Sábado, 19 de Julho de 2008

Sexo Nas Escadas


Estava no quarto andar quando acabou a luz. E , por azar, o meu amigo não estava em casa. Fui descendo devagar pela escada. A luz voltou. Mas eu já estava conformado e continuei descendo. No meio da escada abaixo de mim estava um casal, tão agarrados que pareciam um só, Um rapaz alto ,de cabelos curtos, bem vestido e uma moça de cabelos castanhos presos na nuca, alta e magra, com um vestido apertado ate a altura dos joelhos. Estavam na escada, eu podia subir e apanhar o elevador, mas preferi ficar olhando. Estavam-se a beijar loucamente, ele apertava as nádegas dela, ela colocou a mão por dentro da camisa dele... - assim não vamos conseguir nem chegar ao seu apartamento, disse ela. - Não vamos mesmo, Ritinha, eu quero-te agora... Ele beijou-a longamente, acariciando o seu cuzinho. Ela colocou a mão por dentro das calças dele e puxou o seu membro, alisando-o, Estava mole ainda. - eu disse-te para não beberes tanto... ele abriu o vestido dela, vi um par de seios lindos, pequenos, mas bem feitinhos, de biquinhos delicados. O rapaz mordiscou-os, lambeu-os, chupou-os. - ai, que gostoso ! – disse ela.. enquanto isso, ela tinha o pau dele nas mãos e masturbava-o no mesmo ritmo com que ele a chupava, lento ou rapidamente. Ela contorcia-se toda, gemendo , de olhos fechados. Eu fui ficando excitado com a cena. Sem parar de sugar o seu seio, ele levantou o vestido dela e colocou a mão no meio de suas pernas, que, aliás, eram lindas. Beijou-a novamente. Ela não lhe soltou o pau, que não levantava, sem parar de masturba-lo. - tens uma mão deliciosa – disse ele – porque é que bebeste tanto, caramba ? ele voltou a sugar os seios dela e colocou a mão na sua cona. Ela gemeu. - tou com tesão - disse ela – chupa-me, chupa a minha coninha. E ela subiu mais degraus, eu subi mais alguns também, pra ver melhor. Ela ficou com a vagina quase na cara dele. Ele separou as pernas dela, afastou as cuequinhas dela e alcançou com a língua a sua coninha.. -chupa, isso assim, está gostosinho, chupaaaaaa ...! - Ele chupou o grelinho e introduziu um dedo na cona dela - estou toda molhadinha, estou em brasa, puta de merda, que tesão, que delícia ! Eu já estava me masturbando com aquela mulher maravilhosa.. De repente, ele parou.. - não pares amor, não pares agora ! chupa-me ! – ela reclamou . Ele parou e fechando os olhos , caiu sentado nos degraus, murmurando : - tou bêbado como ó caralho ! e tombou, deitado entre os degraus. Ela debruçou-se sobre ele, vi os seios perfeitinhos, estavam com os biquinhos eriçados. - Acorda, amor, oh, meu Deus, desmaias-te ? – e dava palmadinhas no rosto dele. Seguindo um impulso, recompus-me e disse : - a menina está a precisar de ajuda ? – perguntei, um pouco alto. - Oh, Meu Deus ! – disse ela , olhando-me assustada. Estava debruçada sobre o gajo, os seios de fora. Percebeu. Puxou o vestido, fechou o fecho nas costas, sem me olhar, e só então explicou que o seu namorado tinha bebido demais, que estava indo para o elevador e a luz das escadas tinha-se apagado , pediu-me ajuda para leva-lo até o apartamento dele. Chamei o elevador, e com dificuldade, coloquei-o sentado e olhei para ela. Tinha um rostinho lindo, fino, lábios pequenos, bem maquiada. Ombros curtos,com algumas sardas nas faces. Adoro sardas nas faces. Chegamos ao apartamento, ela abriu a porta, preocupada com ele. Eu disse que ele iria ficar bem. Ela agardeceu-me e perguntou se eu não me importava de a levar ate á porta da rua pois era tarde e ela tinha medo de ir sozinha, claro que a acompanho, respondi-lhe, ja imaginando o que podia acontecer... Saimos do apartamento do gajo, que ficou completamente bebado a dormir num sofa, e ela começou a meter conversa dizendo: Ele as vezes bebe demais e depois é assim. No meio das escadas, ela tropeça e mais uma vez por um impulso/reflexo deito-lhe a mão á sua delgada cintura no intuito de a agarrar, ela fica um pouco encabulada e agradece-me dizendo: Obrigado, se não fosse o senhor hoje isto ia-me correr mesmo mal, e eu enchi-me de coragem e retorqui: pode corre melhor ainda se quiseres... deixando deslizar a minha mão da sua cintura para o seu volumoso e rijo cú, ela parou, ficou pálida... e eu pensei: bem vou levar uma valente bofetada, mas qual o meu espanto quando ela me disse: o senhor tem uma mão forte e macia dando um pequeno sorriso, ai deixei correr a minha mão para a sua cona e comecei a acaricia-la fortemente por cima das cuecas, ela agarrou-se ao meu pescoço e começou a meter violentamente a sua lingua na minha boca enquanto gemia, eu estava louco de tesão, o meu pau estava prestes a rebentar com as cuecas e as calças, ela provavelmente sentiu-o e apreçou-se a apalpa-lo, dizendo que grande caralhão o senhor aqui tem. pedi-lhe: chupa-mo querida. e ela assim fez, lambia e chupava como jamais alguma mulher mo tinha feito, passado uns minutos disse-me quero senti-lo na minha coninha, por favor penetre-me senhor, encostei-a ao corrimão das escadas subi o seu vestido e espetei-lhe completamente o meu pau na sua cona completamente enxarcada, ficamos ali assim durante alguns minutos, até que depois de lhe dar umas estocadas mais fortes onde o meu pau entrou nela totalmente ela exclamou: isso meu senhor enterre-a ate ao meu utero... ela com a excitação não tardou a vir-se toda, gemendo e mordendo o lábio de baixo. Eu estava também prestes a derramar toda a minha langonha quando ela me olha e me diz meta-o no meu outro buraquinho por favor, quero ficar com o seu semen nas minhas tripas. Aquela linguagem excitou-me imenso e após lhe ter lubrificado o anus com saliva enterrei-a de uma so vez, ela arfava e gemia, e eu prestes a vir-me todo, fodia-a cada vez com mais força, quado ela começa a tirar os seios para fora e a lambe-los, ai não me aguento mais e venho-me todo no seu cu delicioso... No fim ficamos ali parados uns minutos a descansar, ela disse-me que adorou e quando descemos ela entrou no seu carro disse-me adeus e arrancou... Ate hoje ainda passo por aquela porta, e visito meu amigo vezes sem conta, na esperança de a encontrar novamente... mas um destes dias vi o tal rapaz que se embriagou com outra... e ai tive a certeza.. Nunca mais a verei
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:42
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