Sábado, 29 de Março de 2008

Violada


Sou casada há mais de 10 anos, e com o passar dos tempos a nossa sexualidade tem evoluido.
Eu e o Antonio, conseguimos manter uma relação aberta e falamos das nossas fantasias e desejos sexuais.
Temos concretizado algumas, o que nos tem unido ainda mais.
Há muito que eu gostava de ter uma relação tipo "violada", em que seria comida pela força, sem violencia, em que seria humilhada, e por alguem que eu não conheça nem viria a ver mais.
Como imaginam isso é dificil sem correr alguns riscos.
Falavamos mas não avançavamos pois encontravamos sempre alguma coisa que nos levava a retardar essa realização.
Sem eu saber de nada o António, colocou um anuncio, e procurou dois homens.
Um por acaso era de sangue negro.
Combinou tudo e não me disse nada.
Uma 6ª. feira no final do dia fomos, como vamos muitas vezes, para a nossa casa de praía perto da Praia das maçãs.
Chegamos e ao entrarmos fomos abordados por dois homens, que de uma forma rapida e decisiva nos obrigaram a entrar em casa.
Em casa, colocaram-nos virados para a parede, e amarram-me, e vendaram-me.
O que fizeram ao António não vi mais.
Depois,.... depois arrancaram-me a roupa, apalparam-me toda, e obrigaram-me a mamar nos dois.
O que eu não imaginava era que tinha sido tudo combinado com o Antonio.
Estava cheio de medo, pois não sabia de nada.
Depois da mamada, deitaram-me e fui fodida por ambos.
Claro que estava cheio de medo, mas mesmo assim eu gozava como uma doida, afinal era o que sempre desejara.
Enquanto um me fodia o outro obrgava-me a chupá-lo.
Estava de 4 e ora um ora outro fui fodida até não aguentar mais.
Estive assim nem sei quanto tempo.
Gani que nem uma vaca, fui insultada e chegaram a dar-me umas palmadas quando disse que não aguentava mais.
Estava mesmo cansada.
O meu coração batia desalmadamente, e a minha cona ardia.
A minha garganta estava cheia de esporra, e não me lembro de ter bebido tanta esporra.
Tudo ficou calmo de um momento para o outro.
Foi então que me sentaram na barriga de um deles, e senti ser mais uma vez penetrada por um caralho duro.Ele obrigou-me a deitar-me sobre ele.
Ao mesmo tempo fazia força para ser penetrada o mais fundo possivel.
eu só gemia de prazer ao mesmo tempo que gritava que não aguentava mais.
Foi então que outro me tentou penetrar pelo rabo.
Senti a cabeça roçar o cuzinho, depois empurrou e enterrou a cabeça do caralho.
Gritei de dor
Ele não ligou e continuou a empurrar, empurrou e eu senti que aquele caralho não parava mais de me penetrar.
Só parou quando senti os colhões a baterem nas minhas nadegas.
Depois fodeu-me com toda a força.
Não imaginam como gritei.
Ao mesmo tempo o outro ía-se mexendo e eu sentia 2 caralhos dentro de mim.
não sei como mas tive o orgasmo mais louco da minha vida.
Juro que não aguentava mais.
O Antonio estava calado e eu de olhos vendados sem imaginar o que se estava a passar.
Tudo acalmou.
Senti que tudo estava calmo, e que a porta tinha batido. Alguem tinha entrado ou saído.
Chamei pelo Antonio, e ele veio e tirou-me a venda dos olhos.
Agarrei-me a ele, e percebi que ele estava com um ar feliz.
Foi então que ele me perguntou se eu tinha gostado.
Fiquei sem saber o que responder.
Ele tinha-me ouvido gemer e gritar como uma cadela com cio.
Disse-lhe que sim.
Ainda bem... respondeu ele.
Depois ele contou-me o que se tinha passado, e como tinha combinado tudo.
A terminar ainda me disse.
Que pena estares assim pois eu de ver tudo o que se passou estou cheio de tusa.
Agarrei-me ao caralho dele e bati-lhe uma punheta como ele gosta, com a ajuda das minhas mamas.
No final bebi mais uma doze de leite.
Passei o fim de semana cheia de tusa, e com a cona e o cu a arder.
Tinha conseguido realizar a minha fantasia, graças ao Antonio.
Obrigado meu querido marido.
Prometo-te ajudar a realizar a tua fantasia custe o que custar.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:40
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