Segunda-feira, 31 de Março de 2008

A Minha Advogada


A minha namorada foi para fora durante vários meses devido a motivos profissionais e deixou-me sozinho.
A maior parte do tempo passava em casa, em frente ao pc ou em frente á tv.
Num fim-de-semana fui a casa de um amigo que tinha feito anos e convidou um grupo de amigos para bebermos uns copos e comer uma fatia de bolo.
Como não gosto de ser o primeiro a chegar, fui atrasado.
Fui muito bem recebido pelo o meu amigo que me deixou logo á vontade.
Entrei na sala e fui comprimentando os conhecidos e fui dando uma vista de olhos ás caras novas.
Reparei de imediato numa rapariga muito bonita, de olhos exprecivos, lábios tentadores, com um corpo tentador e com uns seios grandinhos que me deixaram logo de pau feito.
Perguntei ao meu amigo quem era tal beleza e ele disse-me que era esposa de um amigo dele e para ter cuidado que era ciumento.
Com o passar da noite, finalmente cheguei á conversa com ela quando o marido foi á rua fumar.
Chamava-se "Patricia" e era advogada.
A conversa estaa a ser muito agradavel e tinha que conseguir o numero de telefone sem levantar suspeitas das minhas verdadeiras intenções.
Como sou administrador do meu prédio, inventei que tinha problemas com um dos condominos que recusava a pagar o condominio.
Deu-me de imediato algumas dicas e deu-me um cartão pessoal e para a contactar que me ajudava a resolver o assunto.
O marido dela voltou e eu afastei-me dizendo-lhe que me ia embora por ter que me levantar cedo.
Deu-me 2 beijinhos com um enorme sorriso nos lábios e disse-me para não me esquecer de telefonar.
escusado será dizer que telefonei passado 2 dias e ela veio ter comigo ao meu emprego no final do dia.
Fomos a um café e no inicio estava a ser super-profissional. Aconselhou-me, deu-me artigos de lei para o caso e orientou-me da melhor maneira.
Disse-me que tinha que se ir embora e que fosse preciso algo era só dizer.
Depois desde profissionalismo todo, as minhas esperanças de comer aquela boazona voaram mas não por muito tempo.
No dia seguinte recebo um telefonema com um numero anonimo. Para minha felicidade era ela.
Estava toda melosa e disse-me que tinha encontrado mais algumas e se podia passar por casa dela á noite para entregar.
Disse que sim, mas a medo.
- "O teu marido não se vai importar?" - perguntei eu.
- "Não te preocupes, omeu marido trabalha até tarde e ele compreende. Afinal tenho ecritorio no meu apartamento."
Lá fui eu todo contente!
Ela abriu a porta e fiquei de boca aberta...
Tinha ventido umas calcas de fato de trino justas e um top com um grande decote em que dava para ver o belo volume dos fantasticos seios.
Começamos a falar de tudo exepto de leis.
O ambiente começou a ficar escaldante com ela a tocar-me nas pernas sempre que podia.
Descobri que tinha muitas cocegas, não me fiz arrogado e fui verificar se tinha mesmo.
Enquando fazia cocegas nas axilas, as minhas mãos iam fugindo para os seus poderosos seios.
Comecei a ficar exitado e reparei que os mamilos dela estavam erectos.
Os nossos lábios ficaram a 1 cm e não resisti. Dei-lhe um valente xoxo.
Ao principio fez-se de esquisita, mas depois atirou-se a mim como uma esfomeada.
Dos linguados passamos a exploração corporal. Passei as minhas mãos por todo o seu corpo. Era fantastico, todo firme e cheio de curvas tentadoras.
€omecei a despila e quando lhe tirei os sotien foi o prazer maximo. As seios dela eram os maiores que já tinha visto, com uns mamilos enormes e muito erectos.
Atirei-me a eles como um leão. Chupeios, mordisqueios, beiijios com uma loucura nunca vista e fui lhe tirando as calças e massajando o grelo que já estava todo humido.
Fui descendo até começar a saborear o dice nectar da caverna do amor.
Fui nordiscando, beijando, chupando o clitoris e enfiei-lhe um dedo dentro da cona e outro no cu.
Ela só se contorcia feita uma louca.
O meu ritmo ia aumentado e a loucura dela também.
Passava o tempo a dar-me intruções:
- Mete o dedo todo na cona.~
- Chupa mais depressa.
- Isso... Isso...
- Continua... chupa-me toda!
Segui as instruções todas e quando me apercebi já ela se estava a vir fortemente.
Empurrou-me para cima do sofá e comecou a despir-me.
Olhou para o meu caralho e disse que era emorme e dinha um aspecto delicioso.
Enfiou-o todo dentro da boca e começou a chupalo todo.
Ela sabia o que fazia. O ritmo era fantastico. Chuvapa o caralho, lambia os culhões, voltava para o caralho e fazia-o desaparcer na boca.
- Estou quase a vir-me! - avisei eu, mas ela não ligou.
Continuou a fazer o trabalho dela até ao fim.
Vim-me todo dentro daquela boca maravilhosas, como nunca me tinha vindo.
Ela mostrou-me o meu esperma dentro da boca dela e foi até á casa de banho.
Qaundo voltou, eu queria continuar, mas ela disse que o marido não devia demorar e que eu me devia ir embora.
Ela queria tomar banho para o marido não cheirar o meu cheiro e saber que já estava emfeitado.
não consigo tirar aquele magnifico corpo da minha cabeça. Para a semana vou-lhe telefonar para ver se consigo mais uma foda.
Tenho que aproveitar antes que se arrependa e antes da minha namorada voltar.
Se ouver outras fodas, voltarei a por essas experiencias aqui...
Posso garantir uma coisas, as casadas esfoleadas são uma grande foda.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:56
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