Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

A filha Da Vizinha



Olá a todos.

Vivo num 1º andar e tenho no 2º andar uma vizinha que é enfermeira e mãe solteira.
A filhinha dela é uma menina de 18, quase a fazer 19 anos este ano, mas é muito bonita, e com um corpinho de levar qualquer um ao céu. Mas eu nunca me tinha verdadeiramente apercebido de que aquela menina que já conheço desde os 6 anos, já está uma verdadeira mulher. 1,65m, 45kgs, cabelo comprido castanho e uns lábios e olhos muito bonitos. Passo a chamá-la de Paula.
Aconteceu que sua mão nas férias de verão lhe ofereceu um computador, como prémio das boas notas que teve no Colégio, e sabendo a mãe dela que eu sou Engenheiro de Sistemas, logo tratou de me pedir para instalar vários programas no computador e a Internet. E ficou a funcionar bem.
Devido á inexperiência e poucos conhecimentos da menina, avariou uma série de programas e o windows teria que ser completamente instalado. Sou mãe veio pedir-me para eu lhe instalar tudo de novo. Disse-lhe que durante a semana iria ser difícil, mas que contasse comigo no fim-de-semana. E assim foi.
No sábado depois de almoço lá fui ao apartamento dela. Toquei á porta e foi a menina que me atendeu, vestida com uma t-shirt que lhe dava quase até aos joelhos, dando para perceber que não estava usando soutiã, mas não interessava já que seus peitos são duros, e se notava uma cuequinha muito pequena.
Perguntei por sua mãe e ela me disse que tinha ido para o hospital, já que entrava de serviço o meio dia.
Disse-lhe então que voltaria mais tarde, já que sua mamã não estava.
Aí ela me disse se eu tinha medo de estar sozinho com ela, mas que ela não tinha medo nenhum de estar só comigo (e deu um sorriso malandro). Disse: então tudo bem. Vamos lá ver o computador.
Fomos para o escritório e comecei por formatar o disco (como vocês sabem demora) e ela se sentou mesmo a meu lado e encostadinha a mim. Dava para sentir o calor de sua perna encostada á minha, já que eu estava de bermuda. Começou meu pau a subir.
Via as coxas da Paula, quase se vendo a cueca. Quando colocava uma questão, inclinava-se para a frente e roçava o seu peito no meu braço, e notei que já estava com os bicos durinhos, ou seja excitada. Comecei então a instalar o Windows.
E continuou naquele roço levezinho. Já eu estava excitadissímo e colocava a mão sobre o meu pau para ela não notar muito.
Aí falei para ela: Isto avariou porque andas sempre a teclar com os namoradinhos e depois dá nestes problemas.
Me respondeu dizendo: Namoradinhos não, Deus me livre, ainda se algum fosse como o vizinho valia a pena. Os novos não sabem namorar nem muito menos fazer amor.
Perguntei-lhe como ela podia dizer isso sem nunca ter experimentado (pensando eu que já não era virgem).
Disse-me que ainda era virgem em todo o seu corpo e que só perderia a virgindade com um homem de verdade e sem qualquer compromisso.
Eu adivinhando no que iria acabar esta conversa, arranjei uma desculpa, dizendo que me faltava um cd-rom e fui a casa buscar uma pomada analgésica. E voltei para lá.
Aí ela estava sentada na cadeira que eu estava ocupando antes e perguntei-lhe onde me sentava. Ela levantou-se e colocou-se encostada a mim em pé. Disse para se sentar (sem ter reparado que o banco onde ela estava antes tinha desaparecido) e ela respondeu dizendo que só se fosse no meu colo, já que não tinha banco. E eu disse para se sentar de lado para que eu pudesse mexer no teclado e rato.
Fiquei com o pau em brasa e ela dando conta disso, começou a mexer a perna e pedi-lhe para ficar quieta já que me estava a excitar e provocar.
Nem respondeu, agarrou-se ao meu pescoço e deu-me um beijo nos lábios. Afastei-a, dizendo que não podíamos fazer isso, já que sou casado, e aí ela voltou a me agarrar e, aí sim não resisti, demos um beijo na boca bem gostoso e demorado.
Meti a mão pela t-shirt e comecei a apalpar suas maminhas durinhas e beijando os biquinhos. Comecei a meter a mão por dentro das suas cuecas e logo notei que a safada estava toda molhada. Levei-a ao colo para a sua cama. Deitei-a e comecei a beijar-lhe o corpo e metendo a língua naquela gruta ainda por explorar. Ela gemia muito. Comecei a meter um dedo na coninha dela e outro no cuzinho ainda mais apertado.
Tentei meter dois na coninha e ela não aguentava. Daí tirei o meu pau para fora e ela começou a mamar, ainda que inexperiente. Demorou 5m e enchi toda a sua boca de leite o qual ela bebeu quase todo.
Coloquei ela em posição de frango e comecei a esfregar meu pau no seu clitóris e ela pediu para meter devagar. Assim fiz, tentei meter devagar mas a Paula não aguentava; coloquei então o creme analgésico, demos mais uns beijos, para o creme começar a fazer efeito. Pedi para ela ir buscar uma toalha de banho vermelha, já que iríamos sujar a cama. Então me deitei e ela veio por cima e começou a meter devagarinho, até que entrou tudo e eu sentia o sangue e leite dela escorrer pelas minhas bolas. Ela chora e dava gritinhos de prazer. Deitei-a e fui por cima e meti tudo de uma vez, já não doía muito a ela. Até que nos viemos ao mesmo tempo. Que loucura. Foi então a vez de arrombar o cabaçinho no seu cú. Não foi muito difícil para ela por causa do creme, mas meti lentamente e ela gozava feita burra. Coloquei-a em posição de quatro e comecei a meter alternadamente na cona e no cú. Passado 15 minutos me vim dentro de seu cú. Que delícia.
Fomo-nos lavar e claro que trepamos outra vez na banheira.
Agora todas as semanas o computador tem uma avaria e sempre quando sua mãe, muito gostosa também, está de serviço.

SUPRESA FINAL:
Conforme prometi a uma amiga brasileira (Márcia – um beijo desde Portugal) este relato está a ser escrito por mim e pela Paula, com ela sentada no meu colo e meu pau metido na sua xoxota. Estamos fazendo amor tântrico, mas não estamos aguentando mais.
Se alguma menina dos 18 aos ....., ainda virgem (de Portugal, claro) quiser perder o cabaçinho como aqui a Paula, envie contacto para meu mail:

empresarioporto@msn.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:57
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