou-me de pica dura, ele em cima dela tentava enfiar o seu pau na bucetinha dela... Ela de pernas fechadas dizia para ele que não o deixaria comer a sua bucetinha. Era virgem... Ele tentava... Tentava... e nada. Ele perguntou se não iria mais brincar de papai e mamãe... Estamos mais não posso dar minha bucetinha. Além de virgem o tamanho do pau iria machucá-la. Não agüentando mais Ele levantou da cama e foi na cozinha voltou com um pote de manteiga e lambuzando o seu pau, pediu para ela ficar de bruços porque iria comer o cuzinho dela. Ela vendo que ele não iria desistir, virou e pediu para ele colocar bem devargazinho para não doer.

Ele direcionou para o seu cuzinho e começou a enfiar. Minha irmã gritou, pediu para tirar. Ele sem ouvi-la estocava sem parar. Deu para perceber quando entrou o talo todo. Minha irmã parece que desmaiou. O Luis começou um entra em sai que ela nem se movia. – Pensei comigo. Será que ela desmaiou e ele não viu. Já ia entrar no quarto quando ela começou a gemer. A principio baixinho mais depois alto... Pedia para ele enfiar mais... – Que pau gostoso você meu neguinho... Come sua branquinha. E o Luis aumentava mais e mais e falou para ela que estava gozando. – goza meu neguinho. Derrama todo o seu leitinho no cuzinho da sua branquinha... Vem. Vem... Aí também estou gozando... que coisa gostosa... Vamos... Vamos... gozar juntos...

E aí caíram ambos para cada lado, quase desmaiado. Eu vendo aquela cena tentei bater uma punheta. Até que o meu pau estava durinho mais não saiu nada senti só uma coceirinha nele. Quando retornei ao quarto o Luis tinha ido embora e a minha irmã estava deitada de bruços na cama. Não resisti e pulei em cima dela. Ela gritou o que eu estava fazendo. Nós éramos irmãos e não poderíamos fazer aquilo e levantou foi para o banheiro tomar um banho porque já estava na hora de mamãe chegar.

Ela foi morar no Rio de Janeiro com a minha Vô e quando voltou já na plenitude dos seus 19 anos me proporcionou mais uma visão quando ela levou o seu namorado lá em casa...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:27
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