Domingo, 4 de Maio de 2008

Varios a comer minha mulher


Noite na serra. Chovia, mas chovia muito, o motor do carro começava a ratear na subida da serra do mar, nem parecia que de manhã. Eu e minha mulher havíamos tomado aquele banho de mar debaixo de um sol abrasador. Enquanto dirigia, olhava as pernas da Claudia, morenas, bronzeadas. Ela estava só com a saída de praia.
Os seios, lindos, apareciam por entre seus cabelos ainda molhados pelo mar. Ela dormia. A chuva batia cada vez mais forte nos vidros e aconteceu o inevitável; o carro parou de funcionar. Rapidamente estacionei no acostamento, anoitecia... Assustada com a súbita parada, Claudia acordou. Falei para se acalmar, pois tinha visto umas luzes no meio da e ia até lá buscar socorro.

A chuva tinha se transformado em uma garoa fina. Ela não quis ficar sozinha, então descemos do carro e nos embrenhamos em uma pequena trilha. Em pouco tempo demos com uns dois ou três containers da empresa que fazia manutenção na estrada. Eles eram usados como alojamento do pessoal que lá trabalhava. Batemos na porta, estava muito frio.

Um senhor de meia idade, vestido com um macacão, abriu a porta. Contei que nosso carro estava quebrado na estrada e que precisávamos de ajuda. Começou a chover muito forte de novo. O homem mandou a gente entrar, relutamos, ficamos em dúvida, a Cláudia me apertou o braço, mas não tinha jeito, chovia muito e entramos.

Olhei em volta e vi no fundo do container umas camas. Na nossa frente tinha uma mesa, onde três homens jogavam cartas. Assim que nos viram eles se levantaram e o seu Jair, o encarregado do acampamento que nos atendeu, fez as apresentações. João, um crioulo alto, era o segurança. Edson, também alto e fortão, era o motorista, e Alencar, um baixinho atarracado era o ajudante.
Seu Jair passou um rádio para a base no alto da serra pedindo um guincho para nós. Para a surpresa de todos informou que estávamos isolados, pois havia caído muitas barreiras e teríamos que passar a noite lá. Neste instante parece que passou uma corrente elétrica entre todos nós. Olhamos para a Claudia e um tesão enorme foi crescendo.
Diante disso ele abriu a geladeira e começou a servir cervejas, para quebrar o gelo e amenizar aquela situação. Mas os olhares gulosos se dirigiam à Claudia, que depois me confessou também estar molhadinha de tesão. A chuva batia lá fora na escuridão da serra e dentro do alojamento a cerveja corria solta. Claudia bebia muito e já estava meio tonta.
Eles pararam de jogar baralho, colocaram alguns cds para tocar e começaram a dançar entre eles. Até o seu Jair resolveu tirar a Claudia para dançar e aí começou o bate-coxa. Ela ria e adorava tudo aquilo. Estávamos todos de pau duro, e cada vez mais os outros homens e eu dançávamos agarrados na minha esposa.
A gente dançava se esfregando nela com tesão e ela esfregava a bocetinha, deixando todo muito louco. Primeiro pintou um ciúme, mas depois vi que ela estava gostando, então entrei no clima. Nessa hora aconteceu o inusitado. Numa música mais lenta, Jair tirou o pau pra fora e o colocou no meio das coxas dela. Claudia aceitou e com uma carinha safada começou a rebolar.
Todos nós começamos a bater uma punheta olhando aquela cena. Ele então começou a beijá-la na boca, foi baixando pros seios e se ajoelhou na frente dela, afastou a calcinha do biquíni e começou a chupar sua boceta gostosa. Claudia gemia e jogava o corpo para trás de tanto prazer. João não agüentou e começou a encoxá-la por trás, agarrando a bundinha dela e esfregando o cacete preto com força.
Claudia arrebitava a bundinha e segurava o pau dele. Edson a agarrou pelo lado e começou a beijá-la. Ela gemia. Alencar arrancou a roupa de Claudia e seus seios gostosos pularam para fora. Ele começou a chupar e a mordiscar aqueles bicos gostosos. Eu percebia que as pernas da Claudia dobravam de tanto tesão, mas eles a sustentavam e não paravam.
Ela gozava seguidamente... gemendo gostoso. Nisto o seu Jair levantou, pegou Claudia no colo e a deitou em uma cama no fundo do alojamento. Todos fomos para lá e ficamos punhetando em volta da cama, enquanto o seu Jair tirava as roupas. Apareceu aquela linda boceta molhada e pulsante, louca por um pau. Seu Jair começou a judiar, esfregando a cabeça do pau naquela bocetinha gostosa.
Claudia pedia para enfiar e ele só esfregava, aí ele enfiou de uma só vez com forca e ela começou a gritar. João enfiou o pau na boca dela e enterrou na garganta. Ela chupava com gosto, engasgada, pois a pica quase não cabia na boca. Edson e Alencar chupavam os peitos dela sem dó nem piedade, deixando marcas roxas. Quando o seu Jair gozou, ele saiu de cima dela.
Claudia ficou de pernas abertas, a bocetinha pulsando e ainda gemendo de tesão. João ajoelhou na frente dela e começou a esfregar seu pau. Até então nunca tinha visto uma pica desse tamanho. O pau dele era enorme e preto, e João começou a meter na boceta dela. Parecia que ele ia abrí-la no meio. Ela gemia de prazer e dor...
Nisso João a pegou por baixo, e sem tirar o pau de dentro sentou na beira da cama. Claudia ficou sentada no colo dele e começou a cavalgar naquela pica preta e grande até gozar feito uma louca. A gente via aquele pau entrar e sair todo molhado da bocetinha. João a deitou de novo na cama e gozou dentro dela, urrando.
Edson deitou por trás e começou a esfregar o pau no cuzinho dela. Claudia foi relaxando e rebolando, deixando ele meter bem devagar. Quando ele sentiu que estava tudo dentro, começou a meter com gosto, passando a mão na bocetinha molhada e arrombada. A gente via o pau dele entrando e saindo do cuzinho, que já estava enorme.
Alencar entrou pela frente e começou a enfiar na bocetinha que o Edson abria com as mãos. Quando ele se encaixou, os três começaram a se movimentar numa DP gostosa. Ela gritava de prazer com os dois paus enfiados nos buracos, um na boceta e outro no cuzinho. Nisso o seu Jair ficou de pé na cama e deu o pau dele para ela chupar.
Claudia delirava enquanto ia sendo massacrada pelos três, que gozaram quase juntos. Ela ficou ali, desfalecida na cama, com as pernas entreabertas e muita porra escorrendo pelas coxas, a bocetinha arrombada. Não agüentei a cena, abri as pernas dela e meti com gosto até gozar. Gozei como um louco e mais uma vez ela gozou gritando e gemendo. Saí de cima da Claudia e João, que já estava com o pau duro outra vez, se ajoelhou na frente dela.
Ele foi enfiando aquela pica enorme na buceta esfolada de Claudia, que gemia de prazer e agora também de dor. João começou a meter com força e gozou naquela xota. Claudia gozou mais uma vez, dando uma chave de pernas e gritando alto. Acordamos de manhã com o barulho dos carros de socorro. Consertaram o motor do nosso carro e nos despedimos do pessoal, relembrando os bons momentos que passamos na serra.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:09
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