Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Passeio pelo Jardim


Um passeio pelos jardins de um verde fresco e coloridos arranjos orais, ajudam à reconstrução de uma noite passada no mais quente momento de excitação, enquanto caminha embrenhada nos seus pensamentos povoados de luxúria, cada passo intensifica as sensações e toques recebidos fazendo-a transpirar, as sua coxas roçam conscientemente o seu sexo, a vontade de caminhar mais e mai apressam o libido que novamente envolve o seu corpo quente e ansioso.

Estes caminhos de calçada irregular dão os toques finais necessários ao acariciar os seus seios de encontro ao espartilho que se torna sufocante para a acelerada respiração. Decide então parar junto do fontanário recolhida entre as sebes altas colhendo um pouco de água para refrescar o calor da tarde e o fervor do corpo.

Escuta sorrisos, sorrisos acompanhados de duas vozes femininas que
aparentemente se refrescam num fresco banho. As sebes têm uma pequena
abertura que permitem uma atitude voyeur no mais discreto e anónimo prazer, observa que junto às cavalariças duas jovens, uma dentro da tina de metal nua, outra esfrega suavemente as suas costas entre segredos e olhares cúmplices, sentindo ela que um senhora da sua posição não deveria sequer ousar em manter a sua atitude de espia.

Despontava um interesse normal pois contactava agora com duas meninas da plebe sem que ambas se apercebam de tal ousadia. A sua mente novamente a coloca numa fantasia carregada pelo desejo que a consome, debruça-se perigosamente sob a sebe olhando o corpo que se banha inocentemente, ao mesmo tempo que sobe o seu vestido deixando a descoberto as finas meias meia perna que cobrem umas coxas bem torneadas e suadas. Acaricia-se, sua mão percorre as nádegas apertando e deslizando em direcção ao seu sexo molhado, quiçá,tentando saciar o seu estado de imperatriz do desejo.
Num dos seus movimentos, talvez o mais brusco de todos, provoca um certo alarido e agitação denunciando o seu leito de prazer. O impulso imediato é solicitar ajuda, justificando que ao tentar arranjar um dos seu finos sapatos perdeu o equilíbrio ao mesmo tempo sorrindo quando tenta adquirir a compostura, as moças rapidamente vendo que a sua senhora estava realmente em apuros rapidamente atenderam à solicitação, uma correndo rapidamente para o fontanário enquanto a outra com as suas modestas roupas se tenta cobrir.

Chegando ao fontanário a moça verifica que o vestido se encontrava puxado para cima revelando uma magnífica e tentadora imagem, sem saber como agir pede à amiga que ajude a empurrar na sua direcção, esta tentando cobrir-se ao mesmo tempo que empurra deixa cair os trapos que a envolvem aproximando-se de sua senhora ao ponto de quase a beijar, logo uma mão segue directa a um dos seios que lhe provocam um certo rubor facial, agora é tarde, pensa, não conseguindo largar aquele rijo seio, um sorriso maldoso de consentimento por cima de suas costas, acompanhado de um tentador beijo deixando-a à mercê de ambas. Por sua vez uma mão acaricia o seu sexo que alagado se encontra como que preparado para sofrer as consequências de tal
acto, desejando no seu intimo um louco momento de prazer, o beijo tentador dá lugar a um prolongado e molhado trocar de línguas, as carícias dão lugar a uma língua que percorre sorve o seu sabor, cerra os olhos e deixa-se encaminhar nas mãos do lascivo destino esquecendo que na noite anterior o prazer tomara conta do seu corpo.

É forçada agora a ganhar novamente o equilíbrio sendo puxada pelas ancas e sentada na borda do fontanário, olha novamente e já não está lá a nudez que tanto admirou ficando apenas com a sua salvadora que imediatamente lhe coloca um seio na boca silenciando qualquer pedido de ajuda, não oferecendo resistência, entrega-se beijando, trincando e mexendo, conseguindo obter uns gemidos discretos enquanto a outra conviva chega para participar no mais imediato momento, ajoelhando-se a seus pés, vai afastando as pernas para mais um vez fustigar o seu sexo com a língua. Esta sensação de subjugada provoca o tremor que vai conquistando todos os pontos do seu corpo culminando num
fantástico orgasmo mas desta vez abafado por um volumoso peito.

Esquecendo-se do lugar que ocupa na corte, permite que as aias a envolvam num excitante baile a três, só comparado aos que habitualmente frequenta nos imensos salões, mas desta vez uma baile de corpos, de desejos e de ansiedade. Deixa-se conquistar pela devassa, pelo deleite do momento, enquanto afaga os cabelos já soltos de uma delas. A boca percorre avidamente o corpo da aia, enquanto o fresco da água do fontanário ajuda a eliminar as gotas de suor que escorrem pelos corpos em movimentos irregulares, enquanto as finas e claras mãos de pele tratada procuram os sexos quentes e ao mesmo tempo húmidos das camareiras que se abandonam totalmente aos desejos da sua imperatriz. O prazer consome-as intensamente, e naquele trio nada mais se ouve que pequenos carpidos, suspiros profundos que culminam em brutais sensações de um frenesim que só elas partilham entre si.

Apressadamente, compõem os longos cabelos desarranjados, soltando gritinhos de alegria como numa brincadeira de crianças. Correm em direcção aos seus aposentos deixando a imperatriz num extenuado repouso.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:06
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