Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

A Mae do meu amigo


Pois bem, nesta altura tinha eu 14 aninhos e estava em férias escolares. Como todos os sábados eu ia até casa do meu melhor amigo, que tinha a mesma idade que eu. A mãe dele era divorciada e tinha 40. Com esta idade eu já começava a olhar para as mulheres de outra forma e as mulheres mais velhas chamavam-me a atenção. A mãe do meu amigo era uma mulher muito bonita, magrinha, aproximadamente 1,60cm de altura, morena de cabelo curto mas o que me chamava mais a atenção eram os enormes seios dela que pareciam sempre muito bem por baixo fatos dela, pois ela andava sempre muito bem vestida, com uns chamativos decotes. Médica e abastada só pensava na carreira e pouca atenção dava ao filho. Raras eram as vezes em que ela estava em casa quando eu lá chegava aos sábados, por volta das 14h. Eu e o meu amigo arranjavamos sempre algo que fazer neste sábado tinhamos ido andar de bicicleta e por volta das 17h voltamos, a avó, viúva já tinha o lanche preparado para nós, enquanto comiamos a mãe dele chegou. Como sempre era muito atenciosa comigo, cumprimentava-me sempre com dois beijos e fazia-m sempre perguntas sobre o que eu tinha feito. Eu já nesta altura sonhava com ela e passava muitas noites a masturbar-me a sonhar com aqele corpo, como seria e a imaginar as minhas mãos a percorrer aquele corpo que dentro da roupa dava a entender que era muito bem feito. Depois do lanche fomos jogar playstation, a avó estava na lavandaria nós os dois na sala e a mãe dele estava para a zona dos quartos. Eu nesse dia enchi-me de coragem deixei o meu amigo a jogar e com a desculpa de ir á casa de banho fui até á zona dos quartos, sem saber por onde a mãe dele andaria fui calmamente pelo corredor, avistei a porta da casa de entreaberta e ouvi o som da água a correr, o meu coração começou a palpitar cada vez mais forte e fui até lá. Espreitei e lá estava ela a tomar banho na banheira, só conseguia ver as formas devido á cortina da banheira. Não queria sair dali sem que ela percebesse que eu a estava a espiar, mas queria ser subtil. Entao abri um pouco mais a porta fiquei um pouco a espiá-la de forma a que ela desse conta. Ela virou-se e deve-se ter apercebido, da minha presença, e como já estava a terminar o banho desligou a água. Nessa altura eu de mansinho fechei a porta e voltei para a sala. Tudo isto não deve ter demorado 5minutos, por isso o meu amigo nem se apercebeu.



Passado um pouco a mãe dele passou pela porta da sala e olhou para mim com um olhar comprometedor. Pensei que poderia estar em problemas. Mas ela nada disse. Jantamos por volta das 21h e passado um pouco a mãe do meu amigo telefonou para minha casa e disse que me levava porque tinha passar pela clínica que ficava a caminho e assim o meu pai não precisava vir-me buscar. O meu coração palpitava de uma forma que eu nunca tinha sentido, o que eu sentia variava entre o medo e a excitação descontrolada. Por volta das 22h ela veio avisar que tinha de ir, despedi-me do meu amigo e da avó e lá fui. Sem nunca dizer uma unica palavra entrei no carro. Passado pouco tempo ela vira-se para mim e pergunta-me descaradamente se eu ainda era virgem, eu muito envergonhado disse que sim, ela riu-se e disse que me achava-me muito giro e não acreditava que eu ainda fosse virgem. Eu voltei a afirmar que era e ela voltou a rir-se e desta vez passou a mão na minha perna e perguntou-me então o que eu andava a fazer quando ela estava a tomar banho, eu muito envergonhado disso que estava na sala, ela voltou a rir e voltou a passar a mão na minha perna, mas desta vez bem mais para cima. Eu já não conseguia esconder que estava completamente excitado e ela notava perfeitamente isso. Chegamos á clínica que estava fechada e ela perguntou se eu queria ir com ela, eu acenei e lá fomos. Ele sem acender as luzes foi directa ao gabinete dela, eu seguia-a sem nada dizer e competamente estarrecido com o que me estava a acontecer. Ela entrou e mandou-me sentar no sofá que tinha encostado a uma parede perpendicular á secretária dela. A parede por trás da secretária era toda em vidro e por lá entrava a luz da lua. Ela veio-se sentar ao meu lado e começou a tocar-me. Tirou-me a T-Shirt começou a dar beijos no meu peito, magro. Sussurrou ao meu ouvido que queria lamber-me todo e que gostava lamber o meu pénis novinho. Eu permaneci calado enquanto ela abria as minha calças, baixou os boxers exclamou, que não estava á espera de algo daquele tamanho...Começou a lamber e meter a cabeça na boca, não demorou muito tempo até que me viesse dentro da boca dela. Que sensação, ali estava aquela mulher linda e perfeita a engolir a minha esporra toda...



Eu completamente transpirado ainda continuava erecto, ela mandou-me levantar e pediu para lhe abrir o fecho da saia, tirou a blusa e ficou de cuequinhas e sutian... Pediu-me para a ajudar a tirar o resto. Completamente nua mandou-me acariciar os seus seios, ao tocar-lhe o meu pénis parecia querer explodir, parecia crescer cada vez mais. Ela não parava de elogiar o meu tamanho e que desde que se divorciara, há mais de 10 anos que não tinha voltado a sentir um pissa dentro dela. Sentou-se no sofá escorregando e abriu as pernas e pediu que lhe enfiasse tudo bem dentro dela...Inexperiente lá fui!



Ela estava toda molhada e o fluido vaginal escorria. Apesar das dimensões não foi dificil entrar. Inexperiente tentei enterrar completamente, mas não cabia todo e ela deu um berrinho quando bateu no fundo. Comecei a movimentar-me freneticamente e em menos de nada estava a ejecular dentro dela. Nesse preciso momento toda ela estremeceu e a vagina dela pareceu contrair-se, estava a senti-la toda e só queria entrar todo dentro dela...



Paramos, ela abraço-me e disse que nunca na vida tinha sentido tanto uma piça dentro dela, que parecia que lhe chegava ao estomago...Com aquelas palavras a minha excitação não parava e disse que queria mais. Ela pôs-se de 4 e abriu a coninha pra mim desta vez não fui meigo e penetrei-a com força, tava de joelhos atrás dela e parecia que cada vez ficava maior ou ela mais apertada. De cada vez que espetava tocava no fundo, já só pensava em como a sentia toda...Ela berrava a cada investida minha...Desta vez aguentei mais e ela já chorava de prazer, sentindo que me estava a vir acelerei ela sentiu e gritou para que a arrebentasse toda...explodi mais uma vez dentro dela enquanto ela gemia e berrava. Caí exausto em cima dela. Estivemos assim caídos durante um bom bocado. Ela olhou para o relogio e apressou tudo para me ir entregar em casa. Eram quase 23h30...



Pelo caminho disse para eu não contar nada aos meus pais, o que aceitei fazer, mas com uma condição. Que isto se voltasse a repetir. Ela sorriu e beijou-me...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:52
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