Sábado, 5 de Abril de 2008

Ultrapassar os limites


A história que passo a narrar agora é difícil de acreditar, eu mesmo não acreditaria se me contassem, mas creiam, aconteceu. Tive o cuidado de trocar os nomes verdadeiros para preservar as pessoas envolvidas, e só estou escrevendo para poder soltar este nó preso na minha garganta. Um desabafo, pois acho que estou ficando louco guardando este segredo só para mim. As pessoas envolvidas nunca comentaram mais nada após o episódio. Comportam-se como se nada tivesse acontecido. Parecem ter feito um pacto para ignorar o assunto.
Naquele dia as convenções sociais foram superadas pelo álcool ,e pelos instintos mais primitivos que deixaram aflorar nossas fantasias mais secretas, nossos desejos mais espúrios. Naquele dia fomos o que realmente somos.
Meu nome é Michel, estou recém casado com Kelly, uma garota modéstia a parte muito bonita, de pele branca e cabelos e olhos muito negros. Namoramos durante muito tempo, mas nos casamos virgens, eu e ela, devido aos fortíssimos conceitos de moralidade passados a mim por meus pais, cuidados estes passados à minha irmã mais nova, porém , sem que eu nunca entendesse porque , não transmitidos com igual rigor ao meu irmão mais velho, Renes, sempre muito mais solto e extrovertido do que eu. Algumas vezes chegava a discutir com o meu pai. Cedo se casou com Lú, uma morena fogosa e alegre, sempre muito maliciosa, contando sempre casos muito picantes, o que a fazia detestada pelos meus pais. Tinham uma vida sexual muito ativa , segundo meu irmão me comentava, e creio, pelo que me contavam, na busca do prazer, não tinham limites.
A pedido de minha esposa, me mantive distante de maiores intimidades com a minha cunhada, mas rotineiramente, todo o Domingo ,íamos juntos para a praia, onde bebíamos a valer nossas cervejinhas até voltarmos à tarde para casa de um de nós(Eu ou Renes), onde continuávamos bebendo e assistindo Tv até o fim do Fantástico ,quando íamos dormir.
Naquele Domingo além de nós quatro tínhamos a companhia de Sandra , minha irmã caçula, e Adilson, seu noivo, um sujeito magro e muito calado, evangélico ,que ainda por cima não bebia. Estavam noivos e preparados para casar . Pretendiam se casar virgens, isto o tornava muito respeitado para meus pais.
Estávamos todos alegres , na praia, pois eu voltara a trabalhar após ter passado quase um ano desempregado. Confesso que neste dia bebemos mais que o habitual, o que talvez tenha embotado a minha mente para o que aconteceu perto de da hora de voltarmos. Minha cunhada Lú, pediu-me para amarrar a parte de cima do bikini , por sinal, muito curto e cavado, deixando à mostra toda sua bundinha cor de pêssego. Posicionei-me por trás tentando me concentrar no nó, não percebendo que ela recuava, encostando sua bundinha na minha pélvis. Sem que eu me desse conta, imediatamente meu pênis entrou em ereção, fazendo um grande volume na minha sunga curta, chamando a atenção de todos ao meu redor, que passaram a rir e mostrar até a outras pessoas que passavam , para minha vergonha e constrangimento. Enquanto meu irmão se divertia com aquilo tudo, não pude deixar de perceber o olhar de reprovação da minha mulher e de Adilson.
Ao chegarmos em casa, fomos todos assistir Tv, enquanto Sandra e Adilson foram para o quarto se deitar, pois Sandra bebera demais e estava muito mole ,falando até algumas besteiras. Seu noivo aparentava não estar muito satisfeito.
Foi quando Renes teve a idéia de ir pegar um vídeo erótico no carro. O vídeo tratava de trocas de casais, e realmente ,os atores eram muito atraentes. Assim que começou o filme, minha cunhada se posicionou sentando-se no chão, aos meus pés, apoiando seus braços e sua cabeça sobre minhas coxas, pressionando seus peitos contra minhas pernas. Fingi naturalidade, olhei para minha mulher, que aparentava não estar gostando nada daquilo, mas pela primeira vez , notei que ela também não iria fazer nada para manifestar seu aborrecimento, pelo contrário, era como se quisesse ver onde tudo aquilo iria dar .Ela estava sentada no sofá, no extremo oposto ao meu irmão , agarrada ao braço do sofá, inconscientemente, quase que encolhida, porém sem tirar os olhos do volume do calção de Renes (desde pequeno, seu pau sempre foi quase duas vezes maior que o meu). Senti ,que também ela estava excitada, mas ao contrário de nós, lutava para negar isto.
O sexo corria solto na tela, meu pau queria saltar do calção, chegando a despontar a cabecinha por cima do calção. Eu não fazia nenhum esforço para controlar minha ereção, meu pau pulsava angustiado. Foi quando de repente tudo começou. Foi como se um árbitro imaginário desse a partida. Saindo da sua inércia, minha cunhada ergueu-se mais um pouco e abaixando suavemente minha sunga , deixou meu pênis totalmente duro livre, passando calmamente a beijá-lo e acariciá-lo com os lábios, agasalhando com pequenas sucções, mordiscando-o devagarinho. Parecia um sonho ver aquele rosto moreno de traços perfeitos engolindo meu pau totalmente e depois retirá-lo da boca admirá-lo, cheirá-lo e voltar a engolir. Minha mão livre a esta altura já tinha liberado os lacinhos do seu biquini , libertando os seios de encontro à minha pele aumentando minha excitação. De repente Lú se ergueu , sem tirar os olhos de meu pau , se desvencilhou do que restava do bikini , e abrindo as pernas segurou meu pau guiando-o para sua xoxotinha encharcada, descendo suavemente seu corpo sobre meu pau endurecido.
A visão da minha cunhadinha literalmente engolindo o meu pau, com os olhos fechados de prazer, com a pele toda arrepiada, os mamilos dos seus seios endurecidos indo de encontro à minha boca, foi algo que nunca esquecerei pelo resto dos meus dias. Parecia um sonho.
Foi quando neste torpor que me lembrei de que não era um sonho. Lembrei de minha mulher. Desviei meu olhar do corpo de minha cunhada que me cavalgava totalmente desligada do que acontecia à sua volta, e os meus olhos encontraram Kelly, minha tímida e fiel esposa, sendo beijada e acariciada no pescoço por meu irmão, que tentava com um sorriso cínico convencê-la a se entregar aos seus instintos. Ela tentava resistir, mas sem muita determinação, estava letárgica pelo álcool . Estava já deitada, de pernas abertas, com meu irmão entre suas pernas. Ele já tinha soltado os lacinhos da parte de baixo do biquini e tentava direcionar seu pênis para a bucetinha de minha mulher. Ela lutava para tentar controlar Renes e se controlar, mas os movimentos de fuga do seu corpo em vez de evitar, graças a habilidade de meu irmão facilitavam enormemente a penetração, e ela foi aos poucos deixando ele entrar, tentando ainda lutar dizendo que não podia ,que não era certo,etc... Quanto mais ele introduzia aquele instrumento avantajado, mais ela ia se entregando ao prazer de ter aquela estrovenga dentro das suas entranhas. Quando se instalou totalmente dentro de minha mulher, Renes passou a chupar seus peitos como um náufrago sedento, beijando-a , chupando-a, deixando-a cada vez mais louca.
A partir daquele momento eu sabia que nunca mais mais ela seria a mesma. Tendo experimentado e gostado de um membro tão avantajado, ela nunca mais se satisfaria com o tamanho do meu pau. Estaria sempre insatisfeita com a memória do volume daquele pau entre suas pernas, aquele vazio a ser sempre preenchido, pois uma mulher só deseja ardentemente o que conhece, o que não conhece ela só deseja, mas sem entusiasmo.
Voltei a olhar minha cunhada que a esta altura já estava sentada de costas para mim, olhando também para o outro casal, demonstrando muito prazer com isto.
Renes colocou Kelly de quatro e enrabou-a numa estocada só, fazendo com que ela soltasse um gritinho de dor e de prazer. Logo começamos a gozar, nossos gemidos inundaram a sala. Eu era corno, e o pior estava gostando de ver minha mulher receber o esperma de outro homem, com risco mesmo de engravidar já que ela não evitava com nenhum método.
Com o corpo totalmente exausto e entorpecido, deixei-me cair na poltrona trazendo o corpo relaxado de minha cunhada sobre mim. Na minha frente, podia ver minha mulher totalmente nua, de costas para o meu irmão, literalmente coberta, por ele de modo que cada sinuosidade de suas costas encontrava anteparo no corpo de Renes . A visão da pélvis de Renes colada na bundinha de Kelly era excitante.
Estava admirando aquele quadro, quando subitamente Lú , saindo do seu coma , levantou-se e indo em direção ao marido, agachou-se ao lado do sofá, e levantando de lado o corpo de Renes , expôs o pau amolecido, passando a chupá-lo energicamente reavivando-o rápidamente. Depois ,ao vê-lo novamente em ponto de bala, sem tirar aquele instrumento da boca, abriu as nádegas de minha esposa , expondo aquele botãozinho rosado ainda virgem, indicando com o olhar e gemidos para seu marido qual era a sua intenção.
Dirigindo com a mão, aquele pênis descomunal para o ânus de minha mulher, aos poucos aquela cabeçorra foi abrindo caminho entre as carnes de Kelly, que despertada repentinamente pela dor aguda, tentava evitar aquele estrupo, pois sempre negara o meu pedido, por medo e pudor. Mais uma vez , suas tentativas de se desvencilhar do bote, só pioraram sua situação, pois seus movimentos empurravam sua bundinha para cima facilitando a penetração , fazendo com que o pau duro de meu irmão entrasse rasgando cada prega que encontrava pelo caminho. Minha mulher estava fraca demais para reagir; o máximo que conseguia fazer era soluçar baixinho derramando lágrimas de dor e de prazer.
Meu irmão completou totalmente a penetração, arrombando por completo as entranhas de minha mulher, começando logo em seguida a gozar em espasmos convulsos, seguidos de gemidos de minha mulher. Logo depois levantou-se com o pau ainda semi-ereto, olhando para mim com o ar de triunfo.
Eu , sem mesmo consciência do que estava fazendo, me masturbava alucinadamente, quando minha cunhada, tomando minha mão, me dizendo que eu não iria desperdiçar esperma de boa qualidade, me levantou e me guiou para cima de minha mulher, que ainda chorava baixinho, me empurrando para dentro do cúzinho de Kelly, totalmente arregaçado , ainda com grande quantidade de esperma escorrendo pelas bordas. Eu mal fui entrando, com grande facilidade , naquele cúzinho dilatado e fui gozando, chamando minha mulher de cachôrra ,de puta, num misto de raiva e excitação.
Estávamos todos tão atordoados que não percebemos que Sandra tinha despertado, e há muito acompanhava nosso desempenho. Ao percebê-la, não pude deixar de me espantar em ver que totalmente desligada de tudo acariciava um seio já exposto para fora de seu biquini amarelo, com a outra mão por dentro da calcinha se masturbando alucinadamente.
Minha irmã tinha visto tudo aquilo e não nos reprovara, não dissera uma palavra, pelo contrário, se comprazia de tudo.
Como sempre, a mestre de cerimônias, Lú, tomou a iniciativa, puxando-a para o chão, e a despindo rápidamente, começou a acariciar todo o seu corpo, beijando sua boca, concentrando suas energias em carícias nos seios e na bucetinha virgem e totalmente encharcada de minha irmã. Quando Lú com voracidade mergulhava sua boca na bucetinha de Sandra, massageando com maestria o clitóris , minha irmã se descontrolava alucinadamente, suplicando pelo fim de sua virgindade.
A esta altura Renes estava excitadíssimo, e para meu horror aproximou seu pênis da boca de Sandra, que esquecendo completamente do fato de Renes ser seu irmão consanguíneo, abocanhou-o, chupando seu membro como se fosse uma criança faminta. Lú então começou a abrir as coxas de minha irmã, preparando-a para o inevitável. Meu irmão ao ver o caminho desimpedido, a muito custo conseguiu tirar o pau da boca de Sandra , e, enfiando-se no meio de suas coxas fletidas, encaixou a glande na entrada da bucetinha virgem de nossa irmã, e sem nenhuma hesitação, começou a penetrá-la. Tentei gritar, mas não conseguia, estava excitado também. Não conseguia soltar um som sequer.
Sandra por sua vez nada fazia para impedir ser desvirginada por nosso irmão, pelo contrário, estimulava seu desempenho, gemendo, suplicando, pedindo para que acabasse logo com aquele tormento e dor. Impaciente, Renes entrou de vez, arrancando um grito alto de dor de Sandra, penetrando-a, preenchendo-a completamente.
Estava feito. O sangue que escorria pelo piso da sala testemunhava a pureza que minha irmã conservara até aquele dia e entregara de maneira tão absurda. Renes ainda fez algumas manobras , indo e vindo com o pênis pelas bordas da vagina de Sandra dizendo que era para não deixar nenhum fragmento do seu cabacinho para seu futuro marido "tartaruga". Logo depois , Sandra excitadíssima começou gozar aos gritos, seguida por Renes que resfolegava sobre ela como um animal moribundo gozando dentro de sua própria irmã. Agora sangue e esperma se misturavam no chão.
Não, não podia estar acontecendo. Até então éramos uma família normal, o que tinha acontecido? Renes desabou para o lado deixando-me a mostra a vagina dilacerada de minha irmã . Foi então que Sandra levantou a cabeça calmamente e com ternura olhou para mim dizendo "vem Michel, vem maninho, agora é sua vez de dar o polimento". Enquanto Kelly, desabada no sofá me pedia chorando para não fazer aquilo, fui puxado sem resistência por Lú , que guiou meu pau endurecido para dentro de minha irmã.
Penetrei lentamente com um misto de medo e excitação, praticamente sendo empurrado por Lú para dentro da minha irmãzinha. Aquela minha hesitação só fez prolongar a penetração, enlouquecendo mais ainda minha irmã que a esta altura já abocanhava de novo o pau amolecido e ensanguentado de Renes. Sentindo o gozo fluir, tentei retirar meu pau de dentro da minha irmã tentando com isto diminuir meu pecado, mas Lú ao sentir minha manobra me segurou firmemente fazendo com que eu despejasse todo meu esperma dentro de Sandra, misturando-se ao sêmen de meu irmão. Olhei para Kelly e encontrei seu olhar apavorado, mas sua mão massageava seu clitóris alucinadamente. Lú ,retirou com delicadeza a mão de minha mulher e mergulhou sua boca entre as pernas de Kelly, fazendo-a chegar rapidamente ao orgasmo, com grande alarido, caindo logo após num choro convulso.
Enquanto todos caiam num sono profundo, lembrei-me do noivo de Sandra, Adilson;teria ele despertado? Teria toda aquela loucura passado desapercebida para ele ? Levantei-me, me vesti e fui até o quarto onde ele estaria. Encontrei-o deitado, de olhos fechados, mas que pareciam piscar. Ao lado de seu corpo, molhando o carpete e umedecendo seu calção, uma mancha esbranquiçada, leitosa, denunciava sua aprovação.
Cinco meses depois, minha irmã se casava com Adilson, quase não podendo esconder a barriguinha de uma gestação já adiantada, que enchia de orgulho à Adilson e de horror a mim e ao meu irmão.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:27
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