Domingo, 25 de Maio de 2008

Entre as Arvores


O sol acabara de se esconder, por entre as folhagens, junto à barragem, nessa tarde de primavera. Sentado, na margem eu saboreava a acalmia, doce e complacente de um de um entardecer, no alentejo profundo, onde se não via vivalma, por horas as fio, e onde o chilrear do passaros, e o leve ruido da água movida pela brisa, eram os unicos sons que quebravam aquele silêncio quase perfeito.
De súbito, duas galinholas levantaram voo assustadas, saindo de um recanto da barragem, um recanto que conhecia, viçoso e atapetado de grama verde e macia, onde em outras visitas àquele lugar, costumava adormecer, nú, sentido as caricias suaves da natureza sob o meu corpo.
Pressenti que algo assustara as aves, -uma raposa talvez... pensei! e rodeando um macisso de rochas, aproximei-me devagar, sorrateiremente, na esperança de observar mais uma manifestação da natureza.Embrenhei-me pelo vale, por entre o matagal denso de junco,e de erva cidreira, que lançavam um odor forte que me enchia as narinas. Sentia a vegetação passar-me por entre as pernas, tocando-me no sexo como uma caricia, mas no momento não pensei muito nisso, e continuei a caminhar, até transpor os quinhentos metros que me separavam do meu objectivo. Quando cheguei ao sopé do pequeno promontório, dobrei-me, e quase rastejando, avancei até que os meus olhos transpusessem a linha que me permitia ver o pequeno vale, escondido, tocado por uma pequena baia, quase fechada, com água transparente e limpida. Foi então que vi. comecei a assistir a um espectaculo terrivelmente excitante....
Quase junto à àgua, onde a relva é mais macia encontravam-se três corpos, seminus. dois homens e uma mulher, estavam sentados, olhando a água à sua frente, ela com as pernas semi abertas, consentia, como que abandonada, que duas mãos a acariciassem, lentamente, na parte interior da cocha, para baixo e para cima, demorando-se á vez no centro... sentia o seu estremecer e via o seu rubor nas faces excitadas.
Depois, muito tempo depois, ambos se viraram para ela, e começaram a beija-la ao mesmo tempo, nos ombros,primeiro, no pescoço, na comissura das suas orelhas delicadas,nos seios redondos e rijos, na boca....aí para meu grande espanto...os beijos misturavam-se num frenesi cada vez mais excitado e as bocas beijava-se profudamente as tres, ao mesmo tempo, misturando as linguas e os sabores... ela pegou então nos dois pénis erectos que saltavam nas suas mãos, e deviando-se um pouco, saiu do meio dos homens e obrigou-osa juntarem-se...então começou suavemente a roçar um pénis no outro...era manifestamente vísivel o prazer que isso proporcionava aos homens, que , agora de pé, se acariciavam um ao outro, nas costas e até as nadegas nuas e brancas... ela meteu então o pénis maior na boca, um pénis enorme e grosso, entumescido de sangue com veias salientes encimado por uma cabeça enorme e potente, e chupou com intensidade, enterrando-o na garganta de uma forma que julguei não ser possivel...o homem gemeu, e segurou-lhe a cabeça com as duas mãos, e empurrou um pouco mais para dentro da boca dela...depois tirou-a da boca dela e foi então, que o outro homem pegou com a mão direita naquele pénis, agora seguramente maior e mais grosso e, ajoelhando-se meteu-o também na boca, alado da mulher que labia o seu rosto e aparte sobrante do penis e os respectivos testiculos, baixando depois a cabeça e abocanhando o pénis do outro homem, um pénis comprido duro e fino, como um dardo.cairam então os tres no chão de erva, no extase em crescendo e ela, passou então a dominar as operações... com uma pressão suave sobre os corpos dos homens levou-os a inverterem-se e a inciarem um 69, que se prolongou por longo tempo, enqunto ela se deslocava de pénis para pénis, beijando um e outro homem, roçando o seu corpo por eles, acariciando as suas nadegas e, depois montou-se no homem que estava por cima, de pernas abertas e começou a roçar o seu sexo nele, para tras e para a frente, num movimento ritmado enquanto acariava os seios, a boca o ventre o clitoris... continuou acelerando o ritmo... eu ouvia a respiração dela..os gemidos timidos, primeiro, os gritinhos de parazer entrecortados pelo barulho surdo das pancadas do seu ventre nas costas do homem... de repente parou e de uma forma urgente fez mover os dois homens, colocou o do pénis grande de gatas e mandou colocar o outro a atrás dele, como se estivesse a preparar uma pose para uma fotografia... de imediato o homem que estava atrás enncheu a mão de saliva e pasou-a pelo seu pénis e, num só gesto, lento mas firme penetrou o outro homem, que se endireitou um pouco emitindo um grito rouco e curto enquanto os seus olhos se reviraram nas orbitas.. Ela correu á frente ajoelhou-se de costas para ele, pegou no seu pénis e introduziu-o dentro dela, começando a rebolar-se nele de uma forma fantástica... eram agora audiveis mesmo de muito longe os sons do prazer que todos sentiam.... era tremendo o ritmo com que fodiam, as mãos acariciavam todos os centimetros de carne indiscriminadamente... aumentando o ritmo para alcançar o orgasmo...
O homem da retaguarda deu então um grito tremendo, vi o seu penis explodir no anús do companheiro, que empurrou para tras, com força no momento chave, até ele terminar o seu longo orgasmo.. e sair de dentro dele ainda teso e duro.. o outro homem acelerou então o ritmo... dava-lhe agora grandes estucadas, agarrando-a pelos ombros e empurrando-a para trás contra a sua virilidade... podia ver claramente o semen a escorrer do anús deste homem, até aos tomates e dai para chão... então terminou tudo... com dosi enormes gritos de prazer em unissono...tombando nochão os tres abandonados e entrelaçdos... com uma expressão saciada no rosto... ela de olhos fechados sorria para mim, como se adivinhasse que alguém presenciara o especatculo soberbo que acontecera sob os meus olhos.....
-----afastei-me tão sorrateiramente como chegara, e lá longe pus o carro em andamento, com suavidade para não produzir ruído....
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:04
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